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Covid-19: Sertão do Pajeú se aproxima das 220 mortes 

Por André Luis

Serra Talhada confirmou mais dois óbitos pela doença.

Por André Luis

De acordo com os boletins epidemiológicos divulgados pelas secretarias de saúde dos municípios da região nesta segunda-feira (14.12), o Pajeú totaliza 13.245 casos confirmados de Covid-19.

Portanto, os números de casos confirmados no Pajeú ficam assim: Serra Talhada continua liderando o número de casos na região e conta com 5.263 confirmações, foram mais 32 casos nas últimas 72h. Logo em seguida, com 1.699 casos confirmados está Afogados da Ingazeira, foram mais 9 nas últimas 24h, Tabira confirmou mais 29 e conta com 1.478, São José do Egito confirmou mais 8 e está com 1.050, Santa Terezinha não divulgou boletim e continua com 536, Carnaíba está com 496, o registrou 12 novos casos e Triunfo continua com 423, foram mais 11 casos nas últimas 72h.

Itapetim registrou mais 9 e conta com 402, Flores não divulgou boletim e continua com 385, Brejinho registrou mais 7 e está com 254, Calumbi registrou mais 8 está com 248 casos, Iguaracy registrou mais 2 e está com 230, Tuparetama não divulgou boletim e conta com 217, Solidão não divulgou boletim e conta com   174, Quixaba não registrou novos casos e conta com 162, Santa Cruz da Baixa Verde não registrou novos casos e está com 124 e Ingazeira também não registrou novos casos e permanece com 100 confirmados.

Mortes – Com mais dois óbitos registrados em Serra Talhada, a região tem no total, 219 óbitos por Covid-19. Todas as dezessete cidades da região registraram mortes. São elas: Serra Talhada tem 68, Afogados da Ingazeira tem 20, Flores e São José do Egito tem 16 óbitos cada, Carnaíba tem 15,  Santa Terezinha e Tabira tem 14 óbitos cada, Triunfo tem 13 óbitos, Tuparetama tem 11, Iguaracy tem 10, Itapetim tem 8, Quixaba tem 4, Brejinho tem 3, Calumbi, Santa Cruz da Baixa Verde e Solidão tem 2 cada e Ingazeira tem 1 óbito.

Detalhe do óbito

Serra Talhada – O primeiro paciente tinha 40 anos, era morador da AABB, chegou de outro estado com sintomas graves e foi internado no Hospital Eduardo Campos, onde faleceu no último sábado, dia 12/12. 

O segundo paciente tinha 59 anos, era morador do distrito de Bernardo Vieira, diabético e portador de transtorno de saúde mental. Ele faleceu neste domingo, dia 13/12, em domicílio.

Recuperados – A região conta agora com 12.288 recuperados. O que corresponde a 92,77% dos casos confirmados.

Outras Notícias

ALEPE dá contribuição sobre pacificação em Floresta e combate à violência no Agreste

Deputados estaduais discutiram a situação de violência no Agreste pernambucano em reunião com o Secretário de Defesa Social, Antônio de Pádua, e o secretário de Justiça e Direitos Humanos, Pedro Eurico, além do comandante-geral da Polícia Militar, coronel Vanildo Maranhão, e o chefe de Polícia Civil, Nehemias Falcão. Essa ação faz parte de uma mobilização […]

Deputados estaduais discutiram a situação de violência no Agreste pernambucano em reunião com o Secretário de Defesa Social, Antônio de Pádua, e o secretário de Justiça e Direitos Humanos, Pedro Eurico, além do comandante-geral da Polícia Militar, coronel Vanildo Maranhão, e o chefe de Polícia Civil, Nehemias Falcão.

Essa ação faz parte de uma mobilização maior adotada pela Assembleia Legislativa de Pernambuco, no sentido de ampliar a colaboração dos parlamentares no combate à violência em todo o Estado.

A ideia do encontro partiu do deputado Erick Lessa, que hoje coordena a Frente Parlamentar de Segurança Pública. A proposta foi abraçada pelo presidente da Comissão de Administração Pública, deputado Antônio Moraes (PP), e pelo próprio presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eriberto Medeiros (PP), como uma mobilização preliminar para os trabalhos que a futura Comissão permanente de Segurança Pública deve realizar.

Durante a atividade, foi debatida a recente fuga de detentos da Penitenciária Ênio Pessoa Guerra, em Limoeiro. O assassinato de policiais civis e militares na região e a garantia de saúde física e psicológica dos profissionais de segurança foram outros assuntos discutidos. Foi enfatizada a necessidade de estratégias de força-tarefa para retirar de circulação indivíduos que fazem parte do crime organizado, isolando a cúpula e desarticulando as quadrilhas.

Também participaram da reunião os deputados Gleide Angelo (PSB), Alvaro Porto (PTB), Antônio Moraes e Fabrizio Ferraz (PP). Este último levantou, na ocasião, a importância de Alepe trabalhar pra tentar promover o fim do histórico conflito dos clãs Ferraz e Novaes no município de Floresta, Sertão do Estado. A ideia, inclusive, já recebeu sinalização positiva do deputado licenciado Rodrigo Novaes (PSD). O confronto de famílias também será uma questão-chave para a futura comissão permanente de Segurança Pública da Alepe, que deverá ser presidida por Fabrizio Ferraz.

Ferraz argumenta que, com a presença do Estado, através dos órgãos de segurança pública, junto com o Poder Judiciário e entidades religiosas, será possível a concretização de um acordo de paz eficaz entre as famílias.

Floresta: Rorró defende contratação de Luan Santana, pago com recursos próprios. “É um cachê normal como os outros”

Gestora diz que críticas “são coisa da oposição” A Prefeita de Floresta, Rorró Maniçoba, defendeu em entrevista ao programa Frente a Frente, com o jornalista Magno Martins, a polêmica contratação do artista Luan Santana, cujo custo médio é de R$ 300 mil, para o São João da cidade. “Pra maioria da população uma atração como […]

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Gestora diz que críticas “são coisa da oposição”

A Prefeita de Floresta, Rorró Maniçoba, defendeu em entrevista ao programa Frente a Frente, com o jornalista Magno Martins, a polêmica contratação do artista Luan Santana, cujo custo médio é de R$ 300 mil, para o São João da cidade.

“Pra maioria da população uma atração como Luan Santana é uma novidade boa pra cidade e região, uma atração nacional. O comércio aquece, toda a região fica feliz. A oposição, muita gente não aceita que Floresta se sobressaia”, justificou.

A Prefeita Rorró Maniçoba
A Prefeita Rorró Maniçoba

Rorró afirmou ainda que considera o valor do cachê de Luan (estimado em R$ 300 mil) “normal como dos outros”. Ela alegou que o período junino coincide  com a Emancipação, o que motiva trazer atrações como Paula Fernandez, Leonardo, Aviões do Forró, Cesar Menotti e Fabiano e outras. Ao contrário da maioria dos gestores, Rorró falou em saúde financeira, considerando que a festa é paga com recursos próprios.

“Estamos em dia com folha, nada atrasado, tudo correndo bem, não tá às mil maravilhas, como outros estão sofrendo”. A gestora disse não ter como voltar atrás. “Mesmo que pudesse já estava tudo organizado. É uma tradição em Floresta fazer festas boas, gera emprego e renda. Os hotéis estão todos lotados”. Segundo a gestora, não houve apoio do Governo do Estado para o evento.

Irmã de blogueiro presta queixa contra Luciano Duque

Fotógrafa Sabrina Oliveira já foi contratada do governo Duque em Serra Talhada. Duquistas dizem que gesto faz parte do jogo baixo da política da provocação, negam a versão da profissional e avaliam medidas.  Irmã do blogueiro e secretário municipal de Infraestrutura da Prefeitura de Flores, Júnior Campos, a fotógrafa Sabrina Oliveira compareceu à Delegacia de […]

Fotógrafa Sabrina Oliveira já foi contratada do governo Duque em Serra Talhada. Duquistas dizem que gesto faz parte do jogo baixo da política da provocação, negam a versão da profissional e avaliam medidas. 

Irmã do blogueiro e secretário municipal de Infraestrutura da Prefeitura de Flores, Júnior Campos, a fotógrafa Sabrina Oliveira compareceu à Delegacia de Polícia Civil de Flores na última segunda-feira (26), onde prestou um Boletim de Ocorrência contra o candidato a deputado estadual e ex-prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque.

De acordo com o boletim, a fotógrafa alega que foi empurrada por Duque após fotografá-lo dentro de um estabelecimento comercial na cidade de Flores. Na ocasião, Duque cumpria agenda política na cidade ao lado da ex-prefeita Soraya Morioka, principal adversária política do prefeito Marconi Santana.

“A vítima relata que estava sendo realizado um evento político entre a Rua Manoel Quidute e a praça da prefeitura. A vítima queixa-se de que após entrar num estabelecimento comercial, tirou foto do candidato Luciano Duque, ex-prefeito de Serra Talhada e candidato a deputado estadual, com a finalidade de fazer banco de imagens, quando o candidato virou para ela e perguntou ‘Porque você tá tirando foto minha?’, tendo a vítima respondido que ser fotógrafa é a profissão dela e que o candidato é uma ‘figura pública’, que ela podia tirar foto dele, quando ele foi no sentido da vítima esbarrando (peitando) ela e a chamando de ridícula”, consta no boletim.

A autora da denúncia também acusa a ex-prefeita Soraya Morioka de tê-la ofendido verbalmente, além de ter sido empurrada por diversas pessoas que estavam acompanhando Luciano Duque e Soraya na ocasião. Recentemente, Soraya Morioka anunciou apoio à candidatura de Duque a estadual e de Marília Arraes para governadora, o que pode ter contribuído para acirrar os ânimos entre os apoiadores de Marconi e Soraya em Flores, uma vez que Marconi é socialista e apoia Danilo Cabral.

O detalhe é que Sabrina Oliveira já trabalhou no governo de Luciano Duque em Serra Talhada. Ela atuava como contratada na Secretaria Municipal de Esporte e Lazer durante o segundo mandato de Duque, assim como o irmão Júnior Campos, que foi assessor de imprensa da Prefeitura de Serra Talhada no primeiro mandato do ex-petista. Atualmente, Júnior Campos é secretário de Infraestrutura e responsável pela comunicação da Prefeitura de Flores.

Ex-prefeito não se pronunciou. Staff da campanha fala em ato de provocação deliberado como estratégia: Até o momento o ex-prefeito Luciano Duque ainda não se pronunciou acerca do episódio. Assessores próximos alegam que o gesto da fotógrafa é parte da estratégia para tentar macular a imagem de Luciano, além da posição de adversários de Soraya Morioka em Flores. Segundo o blog apurou, o grupo avalia medidas contra a postura e nega as agressões. Ao contrário, diz que foram filmados o tempo todo pela fotógrafa e alvos de provocações.

Zona da Mata recebe plenária do PT

O presidente do Partido dos Trabalhadores em Pernambuco e deputado estadual, Doriel Barros, estará, no próximo sábado (28), na Zona da Mata, participando de mais uma plenária do PT/PE, junto com os diretórios municipais da região e parlamentares.  O objetivo é  promover debates sobre a conjuntura e as eleições de 2022, visando ao fortalecimento do […]

O presidente do Partido dos Trabalhadores em Pernambuco e deputado estadual, Doriel Barros, estará, no próximo sábado (28), na Zona da Mata, participando de mais uma plenária do PT/PE, junto com os diretórios municipais da região e parlamentares. 

O objetivo é  promover debates sobre a conjuntura e as eleições de 2022, visando ao fortalecimento do projeto político do Partido em nível nacional, com a eleição de Lula para presidente, e estadual, com Teresa Leitão senadora e Danilo Cabral governador. 

“Estamos conseguindo uma unidade no partido. Estou muito animado com a construção que o PT está fazendo para garantir uma maior representação nos parlamentos estadual e federal. Nas plenárias deste final de semana, envolvendo as principais lideranças do partido, foram desenhados compromissos muito fortes com essa caminhada conjunta”, relatou Doriel.

O presidente destacou que as plenárias regionais do PT ocorreram nas cidades de Garanhuns, no Agreste, e Serra Talhada, no Sertão, nos dias 21 e 22/6, respectivamente. A sequência de reuniões que o PT/PE está realizando mostra o empenho do Partido na construção de um Brasil melhor para o seu povo.

Caciques do Senado na mira da Lava Jato terão reeleição difícil

Folhapress Com o encerramento dos mandatos de dois terços dos senadores, os principais caciques do Senado vão às urnas em 2018 em um cenário adverso: terão de explicar ao eleitor as acusações das quais são alvo, propor saídas para a crise política e enfrentar menor disponibilidade de recursos para financiamento de suas campanhas. Dos 54 […]

Folhapress

Com o encerramento dos mandatos de dois terços dos senadores, os principais caciques do Senado vão às urnas em 2018 em um cenário adverso: terão de explicar ao eleitor as acusações das quais são alvo, propor saídas para a crise política e enfrentar menor disponibilidade de recursos para financiamento de suas campanhas.

Dos 54 senadores cujos mandatos chegam ao fim, 21 respondem a investigações no STF em ações da Lava Jato ou desdobramentos.

Neste quadro, estão nomes de destaque na Casa como Renan Calheiros (MDB-AL), Romero Jucá (MDB-RR), Aécio Neves (PSDB-MG) e o presidente Eunício Oliveira (MDB-CE). Será a primeira eleição geral após o STF ter proibido o financiamento empresarial, em 2015, e depois de a classe política ter sido atingida pela Lava Jato.

Segundo colocado na corrida presidencial em 2014, Aécio agora enfrenta dificuldades para firmar sua candidatura à reeleição. O mineiro enfrentou forte desgaste em 2017 após ter sido gravado pelo empresário e delator Joesley Batista. Foi denunciado pelos crimes de obstrução de Justiça e corrupção passiva e afastado duas vezes do mandato pela Justiça.

Por meio de sua assessoria, o tucano não confirmou se disputará uma vaga no Senado, mas disse que, na avaliação de seu grupo político, “uma candidatura majoritária é o melhor caminho para que o senador possa responder às acusações de que é alvo e repor a verdade”.

Réu no STF por crime de peculato e alvo de inquéritos na Lava Jato, Renan passou a cuidar de sua reeleição desde o início de 2017. Ele se distanciou de Michel Temer e passou a fazer oposição a medidas como as reformas trabalhista e da Previdência.

Além disso, intensificou as agendas no interior de Alagoas ao lado do governador, Renan Filho (MDB). Com a iniciativa, ele pretende minimizar o impacto de recursos mais escassos para a campanha. “Acho que será uma eleição de corpo a corpo. Será preciso gastar sola de sapato e conversar muito com as pessoas. Com menos dinheiro, contará muito o serviço prestado aos municípios nos últimos anos. Teremos que mostrar o que fizemos pelas pessoas”, afirmou, por meio de sua assessoria.

Para se defender das acusações, Renan tem subido o tom nas críticas contra Temer e o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha, preso no Paraná. “Acredito que a Lava Jato não será um problema para mim. As pessoas já entenderam que houve excessos e acusações injustas”, disse, em nota.

De olho nas urnas, Eunício tem se voltado a agendas com o governador Camilo Santana (PT), no interior do Ceará. Ao lado de Santana, seu adversário nas eleições de 2014, ele tem reforçado que ajudou a levar obras importantes para a região, como a transposição do rio São Francisco.

Empresário com patrimônio de R$ 99 milhões declarado à Justiça eleitoral, Eunício não deve ter dificuldade em custear sua campanha.

O peemedebista afirma que as novas regras trouxeram mais equilíbrio entre os candidatos. “Antes o céu era o limite, o autofinanciamento poderia ser de R$ 1 bilhão, 1 trilhão ou um tostão. Nós botamos o teto. O que aconteceu foi uma evolução.”

Sobre as acusações existentes contra ele na Lava Jato, Eunício diz que ficou “chateado” e que as suspeitas não têm fundamento. Ele é acusado de ter vendido medida provisória. Segundo ele, a delação é infundada. “Tenho convicção de que vai ser arquivado. Eu tenho apenas inquérito, não denúncia.”

Outro cacique investigado e que vai disputar a reeleição é o líder do governo no Senado, Romero Jucá. De Estado com número reduzido de eleitores, ele tem controle sobre a política local e não deve enfrentar dificuldades. Em sua defesa, vem afirmando que as acusações são “armação” do ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot.

A Lava Jato coloca em risco ainda candidaturas como a da senadora Marta Suplicy (MDB-SP), mencionada nas delações da JBS e da Odebrecht. A senadora enfrentará dificuldade com seu tradicional eleitorado petista, na Grande São Paulo. Ela trocou em 2015 o PT pelo MDB.

Outro senador por São Paulo, o tucano Aloysio Nunes, também terá uma reeleição apertada. Ministro das Relações Exteriores, afirmou via assessoria que pretende se desincompatibilizar em abril para se candidatar.