Diogo Moraes assume mandato e depois retoma tratamento em SP
Por Nill Júnior
Diogo na diplomação
Nesta terça, o deputado estadual Diogo Moraes (PSB), reeleito para seu terceiro mandato, toma posse na Assembleia Legislativa de Pernambuco, às 14h30, durante sessão plenária.
Em seguida, o parlamentar retornará a São Paulo para finalizar seu tratamento. A expectativa é que a partir de março, Diogo Moraes tenha alta em definitivo para prosseguir com sua atividade parlamentar. A informação é do Blog do Magno.
Havia uma possibilidade de a posse ser feita pela mesa da Casa no hospital para empossá-lo em São paulo, mas houve consenso da vinda do parlamentar. Diogo foi votado na ultima eleição pelos prefeitos Lino de Ingazeira, Tânia de Brejinho e Ângelo de Sertânia.
O deputado está internado em um hospital de São Paulo, após uma crise depressiva. Segundo pessoas próximas, pesa também o quadro de relação do parlamentar com o uso de álcool, consequência do quadro. O deputado está se recuperando bem, após sair da UTI.
CARTA ABERTA À SOCIEDADE AFOGADENSE Em 1985, como um suspiro de renovação e vida, foi criado o MinC (Ministério da Cultura), de forma a incentivar e garantir direitos para a classe, aquecendo também o PIB (Produto Interno Bruto). A Carta Constitucional de 1988 afirmou em seu artigo 215, que “O Estado garantirá a todos o […]
Em 1985, como um suspiro de renovação e vida, foi criado o MinC (Ministério da Cultura), de forma a incentivar e garantir direitos para a classe, aquecendo também o PIB (Produto Interno Bruto). A Carta Constitucional de 1988 afirmou em seu artigo 215, que “O Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional, e apoiará e incentivará a valorização e a difusão das manifestações culturais”.
Mesmo com a extinção do Ministério, em 2017, em meio a um governo ilegítimo e golpista, a classe de trabalhadores da cultura seguiu em luta por seus direitos. Agora, em 2023 com o governo Lula 3, o MinC voltou ainda mais forte e pujante, retomando o incentivo à criação e difusão dos bens culturais nacionais, no Brasil e no Exterior.
Entretanto, diferentemente do cenário nacional, é com imensa preocupação e sentimento de isolamento que a classe artística do município de Afogados da Ingazeira, no Sertão do Pajeú, em Pernambuco, observa os rumos da política cultural no município. Em reunião organizada por agentes culturais, de forma ampla e democrática, realizada na segunda-feira, 25 de setembro de 2023, no espaço aberto da Antiga Estação Ferroviária de Afogados da Ingazeira, este grupo realizou escutas, reuniu sugestões e cobrou por mecanismos justos e eficazes de acesso, incentivo e execução das ações de cultura do
município.
Com a presença de técnicos, produtores e artistas de vários segmentos culturais do município, mobilizados pela sociedade civil organizada, a 1º Conferência Livre do município de Afogados da Ingazeira para Artistas, Produtores e Técnicos da Cultura realizou-se de maneira pacífica e registrou demandas importantes da categoria. Enquanto organização, resolvemos escrever esta carta a população de Afogados da Ingazeira, ressaltando alguns pontos levantados no encontro. Importante ressaltar que o nosso objetivo é colaborar com a política cultural da cidade de Afogados da Ingazeira, nos reconhecendo como personagens fundamentais para a manutenção da cadeia da cultura local.
1 – Necessidade de participação democrática na política cultural do município
A democratização dos espaços, que significa promover oportunidades de gerar a inclusão, facilitando a participação nas esferas de decisão. Os espaços aqui questionados, não são apenas físicos, reivindica-se também a maior abertura para os agentes culturais em espaços de decisão, que a sociedade civil possa ser ouvida e sobretudo atendida. É fundamental para a potencialização das interações sociais e culturais, proporcionando uma sensação de pertencimento e fortalecimento da categoria. Ninguém saberá mais das demandas dos trabalhadores da cultura senão os próprios trabalhadores da cultura.
2 – Necessidade de inclusão e espaços
Consideramos importante, dados as políticas de inclusão implementadas desde a Constituição de 1988, que os espaços destinados à Cultura sejam acessíveis a pessoas com deficiência, em suas especificidades, a começar pela sede da Secretaria de Cultura de Afogados da Ingazeira.
Percebe-se que há uma carência de espaços públicos que garantam a fruição dos movimentos artísticos e culturais no município, uma vez que os espaços politicamente instituídos de forma civil e coletiva, são desmobilizados pela gestão pública como forma de higienização destes espaços. É importante que sejam criados espaços por toda cidade, ocupando sobretudo os bairros distantes do centro e a zona rural, valorizando e incentivando os movimentos já existentes em cada localidade, adequando-se à realidade local, jogando ainda mais luz aos bens e serviços já realizados in loco. Destacamos também que a equipe de arquitetura e obras esteja presente no diálogo com os fazedores de cultura para entender como o ‘remodelar’ da cidade pode contemplar espaços de cultura e arte.
3. Memória e patrimônio
É urgente que se crie uma política de preservação dos nossos Patrimônios Históricos, afinal, eles são objetos de afeto, memórias e construção de identidades na cidade. É inadmissível que os poucos monumentos arquitetônicos históricos que restam em nossa cidade (casas, prédios ou objetos) existam sob ameaça. Não há manutenção dos poucos equipamentos tombados (o prédio dos Correios, por exemplo, passou 8 meses com a fachada danificada por conta da ação de um trio elétrico; para além disso a mesma fachada foi modernizada, descaracterizando seu layout original); não há incentivo por parte do governo municipal em oferecer o básico, como pintura ou manutenção predial aos itens tombados, nem uma campanha eficaz de conscientização e preservação. Precisamos, gestão e sociedade civil, entender a necessidade de preservação e construir formas de convívio entre o histórico, o moderno e o sustentável. A falta de uma política pública de preservação do patrimônio arquitetônico histórico põe em risco nossa memória e a história da nossa cidade. Sem esquecer do reconhecimento dos inúmeros Patrimônios Imateriais que poderiam ser elencados e protegidos por uma legislação municipal e verba própria para manutenção e preservação.
4 – PIB da cultura
Nos últimos anos, Afogados da Ingazeira tem figurado cada vez mais forte nos editais de fomento do estado, a exemplo do Funcultura: foram mais de R$ 2 milhões em recursos para cultura, trazidos por agentes culturais do município, que foram revertidos diretamente em dinheiro para hotéis, restaurantes, postos de combustível, gráficas, lojas em geral, bares e contratação de serviços e produtores na cidade. Dinheiro este que gera uma circulação de recursos extra no comércio local, além de impulsionar os impostos, contribuir para o turismo e profissionalizar agentes culturais da cidade. Num cenário de crise financeira por parte das prefeituras, a utilização do comércio e da mão de obra local são estratégicos para minimizar essa crise; e neste sentido, a valorização de agentes que atraem recursos financeiros através da cultura para a cidade também deveria ser.
A cultura de Afogados da Ingazeira é pujante e precisa ser reconhecida como forma de fortalecimento econômico. Para tal, precisamos que os agentes culturais da cidade sejam reconhecidos como agentes econômicos profissionais e propositivos.
5 – Criação do Conselho Municipal de Cultura
Hoje, entendemos que os processos de decisão são arbitrários e não democráticos. A participação da classe artística, nas ações que impactam direta ou indiretamente na construção de políticas públicas voltadas para a cultura do nosso município, é renegada. Como sugestão, propomos o estabelecimento de um Conselho Municipal de Cultura que ficará responsável por construir junto aos gestores do Plano Municipal de Cultura e a viabilização do Fundo Municipal de Cultura. Com a implantação do CPF (Conselho + Plano + Fundo) da Cultura será possível a inclusão do município no Sistema Nacional de Cultura, permitindo a captação de outros recursos e o fortalecimento da política cultural local em sincronia com a nacional.
6 – Importância e função do Conselho de Cultura
A experiência do fazer cultural no município de Afogados evidencia cada vez mais urgência de se instituir um conselho municipal de cultura. Definir prioridades na execução de políticas públicas de cultura; sugerir e fiscalizar prioridades para aplicação dos recursos públicos destinados à cultura; bem como acompanhar, elaborar e opinar sobre a proposta orçamentária do município, são funções do conselho, além de promover a participação democrática. Através da participação dos agentes culturais poderemos fortalecer o entendimento sobre cultura e a participação de novos agentes no processo democrático. A cultura é um importante meio de inclusão social e política, não podemos deixá-la a cargo de políticas eleitoreiras e passageiras.
7 – Execução da Lei Paulo Gustavo
Entendemos que o incentivo ao setor cultural por meio da LPG, vai de encontro ao principal objetivo do MinC, repassado através dos entes federativos, que é garantir o direito à cultura.
Trazendo recursos fundamentais para o desenvolvimento e reconstrução do país, gerando renda e emprego através da cultura, setor extremamente prejudicado durante a pandemia de Covid-19. O fomento à economia da cultura é uma estratégia de transformação social, política e educacional que pode determinar o futuro do nosso município, estado e/ou país.
No município de Afogados será aplicado o valor de R$ 359.025,11 (sem contar com os rendimentos na conta), e cobramos uma execução célere, ampla, eficaz e transparente para os profissionais da cultura do município.
8 – Planejamento e comunicação mais eficiente para a cultura
Ficou claro que é preciso construir um planejamento eficaz e uma comunicação mais eficiente na gestão cultural atual. Faltam informações, contato com os trabalhadores da cultura de diversos segmentos e áreas da cidade e consequentemente, uma atuação presente e mobilizadora para o crescimento de diversos artistas. Se faltam recursos municipais para fortalecer a política cultural, crie-se estratégias que viabilizem os produtores, artistas e técnicos alcançarem recursos de outras esferas. É a caixa da cultura girando e trazendo recursos e visibilidade para Afogados da Ingazeira. Um calendário de escutas e atividades formativas, a busca ativa de agentes culturais (especialmente, idosos e periféricos), o uso das redes para orientação de editais e prêmios, a criação de espaços para apresentações na cidade e a orientação profissional são algumas das vias que poderiam ser implantadas pela gestão, com baixo custo e grande eficácia.
9 – Qualificação e papel da Secretária de Cultura Municipal
É sempre importante refletirmos sobre o papel da gestão municipal de cultura. Muitas vezes, ao se colocar no papel de executora de ações culturais, inviabiliza o fortalecimento e autonomia da cadeia produtiva local. Entendemos, que a execução de atividades pontuais, especialmente em espaços marginalizados, é fundamental, mas não pode excluir o papel de incentivador e mobilizador da profissionalização dos agentes culturais locais. A partir daí, ressaltamos, também, a importância de qualificação técnica para a equipe de gestão cultural para que a política cultural seja executada de forma madura e com melhor aproveitamento dos recursos municipais. Entendemos que nem todo artista é gestor, do mesmo modo que nem todo gestor é artista. E tudo bem. Desde que, respeitem-se as especificidades de cada função.
10- A importância do Encontro
Boa parte da importância histórica da primeira Conferência Livre de Cultura se deve à mobilização/busca ativa, até então inédita, dos participantes. Atrelado a mobilização midiática, que envolveu a sensibilização das duas rádios do município, além de blogs /portais de notícias do Sertão, Agreste e RMR, alcançamos um público historicamente excluído da política cultural do município. A rodada de escutas, de encontro, de sugestões, oportunidade de participação de todes, coisa rara de se vivenciar na política cultural de Afogados da Ingazeira. Além disso, a utilização da Antiga Estação Ferroviária, demonstra como um espaço público, atualmente abandonado, pode ser transformado num espaço de memória e cultura do município. A ocupação simbólica foi um paralelo de como os trabalhadores da cultura de Afogados da Ingazeira tem executado os seus trabalhos, transformando o pouco apoio (ou até nada) em muitos e muitos frutos (e renda), que levam o nome da cidade por onde passam.
Por fim, agradecemos a participação de todes no nosso encontro histórico. Enquanto agentes culturais da cidade, em seus diversos segmentos, podemos construir uma política de cultura mais forte e ampla para Afogados da Ingazeira, fortalecendo especialmente a participação democrática e a cidadania entre os afogadenses.
O vice-presidente da Comissão de Educação e Cultura da ALEPE, o deputado Professor Paulo Dutra (PSB), está mobilizando os educadores do estado para participarem da audiência pública nesta segunda (20) que vai debater os cortes nas universidades e institutos federais. Dutra vem convidando os educadores da rede estadual de ensino, onde foi professor e Secretário […]
O vice-presidente da Comissão de Educação e Cultura da ALEPE, o deputado Professor Paulo Dutra (PSB), está mobilizando os educadores do estado para participarem da audiência pública nesta segunda (20) que vai debater os cortes nas universidades e institutos federais.
Dutra vem convidando os educadores da rede estadual de ensino, onde foi professor e Secretário Executivo, ao mesmo tempo em que demonstra sua preocupação com os reflexos negativos que a falta de investimentos no ensino superior pode causar na educação básica. “Nossa educação básica também será atingida por este sucateamento no nível superior. Precisamos envolver nesta luta os estudantes e professores da educação básica, família e comunidade em geral”, alerta.
Apontando para uma falta de planejamento do Ministério da Educação, Paulo Dutra exaltou a experiência do projeto educacional de Pernambuco que colocou o Estado no topo da educação do Brasil. “Falta para o Governo Federal um projeto de sociedade que priorize a educação. Pernambuco, em 12 anos, já é referência nacional. Lá atrás se planejou para isso sob a liderança de Eduardo Campos e hoje o governador Paulo Câmara continua dando prioridade, indo às escolas e pactuando as metas diretamente com gestores, professores e todos que fazem a educação. É assim que se transforma a vida das pessoas. É dessa forma que se faz educação”, disse o socialista.
Para a audiência pública de segunda-feira, realizada por proposição do Professor Paulo Dutra em conjunto com o deputado Isaltino Nascimento (PSB), estão confirmadas as presenças dos deputados federais Danilo Cabral (PSB) e Túlio Gadelha (PDT), dos reitores das universidades públicas e institutos federais de Pernambuco, além de representantes de entidades estudantis, associações e sindicatos relacionados aos trabalhadores da educação no Estado.
“É urgente que toda a sociedade Brasileira se engaje na defesa da educação pública. Não podemos baixar a guarda. Não podemos permitir que este bloqueio continue ou que entre em vigor qualquer outro projeto que negligencie a formação de nossas crianças e nossos jovens. Não dá para pensar em um país melhor sem investimentos contínuos na educação. Por isso, convidamos todas e todas para estarem conosco na audiência pública da próxima segunda”, convida Paulo Dutra.
A Audiência Pública sobre os impactos dos cortes de verbas das Universidades e Institutos Federais é uma realização da Comissão de Educação e Cultura em conjunto com a Comissão de Cidadania, Direitos Humanos e Participação Popular. O evento acontece na ALEPE – Auditório Senador Sérgio Guerra, nesta segunda-feira (20), a partir das 10h.
O Brasil corre grande risco de sofrer uma avalanche de privatizações nos próximos meses com o governo provisório de Michel Temer. A avaliação é do senador Humberto Costa (PT-PE), líder do governo Dilma no Senado. O presidente interino publicou no dia 12 de maio, no mesmo dia que tomou posse, a medida provisória (MP) de […]
O Brasil corre grande risco de sofrer uma avalanche de privatizações nos próximos meses com o governo provisório de Michel Temer. A avaliação é do senador Humberto Costa (PT-PE), líder do governo Dilma no Senado. O presidente interino publicou no dia 12 de maio, no mesmo dia que tomou posse, a medida provisória (MP) de número 727/16, que tem como objetivo incentivar obras de infraestrutura tocadas por meio de parcerias público-privada (PPP) ou concessão e também a venda de empresas do Governo Federal.
“É preciso ter muito cuidado quando se fala em privatização. Vivemos um período em que perdemos muitas empresas públicas para a iniciativa privada na época de Fernando Henrique Cardoso”, lembrou Humberto.
O parlamentar também alertou que a sociedade, em nenhum momento, deu aval pra esse tipo de ação. “Esse presidente sem voto não pode sair por aí vendendo o que é nosso. Em nenhum momento nada sobre esse assunto foi colocado, não vamos deixar isso acontecer”, afirmou.
A MP muda a regra de três instrumentos que já estavam à disposição do Governo Federal para realizar e conceder obras de interesso público ou até a própria venda de empresas estatais. A lei anterior era bem mais rígida e protegia o capital público brasileiro. Entre as alterações da MP pode-se destacar a obrigatoriedade dos órgãos do governo a acelerar as licenças ambientais ou do Iphan, que avalia as implicações no patrimônio histórico.
Talvez a mais grave mudança é a que altera os critérios das concessões. No governo Dilma foi adotado o critério da “menor tarifa”. A empresa vencedora da concessão seria aquela que apresentasse a tarifa mais baixa. Com a MP de Temer será adotado o de “tarifa adequada” abrindo um grande risco para a subjetividade na escolha da empresa ganhadora da concessão. Isso prejudica não só os usuários da obra, mas também abre brechas para a corrupção, como o pagamento de possíveis propinas.
A ideia inicial de Temer é trabalhar a abertura de capital dos Correios e da Cada da Moeda. Também na lista estão a Infraero, ativos das companhias Docas, da Caixa Seguros e do Instituto de Resseguros Brasil (IRB). Além disso, o governo provisório deve colocar na fila da venda de fatias de empresas do Governo Federal cerca de 230 instituições em todo o país.
Da Ascom UFPE Uma comitiva da UFPE realizou, de 5 a 7 deste mês, visita técnica ao município de Sertânia, no Sertão de Pernambuco, com o objetivo de avaliar a possibilidade de implantação de um Núcleo de Extensão da Universidade no local. Caso a iniciativa seja viabilizada, serão ofertados cursos e projetos de extensão gratuitos […]
Uma comitiva da UFPE realizou, de 5 a 7 deste mês, visita técnica ao município de Sertânia, no Sertão de Pernambuco, com o objetivo de avaliar a possibilidade de implantação de um Núcleo de Extensão da Universidade no local.
Caso a iniciativa seja viabilizada, serão ofertados cursos e projetos de extensão gratuitos voltados à população da área, atendendo às demandas regionais e aproximando a academia e a sociedade.
O pró-reitor de Extensão e Cultura da UFPE, Oussama Naouar, participou da visita técnica, que serviu para “refletir, pensar na viabilidade da instalação de um Núcleo de Extensão que atenderia às regiões do Moxotó, do Ipanema e do Pajeú, que são culturalmente representativas do Sertão, com muitas potencialidades, entre as quais a transposição do Rio São Francisco, mas também conhecidas como as regiões que têm o IDH [Índice de Desenvolvimento Humano] mais baixo no Estado de Pernambuco”. Na ocasião, o grupo da UFPE, do qual fizeram parte os professores Edvânia Torres e Jorge Siqueira, conversou com gestores, lideranças e um coletivo de docentes.
O Núcleo de Extensão seria destinado ao desenvolvimento de cursos e projetos de extensão gratuitos, com durações variadas, de modo a suprir necessidades regionais em diversas áreas e contribuir com o desenvolvimento local. A ideia inicial seria utilizar espaços físicos das próprias redes de ensino municipal e estadual, além dos espaços federais disponíveis no município. As equipes de atuação serão dos projetos e de voluntários.
Ainda não há data para uma possível implantação do núcleo em Sertânia. Serão realizadas novas visitas ao município (a próxima está prevista para o mês de dezembro) para posterior elaboração de projeto, realização de estudo de viabilidade, busca por parcerias nas instâncias municipal e estadual, além de captação de recursos via emendas parlamentares e fundos de financiamento e incentivo.
Independentemente da formalização do núcleo, haverá ações práticas já no primeiro semestre de 2021, quando serão realizados cursos de extensão da UFPE, de pequena e média durações, em Sertânia.
Depois de dez dias de festa terminou na madrugada deste sábado (20) o calendário de shows da Festa de Janeiro em Iguaracy. Na última noite subiram ao palco na Praça Antônio Rabêlo, Ricardo França e o Cantor e Sanfoneiro Waldonys. Bom público participou do encerramento das festividades. Três deputados estiveram em Iguaracy ontem, João Fernando […]
Depois de dez dias de festa terminou na madrugada deste sábado (20) o calendário de shows da Festa de Janeiro em Iguaracy. Na última noite subiram ao palco na Praça Antônio Rabêlo, Ricardo França e o Cantor e Sanfoneiro Waldonys.
Bom público participou do encerramento das festividades. Três deputados estiveram em Iguaracy ontem, João Fernando Coutinho (Federal) e Diogo Moraes pela Frente Popular e Jose Humberto (PTB) pelas oposições.
Também foram recepcionados pelo Prefeito Zeinha Torres e o vice Pedro Alves, o prefeito de Ingazeira Lino Moraes e o ex-prefeito Luciano Torres.
Esse ano a população contou com uma estrutura montada com parque de diversões, barracas de comidas típicas, banheiros químicos, unidade móvel de primeiros socorros, e toda segurança necessária, com a guarda municipal e atuação da Polícia Militar.
Já a parte religiosa em homenagem ao padroeiro São Sebastião, teve seu fim após procissão e missa solene que aconteceram na tarde/noite deste sábado.
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