Disputa política marca anúncio de nova maternidade em Serra Talhada
Por André Luis
Por falar em Maternidade, o anúncio da construção de uma maternidade em Serra Talhada pela governadora Raquel Lyra gerou uma disputa política entre os adversários Luciano Duque e Márcia Conrado. Ambos celebraram a iniciativa, mas cada um tenta associar o projeto à própria atuação, reivindicando protagonismo na conquista do equipamento.
Além da disputa pela “paternidade” da maternidade, a movimentação política na cidade ganha novos contornos. Luciano Duque deve intensificar a cobrança de fidelidade de Márcia Conrado à governadora, em um contexto no qual o PT da prefeita tende a seguir o PSB de João Campos. Márcia, por sua vez, esteve ao lado de Raquel já na eleição de 2022, enquanto Duque optou por apoiar Marília Arraes, que agora está alinhada a Márcia.
A inauguração da maternidade, além de seu impacto na saúde regional, também se torna peça central no tabuleiro político de Serra Talhada, com reflexos diretos nas alianças para as próximas eleições.
Por ocasião da Semana Santa, a Prefeitura de São José do Egito através da Secretaria Municipal de Assistência Social, cadastrou e entregou, duas mil cestas básicas à duas mil famílias em vulnerabilidade social. A entrega aconteceu no Estádio Municipal Francisco Pereira e contou com apoio de todas as secretarias de governo. Secretários, servidores, vereadores e […]
Por ocasião da Semana Santa, a Prefeitura de São José do Egito através da Secretaria Municipal de Assistência Social, cadastrou e entregou, duas mil cestas básicas à duas mil famílias em vulnerabilidade social.
A entrega aconteceu no Estádio Municipal Francisco Pereira e contou com apoio de todas as secretarias de governo. Secretários, servidores, vereadores e o vice-prefeito Dr. Eclériston Ramos, recepcionaram e entregaram os alimentos as pessoas, de forma organizada.
Esse é o segundo ano consecutivo que aconteceu a entrega das cestas, em 2017, também foram duas mil, famílias beneficiadas e feiras entregues.
O deputado federal Carlos Veras (PT/PE) apresentou projeto de lei (PL 2403/22), que torna obrigatório o conteúdo da Língua Brasileira de Sinais (Libras) nos currículos da educação básica. A proposta altera o artigo 27 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei n° 9.394/1996). Segundo o parlamentar, a mudança é essencial para assegurar, à […]
O deputado federal Carlos Veras (PT/PE) apresentou projeto de lei (PL 2403/22), que torna obrigatório o conteúdo da Língua Brasileira de Sinais (Libras) nos currículos da educação básica.
A proposta altera o artigo 27 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei n° 9.394/1996).
Segundo o parlamentar, a mudança é essencial para assegurar, à pessoa surda, educação de qualidade, e preservá-la de negligência e discriminação, conforme prevê a legislação para pessoas com deficiência.
“Hoje, as alunas e os alunos surdos não são devidamente acolhidos no ambiente escolar. Saem da escola com o conteúdo de português e até de Inglês, mas não aprendem Libras”, comenta.
“Além disso, ao tornar a disciplina obrigatória para todas e todos, professores, professoras e colegas, conseguiremos, efetivamente, proporcionar a inclusão das pessoas surdas na sociedade brasileira. A inclusão precisa ir para prática, sair do papel”, explica Veras.
De acordo com a proposta, o conteúdo se torna obrigatório na Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio.
TCE-PE e governo Paulo Câmara estariam contrariando STF e a Emenda 108/2020 O Ministério Público Federal (MPF) em Pernambuco instaurou procedimento para investigar a possível utilização inconstitucional de recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) para pagar aposentados e pensionistas no estado governado por Paulo Câmara (PSB), seguindo orientação da Resolução […]
TCE-PE e governo Paulo Câmara estariam contrariando STF e a Emenda 108/2020
O Ministério Público Federal (MPF) em Pernambuco instaurou procedimento para investigar a possível utilização inconstitucional de recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) para pagar aposentados e pensionistas no estado governado por Paulo Câmara (PSB), seguindo orientação da Resolução nº 134/2021, do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE).
De acordo com a procuradora da República Silvia Regina Pontes Lopes, a resolução do TCE-PE contraria o exigido pela Emenda Constitucional nº 108/2020, que veda o uso dos recursos do Fundeb para o pagamento de aposentados e pensionistas da educação, bem como por decisões do Supremo Tribunal Federal (STF).
O TCE-PE fixou prazo de três anos para que o Estado de Pernambuco exclua do limite mínimo constitucional de 25% de gastos, destinados à educação, a parcela referente ao pagamento de despesas previdenciárias, a partir do exercício de 2021, sem previsão constitucional para tanto.
Inconstitucionalidade
O MPF destaca que, no caso de Pernambuco, o ente permaneceu fora do alcance normativo em decorrência da edição da Lei Complementar Estadual nº 43/2002, que permitiu que uma parcela das despesas previdenciárias fosse incluída para cumprimento do limite constitucional.
Entretanto, o STF declarou em 2020 a inconstitucionalidade de normas – leis estaduais e resoluções de Tribunais de Contas – de outros estados que permitem contabilizar despesas com aposentadorias e pensões de servidores inativos da educação estadual como gastos em manutenção e desenvolvimento de ensino.
Diante desse quadro, o MPF destaca que “não se verifica plausibilidade jurídica, tampouco razoabilidade na adoção de critério transitório para suposta regularização de irregularidades”, no que se refere à resolução do TCE-PE, implicando violação ao interesse público primário, que consiste em melhorias educacionais no Estado de Pernambuco.
Tal conclusão do MPF leva em conta a norma constitucional, instituída pela Emenda 108/2020, que veda expressamente o uso dos recursos do mínimo constitucional de educação para pagamentos previdenciários, bem como as decisões do STF que declararam a inconstitucionalidade de normas que permitem essa destinação.
No âmbito do procedimento, o MPF cientificou o TCE-PE e o Ministério Público de Contas de Pernambuco (MPCO) sobre a instauração do procedimento.
A procuradora da República Silvia Pontes Lopes, que integra o Grupo de Trabalho Fundef/Fundeb da 1ª Câmara de Coordenação e Revisão do MPF (1CCR), também cientificou a referida Câmara a respeito do procedimento instaurado pelo MPF em Pernambuco em decorrência da edição da Resolução nº 134/2021 do TCE-PE. As informações são da Assessoria de Comunicação Social da Procuradoria da República em Pernambuco.
Os desafios da Educação para a inclusão de crianças e jovens será o tema da audiência pública da Comissão de Educação e Cultura da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe). A reunião será às 10h30, no auditório Sérgio Guerra. “Iremos reunir representantes do poder público e, principalmente, da sociedade civil, como as mães de crianças e jovens com Síndrome […]
Os desafios da Educação para a inclusão de crianças e jovens será o tema da audiência pública da Comissão de Educação e Cultura da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe). A reunião será às 10h30, no auditório Sérgio Guerra.
“Iremos reunir representantes do poder público e, principalmente, da sociedade civil, como as mães de crianças e jovens com Síndrome de Down e Transtorno do Espectro Autista (TEA), para debatermos essa questão tão importante que é a inclusão”, afirmou o deputado Romário Dias, presidente do colegiado. A audiência foi solicitada pela deputada Clarissa Tércio, que também integra a Comissão.
Estarão presentes na reunião representantes da Secretaria Estadual de Educação, do Conselho Estadual de Educação e do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco (Sintepe). Da sociedade civil, irão participar as entidades Fazendo Acontecer, Super Mães, Down +, Mães Solidárias, Grupo de Crianças e Jovens com Down e TEA, entre outros.
Lutando contra uma ação na justiça pedindo a cassação do único mandatário da legenda no legislativo municipal, argumentada na hipótese de existência de candidaturas femininas fictícias nas eleições de 2020, o PSB de Tabira deve sair dividido para deputado nas eleições gerais de 2022. A informação é do Blog do Itamar França. Com a pré-candidatura […]
Lutando contra uma ação na justiça pedindo a cassação do único mandatário da legenda no legislativo municipal, argumentada na hipótese de existência de candidaturas femininas fictícias nas eleições de 2020, o PSB de Tabira deve sair dividido para deputado nas eleições gerais de 2022. A informação é do Blog do Itamar França.
Com a pré-candidatura do secretário municipal de Saúde de São José do Egito, Paulo Jucá (PSB), à Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), o partido ficará dividido entre ele e o ex-prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota (PSB), que também acalenta uma cadeira na Casa Joaquim Nabuco.
O ex-vereador Zé de Bira deve declarar apoio ao primo Paulinho, que já está decidido a encarar o desafio estadual. Por outro lado, o vereador Pipi da Verdura (PSB/foto) deve anunciar apoio a José Patriota, a quem tem uma grande afinidade.
Outros integrantes da legenda ainda avaliam os quadros regionais que possivelmente estarão na disputa.
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