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Covid-19: Sertão do Pajeú conta com 8.578 casos confirmados, 7.913 recuperados e 156 óbitos

Por André Luis

Por André Luis

De acordo com os boletins epidemiológicos divulgados nesta quarta-feira (14), pelas secretarias de saúde dos municípios do Pajeú, a região totaliza 8.578 casos confirmados de Covid-19. 

Portanto, os números de casos confirmados no Pajeú ficam assim: Serra Talhada continua liderando o número de casos na região e conta com 4.301 confirmações. Logo em seguida, com 913 casos confirmados está Afogados da Ingazeira,  São José do Egito está com 743, Tabira conta com 633 Triunfo tem 333, Carnaíba está com 278 e  Calumbi está com 177 casos.

Santa Terezinha tem 162, Flores está com 159, Itapetim tem 150, Brejinho tem 142, Iguaracy tem 125, Quixaba está com 116, Solidão tem  114, Santa Cruz da Baixa Verde está com 95, Tuparetama tem 90 e Ingazeira está com 47 casos confirmados.

Mortes – A região tem no total, 156 óbitos por Covid-19. Todas as dezessete cidades da região registraram mortes. São elas: Serra Talhada 60, Afogados da Ingazeira tem 13, Triunfo tem 12, Tabira e Carnaíba tem 11 óbitos cada, Flores, Iguaracy, Tuperatema e São José do Egito tem 7 cada, Itapetim tem 6, Quixaba e Santa Terezinha tem 4 cada, Calumbi e Brejinho tem 2 óbitos cada, Ingazeira e Santa Cruz da Baixa Verde tem 1 óbito cada.

Recuperados – A região conta agora com 7.913 recuperados. O que corresponde a 92,24% dos casos confirmados. 

O levantamento foi fechado às 7h40 desta quinta-feira (15), com os dados Fornecidos pelas secretarias de saúde dos municípios.

Outras Notícias

Entenda o fim da isenção de imposto de até US$50 entre pessoas físicas

Mudança é para evitar fraude e sonegação de imposto por parte das empresas Na última semana, o governo anunciou que não haverá mais a isenção de imposto em compras internacionais de até US$50 entre pessoas físicas. A medida tem dado o que falar entre consumidores e empresários que ainda não entenderam o que isso significa.  […]

Mudança é para evitar fraude e sonegação de imposto por parte das empresas

Na última semana, o governo anunciou que não haverá mais a isenção de imposto em compras internacionais de até US$50 entre pessoas físicas. A medida tem dado o que falar entre consumidores e empresários que ainda não entenderam o que isso significa. 

Devido à alta sonegação de impostos, o Ministério da Fazenda decidiu aumentar a fiscalização sobre as compras internacionais feitas entre pessoas físicas, que, nos últimos anos, vêm sofrendo fraudes, já que o comércio de varejistas vem sonegando impostos.

Por conta disso, o governo anunciou algumas medidas que pretendem evitar fraudes e aumentar a arrecadação do país. “O Ministério da Fazenda apontou que o combate a fraudes deste tipo poderia elevar a arrecadação do país em até R$ 8 bilhões por ano, o que significa que muitos empresários têm se aproveitado do benefício da isenção entre pessoas físicas para fraudar declarações e sonegar impostos”, explica a contadora da Ercon Contabilidade, Eliane Rufino. 

Na prática, o que vem acontecendo é que os empresários fracionam as compras em pequenos valores se fazendo passar por pessoa física para evitar pagar o imposto por grandes compras. Por isso, a mudança vai funcionar a partir de um sistema mais rigoroso por parte da Receita Federal, que vai exigir obrigatoriamente uma declaração antecipada de todas as compras internacionais. 

“A nova declaração deve ser enviada antes da entrega do produto e precisará conter as informações do comprador, valor de compra e descrição do conteúdo, com possibilidade de multa em caso de subfaturamento ou de dados incompletos ou incorretos”, afirma.

A contadora também explica que a nova medida é um alerta para que empresários estejam atentos ao cumprimento das exigências do fisco. De acordo com o governo, as mudanças vão trazer benefícios para a arrecadação do país e para os consumidores que vão receber as compras on-line mais rápido, porque os produtos terão o processo de liberação agilizado. 

Até o momento, está em andamento uma medida provisória (MP) que obrigará o exportador a prestar declaração antecipada com dados do exportador e de quem compra, além do produto.

Duque participa de audiência sobre o Canal do Sertão e entrega equipamentos agrícolas em Trindade

O deputado estadual Luciano Duque cumpriu agenda no município de Trindade, no Sertão do Araripe, nesta sexta-feira, com foco em ações voltadas ao fortalecimento da agricultura e do desenvolvimento regional. Pela manhã, o parlamentar participou de uma audiência pública que discutiu a importância da implantação do Canal do Sertão pernambucano, projeto estratégico para garantir segurança […]

O deputado estadual Luciano Duque cumpriu agenda no município de Trindade, no Sertão do Araripe, nesta sexta-feira, com foco em ações voltadas ao fortalecimento da agricultura e do desenvolvimento regional. Pela manhã, o parlamentar participou de uma audiência pública que discutiu a importância da implantação do Canal do Sertão pernambucano, projeto estratégico para garantir segurança hídrica e impulsionar a produção agrícola na região.

Durante o encontro, Duque destacou o impacto direto da obra para os produtores do Araripe e reforçou seu compromisso institucional com o tema. “O Canal do Sertão é uma pauta histórica e essencial para o nosso povo. Estamos falando de água para produzir, gerar renda e garantir dignidade para milhares de famílias do sertão. Como presidente da Comissão de Agricultura da Alepe, vou levar esse debate para dentro da Casa, reunindo todos os atores responsáveis para avançarmos na concretização desse projeto”, afirmou.

Já no período da tarde, o deputado esteve na aldeia Atikum, também em Trindade, onde realizou a entrega de dois tratoritos que irão fortalecer a agricultura familiar na comunidade indígena. A ação contou com a presença da liderança Lamarth Piancó.

“Esses equipamentos chegam para somar no dia a dia dos agricultores da aldeia, ajudando no preparo da terra e aumentando a produção. Nosso compromisso é levar mais condições de trabalho para quem vive do campo”, completou o parlamentar.

Crise econômica aumenta criminalidade em Pernambuco

A crise econômica que castiga o Brasil desde o final de 2014 tem reflexos diretos no combate à criminalidade em Pernambuco. A análise é  do JC On Line em reportagem especial deste domingo. A comparação entre as curvas do Produto Interno Bruto (PIB) e dos dois principais indicadores de violência do Estado, homicídios e crimes contra […]

mortes-arteA crise econômica que castiga o Brasil desde o final de 2014 tem reflexos diretos no combate à criminalidade em Pernambuco. A análise é  do JC On Line em reportagem especial deste domingo.

A comparação entre as curvas do Produto Interno Bruto (PIB) e dos dois principais indicadores de violência do Estado, homicídios e crimes contra o patrimônio (roubos, furtos, sequestros, entre outros) mostra que a escassez de recursos na máquina pública turbina as estatísticas negativas.

Apenas nos primeiros quatro meses de 2016, os crimes contra o patrimônio tiveram aumento de 37%, e os homicídios, de 8%. O Estado fechou 2015 com uma inédita retração de 3,5% na economia.

Nem sempre foi assim. A primeira redução significativa de homicídios em Pernambuco aconteceu em 2010, quando foram registrados 13,6% menos assassinatos. O momento financeiro do Estado, naquele ano: crescimento de 7,7% acima da média nacional, que foi 7,5%.

Nos anos seguintes, a economia continuou crescendo, mas em níveis cada vez mais modestos. Em 2013, o Pacto pela Vida alcançou seu melhor desempenho: 3.102 homicídios (foram 4.591 em 2007, quando o programa foi criado). Os crimes contra o patrimônio tiveram redução de 7,6% naquele ano.

Em 2014, teve início a virada negativa. O então governador Eduardo Campos saiu do comando do Estado para se candidatar à presidência, deixando em seu lugar o vice, João Lyra Neto. Preterido na escolha para ser o candidato à sucessão de Campos, Lyra governou com o freio de mão puxado. O Estado ainda cresceu tímidos 2% naquele ano, mas os reflexos do início da crise já deram as caras: os crimes contra o patrimônio tiveram aumento de 24%, e os homicídios, de 11%.

Paulo Câmara assumiu um Estado já assombrado pela crise econômica, o que fez com que atravessasse 2015 com sérios problemas na área de segurança. Foram rebeliões em presídios, ameaças de greves e trocas de gestores nas Polícias Civil e Militar. Resultado: aumento de 13% nos homicídios e 30% nos crimes contra o patrimônio.

Os pequenos roubos e furtos pipocaram em 2016. Segundo o titular da pasta, Alessandro Carvalho, 75% desses delitos são praticados contra pedestres, com frequência para subtrair celulares e cordões. Crimes democraticamente distribuídos entre o calçadão da Praia de Boa Viagem e as áreas mais decadentes do Centro do Recife, passando pelos bairros de classe média e periferias da Zona Norte.

Cada vez com menos recursos, as forças de segurança enfrentam problemas no combate ao crime. Um policial militar, que pediu para não ser identificado, resume como a delicada situação do Estado tira o fôlego da corporação nas ruas. “A cota de combustível diminuiu para R$ 150 por dia. Há dois anos, a gente enchia o tanque. Ou seja, estamos patrulhando menos”, afirma o soldado. Segundo ele, a situação financeira faz com que 90% da tropa recorra ao Programa de Jornada Extra de Segurança (Pjes). “Isso tem um custo: um policial cansado nunca vai patrulhar com a mesma eficiência.”

Para o economista Jorge Jatobá, crises financeiras podem criar ambientes propícios para a criminalidade, mas ele defende que não há uma relação tão fatalista de causa e efeito entre as duas coisas. “Situações adversas do ponto de vista econômico aumentam o caldo de cultura que pode levar a população à convivência com delitos, mas é preciso ter cuidado para que não se criminalize os mais pobres”, afirma.

Alepe aprova PLC que agrupa municípios para saneamento básico

O Projeto de Lei Complementar (PLC) nº 1445/2020, que divide Pernambuco em 11 microrregiões de saneamento, foi aprovado em Primeira Discussão na Reunião Plenária desta quinta (10). A iniciativa visa cumprir a diretriz de prestação regionalizada de abastecimento de água e esgotamento sanitário do novo Marco Legal do Saneamento Básico. A meta é universalizar esses […]

O Projeto de Lei Complementar (PLC) nº 1445/2020, que divide Pernambuco em 11 microrregiões de saneamento, foi aprovado em Primeira Discussão na Reunião Plenária desta quinta (10). A iniciativa visa cumprir a diretriz de prestação regionalizada de abastecimento de água e esgotamento sanitário do novo Marco Legal do Saneamento Básico. A meta é universalizar esses serviços até 2033 em todo o País.

A proposta do Poder Executivo Estadual, que reúne os municípios de acordo com o atual compartilhamento de instalações operacionais e de infraestrutura entre as cidades, foi aprovada com 35 votos favoráveis, dez contrários e uma abstenção. Uma emenda apresentada pelo deputado Antonio Coelho (DEM), que daria aos municípios a prerrogativa de aderir ou não às microrregiões, foi considerada inconstitucional pelo colegiado de Justiça e rejeitada em Plenário. 

Ao discutir a proposta, Coelho fez críticas à qualidade dos serviços prestados pela Compesa, afirmando que a proposta do Governo pretende mantê-la no controle do saneamento básico no Estado. “O novo Marco Legal busca atrair o capital privado e dar mais autonomia aos municípios. Já o PLC usurpa a competência das prefeituras e afugenta o capital privado, criando insegurança jurídica. A Compesa quer melar os planos municipais de saneamento básico”, disse o parlamentar.

O democrata informou, ainda, que, se aprovada, a lei poderá ser contestada na Justiça por meio de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIn). Já Priscila Krause (DEM) criticou a tramitação em regime de urgência. “Não tem dez dias que o projeto chegou à Casa. O assunto é complexo. Me causa estranhamento que um governo cujo partido entrou no Supremo Tribunal Federal (STF) contra o Marco Legal procure fazer uma tramitação tão célere, sem participação da sociedade e dos municípios envolvidos”, pontuou.

Líder do Governo, o deputado Isaltino Nascimento (PSB) defendeu a Compesa, que “recebeu prêmios nacionais em reconhecimento à qualidade dos serviços”. Também de acordo com ele, a divisão em microrregiões busca garantir que cidades menos atrativas ao mercado privado recebam cobertura de saneamento. “Menos de 20% dos 184 municípios de Pernambuco são superavitários nesse setor. O subsídio cruzado é uma política importante, na qual quem tem mais ajuda quem tem menos.” 

Ele voltou a afirmar que o Poder Executivo enviará emenda para promover modificações a fim de assegurar a autonomia municipal. Já o deputado Aluísio Lessa (PSB) relatou a articulação feita pelo ex-governador Eduardo Campos para recuperar a Compesa, tornando-a viável e eficiente. “Saneamento básico é questão de saúde pública. A gente não pode simplesmente privatizar. É preciso beneficiar municípios pequenos que estão próximos dos maiores, para democratizar o acesso a água tratada e esgoto”, agregou o deputado Antonio Fernando (PSC).

Circo do Cheirozinho é questionado por excluir criança autista de brincadeira

No último sábado (24), uma mãe resolveu sair de casa para levar o filho com espectro autista e duas sobrinhas para acompanhar o espetáculo do Circo do Cheirozinho, que está instalado na Avenida Coronel Veremundo Soares, em Salgueiro. O momento que deveria ser de alegria, leveza, magia e entretenimento, terminou sendo marcado por um ato […]

No último sábado (24), uma mãe resolveu sair de casa para levar o filho com espectro autista e duas sobrinhas para acompanhar o espetáculo do Circo do Cheirozinho, que está instalado na Avenida Coronel Veremundo Soares, em Salgueiro.

O momento que deveria ser de alegria, leveza, magia e entretenimento, terminou sendo marcado por um ato de exclusão do circo. No momento do espetáculo, um Palhaço, menor de idade, que se apresentava começou a interação com a plateia convidando crianças para o palco. Nesse momento, a criança autista se deslocou até o local para participar.

Quando o Palhaço percebeu que a criança estava usando o colar de girassol perguntou ao ouvindo se ela era autista, tendo a confirmação pelo menino. Foi nessa hora, que Palhaço disse a criança que ela não podia participar da brincadeira por ser autista e pediu que se retirasse para voltar para a mãe.

Os familiares da criança se revoltaram com a situação e ainda estão abalados, por conta dos traumas que esses tipos de atitudes desumanas deixam na vida.

Essa notícia vem repercutindo nas redes sociais em Salgueiro. Após esse relato, a Pediatra Dra Caroline Teles, que também é mãe atípica, gravou um vídeo explicando o ocorrido. Essa postagem serviu para indignação dos municipes e até relato de mães atípicas sobre a exclusão que sentiram por parte do circo quando participaram também de um espetáculo.

Até o fechamento dessa matéria, o Circo do Cheirozinho não se pronunciou. As informações são do blog do Thiago Lima.