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Covid-19: Brasil tem mais de 21 mil casos e 1.144 mortes

Por Nill Júnior

Por G1

As secretarias estaduais de Saúde divulgaram, até as 11h30 deste domingo (12), 21.065 casos confirmados do novo coronavírus (Sars-Cov-2) no Brasil, com 1.144 mortes pela Covid-19.

O número de casos confirmados no Distrito Federal subiu para 614. O total de mortes permanece o mesmo: 14.

Minas Gerais confirmou, ao todo, 806 casos da doença e 20 mortes. Até este sábado, havia 750 casos e 17 mortes no estado. Só em Minas, há 59.027 casos suspeitos da doença aguardando resultados de exames. O Ceará registrou mais dois casos de Covid-19 neste domingo, elevando o total para 1.670.

O balanço mais recente do Ministério da Saúde, divulgado neste sábado (11), aponta 20.727 casos confirmados e 1.124 mortes. Um novo balanço deve ser informado pelo ministério na tarde deste sábado (11).

Outras Notícias

Arcoverde: prefeitura não divulga cachês do São João

Iniciado neste sábado com os shows de Fulô de Mandacaru e Gabriel Diniz no palco central da festa, além de outros artistas nos demais pólos juninos, o São João de Arcoverde que prevê 170 atrações se apresentando nos 11 dias do evento, está descumprindo a Lei 15.818/16 que prevê a divulgação dos valores gastos com […]

Iniciado neste sábado com os shows de Fulô de Mandacaru e Gabriel Diniz no palco central da festa, além de outros artistas nos demais pólos juninos, o São João de Arcoverde que prevê 170 atrações se apresentando nos 11 dias do evento, está descumprindo a Lei 15.818/16 que prevê a divulgação dos valores gastos com as atrações e estrutura da festa.

Sancionada no dia 31 de maio do ano passado, a lei prevê que gastos públicos com festas e contratações de artistas e shows deverão ser comunicados à população através de uma placa de 6 metros quadrados colocada em local visível e ficar exposta durante a realização do evento para explicitar e detalhar os custos do governo com a festa.

A legislação determina que a placa contenha o nome da atração e o valor do cachê, o responsável pela estrutura, iluminação, som e palco, além da origem dos recursos utilizados.

Em nenhum dos pólos do São João de Arcoverde a prefeitura colocou uma placa como manda a lei explicitando os valores pagos aos artistas, a estrutura e responsáveis pela organização do evento, como decoradores, já que a prefeitura tem empenho da ordem de R$ 173 mil para a decoração dos festejos juninos de 2017, segundo dados do Portal da Transparência.

A reportagem da Folha percorreu todos os pólos e pode identificar apenas a placa promocional e de sinalização da prefeitura, na cor verde, utilizada na campanha eleitoral, e as marcas dos patrocinadores (Governo de Pernambuco, Pitú, Schincariol, Teacher e Caixa Econômica Federal).

Segundo extratos de inexigibilidade de licitação publicados no Diário Oficial da Amupe, somente o Polo Multicultural, localizado na Praça da Bandeira, os gastos com atrações somam mais de R$ 1 milhão, sem contabilizar os gastos com palco, som, iluminação e camarotes.

De acordo com a Lei 15.818/16, quem descumprir a norma, estará sujeito a levar advertência, no primeiro caso, e multa, se for reincidente. O valor pode variar de R$ 1 mil a R$ 100 mil.

Sicoob é reconhecido como a marca cooperativa mais valiosa do Brasil

Empresa ocupa a 13ª posição entre as 50 empresas presentes no prêmio “As Marcas Mais Valiosas do Brasil”, promovido pelo InfoMoney O Sicoob foi reconhecido como a marca cooperativa mais valiosa do Brasil, ocupando a 13ª posição entre as 50 empresas presentes no prêmio “As Marcas Mais Valiosas  do Brasil”, realizado pelo InfoMoney em parceria […]

Empresa ocupa a 13ª posição entre as 50 empresas presentes no prêmio “As Marcas Mais Valiosas do Brasil”, promovido pelo InfoMoney

O Sicoob foi reconhecido como a marca cooperativa mais valiosa do Brasil, ocupando a 13ª posição entre as 50 empresas presentes no prêmio “As Marcas Mais Valiosas  do Brasil”, realizado pelo InfoMoney em parceria com a TM20 Branding, consultoria  especializada em avaliação e gestão de marcas. 

O estudo mede o valor de um dos principais ativos intangíveis das organizações, a  marca que se consolida como fator determinante para o sucesso institucional. No  caso do Sicoob, o resultado reflete a força coletiva de milhões de cooperados,  dirigentes e colaboradores comprometidos com a promoção da justiça financeira e do  desenvolvimento sustentável. 

“A conquista simboliza o amadurecimento de um modelo de negócio que cresceu sem  perder sua essência”, afirma Cláudio Halley, superintendente de Estratégia e Gestão  do Sicoob. 

A instituição se consolidou entre as principais do país, administrando mais de R$ 398  bilhões em ativos e mantendo um ritmo constante de expansão, mesmo em um  ambiente de alta competitividade no setor financeiro. 

Valor de marca 

O crescimento do valor de marca do Sicoob reflete o fortalecimento do seu brand  equity, sustentado por uma combinação equilibrada de desempenho financeiro  sólido, força institucional e propósito cooperativo. A valorização é resultado de uma  estratégia de longo prazo que une solidez, inovação e coerência na entrega de valor  aos cooperados e à sociedade. 

Esse avanço se traduz diretamente na valorização do ativo intangível da marca,  impulsionado não apenas por resultados econômicos, mas também por atributos  intangíveis, como confiança, reputação e reconhecimento do modelo cooperativo  como uma forma sustentável de fazer finanças. 

“Ser a marca cooperativa mais valiosa do Brasil é também um reconhecimento do  cooperativismo como força de transformação social e econômica”, afirma Halley.

O Sicoob ampliou e diversificou seu portfólio de produtos e serviços e fortaleceu sua  presença física e digital, com foco na experiência do cooperado como pilar central de  diferenciação. Essa estratégia, somada às ações de endosso e visibilidade  institucional, contribuiu para consolidar a percepção de uma marca sólida, moderna  e próxima das pessoas. 

Além da performance operacional, o fortalecimento do brand equity também é  resultado de uma comunicação integrada e consistente, que posiciona o Sicoob em  diferentes territórios culturais. 

Relevância cultural e presença 

A consolidação do valor de marca do Sicoob também está relacionada à sua presença  em territórios culturais que dialogam com diferentes públicos e reforçam a identidade  cooperativista. A instituição estruturou uma estratégia de comunicação 360º, com  atuação em música, esporte e dramaturgia, ampliando o alcance da marca e  fortalecendo o vínculo com a sociedade. 

Essa presença posiciona o Sicoob como uma marca que atua de forma ativa na cultura  brasileira, promovendo o cooperativismo financeiro em espaços de grande  visibilidade e engajamento. O posicionamento ganha expressão em diversas frentes:  do incentivo à música, que conecta comunidades, ao apoio ao esporte, que mobiliza  o país, e às narrativas que refletem o cotidiano das pessoas. 

O reconhecimento no ranking reforça o compromisso do Sicoob com um crescimento  sustentado por propósito e impacto coletivo. A combinação entre relevância cultural  e consistência institucional consolida a marca como uma referência de confiança e  credibilidade no sistema financeiro nacional. 

Força coletiva 

Como instituição financeira cooperativa, o Sicoob reúne mais de 9,3 milhões de  cooperados, presentes em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. Entre os  serviços oferecidos, destacam-se conta corrente, crédito, investimentos, cartões,  previdência, consórcios, seguros e adquirência, entre outros. 

O sistema é formado por 323 cooperativas singulares, 14 cooperativas centrais e o  Centro Cooperativo Sicoob (CCS), que inclui uma confederação, um banco  cooperativo, uma processadora e bandeira de cartões, uma administradora de consórcios, uma entidade de previdência complementar, uma seguradora e um  instituto de investimento social. 

Com mais de 4,6 mil pontos de atendimento, o Sicoob ocupa a primeira colocação  entre as instituições financeiras com maior número de agências no país, sendo, em  mais de 415 municípios, a única instituição financeira presente. As informações são da InfoMoney.

Arcoverde: Júlio Cavalcanti diz que Prefeitura fará uso político de auxílio moradia para Movimento Sem Teto

O Deputado Estadual Júlio Cavalcanti reclamou em nota  que após  seleção, cadastramento e abertura de contas bancárias das famílias de sem teto para receber o auxílio moradia, sob o comando da presidente do Movimento dos Sem Teto de Arcoverde, Silvanete Pereira, o Governo do Estado tenha definido que os pagamentos serão efetuados via prefeitura do […]

Protesto feito por movimento em julho de 2013
Protesto feito por movimento em julho de 2013

O Deputado Estadual Júlio Cavalcanti reclamou em nota  que após  seleção, cadastramento e abertura de contas bancárias das famílias de sem teto para receber o auxílio moradia, sob o comando da presidente do Movimento dos Sem Teto de Arcoverde, Silvanete Pereira, o Governo do Estado tenha definido que os pagamentos serão efetuados via prefeitura do município. As cerca de 850 famílias do MSTSD Arcoverde foram retiradas do terreno do IPA, próximo ao viaduto. Um acordo com o então governador Eduardo Campos prometeu solução para a questão.

“Com que objetivo, uma vez que cada chefe das famílias já abriu sua conta bancária para receber via banco? Para colocar nas mãos da prefeita Madalena Britto o pagamento de um benefício sobre o qual ela não teve mérito algum. Ao contrário. Dela, os arcoverdenses sem teto só tiveram promessas vazias. Trata-se de uma verdadeira manobra política que visa tão somente colocar o movimento e suas famílias refém da boa ou má vontade da Prefeitura Municipal, que por três anos vem empurrando o problema sem dar solução”, reclama.

A concessão do auxílio foi formalizada por meio da Lei nº 15.666/2015, aprovada na Assembleia Legislativa. O primeiro pagamento foi acertado para o início de 2016, atendendo 200 famílias cadastradas pelo Movimento junto à Secretaria de Habitação.”E esse comportamento é corroborado pela prefeita de Arcoverde, a Sra. Madalena Britto, que chegou a prometer a entrega de 350 casas a essas famílias, mas até hoje nunca cumpriu”, questiona.

Cavalcanti conclui cobrando que o Executivo defina a data de pagamento dos auxílios e que o dinheiro chegue diretamente nas mãos ou contas das famílias cadastradas, sem intermédio de secretários ou agentes políticos da Prefeitura.

Bomba relógio, ação de Agentes Comunitários de Saúde explode no colo da gestão Sandrinho

Advogado diz que processos foram sendo empurrados com a barriga até agora. valores podem chegar a R$ 7 milhões Uma bomba relógio vai estourar no colo da gestão Sandrinho a partir de dezembro de 2023. Os agentes comunitários de saúde ganharam em definitivo uma ação contra o município de Afogados da Ingazeira pela negativa de […]

Advogado diz que processos foram sendo empurrados com a barriga até agora. valores podem chegar a R$ 7 milhões

Uma bomba relógio vai estourar no colo da gestão Sandrinho a partir de dezembro de 2023.

Os agentes comunitários de saúde ganharam em definitivo uma ação contra o município de Afogados da Ingazeira pela negativa de direitos.

A ação, do ano de 2017, correu na Justiça do Trabalho. Eles ganharam o direito a receber o adicional de insalubridade, reconhecimento do tempo de serviço, FGTS, inclusive com o retroativo.

“Já foram expedidos os precatórios e inscritos. O município tem até dezembro de 2023 para pagar”, diz o advogado Steno Ferraz. Ou seja, a ação correu os governos Totonho, Patriota , e estourou no colo do ciclo Sandrinho.

Em 2023 já vão receber 44 agentes. Só desses, os valores chegam a R$ 3 milhões. E são mais de cem. Os demais receberão em 2024. O valor total pode chegar a R$ 7 milhões. Ainda há processos tramitando em última instância no STJ.

Outra ação, dos quinquênios, rola desde 2015, foram parar no Supremo. “O município nunca quis fazer acordo, protela, passa pra frente”, diz o advogado. Ou seja, aparentemente a estratégia foi empurrar com a barriga.   O impacto financeiro é enorme e, segundo nomes da gestão, poderá afetar até a reta final da gestão Sandrinho.

Raquel Lyra destaca avanços da política habitacional em Pernambuco

Durante cerimônia de apresentação do Minha Casa Minha Vida Cidades, nesta quarta-feira (13), em Brasília, a governadora Raquel Lyra apresentou as ações realizadas pelo Morar Bem PE, política habitacional do Estado. Ao lado do ministro das Cidades, Jader Filho, a gestora reforçou a importância da iniciativa por parte do governo federal e agradeceu a parceria […]

Durante cerimônia de apresentação do Minha Casa Minha Vida Cidades, nesta quarta-feira (13), em Brasília, a governadora Raquel Lyra apresentou as ações realizadas pelo Morar Bem PE, política habitacional do Estado. Ao lado do ministro das Cidades, Jader Filho, a gestora reforçou a importância da iniciativa por parte do governo federal e agradeceu a parceria para ampliar o acesso à casa própria para os pernambucanos.

“Temos trabalhado com uma política habitacional ampla com o Morar Bem PE. Nestes 12 meses já realizamos a entrega de 696 unidades habitacionais. Também conseguimos mais de 10 mil casas do Minha Casa Minha Vida faixa 1. Já temos 30 mil inscritos no Entrada Garantida e entregamos 3.922 títulos de propriedade. Sem dúvidas, precisamos alavancar recursos, movimentar a construção civil, que é a indústria que retoma empregos mais rápido no nosso Estado. Agradeço ao Ministério das Cidades e ao presidente Lula pelas parcerias que estamos conseguindo fazer para avançar ainda mais”, ressaltou Raquel Lyra.

O Minha Casa Minha Vida Cidades tem o objetivo de facilitar o acesso de famílias de baixa renda ao crédito habitacional por meio do aporte de contrapartida da União oriunda de emendas parlamentares de estados e municípios. O ministro das Cidades, Jader Filho, reforçou a parceria com o Governo do Estado para ampliar o benefício do programa. “O que permite que mais famílias tenham acesso ao programa é a união com os estados. Por isso, agradeço a presença da governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, que vem fazendo esforços junto aos municípios para ampliar os financiamentos pelo Minha Casa Minha Vida. No início do ano, nossa meta era de 375 mil unidades financiadas e já chegamos a 500 mil por todo o país”, afirmou.

Por meio do Morar Bem, já foram entregues 696 unidades habitacionais e 3.922 títulos de propriedade. Já na modalidade Entrada Garantida, que concede subsídio de até R$ 20 mil na entrada do imóvel, o Estado conta com 30 mil inscritos.

Também presente no evento, a secretária de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh), Simone Nunes comentou sobre a importância da iniciativa. “Assim como o Minha Casa Minha Vida, o Morar Bem também tem diversas modalidades. Entre elas, temos a regularização fundiária, entrega de habitacionais e o Entrada Garantida. Pernambuco foi pioneiro com o Morar Bem PE e o MCMV Emendas, em que os parlamentares podem alocar recursos para poder aumentar o número de casas. E esse é um nicho que o Governo de Pernambuco está fazendo uma conscientização com os parlamentares para ter essa captação destinada para habitação”, concluiu.