Delson e seu vice fecham parceria com Felipe Carreras
Por Nill Júnior
O Prefeito de Santa Terezinha, Delson Lustosa e o vice prefeito, Dada de Adeval, acabaram de fechar apoio com o deputado federal Felipe Carreras (PSB).
A parceria foi fechada no gabinete do parlamentar pernambucano na Câmara dos Deputados, em Brasília, segundo o Blog do Finfa.
Nas últimas eleições, Delson definiu apoio no 2º turno das eleições para Marília Arraes. Antes, apoiava Ricardo Teobaldo (Podemos). Seu estadual segue sendo Gustavo Gouveia.
Do Blog Dantas Barreto As 13 assinaturas para garantir o pedido de instalação de uma CPI na Câmara do Recife para apurar a nomeação do procurador Lucas Viana Silva na Procuradoria do Recife foi alcançada nesta segunda-feira (2). O vereador Osmar Ricardo (PT) decidiu se unir à oposição para apurar a decisão do prefeito João […]
As 13 assinaturas para garantir o pedido de instalação de uma CPI na Câmara do Recife para apurar a nomeação do procurador Lucas Viana Silva na Procuradoria do Recife foi alcançada nesta segunda-feira (2). O vereador Osmar Ricardo (PT) decidiu se unir à oposição para apurar a decisão do prefeito João Campos (PSB), apesar de a nomeação já ter sido anulada. A CPI foi pedida por Thiago Medina (PL).
O pedido já foi protocolado para ser encaminhado ao presidente da Câmara, Romerinho Jatobá (PSB). A etapa seguinte será o envio à Procuradoria do Legislativo para ser avaliado. Na opinião do líder da oposição, Felipe Alecrim (Novo), “assim como a Procuradoria autorizou a votação em plenário do pedido de impeachment do prefeito, também tem de acatar o pedido de CPI porque o motivo é o mesmo”.
Osmar Ricardo disse ao Blog Dantas Barreto que decidiu assinar o pedido de CPI “porque esse caso tem que ser apurado”. “Chegou o momento que temos de tomar uma posição. Sou servidor público e sou cobrado por isso”, salientou.
Além de vereador, Osmar é presidente do PT no Recife, que faz parte da base aliada de João Campos. O petista considera que sua decisão não interfere nas conversas sobre aliança estadual.
“Continuamos aguardado a decisão da Executiva Nacional do PT. Mas aliado e os trabalhadores têm que ser respeitados. E como presidente do PT acho que o partido deve ter autonomia e buscar se fortalecer”, acrescentou Osmar Ricardo.
NOMEAÇÃO
O caso do procurador Lucas Vieira Silva veio à tona no final de dezembro do ano passado, quando foi nomeado para a Procuradoria do Recife. Ele havia passado no concurso público de 2022 na 63ª colocação, mas após três apresentou diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA) e pulou para a primeira posição e foi nomeado na vaga de pessoa com deficiência.
O então primeiro colocado como PCD, Marko Venício dos Santos Batista, recorreu à Justiça e o caso ganhou repercussão. O prefeito João Campos anulou a nomeação de Lucas Vieira e Marko assumiu o cargo. O caso gerou polêmica porque Lucas é filho de uma procuradora do Tribunal de Contas do Estado (TCE) e do juiz responsável pela Vara de Combate ao Crime de Corrupção do TJPE.
A partir da manhã desta sexta-feira, a Prefeitura de Petrolina terá como prefeito o presidente da Câmara dos Vereadores, Osório Siqueira (PSB). A mudança, inicialmente, será por dois meses, uma vez que o titular, Julio Lóssio (PMDB), se ausentará durante este período por licença médica. O vice Guilherme Coelho (PSDB), anunciou nessa quinta-feira (10) que […]
A partir da manhã desta sexta-feira, a Prefeitura de Petrolina terá como prefeito o presidente da Câmara dos Vereadores, Osório Siqueira (PSB). A mudança, inicialmente, será por dois meses, uma vez que o titular, Julio Lóssio (PMDB), se ausentará durante este período por licença médica.
O vice Guilherme Coelho (PSDB), anunciou nessa quinta-feira (10) que vai investir na sua candidatura a deputado federal. Essa nova configuração coloca a oposição no poder pela segunda vez neste mandato do peemedebista.
A decisão do vice, de não assumir o Executivo para não ficar inelegível, foi tomada na data limite para o afastamento do prefeito sem a necessidade da passagem do cargo. “Osório é uma pessoa boa, que já assumiu a prefeitura em outras vezes. Tenho confiança no trabalho dele. Sei que a prefeitura estará em boas mãos”, declarou Coelho.
A Universidade de Pernambuco (UPE) realiza, até o dia 3 de fevereiro, inscrições para o concurso público para nove advogados. O cadastro na seleção deve ser feito pela internet e os salários oferecidos são de R$ 3.205. Esse concurso estava previsto para acontecer em 2018, mas foi suspenso em 29 de junho, após solicitação do Ministério Público de […]
A Universidade de Pernambuco (UPE) realiza, até o dia 3 de fevereiro, inscrições para o concurso público para nove advogados. O cadastro na seleção deve ser feito pela internet e os salários oferecidos são de R$ 3.205.
Esse concurso estava previsto para acontecer em 2018, mas foi suspenso em 29 de junho, após solicitação do Ministério Público de Contas, ligado ao Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE). Advogados da instituição denunciaram irregularidades no processo seletivo.
São disponibilizadas seis vagas para o Grande Recife, sendo uma para deficientes. Há, ainda, oportunidades para o interior: uma para Garanhuns, no Agreste, uma para Arcoverde, no Sertão, além de um a para Petrolina, também no Sertão.
Os candidatos, de acordo com a UPE, devem pagar a taxa de inscrição, de R$ 150, até o dia 5 de fevereiro. A instituição orienta o pagamento preferencial em casas lotéricas. O concurso ocorre em três etapas: teste escrito, prova discursiva, e prova de títulos.
As provas escritas ocorrem no dia 17 de março deste ano. Os testes discursivos estão marcados para 14 de abril. A divulgação do resultado final está prevista para o dia 11 de junho. O certame tem validade de dois anos, prorrogáveis por igual período.
Derrubado em duas sessões do Congresso Nacional em que a base de deputados e senadores governistas não apareceu para apreciação de vetos e votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) 2017, o presidente interino Michel Temer (PMDB) passou por outro vexame, desta vez no Senado. Os aliados do Planalto também se ausentaram, na noite dessa […]
Derrubado em duas sessões do Congresso Nacional em que a base de deputados e senadores governistas não apareceu para apreciação de vetos e votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) 2017, o presidente interino Michel Temer (PMDB) passou por outro vexame, desta vez no Senado.
Os aliados do Planalto também se ausentaram, na noite dessa quarta-feira (17), da votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 31/16, que prorroga a Desvinculação de Receitas da União, a chamada DRU.
“É mais uma patacoada do governo interino, que não consegue nem mesmo articular a própria base. São reiteradas as derrotas em temas fundamentais para eles, o que demonstra a fraqueza na articulação política”, avaliou o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), que comandou a obstrução da votação.
Senadores da oposição a Temer criticam o fato de o atual governo ter elevado de 25% para 30% o livre realocamento das receitas obtidas com taxas, contribuições sociais e de Intervenção sobre o Domínio Econômico (Cide), que são destinadas, por determinação constitucional ou legal, a órgãos e despesas específicos.
A base de Temer precisava ter 49 votos favoráveis para aprovar a proposta em 1º turno. Com a obstrução por parte dos opositores, o quórum dos governistas estancou em 35, apesar dos apelos dos líderes aliados para que viessem ao plenário. Foi, então, que o PT e as demais legendas rivais do Planalto começaram a votar, elevando o placar para 45 votantes.
Com o quórum mínimo em risco e tentando evitar que a proposta fosse rejeitada, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) – atendendo a um pedido do líder do PMDB, Eunício Oliveira (CE) – fez uma manobra política e encerrou a sessão plenária, invalidando a votação.
“É querer ganhar no tapetão. Renan arrumou uma saída à moda de Eduardo Cunha, que, quando não conseguia vencer na Câmara, encerrava o processo ou colocava novamente pra votar matéria derrotada. Essa é uma das faces mais perversas do golpe: o desrespeito rotineiro às regras da democracia”, criticou Humberto.
Pajeú perde muito com a saída de Lúcio Almeida De tão comentado desde que passou a ingressar as fileiras do Ministério Público, o promotor afogadense Lúcio Luiz de Almeida Neto virou personagem cotidiano da região do Pajeú. Para quem é de Afogados da Ingazeira, sua vida foi acompanhada desde a infância como menino prodígio, sabido, […]
De tão comentado desde que passou a ingressar as fileiras do Ministério Público, o promotor afogadense Lúcio Luiz de Almeida Neto virou personagem cotidiano da região do Pajeú.
Para quem é de Afogados da Ingazeira, sua vida foi acompanhada desde a infância como menino prodígio, sabido, inteligente. Lembrava a história de “O show de Truman”, o filme estrelado por Jim Carrey, em que sua vida é acompanhada desde o nascimento até a vida adulta.
Como promotor, teve uma rápida passagem por Tabira e depois se estabeleceu plenamente em Afogados da Ingazeira. Na terra natal, podia conciliar a atividade e a condição de bom filho, acompanhando a fase final da vida dos pais, Nadege Barros e Leonízio Lopes, o que fez até suas mortes, em 2017 e 2022.
Como promotor de justiça, a familiaridade com o discurso fácil e a presença na cidade de uma emissora que ecoasse suas opiniões, a Rádio Pajeú, o tornaram muito conhecido. Ele aproveitava o poder de eco da emissora e falava de tudo, sempre pontuando o papel que cabia ao Ministério Público, inclusive mais recentemente, como coordenador da terceira circunscrição do órgão.
É difícil escolher uma ação específica que tenha tido mais destaque encampada por ele em nome da instituição. Uma das mais conhecidas foi na maior crise hídrica da história no Pajeú. A Barragem de Brotas chegou a zero por cento de sua capacidade. A esperança era a Adutora do Pajeú, anunciada pelo governo Dilma, cuja água chegava até Serra Talhada. Lúcio liderou um grupo de trabalho que agilizou a instalação da tubulação no caminho de Afogados da Ingazeira, contra proprietários que queriam barganhar e outros que invadiram área de domínio do estado. Foi determinante para abrir caminhos e a água chegou aos 46 do segundo tempo, no final de 2013. Depois, não sossegou, lutando pelo atendimento para municípios do Alto Pajeú.
Na luta por entregar seus documentos com a pauta da região, já bateu boca com Eduardo Campos ao cobrar atenção. Foi atrás de todos os mandatários estaduais. Nas eleições, promoveu debates cobrando compromissos públicos com esses temas com cada candidato da área. Foi um importante porta-voz na luta pela melhoria do Hospital Regional Emília Câmara, pelo fim do abate ilegal que oferecia sérios riscos à saúde pública, cobrou mais segurança, fim dos lixões, transparência, fim do nepotismo, defendeu a cultura, defesa do Rio Pajeú e pauta ambiental, SAMU, liderou fiscalizações como a de loteamentos irregulares, enfrentou ameaças, teve interlocuções com várias entidades, do Rotary aos sindicatos, defendeu leite de cabra, cobrou e respondeu quando foi cobrado.
Na pandemia, não fosse ele, dada a pressão de setores negacionistas da atividade econômica, o número de mortes de Covid por aqui poderia ser muito maior. Lúcio liderou ações de fechamento daqueles estabelecimentos que descumpriam medidas restritivas, dando publicidade para evitar novos casos, fez reuniões, convocou a sociedade, arregaçou as mangas. Também comandou a articulação de um lockdown quando os casos aumentaram pressionando o sistema de saúde, sendo seguido pelos gestores. Uma atitude difícil, mas corajosa, em defesa da vida.
Mais recentemente, buscou respostas para uma agenda legítima da região, na defesa das estradas, muitas acabadas desde a gestão Paulo Câmara, sem nenhuma solução iminente do governo Raquel Lyra. Assim foi também com a obra que ficou pelo caminho, a Estrada de Ibitiranga. Já havia encontrado o Secretário de Infraestrutura Evandro Avelar e se preparava para entregar uma agenda do Pajeú nas mãos da governadora.
Muitos que tiveram a vida que Lúcio teve, com uma condição econômica privilegiada para os nossos padrões, torcem hoje o nariz para os menores: pobres, vítimas do abismo social que ainda impera, pessoas simples sem direitos, sem assistência, sem apoio. Lúcio, não. Atendia e atende indistintamente aqueles que o interpelam na rua, ou na sua sala na sede do MP, na Praça Arruda Câmara. Daí o mantra que a cidade criou para muitos casos sem solução: “vou falar com doutor Lúcio”, entregando a ele uma última esperança de justiça. Isso o jogou muitas vezes na especulação da política. Nunca aceitou.
Tem visão democrática até quando questionado. Aqui mesmo já tratamos criticamente de algumas decisões e atitudes de Lúcio, sem nunca receber qualquer tipo de crítica ou intimidação. Quando muito, apenas o desejo de, na busca pela paridade das armas, ser ouvido e trazer sua versão dos fatos.
Comarcas como a de Afogados da Ingazeira, de segunda entrância, são na verdade “escadas” para promotores que querem atuar em centros maiores. Com isso, muitos não chegam a ser sequer conhecidos na cidade. Trancam-se em gabinetes, cuidado do dever estritamente processual, sem nenhuma preocupação com as agendas sociais das cidades, no estilo “não sou daqui nem vim pra ficar”. O estilo de Lúcio Luiz de Almeida Neto aparentemente potencializa essa cortina criada entre parte do MP e a sociedade. É como se dissessem “já tem Lúcio pra fazer essa interlocução”. E se recolhem. Prova disso é que a sociedade sequer sabe além de Lúcio, quais são os demais promotores da região, salvo exceções.
À essa altura, só quem já foi enquadrado por sua ação, não tem preocupação com a agenda da cidade e região, tem ciúme, raiva ou inveja, é que deve estar comemorando o anúncio da sua ida para Ouricuri. Recorrendo à matemática, as conquistas da presença de Lúcio na região são infinitamente maiores que suas eventuais falhas, fruto da condição humana. A sua transferência, anunciada pelo Órgão Especial do Colégio de Procuradores de Justiça, é um duro golpe pra uma sociedade que, sob vários aspectos e temas, é vítima das mesmas carências e faltas que o Ministério Público vive jurando lutar para inverter.
Unidade mais distante?
A entrevista de Luciano Duque para a Gazeta FM, que esse blog reproduz com exclusividade ainda hoje, aparenta mostrar mais resistência à condução política de Márcia Conrado, por, segundo ele, buscar “meio aliados”, que estão com ele, mas não com ele. Duque não esconde seu inconformismo com a situação e chega a dizer que esse movimento é em parte desnecessário. “Ganhamos uma eleição com folga em 2020. E agora a prefeita busca adversários que não se comprometem plenamente. Respeito, mas discordo”. Duque também ironiza Waldemar Oliveira, que disse serem dez os nomes a disposição da oposição para o enfrentamento. A entrevista completa, ainda hoje.
Só ligação e SMS
Falando em Luciano, mais uma vez, por inabilidade com WhattsApp, ele deixou vazar uma crítica à prefeita Márcia. Disse num grupo, diante do questionamento de falta de apoio à APAE, que “não falta dinheiro pra festas, coxinhas, quentinhas, fotógrafos e influencers”. Apagou, pediu pra não compartilhar, mas o print é eterno. A esposa, Karina Rodrigues, foi orientada a tomar os celulares dele e oferecer um único modelo, conhecido por lanterninha….
A pão e água
Concluídas Expoagro (Afogados) e ExpoSerra (Serra Talhada), o próximo grande evento do calendário na região é a Expocose, em Sertânia, que começa quarta, dia 26. Além da exposição, shows com Cristina Amaral, Murilo Huff, Tarcísio do Acordeon, Nico Batista, Priscila Senna, Raphaela Santos, Chico Arruda, Taty Girl e Henry Freitas. O apoio da gestão Raquel para o governo Ângelo Ferreira foi tímido: R$ 100 mil para parte técnica contra R$ 500 mil em atrações e R$ 200 mil para parte técnica dados pelo governo Paulo ano passado. Os dois não se bicam.
Dois lados
A entrevista de Danilo Simões dizendo poder ser candidato a prefeito de Afogados da Ingazeira no futuro despertou sentimentos na oposição e entre governistas. Para os oposicionistas, seria o nome ideal para enfrentar a Frente Popular, que completará 20 anos de poder. E para os governistas, em 2028, lançar um filho de Giza e Orisvaldo com seu currículo, pode oxigenar o grupo, minimizando as críticas da “fadiga de material”.
Segue o baile
O vereador Albérico Thiago mostrou ao blog um documento que, segundo ele, vai legitimar em juízo a reeleição de João de Maria, que a justiça caçou essa semana. É a emenda modificativa 04/02, de 2010, que no texto diz que o mandato será de dois anos, “podendo o vereador ser reeleito e conduzido ao mesmo cargo”. Os governistas questionam porque o documento não foi apresentado na defesa, e cobra as atas de primeiro e segundo turno. “Não existe registro em ata. A própria juíza entendeu assim”, disse Vicente de Vevéi. O rolo continua.
Coelhada
Há muito tempo, não se via os Bezerra Coelho com tão pouco protagonismo no cenário de Pernambuco e do país. Apesar dos mandatos de Antonio Coelho e Fernando Filho, não ocupam cadeiras no governo Lula, nem na gestão Raquel Lyra. Fernando se passou a voz do bolsonarismo no Senado, interrompendo um ciclo de presença em todos os governos desde a redemocratização. E Miguel Coelho apoiou Raquel no segundo turno, mas foi rifado por decisão da governadora.
Comunidade tem acesso negado a água por vingança de Dinca
É impressionante, mas desde 2021 a prefeitura de Tabira desativou um poço catavento na comunidade de Várzea, no limite da divisa com Ingazeira. “Quebraram a base, cortaram o ferro que vai até o poço e tiraram a caixa d’água de 15 mil litros”, disse Joás Ferreira à Coluna. O poço tem boa vazão, garante a comunidade. A versão é de que o Secretário Joel Mariano autorizou a “operação trava catavento” a mando de Dinca Brandino, esposo da prefeita Nicinha, porque uma família na área não votou neles em 2020. Joel diz não ter conhecimento, mas não respondeu a queixa enviada por Joel em 27 de junho.
Fantástico e o padre
Agora sim, ao que parece está confirmada para hoje reportagem do Fantástico, da Rede Globo, sobre os escândalos sexuais envolvendo o Padre Airton Freire. A competente Beatriz Castro esteve em Arcoverde ouvindo outras vítimas, inclusive um homem, único até agora dos cinco casos investigados. Há expectativa de que a exposição encoraje outras denúncias.
Frase da semana:
“A gente vai continuar lutando por um país desarmado”.
Do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao assinar decretos que tornam mais rígido o controle de armas no país.
Você precisa fazer login para comentar.