Notícias

Datafolha: Lula lidera com 39%. Sem ele, Bolsonaro está na frente com 22%

Por André Luis

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira (22) pela Folha de S.Paulo traz o ex-presidente Lula (PT) na liderança das intenções de voto para a Presidência da República com 39% da preferência. Ele é seguido por Jair Bolsonaro (PSL), com 19%. Preso e condenado por corrupção, Lula aguarda decisão da Justiça para saber se poderá concorrer ou não. Por causa da condenação no Tribunal Regional Federal da 4ª Região, sua candidatura está ameaçada pela Lei da Ficha Limpa.

No cenário sem Lula, Bolsonaro lidera com 22% das intenções. Em segundo lugar aparece Marina Silva (Rede), com 16%.

Veja os números no cenário com Lula

Lula (PT) – 39%

Jair Bolsonaro (PSL) – 19%

Marina Silva (Rede) – 8%

Geraldo Alckmin (PSDB) – 6%

Ciro Gomes (PDT) – 5%

Alvaro Dias (Podemos) – 3%

João Amoêdo (Novo) – 2%

Henrique Meirelles (MDB) – 1%

Guilherme Boulos (Psol) – 1%

Cabo Daciolo (Patriota) – 1%

Vera (PSTU) – 1%

João Goulart Filho (PPL) – 0%

Eymael (DC) – 0%

Brancos/nulos – 11%

Não sabe – 3%

Margem de erro: 2 pontos percentuais para mais ou para menos

Pesquisa encomendada pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo.

8.433 eleitores foram ouvidos em 313 municípios entre os dias 20 e 21 de agosto. Nível de confiança da pesquisa é de 95%.

Registro no TSE – BR 04023/2018

Sem Lula, com Haddad

Sem Lula, Marina e Ciro Gomes (PDT) dobram suas intenções de voto. Também dobram os índices de brancos e nulos e indecisos. No cenário em que aparece como candidato do PT, Fernando Haddad, vice de Lula, tem 4%. Ele ainda é pouco conhecido do eleitorado, como também mostra o Datafolha.

Jair Bolsonaro (PSL) – 22%

Marina Silva (Rede) – 16%

Ciro Gomes (PDT) – 10%

Geraldo Alckmin (PDSB) – 9%

Alvaro Dias (Podemos) – 4%

Fernando Haddad (PT) – 4%

João Amoêdo (Novo) – 2%

Henrique Meirelles (MDB) – 2%

Vera (PSTU) – 1%

Cabo Daciolo (Patriota) – 1%

Guilherme Boulos (Psol) – 1%

João Goulart Filho (PPL) – 1%

Eymael (DC) – 0%

Brancos/nulos – 22%

Não sabe – 6%

Transferência de votos

O ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad é desconhecido por 27% dos eleitores. Outros 59% já ouviram falar dele. Ele também tem baixa rejeição: 21% declararam que não votariam nele em hipótese alguma. De acordo com o Datafolha, 48% dos entrevistados disseram que não votariam em um candidato indicado por Lula. Já 31% o fariam, enquanto 18% disseram que “talvez” votassem.

Caso Lula não seja candidato, qual candidato, na sua opinião, ele irá apoiar?

Fernando Haddad (PT) – 17%

Marina Silva (Rede) – 10%

Ciro Gomes (PDT) – 6%

Geraldo Alckmin (PSDB) – 4%

Jair Bolsonaro (PSL) – 4%

Guilherme Boulos (Psol) – 1%

Henrique Meirelles (MDB) – 1%

Outras respostas – 3%

Nenhum – 3%

Não sabe – 51%

Rejeição

Lula dobrou suas menções na pesquisa espontânea – aquela em que os nomes não são apresentados ao entrevistado – em relação a junho: saltou de 10% para 20%. Bolsonaro subiu de 12% para 15%.

O candidato do PSL, porém, é o mais rejeitado: 39% dizem que não votariam nele em hipótese alguma. Lula tem a segunda maior rejeição (34%).

Em quais desses nomes você não votaria de jeito nenhum no primeiro turno

Jair Bolsonaro (PSL) – 39%

Lula (PT) – 34%

Geraldo Alckmin (PSDB) – 26%

Marina Silva (Rede) – 25%

Ciro Gomes (PDT) – 23%

Henrique Meirelles (MDB) – 21%

Fernando Haddad (PT) – 21%

Cabo Daciolo (Patriota) – 20%

Vera (PSTU) – 20%

Eymael (DC) – 19%

Guilherme Boulos (Psol) – 18%

João Goulart Filho (PPL) – 17%

João Amoêdo (Novo) – 17%

Alvaro Dias (Podemos) – 16%

Rejeita todos/não votaria em nenhum – 4%

Votaria em qualquer um – 2%

Não sabe – 4%

Mulheres e Temer

Segundo o Datafolha, Bolsonaro tem dificuldade para avançar no eleitorado feminino. O deputado tem 13% das intenções de voto entre as mulheres contra 30% entre os homens, no cenário sem Lula. Marina, por outro lado, tem 19% do voto feminino e 13%, do masculino.

De acordo com a pesquisa, 87% declararam que não votariam em algum candidato apoiado pelo presidente Michel Temer. Apenas 3% votariam. Candidato de Temer, Henrique Meirelles (MDB) patina em 1% e 2%.

Segundo turno

Pela simulação do Datafolha, Lula ganharia o segundo turno contra qualquer um dos oponentes. Jair Bolsonaro só venceria Fernando Haddad. Alckmin derrotaria Bolsonaro, Ciro e Haddad. Empataria tecnicamente com Ciro.

Simulação 2º turno

Lula (PT) – 51%

Marina Silva (Rede) – 29%

 

Lula (PT) – 52%

Jair Bolsonaro (PSL) – 32%

 

Lula (PT) – 53%

Alckmin (PSDB) – 29%

 

Marina (Rede) – 45%

Bolsonaro (PSL) – 34%

 

Alckmin (PSDB) – 41%

Bolsonaro (PSL) – 33%

 

Alckmin (PSDB) – 37%

Ciro (PDT) – 31%

 

Marina (Rede) – 41%

Alckmin (PSDB) – 33%

 

Ciro (PDT) – 38%

Bolsonaro (PSL) – 35%

 

Alckmin (PSDB) – 43%

Haddad (PT) – 20%

 

Bolsonaro (PSL) – 38%

Haddad (PT) – 29%

Outras Notícias

Raquel Lyra volta a Serra Talhada sexta e anuncia obras hídricas

Uma semana depois de João Campos, que esteve visitando a ExpoSerra ao lado da aliada Márcia Conrado, a governadora Raquel Lyra estará em Serra Talhada na próxima sexta-feira (25). A visita está confirmada para as 9h da manhã. A informação foi confirmada pelo aliado e Deputadon estadual Luciano Duque. Raquel assina ordem de serviço para […]

Uma semana depois de João Campos, que esteve visitando a ExpoSerra ao lado da aliada Márcia Conrado, a governadora Raquel Lyra estará em Serra Talhada na próxima sexta-feira (25).

A visita está confirmada para as 9h da manhã. A informação foi confirmada pelo aliado e Deputadon estadual Luciano Duque.

Raquel assina ordem de serviço para a recuperação da Barragem do Jazigo. Em dezembro, o  Governo de Pernambuco abriu processo de licitação para a contratação da empresa que fará as obras de recuperação da barragem. O investimento previsto no eixo de Segurança Hídrica do programa Águas de Pernambuco é de R$ 19,9 milhões e a expectativa é de que aproximadamente 92 mil pessoas sejam beneficiadas.

A barragem foi inaugurada em março de 1983, pela Companhia Integrada de Serviços Agropecuários de Pernambuco (CISAGRO). Ela foi planejada para garantir a perenização do rio Pajeú, possibilitando a irrigação de até 5 mil hectares. No entanto, ao longo dos anos, houve o desgaste dos equipamentos hidromecânicos e o desenvolvimento de patologias em sua estrutura, que comprometeram a sua integridade e funcionamento.

Já a segunda ordem de serviço é referente à construção da adutora de Varzinha. A obra, que representa um investimento de R$ 19,7 milhões, também vai beneficiar diretamente as comunidades de São José, Barreiros e Roças Velhas.

A previsão é de que a adutora fique pronta em até um ano. O sistema será alimentado por um poço com capacidade de vazão de 86 mil litros de água, o que vai garantir o abastecimento regular da população local.

Da energia fóssil a energia nuclear

Por Heitor Scalambrini Costa* A queima de combustíveis fósseis (petróleo, gás, carvão) e o desmatamento tem impulsionado as mudanças no clima, que por sua vez ameaçam a sobrevivência humana, e a própria vida no planeta pelos efeitos catastróficos resultantes, conhecidos em todos os continentes. Aliado a este flagelo que atinge a humanidade, o pacifismo caiu […]

Por Heitor Scalambrini Costa*

A queima de combustíveis fósseis (petróleo, gás, carvão) e o desmatamento tem impulsionado as mudanças no clima, que por sua vez ameaçam a sobrevivência humana, e a própria vida no planeta pelos efeitos catastróficos resultantes, conhecidos em todos os continentes. Aliado a este flagelo que atinge a humanidade, o pacifismo caiu em desgraça, e a corrida armamentista convencional e nuclear está em alta devido às tensões internacionais, a luta pelo poder, e por territórios.

O governo brasileiro com a COP30 em Belém do Pará, em plena Amazônia, almeja a liderança climática mundial. Todavia a poucas semanas da reunião duas situações ocorreram, que desmascaram o discurso e a prática do atual governo federal. Por um lado, a autorização concedida pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para a Petrobras iniciar a perfuração de um poço exploratório de petróleo (já pleiteia perfurar 3 poços com a mesma licença) na foz do rio Amazonas, em sua margem equatorial brasileira. E o outro evento foi o discurso do ministro de Minas e Energia (MME) Alexandre Silveira, que sem meias palavras propôs o uso bélico da energia nuclear, justificando como estratégia de dissuasão e de garantir a segurança nacional.

Com a licença autorizada pelo Ibama é certa a expansão da exploração do principal responsável pelas emissões de CO2, causador do aquecimento global. Segundo o presidente Lula, para amenizar esta catástrofe anunciada, afirmou “entre fazer pesquisa e tirar petróleo, leva um tempo muito grande, e é preciso novas licenças para você fazer essas coisas”. Talvez ele espere que depois da Petrobras comprovar os estudos que já indicam cerca de 10 bilhões de barris de petróleo (atualmente o Brasil tem uma reserva comprovada de 16,8 bilhões de barris) de reserva acumulada naquela bacia sedimentar, ela recue e deixe o petróleo por lá mesmo. Foi sem nenhuma dúvida, uma enorme derrota da sociedade que se mobilizou, e que em sua maioria não quer a exploração de petróleo no maior rio do mundo.

Há sérios e concretos riscos de danos socioambientais com a abertura de uma nova fronteira exploratória de petróleo na foz do rio Amazonas. Segundo a ciência se houver vazamento de petróleo o resultado será uma tragédia anunciada, que atingirá não somente o Grande Sistema Recifal da Amazônia (GARS), com uma extensão estimada de 56.000 km2 (ecossistema único e rico em biodiversidade, servindo de berçário a várias espécies de peixes), como populações indígenas, quilombolas, colônias de pescadores e suas áreas de pesca artesanal, unidades de conservação, reservas extrativistas, todas próximas à área de exploração. E com o petróleo extraído é mais CO2 na atmosfera, mais efeito estufa, mais aquecimento global, mais destruição da floresta, mais tragédias.

Esta decisão do Ibama, depois de muita pressão e constrangimento político provocado pelo ministro do MME, foi judicializada por uma coalizão composta de 8 organizações de entidades ambientais, indígenas, quilombolas e pesqueiras, cuja ação civil pública impetrada tem como alvo a União e o Ibama. Pede a paralisação imediata das atividades de perfuração e anulação da licença de exploração concedida, alegando falhas técnicas, ausência de consulta livre, prévia e informada, além de violação dos compromissos climáticos assumidos pelo país em convenções e acordos internacionais.  

Outro desastre para a imagem do Brasil perante o mundo foi o discurso do ministro Alexandre Silveira, durante a posse dos novos diretores da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e da Autoridade Nacional de Segurança Nuclear (ANSN), no dia 5 de setembro, defendendo que o Brasil poderá precisar de armas nucleares para garantir sua soberania e defesa nacional. Assim reacendeu a discussão sobre uso pacifico e bélico da energia nuclear.

A Constituição Federal (CF) de 1988, Artigo 21, inciso XXIII, alínea “a” estabelece que: “toda atividade nuclear em território nacional somente será admitida para fins pacíficos e mediante aprovação do Congresso Nacional”. Também importante a lembrança de que o Brasil é signatário de tratados e acordos  Internacionais, entre eles o Tratado de não Proliferação de Armas Nucleares (TNP), o Tratado de Proscrição das Armas Nucleares na América Latina e no Caribe (conhecido como Tratado de Tlatelolco, cujo objetivo é o de garantir que a América Latina e o Caribe não tenham armas nucleares), e o Tratado para Proibição de Armas Nucleares.

As declarações do Ministro Alexandre Silveira sobre energia nuclear, atingem as raias do inverossímil, tornando esta autoridade do primeiro escalão do governo Lula, um dos mais combativos e maior defensor do uso nuclear para fins pacíficos e bélicos.

Como defensor da expansão de usinas nucleares no país propõe reatores modulares pequenos (em inglês, SMRs) na região Amazônica. Todavia omite que tanto do ponto de vista tecnológico, como econômico, enfrentam desafios importantes, sem que se tenha provado a viabilidade econômica, e nem demonstrado seu desempenho operacional. Quanto a continuar as obras da usina nuclear de Angra 3, cujo início oficial da construção foi em 1984, é o principal lobista dentro do governo federal. Obra que tem um custo para sua finalização de 23 bilhões de reais, e cujos equipamentos já comprados estão defasados, ultrapassados, não atendendo os atuais requisitos de segurança. Além da grande voracidade, pois o tesouro nacional despende anualmente 1 bilhão de reais para manutenção do canteiro de obras deste “elefante branco”.

Ao mencionar o uso da energia nuclear para fins de defesa do território e de segurança nacional, o ministro conhecido como o das “boas ideias”, também incentivou um deputado federal de extrema direita a declarar, em alto e bom som, que vai apresentar uma Projeto de Emenda Constitucional (PEC) retirando do artigo 21 da CF a exclusividade do uso pacifico da energia nuclear em território nacional, assim escancarando a possibilidade de o Brasil fabricar a sua bomba atômica. Nada mais surpreende vindo do atual Congresso Nacional, uma das piores legislaturas, infestados de safardanas agindo contra a vontade popular.

Para não desacreditar mais a luta a favor das usinas nucleares, houve uma imediata mobilização dos lobistas da Associação Brasileira para o Desenvolvimento de Atividades Nucleares (ABDAN), da Frente Parlamentar Mista da Tecnologia e Atividades Nucleares (grupo de parlamentares oportunistas que apoiam a energia nuclear no Brasil), de acadêmicos beneficiados com o programa nuclear brasileiro, da mídia corporativa; todos unânimes em atacar a proposta do parlamentar extremista. Viram nesta iniciativa como “um tiro no pé”, mais dificuldades aos seus interesses de emplacar a construção de novas usinas nucleares no país. Como é reconhecido, a energia nuclear é amplamente rejeitada pela maioria da população brasileira, e a possibilidade de o país fabricar bombas atômicas só aumentaria a rejeição popular por esta fonte de energia elétrica, e de destruição da vida.

Várias associações científicas também vieram a público para rejeitar e repudiar a proposta da “PEC da Bomba Atômica”, a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), a Academia Brasileira de Ciências (ABC), a Sociedade Brasileira de Física (SBF) e a Sociedade Brasileira de Química (SBQ). Todavia nada falaram dos resíduos produzidos por usinas nucleares que podem ser usados para a fabricação de artefatos nucleares. Ser contra a fabricação de bombas atômicas, por coerência, também deve ser contra as usinas nucleares.

Inacreditável foi a interpretação que o Estadão Verifica (em parceria com o Projeto Comprova) fez da fala do ministro Silveira. Bem conhecido por suas posições reacionárias, e um ativo defensor da nucleoeletricidade no país, este jornal chegou a publicar que o ministro não falou, o que ele disse.

A lição de ambos episódios é que o tempo do ministro das “boas ideias” esgotou. Deveria se preocupar mais com outros assuntos de sua pasta ligados às páginas policiais, pela venda de licenças ambientais em Minas Gerais; e explicar melhor como se deu o interesse de um grupo empresarial, sem nenhuma experiência na área, por usinas nucleares.

*Heitor Scalambrini Costa é professor associado aposentado da Universidade Federal de Pernambuco.

Humberto lidera e briga pela segunda vaga do Senado está acirrada

Do Blog do Magno Na corrida para as duas vagas que estarão em disputa para o Senado nas eleições de 2026, o senador Humberto Costa (PT), cotado para disputar a reeleição na provável chapa do candidato a governador pelo PSB, João Campos, aparece na dianteira na pesquisa do Instituto Opinião, tanto como a primeira opção […]

Do Blog do Magno

Na corrida para as duas vagas que estarão em disputa para o Senado nas eleições de 2026, o senador Humberto Costa (PT), cotado para disputar a reeleição na provável chapa do candidato a governador pelo PSB, João Campos, aparece na dianteira na pesquisa do Instituto Opinião, tanto como a primeira opção do eleitor, onde pontua 16,1% quanto na segunda alternativa – 9,4%. Na soma total, sendo o primeiro ou o segundo voto, o petista é o que mais se destaca– 25,5%.

Em seguida vem o ex-senador Armando Monteiro Neto (PSDB), uma das alternativas para a chapa da governadora Raquel Lyra (PSDB). Como opção de primeiro voto do eleitor, aparece com 9,6% e como segunda, 8,2%, totalizando 17,8%. Mesmo em segundo, Armando está num cenário de empate técnico com o ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho (UB), nome também cotado para a chapa de João.

Miguel é a opção de 10% do eleitor do primeiro voto de senador e 5,9% da segunda, totalizando 15,9%. Logo a seguir, vem Eduardo da Fonte (PP), aliado de Raquel. Para 6,9% dos entrevistados, ele seria uma alternativa para o primeiro voto e 5,9% para o segundo, resultando num total de 12,8%. A seguir, aparece o ex-prefeito de Jaboatão, Anderson Ferreira (PL), que totaliza 12,3%, sendo 7,4% como opção do primeiro senador e 4,9% do segundo senador.

Na sequência, vem o ministro dos Portos e Aeroportos, Sílvio Costa Filho (Republicanos), lembrado para a chapa de João, com uma totalidade de 10,1% das intenções de voto, sendo 4,3% para o primeiro voto e 5,8% para o segundo voto. Logo em seguida, desponta o ex-ministro Gilson Machado Neto (PL), com um total de 9,1%, sendo 5,6% da opção do primeiro voto e 3,5% da opção do eleitor para o segundo voto nas duas vagas para o Senado.

O ministro da Pesca, André de Paula (PSD), alternativa para a chapa de Raquel, aparece com um total de 8,5%, sendo 3,3% como opção para a primeira vaga e 5,3% para a segunda vaga. Por fim, o atual senador Fernando Dueire (MDB), que sucede a Jarbas no Senado, somou apenas 1,7% na totalidade, sendo 0,5% como opção para o primeiro voto e 1,2% como escolha para o segundo voto.

Pelo cruzamento dos dois votos, o percentual total é de 200%, dos quais 25,2% representam brancos e nulos, e indecisos 61%. No quesito rejeição, a liderança é do senador Humberto Costa. Entre os entrevistados, 11,1% disseram que não votariam nele de jeito nenhum, seguido de Gilson Machado, com 10% dos entrevistados que disseram que não votariam nele de jeito nenhum. 

Na sequência, aparecem André de Paula, com 6%, Anderson com 4,6%, Silvio Filho com 4%, Eduardo da Fonte com 3,5%, Armando com 3,4%, Miguel com 2,5% e Dueire com 2,1%.

A pesquisa foi a campo entre os dias 5, 6, 7 e 8 deste mês, sendo aplicados dois mil questionários em 80 municípios de todas as regiões do Estado. O intervalo de confiança estimado é de 95,5% e a margem de erro máxima estimada é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos sobre os resultados encontrados no total da amostra.

A modalidade da pesquisa adotada envolveu a técnica de Survey, que consiste na aplicação de questionários estruturados e padronizados a uma amostra representativa do universo da investigação. As entrevistas foram pessoais (face a face) e domiciliares.

Betânia e Custódia estão em debito com o Garantia Safra

Além dos 17 municípios do Pajeú, o Consórcio de Prefeitos é reforçado por mais três municípios: Sertânia, Custódia e Betânia. Se do Pajeú, treze pagaram o Garantia Safra/2015 e quatro estão em debito, a situação dos três municípios do Moxotó, integrantes do Cimpajeu é a seguinte: Sertânia pagou todas as parcelas. Já Custódia deve uma […]

DSC_0095

Além dos 17 municípios do Pajeú, o Consórcio de Prefeitos é reforçado por mais três municípios: Sertânia, Custódia e Betânia.

Se do Pajeú, treze pagaram o Garantia Safra/2015 e quatro estão em debito, a situação dos três municípios do Moxotó, integrantes do Cimpajeu é a seguinte:

Sertânia pagou todas as parcelas. Já Custódia deve uma parcela. Por outro lado, o município de Betânia não pagou nenhuma.

Augusto Valadares e Geraldo Júnior no Manhã Total na Gazeta

O Programa Manhã Total na Gazeta, começa daqui a pouco às onze da manhã, na emissora egipciense, que integra o Grupo Fênix de Comunicação. A Manhã Total na Gazeta terá prestação de serviço, notícias que movimentam a semana, participação dos ouvintes e o   Debate do Sábado. Neste sábado, o advogado Augusto Valadares e o médico Geraldo […]

20150416100226-400x400O Programa Manhã Total na Gazeta, começa daqui a pouco às onze da manhã, na emissora egipciense, que integra o Grupo Fênix de Comunicação.

A Manhã Total na Gazeta terá prestação de serviço, notícias que movimentam a semana, participação dos ouvintes e o   Debate do Sábado. Neste sábado, o advogado Augusto Valadares e o médico Geraldo Bezerra Júnior são os convidados.

Acompanhe: Você escuta a Gazeta FM sintonizando 95,3 MHZ. Pela internet, o endereço é o www.gazetafm95.com.br . A emissora integra o Sistema Fênix de Comunicação, presidido por Gilberto Rodrigues, contando ainda com a Vilabella FM, de Serra Talhada. É dirigida pelo jornalista João Carlos.