Pode e não pode no São João de Arcoverde: SDS quer zerar riscos na aglomeração
Por Nill Júnior
No comentário para o Jornal Itapuama desta terça-feira (02/06), o jornalista Nill Júnior analisa a polêmica em torno das novas diretrizes para o São João de Arcoverde.
A medida da Secretaria de Defesa Social (SDS), que visa zerar os riscos de acidentes em grandes aglomerações, dividiu opiniões e acendeu o debate sobre o que pode e o que não pode ser feito durante os festejos juninos na cidade. Qual o limite entre a segurança e a tradição da nossa festa?
Arcoverde segue a mesma determinação de outras cidades, como Cruaru, Petrolina e Gravatá.
Durante a sessão da noite desta segunda-feira (1°/06) na Câmara de Vereadores de Arcoverde, o vereador Paulinho Galindo, acompanhado por outros parlamentares da bancada governista, esclareceu as diretrizes de segurança adotadas para o pátio de eventos do São João de Arcoverde em 2026.
Segundo os parlamentares, a restrição e proibição da entrada de objetos – como coolers e capacetes – no polo principal da festa cumpre uma determinação direta da Secretaria de Defesa Social (SDS) do Estado, por meio de ofício assinado pela secretária executiva da pasta Mariana Cavalcante de Souza.
“A medida visa garantir a segurança preventiva de moradores e turistas que vão curtir as festividades juninas no município, seguindo os protocolos padrão do Governo do Estado para grandes eventos de massa”, explicou Paulinho durante sua fala na Câmara.
Por ocasião do Dia Estadual do Rádio, a Asserpe, Associação de Rádio e TV de Pernambuco produziu uma peça para veiculação nas emissoras afiliadas. Ela traz dados do crescimento da credibilidade e audiência do veículo com base em pesquisa Kantar Ibope. Foi um crescimento de 43% na confiança da população no veículo. E no Nordeste, […]
Por ocasião do Dia Estadual do Rádio, a Asserpe, Associação de Rádio e TV de Pernambuco produziu uma peça para veiculação nas emissoras afiliadas.
Ela traz dados do crescimento da credibilidade e audiência do veículo com base em pesquisa Kantar Ibope. Foi um crescimento de 43% na confiança da população no veículo. E no Nordeste, mais de oito em cada dez escutam rádio.
A campanha também destaca a força do veículo junto à sociedade e empresas.
Ainda que o rádio nasceu em Pernambuco, alusão à primeira transmissão da Rádio Clube, em 6 de abril de 1919 pelo radiotelegrafista Antônio Joaquim Pereira. A partir disso, por provocação da entidade, foi criada a data pela Alepe.
O pré-candidato e ex-prefeito de Flores Marconi Santana, hoje Assessor Especial do Governo do Estado, volta a Flores esta semana. Ele acompanhará a homenagem que será prestada pela Ordem dos Advogados de Pernambuco –OAB , a seu pai, Wilson Florentino Santana, que dará seu nome à Sala dos Advogados no Fórum Adauto Maia em Flores. Será neste dia […]
O pré-candidato e ex-prefeito de Flores Marconi Santana, hoje Assessor Especial do Governo do Estado, volta a Flores esta semana.
Ele acompanhará a homenagem que será prestada pela Ordem dos Advogados de Pernambuco –OAB , a seu pai, Wilson Florentino Santana, que dará seu nome à Sala dos Advogados no Fórum Adauto Maia em Flores. Será neste dia 25, terça-feira às 9h30.
Wilson Santana faleceu em janeiro do ano passado de infarto fulminante aos 88 anos. Wilson Santana teve três mandatos de deputado, o primeiro em 1962 e o último em 1972.
A Prefeitura de Tabira realiza, nesta sexta-feira (13), a abertura oficial do Carnaval 2026. A programação tem início com o tradicional Bloco O Vassourão, que marca o começo da festa momesca no município e carrega um significado especial: o bloco é uma forma de homenagear e reverenciar os garis e margaridas, guerreiros e guerreiras que […]
A Prefeitura de Tabira realiza, nesta sexta-feira (13), a abertura oficial do Carnaval 2026. A programação tem início com o tradicional Bloco O Vassourão, que marca o começo da festa momesca no município e carrega um significado especial: o bloco é uma forma de homenagear e reverenciar os garis e margaridas, guerreiros e guerreiras que atuam diariamente na limpeza e organização da cidade.
A concentração está marcada para às 18h, na sede da Prefeitura, de onde os foliões sairão pelas principais ruas ao som de Mateus Max, na puxada da Carreta Mamute.
Após o percurso, a programação segue no Polo da Folia, na Praça Pedro Pires Ferreira, com apresentações musicais. Às 20h, sobe ao palco Cacá Malaquias; às 22h, o cantor Geraldo Azevedo; e, à meia-noite, Thales Play encerra a primeira noite de shows.
A programação carnavalesca segue até a terça-feira (17), com atrações como Marreta You Planeta, Heitor Costa, Forró Pegado, Nairê, Pedrinho Pegação, Orquestra Super Oara, além de diversos outros artistas que prometem animar os foliões durante todos os dias de festa.
Por Mariana Sanches / UOL Se fosse uma série, a história da venda dos estúdios Warner Bros Discovery teria chegado essa semana ao que parece ser sua derradeira temporada. O enredo iniciado há seis meses mistura cem anos de produção audiovisual norte-americana em disputa por dois enormes conglomerados de mídia — a Paramount/Skydance e a […]
Se fosse uma série, a história da venda dos estúdios Warner Bros Discovery teria chegado essa semana ao que parece ser sua derradeira temporada.
O enredo iniciado há seis meses mistura cem anos de produção audiovisual norte-americana em disputa por dois enormes conglomerados de mídia — a Paramount/Skydance e a Netflix — que se lançaram a jogadas hostis e públicas de competição comercial bilionária sob os olhos — e o jugo — do chefe da Casa Branca, Donald Trump.
A Warner entrou em crise há mais de cinco anos, depois de uma série de fusões e negócios mal sucedidos que levaram a companhia (que inclui CNN e HBO) a uma dívida estimada em cerca de US$ 30 bilhões. A venda do grupo se tornou um caminho óbvio.
No segundo semestre de 2025, Paramount e Netflix se apresentaram como interessadas e iniciaram uma batalha pública pela compra.
Até que, em dezembro passado, a gigante do streaming Netflix parecia ter vencido a parada, quando ofereceu US$ 27,75 por ação da Warner, em um acordo de US$ 83 bilhões — dos quais estavam excluídos os canais de TV CNN e Discovery.
Mas a Paramount não desistiu da contenda, como é comum nesses casos, e lançou o chamado “hostile bid”, uma tentativa de interceptar o negócio entre Netflix e Warner e forçar um voto de desconfiança dos acionistas da empresa contra o comando de administradores da Warner.
A última cartada neste sentido veio no último dia 24 de fevereiro, quando a Paramount ofereceu US$ 31 por ação da Warner (contra os US$ 30 de uma oferta anterior), em um montante de US$ 110 bilhões que incluiria também a aquisição da rede de TV CNN.
O interesse de Trump
Um dos canais de notícias mais populares do país, a CNN costuma adotar tom questionador em relação à gestão de Donald Trump. Repórteres da emissora são alvos frequentes de comentários críticos e ácidos do mandatário norte-americano.
“Você é péssima, é a pior repórter. Não é de se admirar que a CNN não tem audiência, por causa de pessoas como você”, disse Trump sobre a correspondente da Casa Branca da CNN, Kaitlan Collins, a quem também acusou de “nunca sorrir”.
Em qualquer fusão deste tamanho, o Departamento de Justiça dos EUA precisa dar seu aval. Mas o interesse da gestão Trump no assunto vai muito além dos aspectos regulatórios de competição e anti-trust.
Em setembro do ano passado, durante um vôo no Air Force One, Trump chegou a dizer que de todo o material televisionado no país, “97% é contra mim”. E em dezembro, disse que ia interferir na disputa pela Warner e que “a CNN tem quem ser vendida”, em um comportamento revelador de investidas que têm feito em relação à imprensa.
De um dos lados da disputa está um dos maiores aliados de Trump neste segundo mandato: o atual CEO da Paramount, David Ellison. Ele é filho do bilionário fundador da empresa de software Oracle, Larry Ellison, o sexto homem mais rico do mundo, e apoiador do republicano. Ellison esteve envolvido em vários casos recentes que passaram pelo crivo do governo americano, como a tomada de controle do braço americano da rede social Tiktok nos EUA, com seus mais de 200 milhões de usuários no país.
Desde a recente chegada dos Ellison à Paramount, que controla a rede de TV CBS e a MTV, a rede, conhecida por seu jornalismo imparcial e inquisidor, vem tomando uma série de decisões que levantam questões sobre sua independência editorial e que agradaram a Casa Branca.
Em julho, a empresa concordou em indenizar Trump em US$ 16 milhões em um acordo judicial num processo no qual o presidente acusava a TV de ter beneficiado a democrata Kamala Harris na edição de uma entrevista para o jornal 60 Minutes, durante a eleição de 2024.
O acerto, visto como uma confissão de parcialidade por alguns, enfureceu muitos dos profissionais da CBS que acreditavam ter condição de ganhar o caso.
Há duas semanas, um novo golpe no programa foi a saída de seu âncora, Anderson Cooper, insatisfeito com interferências da direção da CBS em seu trabalho.
Sob comando da executiva conservadora Bari Weiss, a CBS anunciou o fim de um de seus produtos de maior repercussão, o talk show político noturno de Stephen Colbert, o Late Show. Oficialmente, a justificativa para o fim do programa, que costuma ser mordaz nas críticas a Trump, foi orçamentária.
Mas, na semana passada, em uma decisão sem precedentes, a CBS proibiu Colbert de levar ao ar uma entrevista com o candidato democrata ao Senado James Talarico.
Em novembro, o Congresso dos EUA será renovado em eleições de meio de mandato e Trump está sob risco de perder a maioria que detém nas duas casas legislativas.
O Texas será um dos campos desta batalha eleitoral. Colbert afirmou que a censura sobre a entrevista veio do jurídico da CBS, preocupado com regulações recém lançadas pelo FCC, a Comissão Federal de Comunicações, atualmente sob comando do trumpista Brendan Carr.
Carr tem usado ameaças indiretas para influenciar a programação televisiva do país. No caso mais visível, em setembro passado, a rede de TV ABC suspendeu temporariamente o programa do apresentador Jimmy Kimmel após comentários dele sobre a morte do ativista de direita Charlie Kirk que enfureceram Trump.
Na ocasião, Carr, cujo órgão tem poder de conceder ou cassar licença às redes de TV e de aprovar fusões e outros negócios entre elas, sugeriu a um podcast consevador que, caso a ABC não punisse Kimmel, poderia ter problemas. “Podemos fazer isso da maneira fácil ou da maneira difícil”, disse Carr ao “Benny Show”, um podcast conservador.
Nas últimas semanas, Trump tentou se distanciar da disputa pela Warner, dizendo que a arbitragem caberia ao Departamento de Justiça, sob ordens de sua subordinada, a procuradora-geral, Pam Bondi.
Fontes no Departamento de Justiça que atuam diretamente na divisão de fusões dizem, porém, que a pressão para aprovar os negócios dos aliados de Trump é suficientemente forte para forçar até mesmo a saída de funcionários trumpistas que se oponham, com argumentos técnicos, a fusões que interessam ao presidente.
Isso teria acontecido em ao menos três ocasiões no ano passado, de acordo com um dos integrantes DoJ ouvido por mim sob a condição de anonimato.
Há alguns dias, em entrevista à BBC Radio 4, Ted Sarandos, diretor-executivo da Netflix, tentou se dizer convencido de que “este é um acordo comercial. Não é um acordo político”.
Anteontem (26), porém, diante da pressão enorme da Paramount, Tarandos foi à Casa Branca tentar convencer Bondi e a chefe de gabinete de Trump, Susie Willes, de que a aquisição da Warner pela Netflix seria do agrado de Trump.
Falhou no intento, segundo revelou o jornal NYPost. Sob pressão da Casa Branca para retirar de seu conselho uma ex-integrante do governo Obama, Tarandos teria ouvido dos assessores de Trump que sua empresa teria um caminho difícil pela frente junto à administração se seguisse com os negócios.
A senadora democrata Elizabeth Warren foi ao X traduzir um questionamento que tem sido feito dentro da própria CNN, e foi replicado em uma reportagem da rede sobre a negociação da qual é parte. “O que os assessores de Trump disseram ao CEO da Netflix hoje na Casa Branca?”, perguntou Warren em uma publicação no X, afirmando que “parece capitalismo de compadrio, com o presidente corrompendo o processo de fusão em favor da família bilionária Ellison”.
No fim daquele mesmo dia, a Netflix anunciou que não escalaria sua oferta de compra para seguir no leilão pela Warner e que, portanto, a Paramount (e a família Ellison, aliada de Trump), teria caminho aberto para assumir estúdios e seus canais de TV, incluindo a CNN.
O que acontecerá com a CNN segue sendo dúvida, mas a história recente da CBS pode dar alguns spoilers.
Em passagem nesta sexta-feira (19) por Caruaru, o deputado federal Fernando Monteiro (PP-PE) esteve em encontro realizado pelo deputado estadual Erick Lessa e que contou com a participação de lideranças políticas de todo o Estado. Na ocasião foi anunciada a aquisição de uma clínica móvel voltada para a saúde da mulher. A primeira Unidade Móvel […]
Em passagem nesta sexta-feira (19) por Caruaru, o deputado federal Fernando Monteiro (PP-PE) esteve em encontro realizado pelo deputado estadual Erick Lessa e que contou com a participação de lideranças políticas de todo o Estado.
Na ocasião foi anunciada a aquisição de uma clínica móvel voltada para a saúde da mulher. A primeira Unidade Móvel da Mulher do Agreste (UMMA) será equipada com aparelhos para a realização de exames e diagnósticos clínicos.
“As mulheres da nossa região há muito precisam desta atenção merecida, com acesso a um serviço público digno e de qualidade. Este momento é realmente importante. O deputado Fernando Monteiro entendeu a importância da continuidade do trabalho de atenção integral à mulher que já começou com a nova Delegacia da Mulher de Caruaru”, comemorou o deputado Erick Lessa.
Fernando Monteiro, por sua vez, reafirmou o seu compromisso com Pernambuco. “Temos o dever de trabalhar com responsabilidade, com pessoas comprometidas com o povo. E foi por isso que vim aqui, hoje, ao Agreste, prestigiar este evento e dizer da minha alegria em poder contribuir para melhorar a qualidade de vida da população de Caruaru e região. Estou à disposição, ouvindo muito e agindo ainda mais para transformar a vida das pessoas”.
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