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CPI pode reconvocar Pazuello; senadores criticam presença em ato pró-Bolsonaro

Por André Luis

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

A participação do ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello em ato público em favor do presidente Jair Bolsonaro no domingo (23), no Rio de Janeiro, chamou atenção de integrantes da CPI da Pandemia e reforçou o desejo de reconvocar o general. À imprensa, o presidente da comissão parlamentar de inquérito, Omar Aziz (PSD-AM), já disse que há requerimento para ouvi-lo novamente, que deve ser apreciado pelo colegiado na quarta-feira (26).

O senador Otto Alencar (PSD-BA) foi um dos primeiros a se manifestar sobre o assunto. Pelo Twitter, disse que, enquanto o Brasil continua sofrendo com a covid-19, o presidente Bolsonaro afronta e aglomera. “Pazuello será reconvocado para depor na CPI”, sentenciou o representante da Bahia.

Também pelas redes sociais, o senador Jean Paul Prates (PT-RN) classificou o ato como deboche, falta de respeito e irresponsabilidade. Para ele, o presidente e seus aliados não se incomodam com quase 450 mil brasileiros mortos e trabalham a favor da pandemia.

“Passeando de moto, gastando dinheiro em férias na praia, fazendo aglomerações e desrespeitando regras e vitimas da pandemia, Bolsonaro, seus amigos e ministros são o pior da política”, afirmou.

O relator da CPI, senador Renan Calheiros (MDB-AL) disse que Eduardo Pazuello é um “mentiroso assumido” e lembrou que, neste fim de semana, o atual ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, foi ao Maranhão levar mais testes de covid-19.

“Enquanto isso, o presidente, que já tinha aglomerado maranhenses, espalha vírus no Rio de Janeiro com Pazuello, um mentiroso assumido”. Ainda segundo Renan, “pessoas morrem e o governo se comporta como o cavalo do bêbado, que marcha para todo lado ao mesmo tempo”.

O senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), por sua vez, afirmou que Bolsonaro deveria se dedicar a salvar vidas, mas gasta seu tempo em passeios de moto, aglomerações, ofensas e ameaças. “Cada palavra sua contra medidas de prevenção ou vacinas representa uma agressão às famílias das vítimas da covid-19 e àqueles que sofrem com a fome e o desemprego”, opinou no Twitter.

Exército  

O senador Rogério Carvalho (PT-SE) disse que “está na hora de as Forças Armadas definirem se estão a favor do Brasil ou no palanque da morte e do fascismo”.

“Um general que participa de um evento político não respeita a Constituição, está no regulamento disciplinar. As FA precisam dar exemplo de institucionalidade com Pazuello”, afirmou.

Já o senador Humberto Costa (PT-PE) mostrou uma imagem do general ao lado do presidente num palanque e afirmou: “Ninguém mais duvida sobre a quem Pazuello obedece”. O parlamentar disse que o presidente “trabalha incansavelmente a favor do vírus” e publicou ainda uma reportagem da CNN dizendo que o comando do Exército deverá pedir explicações ao general sobre a participação dele na manifestação.

Dia histórico

O senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) classificou o domingo de atos pró-presidente no Rio de Janeiro como um dia histórico e uma verdadeira festa da democracia. Segundo ele, os milhares de motociclistas que participaram demonstram que a melhor pesquisa eleitoral é o povo do qual o presidente nunca saiu do lado. “Apesar de todo esse apoio, não são os brasileiros que estão com Bolsonaro, é o presidente que está com o povo”, acrescentou.

Imprensa

Também pelo Twitter, o senador Paulo Rocha (PT-PA) replicou uma mensagem do governador do Maranhão, Flávio Dino, prestando solidariedade a profissionais de imprensa atacados nas ruas do Rio de Janeiro. O representante do Pará classificou de escárnio a participação do general no ato.

“General da ativa do Exército brasileiro e desastroso ex-ministro da Saúde estava feliz em participar em arrastão que reuniu fascismo, negacionismo e ignorância, neste domingo, no Rio”, afirmou.

O senador Rogério Carvalho prestou solidariedade a um repórter da CNN.

“Nossa solidariedade ao repórter Pedro Duran, agredido pela milícia fascista de Bolsonaro. É típico dos regimes totalitários tentar calar a imprensa”, afirmou.

Fonte: Agência Senado

Outras Notícias

Partidos resistem a expulsar membros condenados e até presos, mas punem rebeldes

Congresso em Foco Em propaganda partidária veiculada em maio de 2015, o Partido dos Trabalhadores afirmou que expulsaria integrantes da legenda que fossem condenados na Justiça. Desde então, vários políticos notórios do partido, incluindo o ex-presidente Lula, foram condenados, mas até agora ninguém foi expulso.  Apenas o ex-senador Delcídio do Amaral (MS) – que delatou […]

Congresso em Foco

Em propaganda partidária veiculada em maio de 2015, o Partido dos Trabalhadores afirmou que expulsaria integrantes da legenda que fossem condenados na Justiça. Desde então, vários políticos notórios do partido, incluindo o ex-presidente Lula, foram condenados, mas até agora ninguém foi expulso.

 Apenas o ex-senador Delcídio do Amaral (MS) – que delatou Lula e a ex-presidente Dilma Rousseff na Operação Lava Jato – teve processo de expulsão iniciado, mas pediu desfiliação antes que viesse a ser defenestrado das fileiras petistas. Agora, o ex-ministro Antonio Palocci, que prestou depoimento a Sergio Moro afirmando que Lula fez um “pacto de sangue” com Odebrecht, é alvo de processo na comissão de ética do PT que pode culminar em sua expulsão. Preso na Lava Jato, Palocci já foi suspenso por 60 dias.

Por meio de nota, o PT diz que Palocci se pôs “a serviço da perseguição político-eleitoral” que estaria em curso contra o partido e seu principal expoente, Lula. “Ao mentir, sem apresentar provas e seguindo um roteiro pré-estabelecido em seu depoimento na 13ª Vara da Justiça Federal, em Curitiba, no último dia 06 de setembro, Palocci colocou-se deliberadamente a serviço da perseguição político-eleitoral que é movida contra a liderança popular de Lula e o PT. Desta forma, rompeu seu vínculo com o partido e descomprometeu-se com a sua militância”, diz trecho do comunicado.

Mas se engana quem pensa que apenas o PT não pune seus membros às voltas com a Justiça. Tome-se o caso dos três maiores partidos da atualidade (PMDB, PT e PSDB), por exemplo. No PMDB, há até presidiário representando a legenda regularmente – o deputado Celso Jacob (RJ), que está preso no Presidio da Papuda, no Distrito Federal, desde 6 de junho, condenado a sete anos e dois meses de reclusão. Com autorização judicial, Jacob bate ponto no Câmara, haja ou não sessão plenária ou atividades nas comissões.

Mas o PMDB nem cogita a expulsão do deputado, que se soma a outros 60 nomes no que é a maior bancada da Câmara. Assim como Celso Jacob – condenado por falsificação de documento público e dispensa indevida de licitação –, outros peemedebistas foram flagrados em atividades ilícitas até mais graves e sequer enfrentam processo disciplinar.

A situação é ainda mais impactante diante da denúncia do ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot, apresentada em seus últimos dias como chefe do Ministério Público Federal (MPF), contra o “quadrilhão do PMDB”. O grupo, repleto de próceres peemedebistas, reúne figuras como o presidente nacional do partido, senador Romero Jucá (RR), e até o presidente Michel Temer, apontado justamente como o líder da organização criminosa acusada de roubar centenas de milhões de reais dos cofres públicos.

Exemplos não faltam no caso do PMDB, em que membros da cúpula com mandato são alvos de investigações como a Lava Jato. Mas os casos mais expressivos são o do ex-ministro Geddel Vieira Lima, preso e acusado de esconder malas de dinheiro com mais de R$ 51 milhões em um apartamento em Salvador (BA); o do deputado cassado Eduardo Cunha (RJ), preso desde 19 de outubro do ano passado e condenado a 15 anos e quatro meses de prisão, por imposição da Lava Jato; e o de Rodrigo Rocha Loures (PR), deputado suplente que chegou a ser preso, em 3 de junho, depois de flagrado pela Polícia Federal carregando uma mala com R$ 500 mil em espécie.

Mas, se corrupção não parece ser motivo para expulsão no PMDB, rebeldia – ou “independência”, para usar um termo usado pelos parlamentares – certamente é. O partido suspendeu recentemente os senadores Roberto Requião (PR) e Kátia Abreu (TO), além dos deputado Sérgio Zveiter (RJ), autor do relatório que recomendava que a Câmara autorizasse a consecução das investigações contra Temer, por ocasião da primeira denúncia contra o presidente e Jarbas Vasconcelos, em Pernambuco, que votou por autorizar a investigação contra Temer e perdeu o comando da legenda em Pernambuco.

“Defendemos um projeto em favor do emprego”, afirma Armando

Durante encontro com quase mil moradores de Paulista, na Região Metropolitana do Recife e um dos maiores colégios eleitorais do Estado, o senador licenciado Armando Monteiro (PTB), candidato a governador de Pernambuco, defendeu a recuperação da atividade industrial no município, a sua reinserção no cenário econômico do Estado e a retomada de sua capacidade de […]

armando paulista

Durante encontro com quase mil moradores de Paulista, na Região Metropolitana do Recife e um dos maiores colégios eleitorais do Estado, o senador licenciado Armando Monteiro (PTB), candidato a governador de Pernambuco, defendeu a recuperação da atividade industrial no município, a sua reinserção no cenário econômico do Estado e a retomada de sua capacidade de gerar empregos.

No evento, promovido pelo sindicato dos servidores da prefeitura (Sisempa), Armando criticou a falta de investimentos no município e afirmou que Paulista precisa se reencontrar com sua vocação industrial. “Nos últimos anos, não houve investimento do governo do Estado no município. Claro que Paulista tem outras vocações, como o turismo, os serviços e o comércio, mas foi pela indústria que a cidade sempre se destacou”, disse, ressaltando que é preciso investir fortemente na qualificação profissional dos paulistenses e em obras de infraestrutura.

Ao lado de lideranças dos servidores municipais, Armando também ressaltou o apoio que vem recebendo das mais importantes centrais sindicais de Pernambuco: “Contamos com a Força Sindical, com a União Geral dos Trabalhadores (UGT) e de amplos setores da Central Única dos Trabalhadores e da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado de Pernambuco (Fetape). Isso muito nos honra porque compartilhamos um projeto de futuro, desafiador para nosso Estado, um projeto em favor do emprego.”

Após enfatizar a necessidade da eleição de João Paulo (PT) para o Senado, na chapa da coligação Pernambuco Vai Mais Longe, Armando também fez uma defesa firme da reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT), cujo governo será fundamental na realização e conclusão das obras de infraestrutura que o Estado necessita. “A presidente Dilma tem feito muito por Pernambuco e precisamos aprofundar essa parceria com o governo federal”, destacou. 

Zezo, Henry Freitas, Cavaleiros e Seu Marquinhos na Festa de Jabitacá

Foi anunciada há pouco pelo prefeito Zeinha Torres a programação da Festa de Jabitacá 2023, também conhecida como Festa de Agosto. O anúncio foi feito no programa institucional da prefeitura, na Rádio Pajeú. Dia 6 de agosto,a atrações serão Nego Adelmo e Zezo Potiguar. Dia 7 de agosto, Walison Vaqueiro. Dia 8, Lindonjonson e banda. […]

Foi anunciada há pouco pelo prefeito Zeinha Torres a programação da Festa de Jabitacá 2023, também conhecida como Festa de Agosto.

O anúncio foi feito no programa institucional da prefeitura, na Rádio Pajeú.

Dia 6 de agosto,a atrações serão Nego Adelmo e Zezo Potiguar.

Dia 7 de agosto, Walison Vaqueiro. Dia 8, Lindonjonson e banda. Dia 9, Os Megas.

No dia 10, a grade tem sequência com Arthur Vaqueiro e Henry Freitas. Dia 11, Zé Cícero Forrozeiro.

No dia 12, Chiquinho de Belém e Juninho Vaneirão. Dia 13, Neno do Acordeon.

A festa termina dia 14, com os shows de Seu Marquinhos e Cavaleiros do Forró.

A prefeitura realiza o evento, com apoio da Fundarpe e Governo de Pernambuco.

Marília Arraes participa de carreata e inauguração de comitê regional em Serra Talhada

A chapa majoritária da coligação Pernambuco na Veia, liderada por Marília Arraes, candidata ao governo do estado, participou, nesta sexta-feira (26), ao lado de Sebastião Oliveira, candidato a vice-governador, e André de Paula, candidato ao Senado, de uma carreata em Serra Talhada, que precedeu a inauguração do comitê da coligação na cidade sertaneja.  Os candidatos […]

A chapa majoritária da coligação Pernambuco na Veia, liderada por Marília Arraes, candidata ao governo do estado, participou, nesta sexta-feira (26), ao lado de Sebastião Oliveira, candidato a vice-governador, e André de Paula, candidato ao Senado, de uma carreata em Serra Talhada, que precedeu a inauguração do comitê da coligação na cidade sertaneja. 

Os candidatos a deputado estadual, Luciano Duque, e federal, Waldemar Oliveira, também estiveram presentes. O deputado estadual e candidato a reeleição, Fabrízio Ferraz; Doutor Waldir, candidato a deputado estadual; Evangela Vieira, candidata a deputada estadual e Maria Arraes, candidata a deputada federal, também participaram das atividades, juntamente de Carlos Evandro, ex-prefeito de Serra Talhada.

Centenas de automóveis percorreram as ruas de Serra Talhada até o comitê regional da coligação, onde houve um encontro político com várias lideranças importantes da cidade e região e apoiadores.

“Hoje é um dia histórico para Serra Talhada. É sempre bom estar nessa terra que é quase uma segunda casa para mim. Minha relação com a cidade é antiga e agora ficou ainda mais forte, afinal, Sebá, que será nosso futuro vice-governador, e foi o deputado mais votado do sertão nas últimas eleições, é um filho de Serra.”

Para Sebastião Oliveira, o palanque construído por Marília Arraes em Serra Talhada reflete a força que a coligação Pernambuco na Veia tem em todo o estado. “As pessoas que estão nesse palanque tem o mesmo objetivo: resgatar a esperança dos pernambucanos e desenvolver novamente o nosso estado.”

Já para André de Paula, candidato ao Senado, as demonstrações de carinho que aconteceram hoje em Serra Talhada são reflexo da confiança que a população tem em Marília Arraes. “Por onde estamos andando, o sentimento da população é o mesmo: eleger Marília a nossa governadora.”

O ex-prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque, que é candidato a deputado estadual, também falou sobre a força de Marília Arraes na região. “Eu tenho convicção que Marília será a primeira mulher a governar o nosso estado”, afirma. “Marília tem competência e capacidade de vai ser uma grande governadora”, complementa Waldemar Oliveira, candidato a deputado federal. 

Para Maria Arraes, Marília é a candidata mais preparada. “Vai ser a nossa governadora. O grande trabalho que fez na Câmara dos Deputados, irá fazer no governo”, afirma. “Estamos do lado certo da história e Marília será governadora”, ressalta Doutor Waldir. “Andar ao lado de Marília é estar ao lado do povo pernambucano”, frisa Evangela. “Marília tem a competência da mulher pernambucana”, diz Fabrízio Ferraz.

Homem é preso após tentar esfaquear prefeita de Trindade

A prefeita de Trindade, Helbinha Rodrigues, foi alvo de uma tentativa de homicídio neste domingo, 1º de setembro. Um homem tentou esfaqueá-la, mas felizmente a gestora conseguiu escapar ilesa. Até o momento, poucos detalhes sobre o ocorrido foram divulgados. O suspeito foi localizado e detido pela Polícia Militar, que o encaminhou para a delegacia de […]

A prefeita de Trindade, Helbinha Rodrigues, foi alvo de uma tentativa de homicídio neste domingo, 1º de setembro. Um homem tentou esfaqueá-la, mas felizmente a gestora conseguiu escapar ilesa. Até o momento, poucos detalhes sobre o ocorrido foram divulgados.

O suspeito foi localizado e detido pela Polícia Militar, que o encaminhou para a delegacia de Polícia Civil. As autoridades estão investigando o caso, e novos desdobramentos devem ser revelados em breve.

O incidente ocorre poucos dias após o ataque ao prefeito de Sertânia, Ângelo Ferreira, esfaqueado por um desafeto político no centro da cidade na semana passada. O prefeito está se recuperando bem, enquanto o autor do ataque permanece foragido. As informações são do blog Sertão Central.