Covid-19: Sertão do Pajeú notifica 361 novos casos em 24h
Por André Luis
Número de casos ativos passa dos 1,2 mil
Por André Luis
De acordo com os boletins epidemiológicos divulgados pelas secretarias de saúde dos municípios do Sertão do Pajeú, nesta terça-feira (18), foram notificados 361 novos casos de Covid-19, 123 recuperados e nenhum novo óbito na região nas últimas 24h.
Catorze das dezessete cidades do Pajeú confirmaram novos casos. Foram trinta e oito em Afogados da Ingazeira, oito em Brejinho, dezoito em Carnaíba, seis em Iguaracy, três em Ingazeira, seis em Quixaba, três em Santa Cruz da Baixa Verde, seis em Santa Terezinha, cento e três em São José do Egito, setenta e oito em Serra Talhada, treze em Solidão, setenta em Tabira, dois em Triunfo e sete em Tuparetama.
Calumbi, Flores e Itapetim, não registram alterações em seus boletins.
Agora o Sertão do Pajeú conta com 36.160 casos confirmados, 34.242 recuperados (94,69%), 673 óbitos e 1.245 casos ativos da doença.
O movimento que levou Bolsonaro à Presidência não é unitário. Sob o guarda-chuva do bolsonarismo estão evangélicos, jovens liberais, ruralistas, policiais e militares Por Paulo Veras/JC Online Wilson Lapa já foi eleitor de Lula (PT). Presidente da associação de moradores de Brasília Teimosa, comunidade que recebeu muita atenção dos petistas nos primeiros dias após o […]
O movimento que levou Bolsonaro à Presidência não é unitário. Sob o guarda-chuva do bolsonarismo estão evangélicos, jovens liberais, ruralistas, policiais e militares
Por Paulo Veras/JC Online
Wilson Lapa já foi eleitor de Lula (PT). Presidente da associação de moradores de Brasília Teimosa, comunidade que recebeu muita atenção dos petistas nos primeiros dias após o partido assumir a presidência, este ano ele fez campanha intensiva por Jair Bolsonaro (PSL), eleito presidente no último dia 28 com 55% dos votos válidos.
“Eu dizia que ia ser convidado para ser o ministro das Comunicações. Eu não parava de fazer campanha pelo WhatsApp. No segundo turno, eu conversava com o grupo que era contra. Quando eles botavam dez mensagens, eu botava vinte”, ele conta.
Aos 59 anos, foi seduzido ao bolsonarismo pelo discurso em “defesa da família” e da “moralização das escolas”. É evangélico e, nos últimos anos, se entristeceu com o PT. “Eu honrei o PT, quando foi preciso honrar. Mas o PT vem decepcionando a gente. Usou Brasília Teimosa como um marketing. Se aproveitou e depois sumiu”, se ressente.
O movimento que levou Bolsonaro à Presidência não é unitário. Sob o guarda-chuva do bolsonarismo estão os evangélicos, preocupados com a família “tradicional”, contra o casamento gay e o aborto; jovens liberais confiantes nas promessas de um Estado enxuto; movimentos pró-impeachment, como o Vem Pra Rua e o MBL, identificados com a pauta anticorrupção e a defesa da Operação Lava Jato; ruralistas, que defendem uma reação rigorosa a ocupação de terras; policiais e militares, que veem na liberação da posse de armas de fogo um caminho para combater a violência; e, até, uma ala minoritária de saudosistas da ditadura militar.
Todos eles se unem no apoio ao “mito” Bolsonaro como líder popular do mesmo jeito que um robusto grupo de sindicatos, sem terras, movimentos feministas e LGBTs e nordestinos veneram Lula.
Juntos, os bolsonaristas conseguiram galgar degraus na política brasileira só então atingidos pelo lulismo. Produziram uma adesão espontânea, com pessoas que compravam camisetas do “mito” Bolsonaro por até R$ 20 nos camelôs, e um grupo de manifestantes organizados, com estética, discursos e dinâmicas próprios, tirando da esquerda a prevalência sobre as ruas. Nesse ponto, o bolsonarismo é o pós-lulismo.
“O bolsonarismo é um fenômeno vasto. Algumas pessoas aderiram desde o seu núcleo originário. Pessoas mais religiosas, que têm expectativa de um ideário de costumes conservadores, e outras de uma nostalgia equivocada com relação ao período militar. O que juntou muita gente ao redor do Bolsonaro foi o anti-petismo. O PT saiu da ditadura como a grande expectativa de transformação da política do País. E se revelou um partido tão corrupto quanto os outros. E o PT não fez a autocrítica que tinha que fazer. Talvez, se não tivesse ficado preso na obsessão pelo Lula, com um caráter quase sectário, Haddad (Fernando) teria sido eleito. Toda uma gama de pensamento mais liberal de centro-direita acabou se juntando ao Bolsonaro – não ao bolsonarismo – para que o PT não voltasse ao poder”, avalia o filósofo Luiz Felipe Pondé.
Discurso bolsonarista
Para Pio Guerra Júnior, presidente da Federação da Agricultura do Estado de Pernambuco (Faepe), os produtores rurais aderiram à campanha de Bolsonaro por causa de promessas de melhorar a segurança pública e de proteção à propriedade privada.
“Ele reconhecia o agronegócio brasileiro, que tem sustentado esse País por centenas de anos. Não apoiamos por interesses próprios. A gente defende pautas que são inerentes a todos os brasileiros. Se não resolver o problema das invasões de terra no meio urbano ou rural, você não resolve a violência. Se você não permitir que o cidadão tenha uma arma para defender sua casa, na cidade e no campo, você está abandonando o Brasil. Ninguém representava a renovação mais do que Bolsonaro. Não estou dizendo que ele é um santo”, explica.
O discurso de Bolsonaro foi importante para ele ganhar outro público expressivo: os evangélicos. “Eles aderiram à campanha de Bolsonaro porque ele usa a linguagem religiosa para falar com esse público. E tem uma pauta para a qual esse público é muito sensível, da manutenção dos costumes. São coisas relacionadas à sexualidade, movimento LGBT, modelo de família e aborto. Além disso, uma boa parte da população da periferia é evangélica”, lembra Edin Sued Abumanssur, professor de Sociologia em Ciência da Religião da PUC São Paulo.
Na visão de Maria Dulce Sampario, coordenadora do movimento Vem Pra Rua no Recife, ainda que este grupo político não tenha apoiado oficialmente Bolsonaro, os componentes podem fazer protestos para defender a implementação de uma série de pautas do novo governo.
“Acho que, se acontecer algum bloqueio do Congresso, um veto às políticas dele, nós iremos protestar. A gente vai para ajudar. E também se a gente vir que tem algo de ruim para o País que possa ser implementado”, explica. Na campanha, o Vem Pra Rua defendeu o voto “PT Não”.
Por André Luis Exclusivo O ex-vereador de Afogados da Ingazeira, Zé Negão, acompanhado do possível candidato a prefeito, Danilo Simões, estiveram nesta segunda-feira (13), no Hotel Luzeiros, no Recife, onde acompanharam o ato de filiação do ex-senador Armando Monteiro ao Podemos. Armando pretende disputar uma das duas vagas no Senado que Pernambuco terá direito em […]
O ex-vereador de Afogados da Ingazeira, Zé Negão, acompanhado do possível candidato a prefeito, Danilo Simões, estiveram nesta segunda-feira (13), no Hotel Luzeiros, no Recife, onde acompanharam o ato de filiação do ex-senador Armando Monteiro ao Podemos.
Armando pretende disputar uma das duas vagas no Senado que Pernambuco terá direito em 2026.
Segundo Zé Negão em conversa com o blog, o evento foi bastante prestigiado por diversos políticos e empresários.
A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra e a vice, Priscila Krause também marcaram presença no evento.
“Tive uma conversa rápida com a governadora. Falamos sobre o processo eleitoral do ano que vem e as demandas da região do Pajeú. Nesta terça-feira eu e Danilo teremos reunião na Casa Civil e logo após vamos acompanhar a eleição da nova Mesa Diretora da Alepe”, informou Zé.
Zé e Danilo também tiveram encontros com parte da base que segundo o ex-vereador, já imputou apoio à oposição de Afogados para 2024. Entre eles o deputado estadual Romero Sales Filho, sua mãe e prefeita de Ipojuca, Célia Sales e o pai, Romero Sales.
Apesar de afirmar que só anunciará a decisão se será candidato a prefeito de Afogados da Ingazeira, em janeiro de 2024, Danilo Simões tem cumprido uma agenda de pré-candidato. No sábado acompanhou Zé no evento que deu posse às comissões do MDB, nesta segunda prestigiou a posse de Armando e nesta terça-feira vai à Casa Civil do Estado e à Alepe.
A Prefeitura de Serra Talhada, por meio da Secretaria de Meio Ambiente, promove uma importante palestra sobre educação ambiental na próxima sexta-feira (26), a partir das 09h, no auditório da Secretaria Municipal de Educação, ao lado da Igreja Matriz. A palestra acontece em comemoração pelo Dia Mundial da Educação Ambiental e será ministrada pelo professor […]
A Prefeitura de Serra Talhada, por meio da Secretaria de Meio Ambiente, promove uma importante palestra sobre educação ambiental na próxima sexta-feira (26), a partir das 09h, no auditório da Secretaria Municipal de Educação, ao lado da Igreja Matriz.
A palestra acontece em comemoração pelo Dia Mundial da Educação Ambiental e será ministrada pelo professor Alexandro Bilar, doutorando em Desenvolvimento e Meio Ambiente pela Universidade Federal Rural de Pernambuco – UFRPE/UAST.
Serviços
Palestra: Educação Ambiental
Data: 26 de janeiro de 2018
Local: Auditório da Secretaria Municipal de Educação de Serra Talhada
Teve até vereador chamando colega de “bunda mole” Foi quente o debate entre vereadores ligados à gestão Sávio Torres e oposição esta semana. Como pano de fundo, o debate sobre o reajuste e aplicação do piso dos professores em 33,24%. Ontem, o prefeito de Tuparetama, Sávio Torres, anunciou o reajuste integral de 33,24% para os […]
Foi quente o debate entre vereadores ligados à gestão Sávio Torres e oposição esta semana.
Como pano de fundo, o debate sobre o reajuste e aplicação do piso dos professores em 33,24%.
Ontem, o prefeito de Tuparetama, Sávio Torres, anunciou o reajuste integral de 33,24% para os professores da rede municipal de ensino.
Os vereadores governistas parabenizaram o gestor. Reaforçaram que, conforme o anúncio, após assembleias realizadas pelos professores, o gestor se reuniu com a comissão formada por representantes da categoria e advogados do SINTEP, para discutir as propostas formuladas durante as reuniões e avançou com a proposta.
Já a oposição criticou a condução. Os vereadores argumentaram que houve retirada de direitos adquiridos.
A queixa é de que, para aplicar o reajuste do piso recuou no Plano de Cargos e Carreira. A nova tabela apresentada, não foi aprovada por unanimidade pelo Sindicato.
Houve bate boca quente e discussão entre vereadores e professores na Câmara. Nada de calmaria ou de unanimidade, segundo relatos de quem acompanhou a sessão.
A oposição apresentou emendas à nova tabela do Plano de Cargos e Carreira. Foi formada uma comissão que discute o tema, mas com prevalência da nova tabela.
Uma discussão forte envolveu o vereador Tanta Sales e os professores Kelly Patrícia e Hélio Gustavo, contra o projeto do executivo. Tanta defendeu que apesar de não ter havido unanimidade, a categoria aprovou o projeto.
O governista Tanta o fim da sessão ainda bateu boca com o oposicionista Plécio. Quando a sessão foi encerrada, foi possível ouvir chamado de “bunda mole”.
Três vereadores da oposição presentes tiveram pedido de vistas negado pelo presidente Arlã Markson(PTB) . Agora, a oposição ameaça acionar na justiça pela convocação ter sido feita por WhattsApp.
Por descumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal no que diz respeito a gastos com pessoal, o prefeito de Santa Cruz do Capibaribe, Édson Vieira, teve julgada irregular, nesta quinta-feira, na Primeira Câmara do TCE, o Relatório de Gestão Fiscal da prefeitura referente ao ano de 2015. Ele foi penalizado com uma multa no valor de […]
Por descumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal no que diz respeito a gastos com pessoal, o prefeito de Santa Cruz do Capibaribe, Édson Vieira, teve julgada irregular, nesta quinta-feira, na Primeira Câmara do TCE, o Relatório de Gestão Fiscal da prefeitura referente ao ano de 2015. Ele foi penalizado com uma multa no valor de R$ 60.480,00 – correspondente a 30% dos subsídios auferidos naquele exercício.
De acordo com a conselheira substituta e relatora do processo, Alda Magalhães, o município desenquadrou-se do ponto de vista fiscal desde 2013 quando comprometeu 56,86% de sua receita com a folha, ultrapassando o limite de 54% estabelecido pela LRF. Manteve-se desenquadrado nos dois exercícios financeiros seguintes, sendo que no terceiro quadrimestre de 2015 gastou com pessoal 60,41% da sua receita corrente líquida.
O prefeito defendeu-se afirmando que o município se encontrava em “situação de emergência” em decorrência da seca, porém não comprovou, segundo a relatora, o que uma coisa tem a ver com a outra. Ele alegou também que os gastos com a folha cresceram no início do ano pela elevação do piso salarial dos professores, mas como se trata de “despesa previsível” os seus argumentos não foram aceitos.
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