Criticado por colega, Padre Júlio Lancelotti foi chamado por Papa Francisco de “mensageiro de Deus”
Por Nill Júnior
Criticado pelo Padre Adilson Simões, que comanda a Terra da Misericórdia, em Arcoverde, o Padre Júlio Lancelotti foi elogiado pelo Papa Francisco e recebeu uma ligação do Sumo Pontífice. Foi em 2020.
“O Papa disse que nos acompanha com carinho, sabe das dificuldades que vivemos e para que não desanimemos e tenhamos coragem, como Jesus, estando sempre junto dos pobres”, contou o sacerdote.
Francisco também pediu ao Padre Julio que transmitisse à população de rua que ele os ama muito, os abençoou, pedindo-lhes também suas orações por ele.
No dia seguinte ao telefonema, o Papa citou o Padre Júlio na oração do Angelus e o chamou de “Mensageiro de Deus”.
“Ontem à tarde, consegui telefonar para um padre italiano idoso, missionário da juventude no Brasil, mas sempre trabalhando com os excluídos, com os pobres. E vive essa velhice em paz: consumou a sua vida com os pobres. Esta é a nossa Mãe Igreja, este é o mensageiro de Deus que vai às encruzilhadas dos caminhos.”
Encontro na Cultura FM reuniu Márcia Conrado, Marquinhos Dantas, Socorro Brito e Victor Oliveira O debate promovido pela Cultura FM com postulantes à Prefeitura de Serra Talhada mostrou o mote que cada um usará na campanha a partir da oficialização de todas as candidaturas. Marquinhos Dantas usou um tom de questionamento do ciclo de poder […]
Encontro na Cultura FM reuniu Márcia Conrado, Marquinhos Dantas, Socorro Brito e Victor Oliveira
O debate promovido pela Cultura FM com postulantes à Prefeitura de Serra Talhada mostrou o mote que cada um usará na campanha a partir da oficialização de todas as candidaturas.
Marquinhos Dantas usou um tom de questionamento do ciclo de poder entre as gestões Carlos Evandro e Luciano Duque, representados por Socorro Brito e Márcia Conrado.
Disse que os nomes podem até ter boa intenção, mas que há uma cultura de favorecimento de aliados, citando vereadores que furam filas nos postos de saúde por serem aliados.
Também voltou a dizer que há um ciclo prejudicial a Serra quando os grupos de Carlos, Sebastião Oliveira e Luciano Duque brigam pelo quanto pior, melhor.
Márcia Conrado defendeu o legado da gestão Luciano Duque e disse que fará uma gestão de continuidade, citando ações do atual governo e projetos como o de asfaltamento de ruas com emendas de R$ 17 milhões.
Na pauta política, destacou que seu leque de alianças terá mais de 80 candidatos a vereador, podendo aumentar com o ingresso do Cidadania, anunciado essa semana.
Socorro Brito destacou o legado de Carlos Evandro e sinalizou que o ex-prefeito deixou conquistas que não podem ser esquecidas. Disse lamentar que ações como o Samu não tenham sido entregues, além de questionar falta de investimentos na educação e saúde. Chegou a sinalizar que Carlos e ela teriam deixado pavimentada a condição para Duque gerir o município.
Victor Oliveira, único que participou por telefone, criticou o embate em Socorro e Márcia, sinalizando que uma candidata é produto do ciclo da outra, sentenciado que nenhuma tem legitimidade para questionar.
Prometeu um ciclo novo na cidade e não entrou em rota de colisão com Marquinhos Dantas. Pelo contrário, elogiou o candidato quando se revezaram em um dos blocos.
O clima esquentou mais quando Socorro disse que Márcia havia sido sua “subordinada” na Saúde. Márcia rebateu dizendo que como Secretária, não haviam subordinados.
Quando Márcia perguntou a Marquinhos o que ele achava de Victor não ter tido a confiança do próprio grupo. Marquinhos disse que a pergunta deveria ser dirigida a Victor, não a ele.
Nos bastidores, a assessoria de Márcia Conrado questionou a participação de Victor Oliveira por telefone. A produção do embate alegou que, para garantir a presença de todos, ofereceu a possibilidade para todos os nomes que alegaram questões logísticas como dificuldadoras da participação.
E aliados de Socorro Brito e Victor Oliveira acusaram a candidata governista e sua assessoria de promover aglomerações com militantes na frente da Rádio. A emissora se posicionou deixando claro que coibir a prática era obrigação das forças policiais e de vigilância, pela pandemia da Covid-19. Assista:
Do Blog da Folha O doleiro Alberto Youssef disse, em depoimento na Operação Lava Jato, que a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tinham conhecimento da “estrutura que envolvia a distribuição e repasse de comissões” na Petrobras. Durante o processo de delação premiada, Youssef afirmou que “tanto a presidência da […]
O doleiro Alberto Youssef disse, em depoimento na Operação Lava Jato, que a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tinham conhecimento da “estrutura que envolvia a distribuição e repasse de comissões” na Petrobras. Durante o processo de delação premiada, Youssef afirmou que “tanto a presidência da Petrobras como o Palácio do Planalto” sabiam do esquema.
Questionado sobre a quem se referia ao mencionar Palácio do Planalto, Youssef citou os nomes de Lula, Dilma, e parte da cúpula do governo do ex-presidente: Gilberto Carvalho, Gleisi Hoffmann, Antonio Palocci, José Dirceu, Ideli Salvatti e Edison Lobão.
O trecho da delação de Youssef que cita Lula e Dilma aparece no pedido de abertura de inquérito encaminhado pela Procuradoria-Geral da República para investigar a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR). O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, descartou a possibilidade de investigar a presidente Dilma Rousseff.
“Em complementação ao termo de declarações realizado na data de ontem, o declarante gostaria de ressaltar que tanto a presidência da Petrobras, quando o Palácio do Planalto tinham conhecimento da estrutura que envolvia a distribuição e repasse de comissões no âmbito da estatal”, relatam os investigadores sobre o depoimento de Youssef.
Na sequência, explicam: “Indagado quanto a quem se referia em relação ao termo ‘Palácio do Planalto’, esclarece que tanto a presidência da República, Casa Civil, Ministro de Minas e Energia, tais como Luiz Inácio Lula da Silva, Gilberto Carvalho, Ideli Salvatti, Gleisi Hoffmann, Dilma Rousseff, Antonio Palocci José Dirceu e Edison Lobão, entre outros relacionados”.
As evidências apontam, segundo a Procuradoria, que Gleisi recebeu R$ 1 milhão em agosto de 2010 para custear sua campanha. As investigações demonstram “que o apoio político aos operadores do esquema de contratos ilegais e corrupção de agentes públicos mantidos no ambiente da Petrobras era algo imprescindível”, aponta a peça da PGR. A petista será investigada por suposta prática de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
O deputado federal Gonzaga Patriota (PSB) se reuniu, na manhã desta sexta-feira (02), em Petrolina, com dezenas de representantes de Associações de Transporte Alternativo do Sertão do São Francisco, Sertão Central, Araripe, além de Sergipe, Alagoas e Bahia para discutirem sobre a Lei nº 13.855, sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro, que altera o Código de […]
O deputado federal Gonzaga Patriota (PSB) se reuniu, na manhã desta sexta-feira (02), em Petrolina, com dezenas de representantes de Associações de Transporte Alternativo do Sertão do São Francisco, Sertão Central, Araripe, além de Sergipe, Alagoas e Bahia para discutirem sobre a Lei nº 13.855, sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro, que altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), que dispõe sobre transporte escolar e transporte remunerado não licenciado.
De acordo com o parlamentar, esse projeto foi aprovado irregularmente, já que não passou por votação no Plenário da Câmara dos Deputados, nem no Senado. O parlamentar ainda adiantou que apresentará um Projeto de Lei para suprimir o PL n° 13.855. “Eu já estou com um projeto pronto para apresentar e suprimir essa Lei que foi sancionada. É importante explicar que essa Lei foi aprovada apenas nas comissões e não passou por votação no Plenário, de acordo com as exigências do Parlamento. Então, nenhum deputado votou essa lei, muito menos os senadores”, explicou.
O socialista ainda completou: “O código de Trânsito Brasileiro, que a gente ajudou a fazer, ele criou o transporte alternativo e o escolar e esse projeto sancionado pelo presidente praticamente acaba com esse tipo de transporte alternativo e, isso, não podemos permitir”, avaliou.
Coluna para o Jornal Folha do Pajeú Fiel da balança As recentes declarações de Totonho Valadares (PSB) na Rádio Pajeú aguçaram as especulações dos que torcem pelo fim ou manutenção de sua aliança com o atual gestor, José Patriota. E a esta altura do campeonato, não dá pra dizer com certeza o que quer Totonho. […]
As recentes declarações de Totonho Valadares (PSB) na Rádio Pajeú aguçaram as especulações dos que torcem pelo fim ou manutenção de sua aliança com o atual gestor, José Patriota. E a esta altura do campeonato, não dá pra dizer com certeza o que quer Totonho. Pode estar querendo emplacar o filho Daniel em uma chapa com Patriota, ser ele mesmo o candidato a vice (Patriota teria projeto de ser candidato a Federal em 2018 e o mandato cairia no colo) ou já estaria ensaiando migrar para uma composição com a oposição capitaneada por Zé Negão. Seja qual for o caminho, uma coisa é certa: até o início de outubro, Totonho deixa o PSB. O seu destino pode começar a responder as dúvidas anteriores, ou não…
Edmilson com mais força que Patriota no HR
A Diretora do HR Emília Câmara, Leandra Cristina Barbosa Saldanha, não queria de jeito nenhum liberar servidores no feriado municipal e 1º de julho, decretado pelo prefeito José Patriota por conta da emancipação política da cidade. Até pouco antes da data, adotou o discurso de que “prefeito manda na cidade e que no HR mandava ela”. Só mudou de ideia após a intervenção do médico Edmilson Policarpo.
Síndrome rara e difícil de curar
No Pajeú, muitos ex-prefeitos sofrem da Síndrome do Poder Atemporal (SPA), doença rara definida por esta coluna, que tem sintomas muito claros: o temo do político já passou, ela não tem mais peso na ordem do dia, só é parado na rua por bêbado e pidão, mas converse com ele e vai continuar dizendo que é “a última bolacha do pacote”, com peso para definir um pleito. Manifestações dessa síndrome foram identificadas no ex-prefeito Geni Pereira (Serra Talhada). Mas há mais alguns com esses mesmos sintomas há pelo menos 30 anos…
Lista de prefeitos e vice que já romperam no Pajeú
Ajudem aí: Patriota e Lúcia Moura (Afogados), Luciano Duque e Tatiana Duarte (Serra), Luciano Torres e Beta (Ingazeira), Sebastião Dias e Genedi Brito (Tabira), Cida e Dalva (Solidão). Até o ano que vem, o cordão pode aumentar. Disse um pensador político: o vice tem que ser bom o suficiente para dar peso a chapa, mas acomodado o bastante para não cobrar espaço depois de eleito…
Factus lançado
O grupo MVF lançará a Revista Factus, destacando profissionais destacados em suas áreas de atuação no Pajeú. Enquanto toca seus projetos profissionais fazendo notícia, o jornalista Mário Viana Filho busca ser a notícia: luta para formar um bloco de coalisão para enfrentar o candidato de Luciano Torres, em outubro que vem.
A força do Zap Zap
Em Serra Talhada, os grupos de WhatsApp rivalizam a ate atenção da classe política com os blogs. Depois do Serra On Line com participação de agentes ativos na vida da cidade, incluindo Deputados, assessores da prefeitura e pré-candidatos de situação e oposição, eis que surge agora o ST+, capitaneado por Júnior Campos, com direito a blog e tudo mais. Viva a revolução digital.
O governador e candidato à reeleição, Paulo Câmara (PSB), se posicionou em relação ao presidente Michel Temer (MDB), que, em entrevista à Rádio Jornal, nesta quarta-feira (29/08), disse que Câmara apoiou o impeachment de Dilma. “Tentou confundir a população pernambucana, com declarações inverídicas e com notada pretensão de ajudar o seu desesperado palanque em nosso […]
O governador e candidato à reeleição, Paulo Câmara (PSB), se posicionou em relação ao presidente Michel Temer (MDB), que, em entrevista à Rádio Jornal, nesta quarta-feira (29/08), disse que Câmara apoiou o impeachment de Dilma.
“Tentou confundir a população pernambucana, com declarações inverídicas e com notada pretensão de ajudar o seu desesperado palanque em nosso Estado”, disse em entrevista na mesma emissora.
“O presidente Temer não tem o nosso apoio e nunca teve em nenhum dos momentos do seu Governo. Pelo contrário: éramos a favor de novas eleições (após o processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff). Não aceitamos cargos no governo dele! O PSB não aceitou, a Executiva do partido não aceitou”, recordou Câmara, também em entrevista à emissora.
Registrando pontos em que ele e o PSB se colocaram contrários às propostas apresentadas pelo Governo Federal, Paulo Câmara frisou a retaliação praticada por Temer. “Nós fomos contra a Reforma Trabalhista, a Reforma da Previdência, a venda da Eletrobras, o Teto de Gastos (públicos). São posições muito claras nossas. E nós fomos discriminados. A (devolução da) autonomia de Suape foi remarcada, e ele não fez, porque fomos contra a Reforma Trabalhista”, relembrou.
“Nós estamos fazendo graças ao esforço da Compesa, que está executando. A segunda etapa ainda não tem nem prazo para começar. Só vamos abranger nove municípios do Agreste, e os demais estão sem prazo para iniciar essas obras. Tivemos que fazer obras com os recursos do Governo do Estado para suprir a questão da água. Fizemos a Adutora do Pirangi, a Adutora do Alto Capibaribe”, pontuou.
O governador também falou de “falta de sensibilidade do Governo Federal e do presidente Michel Temer, que, apesar de ter visitado Pernambuco durante a enchente que atingiu a Zona Mata Sul, no primeiro semestre do ano passado, ignorou a necessidade de reestruturação dos municípios afetados”.
MINISTÉRIO – Paulo lembrou que o deputado federal Fernando Filho foi indicado ao Ministério de Minas e Energia pela bancada do PSB na Câmara Federal, em contraposição à decisão partidária. “Um ministro que saiu do PSB justamente pelo partido não concordar com o trabalho dele. Ele ia ser expulso do PSB e, por isso, saiu”, destacou, ressaltando o desserviço prestado pelo parlamentar à frente da pasta.
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