Fernando Monteiro fala das ações no combate aos efeitos da Covid-19
Por André Luis
Em entrevista à Rádio Ponte FM, de Petrolina, nesta quinta-feira (30), o deputado federal Fernando Monteiro (PP-PE) falou sobre o cenário atual gerado pela pandemia em Pernambuco e sobre suas ações para minimizar os efeitos da Covid-19 na economia e na saúde. Na conversa com o apresentador Vinícius Santana, o parlamentar enfatizou que “a hora não é de política eleitoral, mas de políticas públicas”.
O deputado, que destinou mais de R$ 22 milhões para o combate ao vírus em Pernambuco, direcionou também 100% de suas emendas de bancada, no valor de R$ 8,5 milhões, para o enfrentamento à pandemia no Estado.
“Todos os esforços, hoje, estão concentrados na superação desta fase. Pernambuco começou na frente nas ações necessárias de restrições pelo isolamento social, recomendação da Organização Mundial de Saúde. O Estado também agiu rápido disponibilizando mais de mil leitos para tratamento exclusivo de pacientes com a Covid-19”, destacou.
O parlamentar lembrou também do papel fundamental da Câmara dos Deputados nas ações necessárias para a garantia da dignidade das pessoas, como a ajuda emergencial de R$ 600 aos trabalhadores.
Para a região do São Francisco, outro ponto citado foi a liberação, por meio da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), de R$ 10 milhões para o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). Os recursos servirão como aporte financeiro aos agricultores familiares, atendendo aos criadores de caprinos e ovinos.
Governo tenta reverter decisão que afastou Andrei Rodrigues e Leandro Almada; julgamento na Segunda Turma foi interrompido após pedido de vista de Gilmar Mendes. O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, deu prazo de 72 horas para que o ministro André Mendonça se manifeste sobre o pedido da Advocacia-Geral da União (AGU) que […]
Governo tenta reverter decisão que afastou Andrei Rodrigues e Leandro Almada; julgamento na Segunda Turma foi interrompido após pedido de vista de Gilmar Mendes.
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, deu prazo de 72 horas para que o ministro André Mendonça se manifeste sobre o pedido da Advocacia-Geral da União (AGU) que tenta derrubar o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues.
A medida foi determinada após a AGU recorrer contra a decisão de Mendonça que afastou Andrei e o diretor de Inteligência Policial, Leandro Almada. Segundo o órgão, a decisão interfere em uma competência do presidente da República sobre a direção da Polícia Federal.
No recurso, a AGU sustenta que o afastamento provoca efeito direto sobre a organização e o comando da corporação e restringe, ainda que provisoriamente, a possibilidade de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidir sobre a permanência ou substituição de quem ocupa o cargo.
Mendonça havia determinado o afastamento preventivo dos dois dirigentes após questionar relatórios produzidos pela inteligência da PF e afirmar ter sido alvo de monitoramento irregular.
Segunda Turma formou maioria, mas julgamento foi suspenso
A Segunda Turma do STF chegou a formar maioria para manter a decisão de Mendonça. Luiz Fux e Nunes Marques acompanharam o relator, formando três votos favoráveis ao afastamento.
O julgamento, porém, foi interrompido depois que Gilmar Mendes pediu vista do processo. Enquanto não houver nova decisão, a liminar que afastou Andrei e Almada continua em vigor.
No pedido de vista, Gilmar indicou que o caso pode exigir análise do plenário do STF e levantou dúvidas sobre os efeitos da medida no equilíbrio político-eleitoral.
Cúpula da PF reage
Outro desdobramento ocorreu dentro da própria Polícia Federal. Onze diretores colocaram seus cargos à disposição em apoio a Andrei Rodrigues e Leandro Almada.
Em nota, o grupo contestou acusações contra os dois dirigentes e defendeu a atuação da corporação. Com o afastamento de Andrei, o delegado William Marcel Murad assumiu interinamente o comando da PF.
O episódio amplia a crise entre setores da Polícia Federal e integrantes do Supremo, que já vinha se intensificando em meio às investigações relacionadas ao caso Master.
Agora, além da manifestação de Mendonça, caberá a Fachin decidir como seguirá a análise do recurso apresentado pela AGU.
Fonte: Diario de Pernambuco
Foto: Carlos Alves Moura
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Ana Patrícia tem 3%; Julio, 3%; Maurício, 2%; Simone, 2%; Dani, 1%. Levantamento foi feito entre os dias 17 e 19 de agosto. Do G1 Pesquisa Ibope divulgada nesta segunda-feira (20) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto para o governo de Pernambuco: Paulo Câmara (PSB): 27% Armando Monteiro (PTB): 21% Ana Patrícia Alves […]
Ana Patrícia tem 3%; Julio, 3%; Maurício, 2%; Simone, 2%; Dani, 1%. Levantamento foi feito entre os dias 17 e 19 de agosto.
Do G1
Pesquisa Ibope divulgada nesta segunda-feira (20) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto para o governo de Pernambuco:
Paulo Câmara (PSB): 27%
Armando Monteiro (PTB): 21%
Ana Patrícia Alves (PCO): 3%
Julio Lossio (Rede): 3%
Maurício Rands (PROS): 2%
Simone Fontana (PSTU): 2%
Dani Portela (PSOL): 1%
Branco/nulo: 32%
Não sabe/não respondeu: 8%
A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo “Jornal do Commercio”. É o primeiro levantamento do Ibope realizado depois da oficialização das candidaturas na Justiça Eleitoral.
Sobre a pesquisa
Margem de erro: 3 pontos percentuais para mais ou para menos
Quem foi ouvido: 1.204 eleitores de todas as regiões do estado, com 16 anos ou mais
Quando a pesquisa foi feita: 17 a 19 de agosto
Registro no TRE: PE-00006/2018
Registro no TSE: BR‐09085/2018
O nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro
0% significa que o candidato não atingiu 1%. Traço significa que o candidato não foi citado por nenhum entrevistado
Espontânea
Na modalidade espontânea da pesquisa Ibope (em que o pesquisador somente pergunta ao eleitor em quem ele pretende votar, sem apresentar a relação de candidatos), o resultado foi o seguinte:
Paulo Câmara (PSB): 9%
Armando Monteiro (PTB): 5%
Ana Patrícia Alves (PCO): 0%
Julio Lossio (Rede): 0%
Maurício Rands (PROS): 0%
Dani Portela (PSOL): –
Simone Fontana (PSTU): –
Outros: 3%
Branco/nulo: 29%
Não sabe/não respondeu: 53%
Rejeição
O Ibope também mediu a taxa de rejeição (o eleitor deve dizer em qual dos candidatos não votaria de jeito nenhum). Nesse item, os entrevistados puderam escolher mais de um nome. Veja os índices:
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva corre contra o tempo para não deixar a medida provisória que reformulou os ministérios no começo do seu governo perca a validade. A MP 1154/23 foi publicada no primeiro dia do novo governo, definindo um total de 37 ministros, sendo 31 ministérios e seis órgãos com […]
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva corre contra o tempo para não deixar a medida provisória que reformulou os ministérios no começo do seu governo perca a validade.
A MP 1154/23 foi publicada no primeiro dia do novo governo, definindo um total de 37 ministros, sendo 31 ministérios e seis órgãos com status de ministério.
No entanto, se o texto não for votado pela Câmara e pelo Senado até a próxima quinta-feira, 1º de junho, ele perde a validade e a estrutura do governo federal voltará a ser do tamanho do que era no governo de Jair Bolsonaro, com 23 ministros.
Na quarta-feira (24), o governo já sofreu uma derrota depois que a comissão mista que analisa a reestruturação ministerial de Lula aprovou, com alterações, o relatório sobre a matéria do deputado Isnaldo Bulhões (MDB-AL).
O texto final aprovado manteve mudanças feitas por Bulhões que causaram críticas internas no governo, como o esvaziamento do Ministério dos Povos Indígenas e a perda de poder do Ministério do Meio Ambiente.
O texto segue agora para votação no Plenário e, caso não seja concluído no prazo, 17 ministros de Lula perderão suas pastas.
São eles: Ana Moser, ministra do Esporte; André de Paula, ministro da Pesca e Aquicultura; Anielle Franco, ministra da Igualdade Racial; Carlos Lupi, ministro da Previdência Social; Cida Gonçalves, ministra da Mulher; Esther Dweck, ministra de Gestão; Geraldo Alckmin, ministro de Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços; Jader Filho, ministro das Cidades; Luiz Marinho, ministro do Trabalho; Márcio França, ministro dos Portos e Aeroportos; Margareth Menezes, ministra da Cultura; Renan Filho, ministro dos Transportes; Paulo Teixeira, ministro do Desenvolvimento Agrário; Paulo Pimenta, da Secretaria de Comunicação Social; Simone Tebet, ministra do Planejamento; Sônia Guajajara, ministra dos Povos Originários; e Wellington Dias, ministro do Desenvolvimento Social.
Destes, dois ministros ainda poderiam voltar para assumir o ministérios de Infraestrutura e o da Cidadania, que existiam durante o governo Bolsonaro, mas foram desmembrados no governo Lula pela MP.
Outro ministério criado pela reestruturação ministerial da MP de Lula foi o de Relações Institucionais, chefiado por Alexandre Padilha, o próprio responsável pela articulação para aprovação da MP.
No entanto, caso ela caduque, a pasta não seria extinta, apenas rebatizada com o nome antigo de Secretaria de Governo, como foi no governo do ex-presidente Bolsonaro.
Durante a votação da MP, a articulação do governo não mobilizou a base de aliados para impedir que a pasta de Marina Silva perdesse poder.
Com as alterações aprovadas durante a semana pela comissão mista, foram retirados do Ministério do Meio Ambiente o Cadastro Ambiental Rural (CAR) e a Agência Nacional de Águas (ANA), além da gestão da política de resíduos.
Na sexta-feira (26), o presidente Lula se reuniu com Marina e outros ministros do Planalto. Ao final, o governo informou que ainda tentaria atuar para manter os poderes do Meio Ambiente.
Com o tempo curto para aprovação, no entanto, a promessa da gestão petista pode não virar realidade.
O governo Lula enfrenta também dificuldade de mobilizar sua base para conter as mudanças que têm o apoio da bancada ruralista e ainda de políticos como o senador Davi Alcolumbre (União-AP), presidente da comissão especial que aprovou a mudança na MP.
A atuação do senador do Amapá acabou sendo entendida como uma retaliação à decisão do Ibama de negar autorização para a Petrobras explorar petróleo na foz no rio Amazonas. O Ibama é vinculado ao ministério de Marina Silva. As informações são do Estadão Conteúdo.
O flagrante foi da leitora do Blog Radar do Sertão Irene Lima, moradora da Rua Antonio de Campos Goes, centro de Tabira. Ela fotografou o carro e definiu como “inaceitável”. O flagrante trata de uso indevido de veículo oficial na noite do último sábado (19), para participar do Festival de Inverno da Borborema. Segundo Irene, […]
O flagrante foi da leitora do Blog Radar do Sertão Irene Lima, moradora da Rua Antonio de Campos Goes, centro de Tabira. Ela fotografou o carro e definiu como “inaceitável”. O flagrante trata de uso indevido de veículo oficial na noite do último sábado (19), para participar do Festival de Inverno da Borborema.
Segundo Irene, por volta das 22h, desceram do carro com identificação do Programa Bolsa Família, pertencente à Secretaria de Assistência Social da Prefeitura de Tabira, a Coordenadora do programa, Socorro Leandro, acompanhada do seu esposo. Também saíram do mesmo do veículo o líder do governo na Câmara, Vereador Aristóteles Monteiro(PT), acompanhado de sua esposa.
Outra pessoa estava com os casais, mas que não foi identificada pela leitora do blog que considerou absurdo o uso de um patrimônio publico em beneficio próprio. Com a palavra a Coordenadora do programa Bolsa Família, o digníssimo vereador e o próprio governo Sebastião Dias.
O secretário de Transparência, Fiscalização e Controle da Prefeitura de Serra Talhada, Thehunnas Peixoto, participou nos dias 25, 26 e 27 de julho de três importantes oficinas do Gestão Cidadã – Projeto Transparência e Participação Social para a Democratização da Gestão Pública Local, executado pela Associação Municipalista de Pernambuco (AMUPE) em 16 municípios do Sertão e […]
O secretário de Transparência, Fiscalização e Controle da Prefeitura de Serra Talhada, Thehunnas Peixoto, participou nos dias 25, 26 e 27 de julho de três importantes oficinas do Gestão Cidadã – Projeto Transparência e Participação Social para a Democratização da Gestão Pública Local, executado pela Associação Municipalista de Pernambuco (AMUPE) em 16 municípios do Sertão e Agreste do Estado, com o apoio financeiro da União Europeia.
O secretário serra-talhadense foi indicado pela AMUPE para apresentação do perfil dos municípios integrantes do projeto Gestão Cidadã à luz dos indicadores do TCE a partir da experiência do município de Serra Talhada durante as oficinas realizadas em Carnaíba, no Sertão do Pajeú, e Surubim e Bezerros, no Agreste. Na ocasião, Peixoto enfatizou a necessidade de uma transparência de autodesempenho focada na utilização de ferramentas gratuitas cedidas pela CGU, como o E-Ouve e E-SIC, e ferramentas como o WhatsApp Business, para eficiência da comunicação entre o cidadão e a gestão municipal.
“A avaliação que fazemos dos dezesseis municípios participantes do projeto Gestão Cidadã é bastante animadora, observamos uma melhora significativa dos portais da transparência municipais e grande parte desses municípios ficará no índice desejado pela TCE”, comemorou Thehunnas Peixoto.
Realizada no dia 25/07, a oficina de Carnaíba reuniu municípios do GT Sertão: Flores, Santa Cruz da Baixa Verde, Calumbi, Tabira e Solidão), no Teatro José Fernandes de Andrade; No dia 26/07 a oficina de Surubim reuniu municípios do GT Agreste 1: Águas Belas, Machados e Quipapá, na Casa das Juventudes de Surubim. No dia 27/07 Bezerros sediou a oficina do GT Agreste 2: Caruaru, Cumaru, Cupira, Gravatá e Toritama, na Escola Técnica Estadual.
Participaram ainda como palestrantes das oficinas Abelardo Lessa, da Controladoria Geral da União – CGU, com a mesa: A LAI – A Lei de Acesso a Informação e todos os instrumentos que contribuem para a transparência pública (as Plataformas do E-Ouve e E-SIC) e Jasiel Batista Melo, controlador de São Bento do Una, com a Mesa I – Como o Município de São Bento do Una implementa a LAI – Lei de Acesso à Informação. No final das oficinas teve atendimento individualizado e orientações com a equipe do projeto Gestão Cidadã e os controladores municipais.
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