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Duque diz que denunciará PM por impedir seu acesso à Câmara

Por Nill Júnior

O prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque, se manifestou nas redes sociais sobre o episódio em que foi impedido de entrar na Câmara de Vereadores pela PM no fim do debate da Cultura FM .

Em suas redes sociais, Duque se diz indignado com postura da PM e questiona se como maior autoridade municipal não teria direito de cumprimentar a candidata do seu partido.

“Vou comunicar à Justiça e ao governador do Estado, porque como autoridade tenho todo direito de estar ali. Em respeito à autoridade policial local eu me retirei”, comentou.

Outras Notícias

Carnaíba: prefeitura inaugura sistema de abastecimento

O prefeito de Carnaíba, Anchieta Patriota (PSB), inaugurou o sistema de abastecimento d’água do Sítio Lagoa dos Campos I. Com um investimento de aproximadamente R$ 25 mil, a obra foi executada com recursos próprios da prefeitura e beneficia 17 famílias da comunidade. O sistema compreende a perfuração de um poço artesiano de 50 metros de […]

O prefeito de Carnaíba, Anchieta Patriota (PSB), inaugurou o sistema de abastecimento d’água do Sítio Lagoa dos Campos I.

Com um investimento de aproximadamente R$ 25 mil, a obra foi executada com recursos próprios da prefeitura e beneficia 17 famílias da comunidade.

O sistema compreende a perfuração de um poço artesiano de 50 metros de profundidade com vazão de 4 mil litros de água por hora, implantação de 1.200 metros de adutora e chafariz com uma caixa de 10.500 litros.

A inauguração do Sistema foi prestigiada por famílias da comunidade, pelo deputado federal Danilo Cabral (PSB), pelo vice-prefeito do município Júnior de Mocinha (PSB) e pelos secretários municipais de obras, Edval Morato (Fafinha) e agricultura, José Ivan, além dos vereadores Everaldo Patriota (PSB), Cícero Batista (PSB), e Alex Mendes (PSB).

Gonzaga Patriota: “se prefeito disser que o candidato é Sandrinho a gente vai pro lado de lá”

Deputado disse torcer por unidade da Frente, mas defendeu que José Patriota discuta com grupo. “Senão a gente traz uns 40% do lado de lá e Sandrinho se lasca“ Participando do Debate das Dez do programa Manhã Total, da Rádio Pajeú 104,9 FM com Michelli Martins, o deputado federal Gonzaga Patriota fez duras críticas à […]

Gonzaga esteve acompanhado do ex-prefeito Totonho Valadares e do vereador Daniel Valadares, além de nomes como o blogueiro Pedro Araújo, do PE Notícias

Deputado disse torcer por unidade da Frente, mas defendeu que José Patriota discuta com grupo. “Senão a gente traz uns 40% do lado de lá e Sandrinho se lasca

Participando do Debate das Dez do programa Manhã Total, da Rádio Pajeú 104,9 FM com Michelli Martins, o deputado federal Gonzaga Patriota fez duras críticas à forma de como o governo Paulo Câmara trata os deputados.

Gonzaga está na região do Pajeú e esteve fazendo um balanço de sua visita em alguns municípios. Na Pajeú, esteve acompanhado do ex-prefeito Totonho Valadares e do vereador Daniel Valadares, além de nomes como o blogueiro Pedro Araújo, do PE Notícias.

Sobre o governador Paulo Câmara, Gonzaga disse que, devido ser um governo técnico, deu uma equilibrada no Estado, apesar das dificuldades em que se encontram outros estados.

Mas no relacionamento com os políticos de mandatos é muito ruim por conta de não ter assessoramento. “Os secretários dele são ruins demais para os políticos. Quem tá falando aqui não é Gonzaga Patriota, é o deputado que se elegeu em 2014 e o mandato termina agora em 31 de janeiro com mais de 100 mil votos. Então, na hora que Gonzaga Patriota liga para um secretário desses é para atender ou retornar, mas não fazem isso. Vieram a Custódia onde sou o segundo deputado mais votado da Frente para inaugurar coisas que ajudei a levar para o município e me avisam à noite: ‘olha amanhã bem cedo o governador tá em Custódia’. Eu respondi: diga a ele que seja bem ido porque eu não vou”, disse o deputado.

Sobre Afogados da Ingazeira, o deputado disse que não esteve presente na inauguração e revitalização da Avenida Rio Branco porque não sabia. Disse ter tido conhecimento da inauguração através de blogs.

Quanto à sucessão no município, Gonzaga disse que não é muito cedo para se falar nisso. O gestor Patriota havia dito que não anteciparia a campanha.

Para ele, Patriota deu sequência ao trabalho de Totonho e já está no momento de se conversar sobre a eleição que acontece o ano que vem. Também que Afogados da Ingazeira tem que começar a exigir entendimentos para que se possam escolher os próximos candidatos.

Racha entre Totonho e Patriota

Gonzaga disse que pode sim acontecer o racha, mas que todos sentarão para debater e discutir uma saída em que todos possam marchar juntos na eleição ano que vem. O federal foi apoiado por Totonho. Patriota preferiu João Campos e pela primeira vez em anos ele deixou de ser majoritário, sendo apoiado apenas por Totonho Valadares.

“Poder, pode acontecer (o racha).  Agora a gente vai trabalhar muito para não ter racha. O que não pode é alguém dizer que ‘eu sou o prefeito’ e vou colocar alguém para ser meu sucessor. Não, tem que ouvir. Porque se for assim, o camarada que está como prefeito e as vezes se excede com os poderes, ele cai. Já vi muitos caírem. Então, se Patriota chegar e disser ‘meu candidato é Sandrinho’ e se for assim, a gente vai pra o lado de lá e trás muita gente, porque não é só Sandrinho que quer ser candidato da Frente não, tem muita gente do lado de Patriota que também quer ser candidato”.

O próprio Totonho Valadares afirmou que caso não haja respeito a critérios na condução, inclusive pesquisa, pode ser candidato. Gonzaga comentou a possibilidade.

“Um exemplo, se Patriota chegar e disser que Sandrinho é o candidato, e acabou-se, do lado de cá a gente tem candidato. Do lado de lá a gente trás uns 40% e Sandrinho se lasca. Daí que tem que ter um entendimento”, concluiu Gonzaga.

Com reprodução do Afogados On Line


Serra Talhada: Proprietário de restaurante morre nesta quarta-feira no Hospital Eduardo Campos

Farol de Notícias Faleceu na manhã desta quarta-feira (16) o empresário José Plínio Vieira de Sousa, 63 anos, proprietário da Churrascaria do Plínio, localizada nas proximidades da Estação do Forró, no bairro São Cristóvão, em Serra Talhada.  Ele se encontrava internado no Hospital Eduardo Campos (HEC), e seu quadro de saúde piorou nas últimas 24 […]

Farol de Notícias

Faleceu na manhã desta quarta-feira (16) o empresário José Plínio Vieira de Sousa, 63 anos, proprietário da Churrascaria do Plínio, localizada nas proximidades da Estação do Forró, no bairro São Cristóvão, em Serra Talhada. 

Ele se encontrava internado no Hospital Eduardo Campos (HEC), e seu quadro de saúde piorou nas últimas 24 horas.

Nesta terça-feira (15), seu filho, Plínio Júnior, espalhou um áudio nas redes sociais, revelando que o pai estava num quadro irreversível. 

O diagnóstico de covid-19 foi confirmado pela XI Gerência Regional de Saúde (Geres), seu sepultamento deve ocorrer nas próximas horas. Plínio faria 64 anos no mês que vem.

“É com muita tristeza que recebemo a notícia do falecimento do meu primo Plínio Pessoa, pessoa íntegra que dedicou a sua vida a família e ao trabalho. Pessoa pela qual eu tenho uma admiração profunda e que vai deixar muitas saudades nos nossos corações. Descanse em paz, meu primo”, disse Oliveira.

Plínio tinha um carisma especial no trato com as pessoas e cultivava uma grande rede de amigos em Serra Talhada. Aos familiares, os nossos sentimentos.

Tarcísio Firmino se defende de acusações e critica gastos do prefeito eleito de Água Branca

Para responder às duas notícias negativas sobre sua administração em Água Branca, na Paraíba,  que repercutiram ontem na imprensa, o Prefeito socialista Tarcísio Firmino falou ontem a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM. O gestor disse que as acusações de uso de mais de R$ 2 milhões dos professores na construção de asfalto são “infundadas […]

tarcisio-firmino-533x400Para responder às duas notícias negativas sobre sua administração em Água Branca, na Paraíba,  que repercutiram ontem na imprensa, o Prefeito socialista Tarcísio Firmino falou ontem a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM.

O gestor disse que as acusações de uso de mais de R$ 2 milhões dos professores na construção de asfalto são “infundadas e irresponsáveis”. De acordo com Tarcísio em 2009 o então prefeito Haroldo entrou com uma ação junto ao FUNDEB e  em 12 de dezembro de 2016 foram pagos os precatórios. Várias cidades da Paraíba também receberam.

O TC diante da consulta N. 08610/2015 respondeu que o recurso como verba indenizatória não entra na conta do FUNDEB e sim no orçamento do município. Ao receber o recurso, Firmino disse ter feito nova consulta e recebido a mesma informação.

Ele lembrou que em Pernambuco nova decisão do TC, tratou da mesma questão em 22/11/16, afirmando  que todos os anos investiu mais de 60% na educação e o que gastou a mais, superando R$ 1,2 milhão que representaria os 60% do recurso reclamado pela oposição.

Sobre o bloqueio das contas, Tarcísio Firmino se mostrou tranquilo, pois o TCE-PB tem bloqueado contas de municípios com salários atrasados ou ameaçados de não saldar os compromissos com os servidores.

Já em Água Branca, os salários, garante, estão rigorosamente em dia, o 13º já foi pago e até o dia 27 pagará o mês de dezembro. No dia 30 pagará ele o 14º salário dos professores. “O bloqueio teria acontecido por uma diferença de apenas R$ 10 reais no balancete de outubro”, afirma..

Ele adiantou que mesmo no final do governo entregou no último final de semana duas ambulâncias à saúde e no próximo entregará mais quatro vans para o transporte escolar.

Tarcísio criticou a prestação de contas do prefeito eleito Tom, do PMDB, que citou ter gasto apenas R$ 5,9 mil  em sua campanha, justificando por exemplo, ter pago R$ 100 reais a um advogado, quando teve quatro profissionais. Ele ainda disse feito a campanha percorrendo o município de bicicleta ou de carona.

Tarcísio  concluiu alfinetando o prefeito eleito. “Ele me atacava por ter minha esposa na Ação Social. O governo dele nem começou e já falam na irmã na Saúde e o cunhado na Secretaria de Administração. Isso é o ‘novo’ prometido ao povo?”

Flávio Bolsonaro apoia tarifaço de Trump e dá outro vexame nos Estados Unidos

Em vez de defender a indústria nacional contra sobretaxas, senador se limitou a pedir um adiamento das sanções para não atrapalhar sua campanha eleitoral Por João Filho – The Intercept A primeira reportagem da Vaza Flávio marcou o início de um longo inferno astral para a candidatura de Flávio Bolsonaro. Já se passaram dois meses […]

Em vez de defender a indústria nacional contra sobretaxas, senador se limitou a pedir um adiamento das sanções para não atrapalhar sua campanha eleitoral

Por João Filho – The Intercept

A primeira reportagem da Vaza Flávio marcou o início de um longo inferno astral para a candidatura de Flávio Bolsonaro. Já se passaram dois meses e tudo indica que estamos apenas no começo. O fio puxado pelo Intercept desencadeou novos desdobramentos que complicaram a vida do candidato do golpismo. Diversos aliados começaram a demonstrar insatisfação, ameaçando largá-lo ferido na estrada. Até Michelle já soltou a mão do enteado. União Brasil e Partido Progressistas, o PP, já dão sinais de que vão pular fora do barco.

Para completar, no seu curral político a coisa vai de mal a pior. Está ficando cada vez mais difícil encontrar um grande aliado de Flávio no Rio de Janeiro que não esteja preso ou na mira de buscas e apreensões. Nesta semana, mais uma leva de políticos bolsonaristas caiu nas garras da Polícia Federal na Operação Unha e Carne, que investiga uma rede de corrupção entre a classe política e o crime organizado no estado. Os elos entre o grupo de Flávio e a bandidagem ficaram ainda mais expostos.

Tudo isso acontece a apenas três meses das eleições com pesquisas apontando o aumento da vantagem de Lula no primeiro turno da corrida presidencial. Operando no modo de desespero, Flávio tem tomado as piores decisões possíveis. Influenciado pela dupla dinâmica do golpismo, Paulinho Figueiredo e Eduardo Bananinha, o candidato decidiu fazer uma nova turnê pelos Estados Unidos. Mas, desta vez, o objetivo seria conter os danos causados por sua última visita à Casa Branca, que lhe rendeu o apelido de Tariflávio.

Flávio participou de uma audiência pública do Representante Comercial dos Estados Unidos, o USTR, para debater o novo tarifaço do governo estadunidense contra produtos brasileiros. A promessa é de que ele criticaria a medida e defenderia os interesses do Brasil. Na prática, a história foi outra. Não se ouviu uma queixa sequer às razões estapafúrdias fabricadas pelo governo de Donald Trump para justificar a sobretaxa. Sem fazer qualquer contestação de mérito, o Zero Um sequer abriu a boca sobre comércio, meio ambiente e outros temas levantados pelos EUA.

Como um bom vira-lata complexado, o senador se limitou a pedir que a decisão fosse adiada, sob o argumento de que esse seria o pior momento para aplicá-la. Na prática, Flávio endossou a sanção, pedindo apenas um tempo para não prejudicar a própria campanha. Trocando em miúdos: ele apoia um tarifaço contra o seu próprio país, a depender das conveniências políticas.

Como se não bastasse tanta gente soltando sua mão, Flávio agora também precisa lidar com a insatisfação de empresários afetados pelas tarifas. Pegou mal entre o empresariado a postura do senador no USTR. A imagem que ficou é a de um candidato incapaz de dialogar tecnicamente sobre comércio ou proteger as companhias brasileiras atingidas pelo tarifaço. Nenhum dos argumentos levados pelos executivos à audiência foi encampado pelo senador, que optou por um discursinho fuleiro e ideologizado – que, suspeito fortemente, tenha sido escrito pelo colérico Paulinho Figueiredo.

Segundo um dos empresários presentes ouvidos pela CNN, a audiência só voltou a prender a atenção da plateia após a saída de Flávio. A participação do senador foi descrita como um “lapso” em meio a um debate que exigia argumentos econômicos mais consistentes. Até a Faria Lima considerou a excursão como inócua e “decepcionante”. No fim das contas, o candidato jogou fora a chance de posar de presidenciável e apenas confirmou ser um político medíocre.

É realmente impressionante a capacidade de Flávio em tomar decisões erradas. Só mesmo o desespero explica tamanha estupidez, que conseguiu extrapolar até os padrões de quem foi criado por Jair Bolsonaro. O candidato foi para os Estados Unidos com uma única missão: reverter as trapalhadas da visita anterior. E o que ele fez? Reforçou o seu endosso às tarifas, ainda que de forma indireta, apostando que o vexame seria escamoteado com pura retórica ideológica. Mas nem o empresariado, sempre tão cheio de boa vontade com o bolsonarismo, caiu na conversa fiada.

A situação da campanha eleitoral de Flávio é crítica. Ele é um pré-candidato desconectado da realidade e refém das estratégias traçadas pela dupla de maluquinhos dos Estados Unidos. Com parte dos aliados debandando e outra senda presa, o futuro do seu projeto político vai se mostrando cada vez mais incerto. Parece loucura cogitar que, a essa altura do campeonato, o senador decida jogar a toalha e desistir do Palácio do Planalto. A desistência ainda é uma possibilidade remota, mas, a depender dos próximos capítulos, pode se tornar o único caminho.