Disputa política marca anúncio de nova maternidade em Serra Talhada
Por André Luis
Por falar em Maternidade, o anúncio da construção de uma maternidade em Serra Talhada pela governadora Raquel Lyra gerou uma disputa política entre os adversários Luciano Duque e Márcia Conrado. Ambos celebraram a iniciativa, mas cada um tenta associar o projeto à própria atuação, reivindicando protagonismo na conquista do equipamento.
Além da disputa pela “paternidade” da maternidade, a movimentação política na cidade ganha novos contornos. Luciano Duque deve intensificar a cobrança de fidelidade de Márcia Conrado à governadora, em um contexto no qual o PT da prefeita tende a seguir o PSB de João Campos. Márcia, por sua vez, esteve ao lado de Raquel já na eleição de 2022, enquanto Duque optou por apoiar Marília Arraes, que agora está alinhada a Márcia.
A inauguração da maternidade, além de seu impacto na saúde regional, também se torna peça central no tabuleiro político de Serra Talhada, com reflexos diretos nas alianças para as próximas eleições.
O senador Fernando Bezerra Coelho (MDB), líder do governo no Senado, participa neste domingo (25) de ato político em apoio à candidatura de Mendonça Filho (DEM), que disputa a Prefeitura do Recife. O evento acontece essa manhã no comitê do Democrata, localizado na Torre. O deputado estadual Antonio Coelho, também do Democratas, acompanha o senador […]
O senador Fernando Bezerra Coelho (MDB), líder do governo no Senado, participa neste domingo (25) de ato político em apoio à candidatura de Mendonça Filho (DEM), que disputa a Prefeitura do Recife.
O evento acontece essa manhã no comitê do Democrata, localizado na Torre. O deputado estadual Antonio Coelho, também do Democratas, acompanha o senador nessa atividade.
Após o evento, os parlamentares seguem para agenda no município de Tracunhaém, na Mata Norte pernambucana, onde participam, às 15h, de uma carreata ao lado da candidata a prefeita da cidade, Regina Lapa (DEM).
Os compromissos políticos do dia se encerram na cidade de Santa Cruz do Capibaribe, no Agreste do Estado.
No município, já com a presença do deputado federal Fernando Filho (DEM), a comitiva marcará presença, às 18h30, em um ato político de Dida de Nan (PSDB), que está na disputa pela prefeitura local e conta com o apoio do atual prefeito, Edson Vieira.
Em Arcoverde (PE) A 28ª Vara Federal/Subseção Judiciária beneficiou, durante todo o ano, 2.722 pessoas com a expedição de precatórios e RPV (requisições de pequeno valor) no total de R$ 23.136.252,62 na região. No período, foram realizadas 778 audiências e prolatadas 2.849 sentenças em ações judiciais envolvendo questões previdenciárias (revisão e concessão de benefícios junto […]
Em Arcoverde (PE) A 28ª Vara Federal/Subseção Judiciária beneficiou, durante todo o ano, 2.722 pessoas com a expedição de precatórios e RPV (requisições de pequeno valor) no total de R$ 23.136.252,62 na região.
No período, foram realizadas 778 audiências e prolatadas 2.849 sentenças em ações judiciais envolvendo questões previdenciárias (revisão e concessão de benefícios junto ao INSS), além de outros feitos relevantes, como ações de desapropriação, improbidade administrativa, reintegração de posse, ordinárias, de execução fiscal e ações penais envolvendo crimes federais.
A 28ª Vara Federal é conduzida pelo juiz Allan Endry Veras Ferreira. Sediada em Arcoverde, o órgão judiciário abrange, ainda, os municípios de Alagoinha, Buíque, Ibimirim, Inajá, Itaíba, Manari, Pedra, Pesqueira, Poção, Sertânia, Tupanatinga e Venturosa.
O Blog de Jamildo publicou nesta terça-feira (10), com exclusividade, que interlocutores ouvidos sob reserva indicaram que diante do desafio de aglutinar apoios à sua pré-candidatura ao Governo de Pernambuco, Marília Arraes (SD) intensificou as conversas com Miguel Coelho, pré-candidato pelo União Brasil. O ex-prefeito de Petrolina nega a possibilidade de retirar candidatura. Ainda segundo […]
O Blog de Jamildo publicou nesta terça-feira (10), com exclusividade, que interlocutores ouvidos sob reserva indicaram que diante do desafio de aglutinar apoios à sua pré-candidatura ao Governo de Pernambuco, Marília Arraes (SD) intensificou as conversas com Miguel Coelho, pré-candidato pelo União Brasil. O ex-prefeito de Petrolina nega a possibilidade de retirar candidatura.
Ainda segundo o Blog, os interlocutores indicam ainda que caso Miguel não vá além do patamar de um dígito nas pesquisas até meados de junho, poderia ser formada uma composição com Marília. Ouvidas sob reserva, fontes do Blog acreditam que o ex-prefeito de Petrolina pode não participar da majoritária, mas ainda assim fortalecer seu núcleo político com a movimentação.
As conversas teriam como previsão a candidatura de Miguel à Câmara dos Deputados e do seu irmão, Fernando Filho, ao Senado. Ele já apareceu forte, com 15% de intenção de voto para o cargo num dos cenários testados na última pesquisa Conectar.
Fernando Bezerra Coelho, dessa forma, poderia entrar como suplente para, posteriormente, assumir o cargo e continuar com mandato na Câmara Alta. O problema, porém, é que FBC está no MDB, partido que está na Frente Popular, impossibilitando sua vaga na suplência.
O Blog diz ainda que essa composição aconteceria num cenário no qual André de Paula não se alie a Marília Arraes. O presidente estadual do PSD, que pode romper com a Frente Popular caso não seja anunciado como pré-candidato ao Senado, também negocia com a pré-candidata e o desembarque acarretaria numa mudança de panorama.
Em tempo, sabe-se que Miguel Coelho mantém conversas também com Raquel Lyra, ex-prefeita de Caruaru e pré-candidata ao Governo pelo PSDB.
Um dia depois de o presidente Jair Bolsonaro ter feito um passeio pelo comércio de Brasília em meio ao surto do novo coronavírus, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, recomendou que sejam mantidas as recomendações dadas pelos estados e defendeu o “máximo grau de isolamento social”. “Temos dialogado com os secretários dentro do que é técnico, cientifico, do que é preciso […]
Um dia depois de o presidente Jair Bolsonaro ter feito um passeio pelo comércio de Brasília em meio ao surto do novo coronavírus, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, recomendou que sejam mantidas as recomendações dadas pelos estados e defendeu o “máximo grau de isolamento social”.
“Temos dialogado com os secretários dentro do que é técnico, cientifico, do que é preciso ter na Saúde para que a gente possa imaginar qualquer tipo de movimentação que não é essa que a gente está. Por enquanto, mantenha as recomendações dos estados. Porque ainda temos deficiências nos sistema”, disse Mandeta entrevista coletiva nesta segunda-feira (30) em Brasília.
Em várias ocasiões, ele repetiu os termos “técnico” e “científico” ao comentar as orientações e condutas da pasta diante do surto da Covid-19, doença causada pelo coronavírus Sars-CoV-2, que provocou mais de 150 mortes no Brasil.
“Estamos aumentando o sistema, estão chegando equipamentos. Tem que aguardar a quantidade de hospitais de campanha que estão sendo ainda construídos em várias cidades.”
Em outro momento, o ministro declarou que “distanciamento social não quer dizer isolamento absoluto”. “Não estamos ainda em lockdown absoluto”, disse, referindo-se ao termo em inglês para a paralisação total do fluxo de pessoas (com exceções).
O ministro disse mais de uma vez que a pandemia não é um problema que diz respeito apenas ao seu ministério: “Essa briga não é [somente] da Saúde.”
“Temos uma onda na Saúde e temos uma onda na Economia. Parece que é consenso de todos que fazer um lockdown absoluto não é, neste momento, o que a gente está precisando, porque vai ter muito problema lá na frente”, afirmou.
G1 Tão logo as eleições de outubro se encerraram e Jair Bolsonaro (PSL) venceu a corrida pelo Palácio do Planalto, o foco nos carpetes azuis do Senado se voltou para a disputa que definirá, em fevereiro de 2019, quem comandará a Casa pelos próximos dois anos. A derrota de Eunício Oliveira (MDB-CE) nas urnas tirou do […]
Tão logo as eleições de outubro se encerraram e Jair Bolsonaro (PSL) venceu a corrida pelo Palácio do Planalto, o foco nos carpetes azuis do Senado se voltou para a disputa que definirá, em fevereiro de 2019, quem comandará a Casa pelos próximos dois anos.
A derrota de Eunício Oliveira (MDB-CE) nas urnas tirou do páreo o atual presidente do Senado e abriu caminho para nomes da velha guarda da Casa, como Renan Calheiros (MDB-AL) e Tasso Jereissati (PSDB-CE), e até mesmo novatos, como o ex-governador do Ceará Cid Gomes (PDT).
Porém, velhos rostos que voltam à Casa no ano que vem, como o senador eleito Esperidião Amin (PP-SC), pretendem pegar carona na onda conservadora para pleitear o posto número 1 do Senado.
Correndo por fora, a atual líder do MDB, senadora Simone Tebet (MS), aglutina votos da bancada ruralista e empolga quem gostaria de ver uma mulher comandando a Casa pela primeira vez.
A três meses da eleição interna, as movimentações no plenário, nos corredores e nos gabinetes do Senado ainda é silenciosa.
Embora alguns nomes sejam ventilados apenas para testar a viabilidade eleitoral, há quem pretenda aproveitar os meses de transição entre as legislaturas para consolidar uma candidatura e já começar a pedir votos.
Recém-reeleito para o quarto mandato consecutivo de senador, Renan Calheiros segue uma estratégia de se cacifar nos bastidores como opção para assumir, mais uma vez, o comando do Senado, posto que ele já ocupou em outras três oportunidades.
Relatos ouvidos pelo G1 no Senado dizem que Renan tem telefonado para senadores novatos em busca de apoio para uma eventual candidatura para a presidência da Casa. Emedebistas próximos ao parlamentar alagoano já estão, inclusive, atuando como cabos eleitorais, pedindo votos.
Em público, entretanto, ele desdenha da candidatura, afirma que há “excelentes” opções para assumir a cadeira de Eunício Oliveira em praticamente todos os partidos, mas, de forma cautelosa, destaca que não se pode “antecipar essa discussão” e é preciso “aguardar”.
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