Temer tem aprovação de 9% e reprovação de 61%, diz Datafolha
Por Nill Júnior
Pesquisa do instituto Datafolha divulgada neste domingo (30) pelo jornal “Folha de S.Paulo” mostra os seguintes percentuais de avaliação do governo do presidente da República, Michel Temer (PMDB):
Ruim/péssimo: 61%
Regular: 28%
Ótimo/bom: 9%
Não sabe: 3%
O Datafolha ouviu 2.781 pessoas nos dias 26 e 27 de abril de 2017. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Em dezembro, a pesquisa anterior do Datafolha sobre a aprovação do governo Temer apontou que 10% o consideravam bom ou ótimo; 51% o consideravam ruim ou péssimo; e 34% avaliavam o governo como regular.
G1 Um ano depois da paralisação dos caminhoneiros, que teve início em 21 de maio e terminou em 31 de maio de 2018, a categoria desembolsa valores ainda mais variados para abastecer o caminhão e percorrer as estradas do Brasil. O preço médio nacional do diesel S10 é de R$ 3,73, enquanto o do diesel […]
Um ano depois da paralisação dos caminhoneiros, que teve início em 21 de maio e terminou em 31 de maio de 2018, a categoria desembolsa valores ainda mais variados para abastecer o caminhão e percorrer as estradas do Brasil. O preço médio nacional do diesel S10 é de R$ 3,73, enquanto o do diesel S500 fica a R$ 3,65.
Esse valor é o maior registrado em 2019 e já ultrapassa o patamar alcançado na segunda semana de maio de 2018, antes da greve de caminhoneiros, quando o S10 estava a R$ 3,64 e o S500, a R$ 3,55.
O caminhoneiro que dirige de Norte a Sul se depara também com uma diferença de preços que pode chegar a R$ 1,16 no diesel S10. Para abastecer com esse combustível, o valor médio varia de R$ 3,52 (no Paraná) a R$ 4,68 (no Amapá). Os estados do Sul registram os menores preços, enquanto a Região Norte apresenta os maiores.
Há um ano, em 2018, essa diferença de valores no diesel S10 era menor: R$ 1,09. Há cinco anos, essa diferença de valores era de R$ 0,59. Na época, o preço médio mais baixo era R$ 2,84 (no Paraná) e o mais alto, R$ 3,43 (no Acre).
Os dados são do relatório da segunda semana deste mês (12 a 18 de maio) da Agência Nacional do Petróleo, do Gás Natural e dos Biocombustíveis (ANP), com pesquisa feita em postos de combustíveis.
Já a diferença de preços para o diesel S500, usado em caminhões fabricados antes de 2012, é ainda maior: R$ 1,29. O Paraná registra o preço médio mais barato (R$ 3,44); o Acre tem o preço médio mais caro do Brasil (R$ 4,73).
Esse valor é maior que há um ano, quando a diferença era de R$ 0,97. Há cinco anos, quando os preços do diesel S500 oscilavam de R$ 2,71 (São Paulo) a R$ 3,37 (Acre), a diferença registrada era de R$ 0,66.
Para Gustavo Gama, professor da pós-graduação de Direito e Contabilidade Tributária do Ibmec-RJ, isso se deve principalmente à situação fiscal dos estados, que piorou nos últimos anos. Como consequência, diz o professor, os estados elevaram o ICMS em busca de aumentar a arrecadação.
Ainda segundo ele, os estados com uma economia menos desenvolvida tendem a subir o ICMS de produtos essenciais, como os combustíveis, também para elevar a arrecadação do estado.
“As pessoas não deixam de consumir [combustível] porque é um bem essencial. Realmente isso explica um pouco por que a carga tributária de combustíveis em alguns estados é muito alta. E ela costuma ser especialmente mais alta em estados com dificuldade financeira, porque o estado sabe que pode aumentar a carga tributária naquele produto já que as pessoas não podem deixar de consumir”, diz Gama.
Para ele, a questão do preço do diesel ainda não foi resolvida. Uma possibilidade, segundo Gama, é que o governo federal dê algum tipo de ajuda aos estados para que haja uma redução do ICMS. Segundo ele, “não é possível pensar que estados nas atuais situações financeiras possam reduzir os impostos sem nenhum tipo de compensação”.
Procurado, o Ministério da Infraestrutura não comenta o preço médio do diesel nem a variação entre estados. A pasta afirma, porém, que o atual governo criou um novo modelo de diálogo com os caminhoneiros e que o Fórum Permanente para o Transporte Rodoviário de Cargas passou a se reunir a cada dois meses, com mais entidades representadas. O ministério diz ainda que fez uma série de compromissos com a categoria em 22 de março deste ano, como o novo cálculo para o piso mínimo do frete.
Paraíba Mix Na manhã desta terça-feira (28), bandidos fortemente armados tentaram explodir e assaltar um carro forte na BR-412, entre as cidades de Serra Branca e São João do Cariri. De acordo com informações obtidas pelo Portal Paraíba Mix, 4 bandidos estavam em um carro de luxo totalmente equipado para esse tipo de ação. Eles […]
Na manhã desta terça-feira (28), bandidos fortemente armados tentaram explodir e assaltar um carro forte na BR-412, entre as cidades de Serra Branca e São João do Cariri.
De acordo com informações obtidas pelo Portal Paraíba Mix, 4 bandidos estavam em um carro de luxo totalmente equipado para esse tipo de ação. Eles portavam dinamites e armas de grosso calibre.
Na ação, os criminosos chegaram a espalhar grampos na estrada a espera do carro forte que estava em São João do Cariri e iria se deslocar para Serra Branca.
Após espalhar o material eles retornaram sentido ao encontro do veículo onde ocorreu troca de tiros com os seguranças privados e os bandidos perderam o controle do carro vindo a cair as margens da estrada.
A ação foi frustrada e os bandidos ainda conseguiram fugir por uma estrada que dá acesso a Cabaceiras/São Domingos do Cariri, após roubarem um veículo.
Todo o material foi apreendido pela Polícia Militar que está realizando diligências em busca dos bandidos.
O ex-deputado Osvaldo Coelho faleceu em decorrência de um ataque cardíaco por volta das 20h deste domingo (01), ele estava em casa na capital Recife, PE. Osvaldo de Souza Coelho nasceu em 24 de Agosto de 1931, filho de Clementino de Souza Coelho, o Coronel Quelê, e de dona Josepha, ele teve 17 irmãos. Osvaldo […]
O ex-deputado Osvaldo Coelho faleceu em decorrência de um ataque cardíaco por volta das 20h deste domingo (01), ele estava em casa na capital Recife, PE.
Osvaldo de Souza Coelho nasceu em 24 de Agosto de 1931, filho de Clementino de Souza Coelho, o Coronel Quelê, e de dona Josepha, ele teve 17 irmãos. Osvaldo era advogado, mas foi a política que moveu grande parte da vida do sertanejo, foram 44 anos de dedicação. Três mandatos na Assembléia Legislativa de Pernambuco, oito na Câmara dos Deputados Federais, também foi secretário da Fazenda do estado de Pernambuco.
O corpo deve chegar em Petrolina,PE, na manhã desta segunda-feira (02), o velório será realizado na biblioteca da Univasf, localizada ao lado do parque Josepha Coelho.
Veja notas por seu falecimento:
“Doutor Osvaldo dedicou sua vida ao desenvolvimento do Semiárido nordestino. Estive no último sábado (31/10) com ele, que demonstrou muita preocupação com a ausência de um debate consistente sobre a irrigação. Como homem público sempre viabilizou ações que mudassem a realidade das pessoas que vivem nessa imensa área da nossa região. Sua voz fará falta na atual discussão sobre as políticas públicas necessárias para o desenvolvimento regional.”
Paulo Câmara
O deputado Osvaldo Coelho sempre foi um homem de grandes ideias, que jamais se rendia diante das dificuldades e dono de um amor profundo por Petrolina e pelo Sertão. Com seu jeito guerreiro, defendia com grande convicção os princípios pelos quais se norteava. Que Deus possa confortar a esposa, os filhos e os netos nessa hora tão dura.
Miguel Coelho
Foi com enorme pesar que recebi a notícia do falecimento do deputado Osvaldo Coelho. Osvaldo com certeza foi um dos grandes nomes da politica de Pernambuco. Corajoso, emotivo, extremamente verdadeiro em suas convicções e dono de uma enorme capacidade de trabalho. Para nós, sua partida deixa um vazio. Na vida pública, em que tantas vezes trilhamos caminhos opostos, Osvaldo marcou época. Sempre defendeu com firmeza tudo que em acreditava e ajudou muito para que Petrolina e o Vale do São Francisco se transformassem num lugar mais próspero e melhor para viver. Que Deus possa confortar a sua família, amigos e admiradores nesta hora de tanto pesar.
Em 9 de agosto de 2014, há cinco anos ,o blog publicou uma entrevista de Giovani Freitas, ex-prefeito de Sanharó, ligado ao ex-prefeito de Arcoverde, Zeca Cavalcanti. Hoje, Giovani é Superintendente Regional do Trabalho em Pernambuco, mantido por conta de seu bom trabalho desde a indicação no governo Temer. Naquele ano, ele coordenava a campanha […]
Em 9 de agosto de 2014, há cinco anos ,o blog publicou uma entrevista de Giovani Freitas, ex-prefeito de Sanharó, ligado ao ex-prefeito de Arcoverde, Zeca Cavalcanti. Hoje, Giovani é Superintendente Regional do Trabalho em Pernambuco, mantido por conta de seu bom trabalho desde a indicação no governo Temer.
Naquele ano, ele coordenava a campanha de Armando Monteiro no Sertão. A declaração de Giovani acabou tendo papel premonitório, mesmo sem que ele tenha tido a menor intenção.
Quatro dias depois, Eduardo Campos morria quando o jato em que viajava do Rio de Janeiro a Guarujá caiu em um bairro residencial de Santos. Armando, que liderava as pesquisas, viu a comoção pós morte de Campos eleger seu candidato, o governador Paulo Câmara. Essa entrevista é lembrada até hoje. Relembre:
Coordenador da campanha de Armando no Sertão do Estado, o ex-prefeito de Sanharó e ex-secretário de Zeca Cavalcanti em Arcoverde, Giovani Freitas esteve em Afogados da Ingazeira articulando os detalhes da agenda de Armando Monteiro, Paulo Rubem Santiago e João Paulo ao Pajeú.
Em um encontro em um restaurante da cidade, se reuniu com várias lideranças de partidos como PTB, PT e Pros. Na pauta, a situação da campanha na região e as demandas. Segundo Freitas, o maior problema verificado – e garante, sanado – foi da logística para distribuição de material de campanha para as cidades, por conta do atraso das gráficas pelo Estado. No mais, garante, a campanha caminha muito bem.
“A gente vê comprometimento de todo mundo. Ninguém pede nada individualmente. Todos querem nossa contribuição como coordenação para dar ainda mais força à campanha”.
Giovani também teve o desafio de apagar possíveis fogueiras entre aliados de hoje e possíveis adversários em 2016. Em algumas cidades, PTB, PT e Pros poderão ter candidatos distintos à prefeitura. Com isso, a luta ela preferência do comando da campanha acirra uma disputa que pode atrapalhar o atual objetivo que é ter sucesso na região, onde a maioria dos gestores prega voto a Paulo Câmara.
Giovani (de branco) na reunião com defensores de Armando no Pajeú. “2016 deve ficar em 2016”, avisa.
“Conseguimos pontuar que a prioridade agora é o nosso projeto. 2016 a gente deixa em 2016”. Na conversa com este blogueiro após o encontro, Giovani cravou entusiasmado: “só uma tragédia faz Armando perder essa campanha”.
Na reunião ontem, estiveram nomes como Sebastião Dias (Tabira), Zé Negão, Emídio Vasconcelos, Jair e Fátima Almeida (Afogados), Nelson Tadeu (Flores), Teógenes Lustosa (Santa Terezinha), Anchieta Alves e Clóvis Lira (Carnaíba), Mário Viana Filho, Beta de Santa Rosa e Zé Veras (Ingazeira), Genivaldo Soares e Neta (Solidão).
Por Anchieta Santos Conforme o Rádio Vivo adiantou ontem cedo, a visita de João Campos, Filho de Eduardo Campos e bisneto de Miguel Arraes programada para hoje as cidades de Afogados da Ingazeira, Tabira e Triunfo foi cancelada. Nas três cidades João Campos faria palestra para a juventude socialista. Um dirigente do PSB de Afogados […]
Conforme o Rádio Vivo adiantou ontem cedo, a visita de João Campos, Filho de Eduardo Campos e bisneto de Miguel Arraes programada para hoje as cidades de Afogados da Ingazeira, Tabira e Triunfo foi cancelada.
Nas três cidades João Campos faria palestra para a juventude socialista. Um dirigente do PSB de Afogados revelou que o clima de violência que tomou conta de Triunfo, fez João Campos adiar a visita.
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