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Cursos técnicos de EAD tem 780 vagas para Afogados

Por Nill Júnior

Está aberto o processo de ingresso nos cursos técnicos da EAD Pernambuco. Os nove cursos ofertados são na modalidade EAD (educação a distância); semipresencial; e profuncionário (para profissionais da Educação). Pode participar qualquer pessoa que já tenha concluído o Ensino Médio.

A inscrição seguirá até o dia 9 de outubro e pode ser feita no site da Secretaria de Educação e Esportes (www.educacao.pe.gov.br) ou na EREM Monsenhor Antonio de Pádua Santos a partir das 17h. Depois de se inscrever, todos vão receber um e-mail, onde devem complementar as informações da pré-matrícula, além de submeter de forma eletrônica a documentação exigida conforme o edital. Após realizar esses dois processos, os pré-matriculados já podem iniciar as aulas, que começam a partir do dia 14 do mesmo mês, a depender do curso escolhido.

Os cursos ofertados são: Administração; Biblioteconomia; Desenvolvimento de Sistemas; Design de Interiores; Logística; Multimeios Didáticos; Recursos Humanos; Secretaria Escolar; e Segurança do Trabalho.

As vagas para o Polo Afogados da Ingazeira – EREM Monsenhor Antonio de Pádua Santos: são 110 vagas semipresenciais à  noite e 670 vagas EAD com provas presenciais também a noite.

Outras Notícias

Opinião: João Campos continua na liderança da disputa pelo Governo de Pernambuco

Faltando cerca de dez meses para as eleições estaduais de 2026, o cenário para a disputa ao Governo de Pernambuco permanece estável, com o pré-candidato do PSB, João Campos, à frente nas intenções de voto. É o que aponta o último levantamento do instituto Opinião, realizado em parceria com o blog do Magno Martins, divulgado […]

Faltando cerca de dez meses para as eleições estaduais de 2026, o cenário para a disputa ao Governo de Pernambuco permanece estável, com o pré-candidato do PSB, João Campos, à frente nas intenções de voto. É o que aponta o último levantamento do instituto Opinião, realizado em parceria com o blog do Magno Martins, divulgado nesta quinta-feira (18).

Em três cenários estimulados, João Campos mantém vantagem em relação à governadora Raquel Lyra (PSD), com diferença próxima de 25 pontos percentuais. No primeiro cenário, que inclui o ex-ministro Gilson Machado (PL) como representante do eleitorado conservador, João registra 53,6% das intenções de voto, enquanto Raquel aparece com 26,8%. Gilson Machado soma 3,4% e Ivan Moraes (PSOL), 0,7%. Brancos e nulos totalizam 7,6%, e 7,9% dos entrevistados se declararam indecisos.

No segundo cenário, com Eduardo Moura (Novo) no lugar de Gilson Machado, João Campos alcança 54,2%, seguido por Raquel Lyra, com 27,3%. Eduardo Moura aparece com 2,4% e Ivan Moraes com 0,8%. Brancos e nulos somam 8,3%, e os indecisos, 7%.

No terceiro cenário, em disputa direta entre João Campos e Raquel Lyra, o pré-candidato do PSB lidera com 54,4%, enquanto a governadora registra 29,7%. Brancos e nulos atingem 8,7%, e indecisos, 7,2%.

Na pesquisa espontânea, em que os entrevistados indicam sua preferência sem a apresentação de nomes, João Campos aparece com 24,6%, seguido por Raquel Lyra, com 16,8%. No levantamento sobre rejeição, a governadora concentra o maior índice: 23% afirmaram que não votariam nela de forma alguma. Gilson Machado aparece em seguida, com 14,3%, João Campos registra 11,6%, e Ivan Moraes tem o menor índice, com 9,2%.

A pesquisa foi realizada entre os dias 12 e 15, com a aplicação de dois mil questionários em 80 municípios de diferentes regiões de Pernambuco. O levantamento tem nível de confiança de 95,5% e margem de erro de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos. As entrevistas foram presenciais, utilizando a técnica de survey, com questionários estruturados e padronizados.

Ex-senador Luiz Estevão é preso pela PF em Brasília e levado para SP

Prisão é decorrência da rejeição de recurso pelo ministro Toffoli, do STF. Ex-senador deve ser transferido da PF para presídio na segunda-feira. O ex-senador Luiz Estevão foi preso pela Polícia Federal na manhã deste sábado (27) na casa dele, em Brasília, e levado para São Paulo, onde cumprirá pena de 3 anos e 6 meses […]

Prisão é decorrência da rejeição de recurso pelo ministro Toffoli, do STF.
Ex-senador deve ser transferido da PF para presídio na segunda-feira.

Lançamento Timemania

O ex-senador Luiz Estevão foi preso pela Polícia Federal na manhã deste sábado (27) na casa dele, em Brasília, e levado para São Paulo, onde cumprirá pena de 3 anos e 6 meses de prisão, em regime semiaberto, por falsificação de documento público. Estevão foi para a Superintendência da PF em São Paulo, onde chegou no início da tarde, e poderá ser transferido para um presídio na segunda-feira.

A ordem de prisão é da Justiça Federal de São Paulo, em razão de decisão do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), que na quinta-feira (25) rejeitou recurso do ex-senador e determinou o cumprimento da pena.

Estevão é acusado de alterar livros contábeis para justificar dinheiro de obras superfaturadas para construir o prédio do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de São Paulo, da qual teria sido desviado R$ 1 bilhão. Em 2011, quando o ex-senador foi condenado no Superior Tribunal de Justiça (STJ), a defesa alegou que apenas um documento tinha sofrido alterações, mas que não isso não provocou efeito prático nem poderia justificar a acusação.

A defesa do ex-parlamentar, condenado em outro processo a 36 anos de prisão, argumentava também que a pena de 3 anos e 6 meses estava prescrita – a prescrição se dá quando há demora no julgamento, e o Estado perde o direito de punir o réu.

O advogado Marcelo Bessa, que representa o ex-senador, também argumentava que a aplicação da pena deveria ser suspensa até que o Supremo julgasse ação que questiona a legalidade de investigações pelo Ministério Público Federal.

No entanto, Toffoli rejeitou o recurso e classificou o pedido de Luiz Estevão de “protelatório”. Para o ministro, o ex-parlamentar tentava reiteradamente atrasar o cumprimento da pena com o objetivo de evitar a punição.

“Nítida, portanto, a intenção do recorrente de procrastinar o trânsito em julgado da sua condenação e, assim, obstar a execução da pena que lhe foi imposta, conduta essa repelida pela jurisprudência deste Supremo ao definir que a utilização de sucessivos recursos manifestamente protelatórios autoriza o imediato cumprimento da decisão proferida por esta Suprema Corte”, afirmou Toffoli.

Cumprimento da pena
Como a pena é inferior a oito anos, Luiz Estevão pode cumprí-la em regime semiaberto, pelo qual o condenado dorme na prisão e pode sair durante o dia para trabalhar. Pelo Código de Processo Penal, pena inferior a quatro anos também possibilita o cumprimento em regime aberto ou a transformação da pena em prestação de serviços à comunidade.

No entanto, o Tribunal Regional Federal da 3º Região (TRF-3) já havia decidido que Luiz Estevão não deve ter direito a regime de punição mais brando, mas sim ao semiaberto, já que é réu reicidente e teria tentado enganar a Justiça falsificando documentos para evitar o bloqueio de recursos oriundos de crime.

A decisão do TRF-3 de determinar cumprimento no regime semiaberto foi mantida pelo STF ao analisar recurso do ex-parlamentar, em fevereiro deste ano.

O caso
O escândalo de superfaturamento na construção do TRT de São Paulo, no qual Luiz Estevão teria tido participação veio à tona em 1998. Naquela época, uma auditoria do Ministério Público apontou que somente 64% da obra da nova sede do TRT-SP estava concluída depois de seis anos da licitação. Nessa período, quase todo o recurso previsto para a construção já havia sido liberado.

A licitação foi vencida em 1992 pela empresa Incal, associada ao empresário Fábio Monteiro de Barros. A obra foi abandonada em 1998, após o juiz Nicolau dos Santos Neto deixar a comissão responsável pelo empreendimento.

Em 1999, foi criada uma Comissão Parlamentar de Inquérito na Câmara dos Deputados para investigar o caso. A apuração revelou um contrato em que 90% da Incal era transferida ao Grupo OK, do então senador Luiz Estevão.

Em 2012, após a condenação do ex-senador no STJ, a Advocacia-Geral da União anunciou ter feito acordo com o grupo OK, de Estevão, para que fossem devolvidos R$ 468 milhões pelas irregularidades na construção do TRT-SP. Segundo a AGU, R$ 80 milhões seriam pagos à vista.

Em 2006, o ex-senador foi condenado pela Justiça Federal a 31 anos de prisão, além de pagamento de multa estimada em R$ 3 milhões, mas ganhou o direito de recorrer em liberdade.
Desde então, ele vinha apresentando uma série de recursos à Justiça para tentar atrasar o final do processo, o chamado “trânsito em julgado”.

Do G1

Sertão do Pajeú totaliza 333 óbitos por Covid-19

Serra Talhada confirmou três novos óbitos pela doença. Por André Luis Após os últimos boletins divulgados pelas secretarias de saúde dos municípios do Sertão do Pajeú, nesta segunda-feira (08.03), a região totaliza 19.755 casos confirmados de Covid-19. Foram mais 115 novos casos. Portanto, os números de casos de cada município ficam assim: Serra Talhada, 7.104; […]

Serra Talhada confirmou três novos óbitos pela doença.

Por André Luis

Após os últimos boletins divulgados pelas secretarias de saúde dos municípios do Sertão do Pajeú, nesta segunda-feira (08.03), a região totaliza 19.755 casos confirmados de Covid-19. Foram mais 115 novos casos.

Portanto, os números de casos de cada município ficam assim: Serra Talhada, 7.104; Afogados da Ingazeira, 2.978; Tabira 1.892, São José do Egito, 1.479; Carnaíba,  1.044; Flores, 729; Santa Terezinha, 671; Triunfo, 659; Itapetim, 601; Iguaracy, 458; Calumbi, 371; Brejinho, 359; Solidão, 337; Quixaba, 311; Santa Cruz da Baixa Verde, 300; Tuparetama, 296 e Ingazeira, 166 casos confirmados.

Óbitos – Com mais três óbitos confirmados em Serra Talhada, a região conta agora com 333 óbitos por Covid-19. Todas as dezessete cidades da região registraram mortes. São elas: Serra Talhada (103); Afogados da Ingazeira (31); Flores (25); São José do Egito (24); Carnaíba (22); Triunfo (22); Tabira (20); Santa Terezinha (19); Tuparetama (17); Iguaracy (13); Itapetim (12); Quixaba (10); Brejinho (5); Santa Cruz da Baixa Verde (4); Calumbi (3); Solidão (2) e Ingazeira (1).

Detalhes dos óbitos

A Secretaria de Saúde de Serra Talhada confirmou em seu boletim epidemiológico desta segunda-feira, três novos óbitos:

O 101° óbito se trata de paciente do sexo feminino, 70 anos, moradora do Centro da cidade. A paciente tinha hipertensão e faleceu no dia 14/02, no Hospital Santa Marta.

O 102° óbito se trata de paciente do sexo masculino, 90 anos, morador do IPSEP. Era ex-tabagista e faleceu no dia 05/03, no HOSPAM.

O 103° óbito se trata de paciente do sexo feminino, 87 anos, moradora do Alto da Conceição. Era hipertensa, ex-tabagista e portadora de Alzheimer. Faleceu no dia 07/03 no Hospital Eduardo Campos.

Recuperados –  A região tem agora no total 19.059 pacientes recuperados da Covid-19. O que corresponde a 96,47% dos casos confirmados. Ontem foram 90 novas curas.

Presidenciável Valéria Monteiro visita hoje a região do Pajeú

De olho na cadeira do Presidente Michel Temer, a jornalista Valéria Monteiro (PMN) percorre o país divulgando as suas propostas. Valéria Monteiro ficou conhecida como a primeira mulher a apresentar o Jornal Nacional da Rede Globo. Também pelo período na cadeira do Fantástico. A agenda da presidenciável começa às 8h da manhã com reunião em […]

De olho na cadeira do Presidente Michel Temer, a jornalista Valéria Monteiro (PMN) percorre o país divulgando as suas propostas.

Valéria Monteiro ficou conhecida como a primeira mulher a apresentar o Jornal Nacional da Rede Globo. Também pelo período na cadeira do Fantástico.

A agenda da presidenciável começa às 8h da manhã com reunião em São José do Egito. O encontro é organizado pelo ex-vereador Rômulo Junior e o Secretário Municipal de Agricultura Marcos Brito.

Às 10h Valéria Monteiro concede entrevista ao radialista Anchieta Santos no Programa Cidade Alerta da Rádio Cidade FM de Tabira. Ao meio dia almoça com Jackson Ferreira, filho do vereador Jota Ferreira, e lideranças, no Distrito do Riacho do Meio em São José do Egito.

Nova da VazaJato: Deltan pediu R$ 38 mil em “dinheiro público” a Moro

O jornalista Reinaldo Azevedo revelou na noite desta segunda (15) que o procurador Deltan Dallagnol pediu R$ 38 mil para o ex-juiz Sergio Moro. O dinheiro, que seria de propriedade da 13ª Vara Federal em Curitiba, então conduzida por Moro, seria destinado ao pagamento de um vídeo de promoção do pacote conhecido por “10 medidas […]

O jornalista Reinaldo Azevedo revelou na noite desta segunda (15) que o procurador Deltan Dallagnol pediu R$ 38 mil para o ex-juiz Sergio Moro.

O dinheiro, que seria de propriedade da 13ª Vara Federal em Curitiba, então conduzida por Moro, seria destinado ao pagamento de um vídeo de promoção do pacote conhecido por “10 medidas anticorrupção”, que seria veiculado na Rede Globo.

Segundo o jornalista, que fez a reportagem em parceria com Leandro Demori, do Intercept Brasil, em 16 de janeiro de 2016, Deltan enviou a seguinte mensagem a Moro:

“Você acha que seria possível a destinação de valores da Vara, daqueles mais antigos, se estiverem disponíveis, para um vídeo contra a corrupção, para as 10 medidas, que será veiculado na Globo. A produtora está cobrando apenas custos de terceiro, que dariam uns R$ 38 mil.”

Em outra mensagem, Deltan acrescentou: “Seguem o roteiro e orçamento, caso queira olhar. O roteiro vai sofrer alteração ainda. Avalie de maneira livre e se achar que vai arranhar a imagem da Lava Jato de alguma forma, nem nós queremos.” Moro respondeu em 17 de janeiro de 2016: “Se for os 38 mil, acho que é possível. Deixe ver na terça e te respondo.”

“Ilegal, imoral e indecente”, avaliou Azevedo. “Não importa se o dinheiro foi dado ou não. Ele aceitou dar. Corrupção passiva e corrupção ativa. Basta a expectativa de vantagem para que a pessoa seja considerada criminosa, desde que esteja usando o bem público ou para comprar alguém ou para se vender.”

Azevedo explicou ainda que a 13ª Vara de Curitiba dispõe de dois tipos de recursos: um enviado pelo Conselho Nacional de Justiça, que envia o dinheiro para tribunais regionais que, por sua vez, distribuem para as varas. O outro tipo de recurso são de depósitos judiciais e multa provenientes das condenações.

“Juiz concordar em dar dinheiro público para financiar publicidade [autopromoção] é ilegal”, disse Azevedo. E escancara, continuou o jornalista, “mais uma vez as relações impróprias entre procurador e juiz na Lava Jato.” A produtora era privada.