Dom Fernando Saburido toma segunda dose da vacina contra a Covid-19
Por André Luis
Arcebispo de Olinda e Recife, havia tomado a primeira dose no dia 13 de março.
Por André Luis
O Arcebispo Metropolitano da Arquidiocese de Olinda e Recife, Dom Antônio Fernando Saburido, 73 anos, tomou, na manhã deste sábado (03.04), a segunda dose da vacina Coronavac, produzida no Brasil pela parceria Sinovac/Butantan.
Segundo informado no Instagram da Arquidiocese, Dom Fernando foi atendido no drive-thru do Big Bompreço de Casa Forte, zona norte do Recife.
“Parabéns pelo importante trabalho de vocês. Que a vacinação, chegando para todos, nos permita comemorar em breve o fim da pandemia, sem medos e sem perdas, demonstrando nossa afeição e alegria com muitos e calorosos abraços”, destacou o arcebispo, após tomar a segunda dose da vacina.
Arcebispo de Olinda e Recife, havia tomado a primeira dose no dia 13 de março.
O prefeito Romério Guimarães esteve em Audiência com o Presidente do Tribunal de Justiça de Pernambuco, desembargador Leopoldo Raposo. A pauta tratou da construção do novo fórum de São José do Egito. Também estiveram presentes o desembargador Francisco Tenório e o advogado Erasmo Siqueira. Em São José do Egito a Justiça Eleitoral funciona num prédio […]
O prefeito Romério Guimarães esteve em Audiência com o Presidente do Tribunal de Justiça de Pernambuco, desembargador Leopoldo Raposo. A pauta tratou da construção do novo fórum de São José do Egito.
Também estiveram presentes o desembargador Francisco Tenório e o advogado Erasmo Siqueira.
Em São José do Egito a Justiça Eleitoral funciona num prédio alugado e improvisado. A prefeitura está disposta a doar terreno para a construção do novo fórum. Há quinze dias o município recebeu a visita de uma arquiteta do TJ.
Na ocasião foram vistoriados três terrenos que podem ser doados para a construção da nova sede do judiciário. A prefeitura vai doar também uma área para a construção da sede da Defensoria Pública.
Nas conversas foi solicitado ainda que se estude a possibilidade de nomear juízes titulares para as duas varas da Comarca de São José do Egito. Hoje o município conta com juízes auxiliares. Há nas duas varas cerca de sete mil processos.
Em entrevista ao programa A Tarde é Sua, da Rádio Pajeú, nesta segunda-feira (19), o vereador de Afogados da Ingazeira, Zé Negão, adotou uma postura de cautela e independência em relação à eleição do segundo biênio da Câmara Municipal. Eleito pelo campo da oposição, o parlamentar evitou se comprometer com os nomes que hoje polarizam […]
Em entrevista ao programa A Tarde é Sua, da Rádio Pajeú, nesta segunda-feira (19), o vereador de Afogados da Ingazeira, Zé Negão, adotou uma postura de cautela e independência em relação à eleição do segundo biênio da Câmara Municipal. Eleito pelo campo da oposição, o parlamentar evitou se comprometer com os nomes que hoje polarizam o debate: os vereadores Vicentinho e Raimundo Lima.
Ao ser questionado sobre o acordo político que envolve a atual gestão do Legislativo, Zé Negão foi enfático ao se eximir de responsabilidade sobre as negociações de bastidores. “Quem fez o acordo que diga à população como foi. Quem fez o acordo, se for cumprir, cumpra. Eu não posso fazer juízo de valor sobre essa questão”, declarou, jogando a responsabilidade para os protagonistas do pacto.
Independência e diálogo Mesmo integrando a bancada oposicionista ao lado do vereador Edson Henrique (PP), Zé Negão sinalizou que o voto da oposição não é uma carta marcada e que está aberto ao diálogo com ambos os lados, desde que as candidaturas sejam oficializadas.
“Eles vão precisar do voto. Se acharem que precisam do voto de Zé Negão, venham pedir. Não tenho problema nenhum de votar em nenhum dos dois”, pontuou o vereador.
Mexer sem desagradar: eis a questão Prefeitos eleitos das duas maiores cidades da região do Pajeú, Márcia Conrado, de Serra Talhada, e Sandrinho Palmeira, de Afogados da Ingazeira, tem uma das missões mais complexas pela frente. Foram eleitos com apoio de gestores bem avaliados (Luciano Duque e José Patriota), tiveram toda a equipe de governo […]
Prefeitos eleitos das duas maiores cidades da região do Pajeú, Márcia Conrado, de Serra Talhada, e Sandrinho Palmeira, de Afogados da Ingazeira, tem uma das missões mais complexas pela frente.
Foram eleitos com apoio de gestores bem avaliados (Luciano Duque e José Patriota), tiveram toda a equipe de governo dos atuais gestores empenhados em suas eleições mas terão que dar sua cara aos novos mandatos. E isso também reflete na montagem do secretariado.
Assim, ficam entre o desafio de montar um governo ao mesmo tempo alinhado com o que os antecede, mas com seu DNA, o que gera a necessidade de mudanças, oxigenação, caras novas.
É muito melhor quando o governo é montado por um opositor. Gilson Bento em Brejinho, Nicinha Brandino em Tabira, Irlando Parabólicas em Santa Cruz, Joelson em Calumbi não devem satisfações a quem ocupa as cadeiras no Secretariado. Esses já sabem que vão sair para a nova caravana passar.
Já Sandrinho e Márcia tem uma equação difícil de resolver. Porque a conta nunca bate. São espaços de menos para nomes demais. Quando colocamos os não eleitos para a Câmara aguardando espaço, aí é que a rolha não fecha a garrafa.
Assim, uma certeza: tal qual o incompreendido Jesus, em hipótese alguma agradarão a todos. Aqueles que estão e terão que sair ou aqueles que aguardam mas não conseguirão entrar vão ter que ser consolados e esclarecidos. Dizem nas duas cidades que secretários que ocuparam espaços nas gestões Carlos Evandro – Luciano Duque e Totonho – Patriota estariam mais dispostos a compreender alguma oxigenação. Mas não é bem assim. Exoneração sem reaproveitamento gera um luto funcional e político difícil de cicatrizar.
Seja qual for o cenário uma certeza: não dá pra esperar pra depois o que se quer mudar hoje. Ou já começam, com alegrias e tristezas, como tem se proposto a fazer, fique quem ficar, saia quem sair, chegue quem chegar, ou faltarão condições políticas para esperar uma nova oportunidade e toda nova mudança terá um efeito colateral maior.
A cara da gestão se mostra e se imprime nos primeiros seis meses, para o bem ou para o mal. Não dá tempo pensar ou refletir demais. Isso é para os filósofos e poetas. Para quem tem a caneta é enfrentar insatisfação inicial com liderança, sem alimentar futricas, mesmo que para isso haja choro e ranger de dentes…
Lotação da Azul
Passageiros de um dos voos da semana da rota Recife-Serra Talhada viram o sonho de Ícaro virar drama. Sob alegação de manutenção o voo foi cancelado. Colocados numa van, seguiram por R$ 350 em média com acomodações terríveis. Alô Azul!
Logística sim, compra não
Paulo Câmara afirmou ter um plano logístico de vacinação. Mas não adotará o tom de João Dória ou dos vizinhos de Paraíba e Ceará. O plano só será aplicado com a compra do Governo Federal, até segunda ordem.
Carnaíba sitiada
E se Carnaíba conseguir as 39.218 doses da Coronavac junto ao Instituto Butantã? Parafraseando Chico Pedrosa, a cidade poderá ser invadida, avião vai dar voo rasante, Anchieta Patriota pedindo o Exército, Bolsonarista protestando, gente mostrando o braço na porta do prefeito, Fox, Globo, CNN e Rádio Pajeú cobrindo o feito histórico. Vai ser fusuê da gota serena…
Tem que combinar
Até agora, cotados para o cargo de “Deputado Estadual do Pajeú”, Luciano Duque (Serra Talhada), José Patriota (Afogados da Ingazeira) e Paulo Jucá (São José do Egito). Se os prefeitos da região já não estiverem com os votos todos apalavrados…
Sávio nas mãos de Tarcísio
Primeira mão da Coluna: chegou ao TSE o Recurso Especial Eleitoral do prefeito reeleito de Tuparetama Sávio Torres, que tenta garantir sua diplomação. O relator do caso será o Ministro Tarcísio Carvalho Neto. Sávio perdeu no TRE mas mantém confiança na reversão do quadro. A oposição, de secador ligado…
Tarcísio vai só
O Ministro deve tomar a decisão monocraticamente já que o pleno só volta em fevereiro, depois do recesso. Apos ouvir a Procuradoria Eleitoral, deve decidir o futuro de Sávio de forma liminar, numa canetada .
Frase da semana:
“Estamos vivendo o finalzinho de pandemia”. Do presidente Jair Bolsonaro, em meio a um novo boom de casos da doença .
Algumas assessorias de comunicação no Sertão tem começado com o pé esquerdo. Simplesmente, não cumprem o papel da comunicação institucional. São puxadinhos do gestor, buscando levantar a bola da figura pessoal. Não é esse o papel. Falei sobre isso no penúltimo Congresso da AMUPE, em agosto de 2023 (foto acima), convidado para tratar do tema. […]
Algumas assessorias de comunicação no Sertão tem começado com o pé esquerdo. Simplesmente, não cumprem o papel da comunicação institucional. São puxadinhos do gestor, buscando levantar a bola da figura pessoal. Não é esse o papel.
Falei sobre isso no penúltimo Congresso da AMUPE, em agosto de 2023 (foto acima), convidado para tratar do tema. No meu retorno das férias, vou me propor a falar sobre isso nas cidades do Estado, a depender da agenda. O tema é muito mais sério do que se imagina.
A Constituição tem alguns princípios e regras. Um deles, o da publicidade dos atos, previsto no art. 37, caput, da Constituição Federal. Há duas versões sobre sua etimologia: poder ter vindo do francês publicité: ‘caráter do que é público, conhecido’, ‘conjunto de meios utilizados para tornar conhecida uma informação, ou do grego “publicus”, com significado similar.
Ocorre que a publicidade institucional nada tem a ver com a publicidade de marcas. A sua finalidade é publicizar as ações institucionais. É fazer com um toda a população tenha acesso à informação para que a ação municipal chegue a todos. Por isso, fundamental uma pesquisa dos hábitos de consumo de mídia da população.
Hoje, a moda é querer dizer que se chega à população pelas redes sociais. Ledo engano em uma região que consome tanto o rádio e a TV, por exemplo. Há casos específicos onde aquele tecido social por exemplo, ainda vai indicar ações tidas como ultrapassadas, como panfleto ou carro de som. A pergunta é: os assessores de comunicação conhecem o tecido social de suas cidades? Duvido muito, salvo exceções.
E veja como é sério: se a informação sobre um serviço como o dia da coleta do lixo ou da vacinação das crianças não chega adequadamente, isso impacta na qualidade de vida daquela comunidade. Pode representar a vida ou a morte, como foi na pandemia.
Outro fato importante é que o princípio da publicidade, é das ações, por um caráter coletivo, nunca do prefeito. Porque aí ele esbarra em outro princípio: o da impessoalidade, previsto no mesmo artigo 37. A ações são da gestão, não do gestor. Por isso, quem publica em página institucional ações de personagens da gestão, como prefeito ou secretários, incorre em crime de improbidade administrativa.
O princípio da impessoalidade traz a noção de que a administração pública deve tratar todos os cidadãos e cidadãs sem discriminações, ou atos de favoritismo.
Veja o exemplo do prefeito João Campos: ele trata na primeira pessoa em sua página pessoal:
Em tese, ele deve ter uma equipe que atua para sua comunicação pessoal, sem relação com cofres municipais, e outra, de equipe da prefeitura, para comunicação institucional.
Voltando ao Sertão, esses primeiros dias tem revelado absurdos que ferem de morte o papel da assessoria de comunicação e o princípio da impessoalidade. Me deparei com textos que são na verdade propaganda rasgada e escancarada da pessoa do gestor, alguns com baba escorrendo, sem nenhuma preocupação ou pudor.
Comunicação institucional é coisa séria, tem um papel definido e sua importância no bojo das ações municipais. Quer fazer propaganda pessoal? Pague por fora, cumpra a lei!
Em comunicado enviado ao blog, a Compesa informou que ainda não recebeu oficialmente do DNOCS a segunda etapa do Sistema Adutor do Pajeú, correspondente ao trecho Afogados da Ingazeira / São José do Egito / Tuparetama. Esclarece ainda que o sistema está operando de forma experimental, a fim de buscar os ajustes operacionais necessários. Informa […]
Em comunicado enviado ao blog, a Compesa informou que ainda não recebeu oficialmente do DNOCS a segunda etapa do Sistema Adutor do Pajeú, correspondente ao trecho Afogados da Ingazeira / São José do Egito / Tuparetama. Esclarece ainda que o sistema está operando de forma experimental, a fim de buscar os ajustes operacionais necessários.
Informa também que devido às alterações necessárias de vazão e pressão, todo o Sistema Adutor do Pajeú está sendo afetado e que as constantes faltas de energia elétrica nas Estações Elevatórias, que ficam em Floresta, estão prejudicando os testes no sistema e causando estouramentos constantes na adutora. Veja abaixo comunicado na íntegra:
COMUNICADO
A Compesa informa que ainda não recebeu oficialmente do DNOCS a segunda etapa do Sistema Adutor do Pajeú, correspondente ao trecho Afogados da Ingazeira /São José do Egito/Tuparetama. O sistema está operando de forma experimental, a fim de buscar os ajustes operacionais necessários a qualquer sistema adutor recém implantado para que abasteça a população satisfatoriamente, agravado pelo colapso da Barragem Rosário, que abastecia as cidades de Tuparetama, São José do Egito, Ingazeira, Iguaraci e o distrito de Jabitacá.
Devido às alterações necessárias de vazão e pressão para o atendimento das referidas cidades, todo o Sistema Adutor do Pajeú está sendo afetado. Além disso, as constantes faltas de energia elétrica nas Estações Elevatórias, que ficam no município de Floresta, estão prejudicando os testes no sistema e causando estouramentos constantes na adutora. Do dia 22 de dezembro, data do início dos testes, até o momento foram contabilizadas 10 quedas de tensão no sistema elétrico, o que tem impossibilitado a continuidade da distribuição de água para as cidades.
Vale destacar que o abastecimento de Iguaraci e Ingazeira através do Sistema Adutor do Pajeú somente poderá ser realizado quando os municípios de São José do Egito e Tuparetama estiverem recebendo água da Adutora do Pajeú. A Compesa já acionou a Celpe sobre as quedas de energia (variação de tensão na rede elétrica) e aguarda uma solução da Companhia para o caso.
A Compesa pede a compreensão dos moradores e informa que está trabalhando para agilizar o trabalho, que vai garantir o abastecimento de água à população.
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