Dilma admite disputar vaga na Câmara ou Senado em 2018
Por Nill Júnior
Dilma Rousseff parece mais relaxada do que quando estava na Presidência do Brasil. Brinca, repassa a apertada lista de conferências que a aguardam na Europa e nos Estados Unidos e, pela primeira vez, fala de seu futuro político.
Destituída em 2016 pelo Congresso, sob a acusação de maquiar as contas públicas, a ex-presidente passa seus dias em Porto Alegre, onde segue obedientemente sua rotina de exercícios físicos e passeios de bicicleta, e só parece perder a paciência quando é consultada sobre o escândalo de corrupção da Petrobras.
Eu não serei candidata a presidente da República, se é essa a sua pergunta. Agora, atividade política nunca vou deixar de fazer (…) Eu não afasto a possibilidade de me candidatar para esse tipo de cargo: senadora, deputada, esses cargos”, declarou em entrevista à agência AFP.
Apesar do impeachment, Dilma não perdeu seus direitos políticos para ocupar cargos públicos, e pode, portanto, ser candidata a cargos eletivos. Aos 69 anos, ela disputou apenas dois cargos eletivos em sua vida: a Presidência, que venceu em 2010, e a reeleição de 2014, ambas pelo PT.
Para ela, o impedimento de uma candidatura de Lula em 2018 seria um “segundo golpe”.
Um volume ainda maior de água chegou nas últimas horas à Barragem de Brotas, fruto das chuvas que chegaram à região neste fim de semana, principalmente do Alto e Médio Pajeú. O nível da água na parede do reservatório aumentou bastante e já é possível vislumbrar, caso mais chuvas caiam nos próximos dias a possibilidade […]
Um volume ainda maior de água chegou nas últimas horas à Barragem de Brotas, fruto das chuvas que chegaram à região neste fim de semana, principalmente do Alto e Médio Pajeú.
O nível da água na parede do reservatório aumentou bastante e já é possível vislumbrar, caso mais chuvas caiam nos próximos dias a possibilidade de que venha a transbordar, o que não acontece há muito tempo.
Segundo o blogueiro Marcelo Patriota, o Açude da Fazenda Manopla, de propriedade de Vilar Júnior, com capacidade de 7 milhões de metros cúbicos está vertendo, seguindo para o Rio Pajeú e consequentemente para Brotas.
O blog registrou imagens no final desta tarde. Um número grande de curiosos tem seguido para o local como acontece tradicionalmente em períodos de cheia do rio e aumento de volume da Barragem.
Açude da Fazenda Manopla, com capacidade de 7 milhões de metros cúbicos está vertendo. Água vem para Brotas.
Segundo o Chefe do Setor de Distribuição da COMPESA, Washington Jordão, a água de Brotas já está sendo aproveitada para distribuição em Afogados da Ingazeira e Tabira, desde a última semana. A última medição indicava um percentual de 28%, atualmente superado. Agora, não se sabe a que percentual chegou, mas cálculos de populares indicam quatro metros entre a lâmina d’água e o vertedouro.
As chuvas de abril já havia registrado melhoria nos índices dos reservatórios Bonsucesso, em Tuparetama e Rosário, município de Iguaraci, esta última em menor volume, mas animador diante da longa estiagem e seca total do seu manancial.
Começa nesta quarta-feira (22), a Campanha da Fraternidade 2023 e, pela terceira vez, a Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) traz a fome como tema de reflexão durante a quaresma – período entre o carnaval e a Páscoa. De acordo com a CNBB, “a emergência sobre o assunto” foi o que motivou a escolha. […]
Começa nesta quarta-feira (22), a Campanha da Fraternidade 2023 e, pela terceira vez, a Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) traz a fome como tema de reflexão durante a quaresma – período entre o carnaval e a Páscoa. De acordo com a CNBB, “a emergência sobre o assunto” foi o que motivou a escolha.
Conforme uma pesquisa da Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional, divulgada em junho do ano passado, 33,1 milhões de pessoas não têm o que comer diariamente no país. O número é quase o dobro do contingente estimado em 2020 e representa 14 milhões de pessoas a mais passando fome no Brasil.
Com o tema “Fraternidade e Fome”, e o lema bíblico “Dai-lhe vós mesmo de comer!” – extraído de Mateus 14,16 – a CNBB pretende fomentar ações para minimizar os impactos da fome da vida dos brasileiros. O lançamento da campanha está marcado para 10h desta quarta, em Brasília.
“Um dos objetivos é propor aos fieis um caminho de conversão para não ceder à cultura da indiferença frente ao sofrimento humano conforme pede o Papa Francisco”, diz a CNBB.
O que é a Campanha da Fraternidade?
A Campanha da Fraternidade surgiu em 1964 como uma proposta da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) à igreja Católica para celebrar a Quaresma. Além das orações e do jejum, o objetivo é “exercitar a caridade associada à reflexão e ação sobre um tema específico”.
Em 1964, o primeiro tema da Campanha da Fraternidade foi “Igreja em Renovação”. Depois, a cada ano, um novo assunto ligado foi designado para que os católicos pensassem e agissem.
Partilha, reconciliação, saúde, trabalho, justiça, família, esperança e até tráfico humano já foram tema. Em 2022 a educação pautou as reflexões.
Do Afogados Online O número expressivo do filme, que conta a saída do povo hebreu do Egito rumo à Terra Prometida, superou na pré-venda bilheterias como a do ‘Tropa de Elite 2 – O Inimigo Agora é Outro’, que conseguiu vender 300 mil ingressos antecipadamente, enquanto ‘Crepúsculo: Amanhecer – Parte 2’ somou 645 mil antes […]
O número expressivo do filme, que conta a saída do povo hebreu do Egito rumo à Terra Prometida, superou na pré-venda bilheterias como a do ‘Tropa de Elite 2 – O Inimigo Agora é Outro’, que conseguiu vender 300 mil ingressos antecipadamente, enquanto ‘Crepúsculo: Amanhecer – Parte 2’ somou 645 mil antes da estreia. A novela homônima — um fenômeno da TV, de março a novembro do ano passado — atraiu cerca de 144 milhões de telespectadores no Brasil e alavancou em 139% os índices da Record, segundo a emissora.
Uma grande articulação foi realizada pelos membros do Cine São José de Afogados da Ingazeira e conseguiram uma cópia para o dia da estreia no Brasil que será na próxima quinta (28) também ser apresentado na tela do Cine São José. Os ingressos já podem ser comprados de forma antecipada na Farmácia São Francisco, no Bairro São Francisco.
Do JC Online A desconfiguração do Estatuto do Desarmamento, com a flexibilização das regras que hoje burocratizam o acesso da sociedade civil às armas de fogo, seria a principal consequência de uma eventual aprovação do Projeto de Lei (PL) do deputado federal Rogério Mendonça (PMDB-SC), em discussão em uma comissão especial na Câmara dos Deputados. […]
A desconfiguração do Estatuto do Desarmamento, com a flexibilização das regras que hoje burocratizam o acesso da sociedade civil às armas de fogo, seria a principal consequência de uma eventual aprovação do Projeto de Lei (PL) do deputado federal Rogério Mendonça (PMDB-SC), em discussão em uma comissão especial na Câmara dos Deputados. De um lado, estão os que defendem, dentre outros pontos, o direito do cidadão de ter uma arma para se defender. No outro espectro, os contrários às mudanças afirmam que a violência no Brasil reduziu drasticamente desde dezembro de 2003. Um projeto de lei pede ainda que deputados federais possam ter porte de arma.
A matéria propõe mudanças na atual legislação, como a diminuição da idade permitida para compra de uma arma, de 25 para 21 anos; permissão para que pessoas com antecedentes criminais as adquiram; além de aumento da quantidade de armas e munições que podem ser compradas por pessoa. Hoje são até seis armas por indivíduo e 50 munições por arma a cada ano. O texto amplia para nove armas por cidadão e até 600 munições anuais.
Dez anos após a realização do referendo que aprovou a manutenção da venda de arma de fogo e munições, a sociedade brasileira se volta para o tema. Os favoráveis à revogação elencam motivos como a incapacidade das autoridades responsáveis pela segurança pública em proteger a sociedade, como argumenta o presidente da ONG pró-armamentista Viva Brasil, Bené Barbosa. Ele alega que, enquanto o bandido consegue ilegalmente uma arma, o cidadão de bem fica desguarnecido dentro da própria casa. Mas estudos mostram que o uso da arma contra bandidos aumenta exponencialmente o risco de vida de quem está tendo o domicílio invadido, por exemplo. Além disso, segundo o Ministério Público de São Paulo, quatro em cada dez armas usadas pelos criminosos foram compradas legalmente.
Um levantamento do Instituto Sou da Paz, com dados fornecidos pelo Exército, mostra que as pessoas, mesmo com toda restrição, conseguiram comercializar armas nesses anos. Desde 2004, mais de 500 mil armas foram vendidas no Brasil, 72 mil novos registros de armas foram concedidos a civis.
Mas quem milita na área e quer a liberalização também se baseia em dados oficiais. O advogado Fábio Campelo destaca que entre 1980 e 2010 quase 800 mil pessoas morreram vítimas de disparo. Foram 8.710 em 1980 e 38.892 em 2010, mesmo com Estatuto vigorando. Fora isso, ele alerta para o número de homicídios aqui ser três vezes maior que nos Estados Unidos. Apesar do número inferior de armas de fogo em circulação entre a população.
Organizações internacionais, como a ONU, reconhecem que o Estatuto tem saldo positivo, sendo o caminho indicado o aprofundamento, não a descaracterização. Fatores sociais, demográficos e culturais são mais apontados como causa da violência no Brasil do que o arsenal na rua. No artigo Um tiro que não saiu pela culatra, de Daniel Cerqueira e Gláucio Soares, é apresentado que mais de 120 mil pessoas seriam mortas no País, entre 2004 e 2013, sem essa legislação mais rigorosa.
DEPUTADO ARMADO
Além do projeto de lei que revisa o Estatuto, tramitam no Congresso outros que tentam garantir porte de arma a profissionais de várias áreas, como caminhoneiros e agentes socioeducativos. Mas o que promete levantar mais polêmica é a matéria de autoria do presidente da Frente Parlamentar de Segurança Pública, Alberto Fraga (DEM-DF), conhecida como “bancada da bala”, que concede porte de armas para deputados federais.
Participando do Programa Manhã Total, apresentando por este blogueiro, o Deputado Federal Tadeu Alencar não escondeu a frustração com a posição de Eduardo Cunha, Presidente da Câmara, tentando fazer prevalecer sua vontade no debate sobre a Reforma Política. “Trabalhamos com muita responsabilidade, fizemos muitas audiências públicas ouvindo sociedade civil , entidades, TSE, CNBB, cientistas políticos. […]
Participando do Programa Manhã Total, apresentando por este blogueiro, o Deputado Federal Tadeu Alencar não escondeu a frustração com a posição de Eduardo Cunha, Presidente da Câmara, tentando fazer prevalecer sua vontade no debate sobre a Reforma Política. “Trabalhamos com muita responsabilidade, fizemos muitas audiências públicas ouvindo sociedade civil , entidades, TSE, CNBB, cientistas políticos. Entendendo que não conseguiria manobrar a comissão como gostaria a dissolveu de forma desrespeitosa”.
Dentre os retrocessos, o fato de o sistema eleitoral não ter sofrido alterações. “O sistema hoje é proporcional, e às vezes elegemos pessoas com poucos votos. Temos casos como o de Enéas, que puxou um Federal com 276 votos”. Ele defende uma cláusula de desempenho correspondente a 10% do coeficiente eleitoral. Se a regra valesse hoje, havendo um coeficiente para Federal em Pernambuco de 200 mil votos, o candidato “puxado” pela coligação deveria ter ao mínimo 20 mil votos.
Tadeu Alencar ainda defende que acabe o financiamento privado de campanha. “Estamos vendo na Petrobras o resultado dessa mistura explosiva. Defendemos financiamento público com direito a doações de pessoas físicas”.
Unificação das eleições: o Deputado deixou claro que é ponto tácito a unificação das eleições em processo geral. “Uma tese defende eleições ano que vem com mandato de dois anos para prefeitos e vereadores. Nossa emenda, do PSB, quer que os mandatos de eleitos em 2016 sejam de 6 anos. Em 2022, teríamos eleições gerais”.
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