Coronel comemora em debate índice alcançado pela AIS-20, primeira a atingir patamar da ONU no Estado
Por Nill Júnior
Jpeg
Aldo Vidal e Flávio Moraes
Como o blog noticiou ontem, pela primeira vez na historia do Pacto Pela Vida, uma Área Integrada de Segurança atinge o índice da ONU que considera como patamar aceitável a quantidade de 10 CVLIs (Crimes Violentos Letais Intencionais) para cada grupo de 100 mil habitantes. Pela segunda vez no ano a área fechou o mês sem que ocorresse nenhum homicídio, como havia ocorrido em março.
Hoje no nos estúdios da Pajeú o coronel Flávio Moraes falou dos números e da alegria que área está vivendo com o alcance do índice. Foi no Debate das Dez, apresentado hoje por Aldo Vidal. “A gente recebe com muita tranquilidade, pois desde o inicio do ano em janeiro quando aqui chegamos que a gente vem fazendo um trabalho com muita seriedade, com muita responsabilidade. Ficamos muito honrados porque em nove meses de trabalho conseguimos alcançar uma marca histórica dentro do Pacto Pela Vida”, comemorou Moraes.
Coronel Moraes também falou que pôde vivenciar o inicio do Pacto em 2006 quando o então governador Eduardo Campos foi eleito e no período de transição quando começou as conversas iniciais com o Professor José Luiz Ratton que foi o mentor do Pacto Pela Vida. Flávio chegou a participar por anos da segurança pessoal de Eduardo, de quem dizia ter mas que uma relação profissional, mas de amizade.
“Apos exatamente oito anos de sua implantação que foi em maio de 2007, a gente consegue atingir essa meta“, disse Moraes. “Nós não somos pretensiosos ao ponto de achar que a gente conseguiu isso sozinho. Primeiramente a gente sabe que tem a mão de Deus no meio, que nos protegeu que nos deu força e condição de seguir”.
E , de fazer e continuou: ” precisamos também agradecer o trabalho da nossa tropa que foi fundamental pra que a gente pudesse chegar a este índice e logicamente a todos os envolvidos. Nesse grupo, a gente coloca a sociedade civil, a imprensa, a todos os gestores da região, ao Poder Judiciário, ao Ministério Público, as entidades religiosas e as corporações civis sem fins lucrativos“, disse.
Cel. Moraes disse que nunca tiveram a pretensão de alcançar o índice e que sempre era colocado que o importante era reduzir os homicídios na área e que o alcance do índice foi uma consequência desta ação.
Candidato do PSOL disse que falta coerência à campanha dearilia, que repete modelo de Câmara e do PSB de Danilo O candidato ao governo do estado João Arnaldo (PSOL) cumpriu agenda, nesta sexta-feira (16), em Afogados da Ingazeira, Tabira e Serra Talhada. O primeiro compromisso da jornada do candidato pela sua região de origem foi […]
Candidato do PSOL disse que falta coerência à campanha dearilia, que repete modelo de Câmara e do PSB de Danilo
O candidato ao governo do estado João Arnaldo (PSOL) cumpriu agenda, nesta sexta-feira (16), em Afogados da Ingazeira, Tabira e Serra Talhada.
O primeiro compromisso da jornada do candidato pela sua região de origem foi com lideranças políticas e movimentos sociais no centro de Afogados da Ingazeira.
“A educação é a única arma para transformação social. Somente podemos conseguir através de melhores condições para uma educação transformadora, que contemple todas as camadas sociais desde a educação básica até a educação superior”, destacou João Arnaldo.
João Arnaldo ainda deu entrevistas a veículos de imprensa de Serra Talhada. Ao Sertão Notícias, na Cultura FM, respondendo uma pergunta desse blogueiro sobre quem apoiar no segundo turno, disse que o tema não tem feito parte da agenda do PSOL.
“Estou tão focado em conseguir os votos para ir ao segundo turno que essa discussão nem passou pelo partido. Tem Muita coisa pra acontecer. E tem menos de uma semana que as pessoas estão realmente falando de eleição”.
Disse ainda que as candidaturas ficaram mais do mesmo.
“Todas são derivadas de lideranças tradicionais e fazem alianças tradicionais. Marília, aliada com dois ex-secretários de Paulo Câmara que no Congresso Nacional nos últimos anos votaram em todos os projetos que Bolsonaro apresentou para retirada de direitos. Todos os projetos para prejudicar os trabalhadores, tanto Sebastião Oliveira quanto André de Paula votaram com Bolsonaro”.
Disse ainda que o bloco dela representa o mesmo modelo de Paulo Câmara e Danilo Cabral. “Eles vão ser secretários de novo como foram com Paulo se Marília ganhar?”
Falou também sobre coerência. “É o mesmo arranjo político que o PSB fez nos últimos anos. Se é pra derrotar Paulo Câmara trocando seis por meia dúzia, a gente não explica pra população o que de concreto tá querendo mudar”.
Representantes de dezenas de igrejas de todo o Estado se reuniram, neste sábado (13), onde manifestaram apoio ao candidato da Frente Popular ao Governo, Paulo Câmara (PSB), e de seu companheiro de chapa, Fernando Bezerra Coelho (PSB/Senado). Em um encontro organizado em Jaboatão pelo pastor e deputado estadual Cleiton Collins (PP), centenas de líderes religiosos ouviram as propostas e contribuíram […]
Representantes de dezenas de igrejas de todo o Estado se reuniram, neste sábado (13), onde manifestaram apoio ao candidato da Frente Popular ao Governo, Paulo Câmara (PSB), e de seu companheiro de chapa, Fernando Bezerra Coelho (PSB/Senado). Em um encontro organizado em Jaboatão pelo pastor e deputado estadual Cleiton Collins (PP), centenas de líderes religiosos ouviram as propostas e contribuíram com sugestões para o Programa de Governo do socialista, em um momento de solidariedade, oração e confiança, segundo nota da coordenação.
Paulo ressaltou a importância de o Governo firmar parcerias com as organizações religiosas, especialmente nas ações sociais. “Muitas vezes, as
igrejas chegam onde o Estado não consegue, por conta de sua capilaridade e de sua mensagem. Levando a palavra cristã, elas conseguem livrar os jovens do pesadelo das drogas e a dar suporte às famílias. O ex-governador Eduardo Campos apostou nessas parcerias, com resultados expressivos, e nós vamos continuar com essa prática”, garantiu o candidato.
As bandeiras principais dos evangélicos foram apresentadas pelo pastor Ney Ladeira, da Igreja Batista da Capunga.
Organizador do encontro, Cleiton Collins destacou a importância de um governo que reconheça o papel das igrejas. “Estamos orando para que os senhores sejam eleitos, assim como Marina Silva (PSB), para a Presidência. Pernambuco não pode parar. Contamos com a ajuda de vocês, amigos da Igreja. Vamos nos empenhar nestes dias que faltam para a eleição”, convocou o deputado.
Fernando Bezerra iniciou o discurso lembrando os 30 dias do falecimento do ex-governador Eduardo Campos, que anteviu o desgaste da polarização política no País. “Esta disputa já deu o que tinha que dar. As pessoas querem conhecer novos caminhos, novas maneiras de governar. Os brasileiros querem gestores com a capacidade de ouvir as pessoas”, disse, defendendo a candidatura de Marina à Presidência da República. Para Fernando esta será a mais importante eleição da história para os pernambucanos. Afinal, Marina era a vice na chapa de Eduardo e tem demonstrado grande carinho pelo Estado. “Tenho certeza que ela será uma excelente presidente para todos nós”, garantiu.
O vice saiu, mas não é o que o povo quer saber. Dois nomes da terceira via se acertaram em Serra Talhada. O pré-candidato a vice do médico Luiz Pinto, do PSOL, será Ivanildo Gomes, do PMB, Partido da Mulher Brasileira, sem mulher na vice, sinal do machismo estrutural na política. Na verdade, todos querem […]
Dois nomes da terceira via se acertaram em Serra Talhada. O pré-candidato a vice do médico Luiz Pinto, do PSOL, será Ivanildo Gomes, do PMB, Partido da Mulher Brasileira, sem mulher na vice, sinal do machismo estrutural na política.
Na verdade, todos querem saber quem será o candidato a vice na chapa de Miguel Duque e de Márcia Conrado. Saiba quem tem vantagem nesse momento.
Ouça as impressões desse jornalista sobre o tema no Nill Júnior Podcast , analisando os fatos da política pernambucana, regional e do cotidiano. o episódio foi ao ar no Sertão Notícias, da Cultura FM.
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O movimento que levou Bolsonaro à Presidência não é unitário. Sob o guarda-chuva do bolsonarismo estão evangélicos, jovens liberais, ruralistas, policiais e militares Por Paulo Veras/JC Online Wilson Lapa já foi eleitor de Lula (PT). Presidente da associação de moradores de Brasília Teimosa, comunidade que recebeu muita atenção dos petistas nos primeiros dias após o […]
O movimento que levou Bolsonaro à Presidência não é unitário. Sob o guarda-chuva do bolsonarismo estão evangélicos, jovens liberais, ruralistas, policiais e militares
Por Paulo Veras/JC Online
Wilson Lapa já foi eleitor de Lula (PT). Presidente da associação de moradores de Brasília Teimosa, comunidade que recebeu muita atenção dos petistas nos primeiros dias após o partido assumir a presidência, este ano ele fez campanha intensiva por Jair Bolsonaro (PSL), eleito presidente no último dia 28 com 55% dos votos válidos.
“Eu dizia que ia ser convidado para ser o ministro das Comunicações. Eu não parava de fazer campanha pelo WhatsApp. No segundo turno, eu conversava com o grupo que era contra. Quando eles botavam dez mensagens, eu botava vinte”, ele conta.
Aos 59 anos, foi seduzido ao bolsonarismo pelo discurso em “defesa da família” e da “moralização das escolas”. É evangélico e, nos últimos anos, se entristeceu com o PT. “Eu honrei o PT, quando foi preciso honrar. Mas o PT vem decepcionando a gente. Usou Brasília Teimosa como um marketing. Se aproveitou e depois sumiu”, se ressente.
O movimento que levou Bolsonaro à Presidência não é unitário. Sob o guarda-chuva do bolsonarismo estão os evangélicos, preocupados com a família “tradicional”, contra o casamento gay e o aborto; jovens liberais confiantes nas promessas de um Estado enxuto; movimentos pró-impeachment, como o Vem Pra Rua e o MBL, identificados com a pauta anticorrupção e a defesa da Operação Lava Jato; ruralistas, que defendem uma reação rigorosa a ocupação de terras; policiais e militares, que veem na liberação da posse de armas de fogo um caminho para combater a violência; e, até, uma ala minoritária de saudosistas da ditadura militar.
Todos eles se unem no apoio ao “mito” Bolsonaro como líder popular do mesmo jeito que um robusto grupo de sindicatos, sem terras, movimentos feministas e LGBTs e nordestinos veneram Lula.
Juntos, os bolsonaristas conseguiram galgar degraus na política brasileira só então atingidos pelo lulismo. Produziram uma adesão espontânea, com pessoas que compravam camisetas do “mito” Bolsonaro por até R$ 20 nos camelôs, e um grupo de manifestantes organizados, com estética, discursos e dinâmicas próprios, tirando da esquerda a prevalência sobre as ruas. Nesse ponto, o bolsonarismo é o pós-lulismo.
“O bolsonarismo é um fenômeno vasto. Algumas pessoas aderiram desde o seu núcleo originário. Pessoas mais religiosas, que têm expectativa de um ideário de costumes conservadores, e outras de uma nostalgia equivocada com relação ao período militar. O que juntou muita gente ao redor do Bolsonaro foi o anti-petismo. O PT saiu da ditadura como a grande expectativa de transformação da política do País. E se revelou um partido tão corrupto quanto os outros. E o PT não fez a autocrítica que tinha que fazer. Talvez, se não tivesse ficado preso na obsessão pelo Lula, com um caráter quase sectário, Haddad (Fernando) teria sido eleito. Toda uma gama de pensamento mais liberal de centro-direita acabou se juntando ao Bolsonaro – não ao bolsonarismo – para que o PT não voltasse ao poder”, avalia o filósofo Luiz Felipe Pondé.
Discurso bolsonarista
Para Pio Guerra Júnior, presidente da Federação da Agricultura do Estado de Pernambuco (Faepe), os produtores rurais aderiram à campanha de Bolsonaro por causa de promessas de melhorar a segurança pública e de proteção à propriedade privada.
“Ele reconhecia o agronegócio brasileiro, que tem sustentado esse País por centenas de anos. Não apoiamos por interesses próprios. A gente defende pautas que são inerentes a todos os brasileiros. Se não resolver o problema das invasões de terra no meio urbano ou rural, você não resolve a violência. Se você não permitir que o cidadão tenha uma arma para defender sua casa, na cidade e no campo, você está abandonando o Brasil. Ninguém representava a renovação mais do que Bolsonaro. Não estou dizendo que ele é um santo”, explica.
O discurso de Bolsonaro foi importante para ele ganhar outro público expressivo: os evangélicos. “Eles aderiram à campanha de Bolsonaro porque ele usa a linguagem religiosa para falar com esse público. E tem uma pauta para a qual esse público é muito sensível, da manutenção dos costumes. São coisas relacionadas à sexualidade, movimento LGBT, modelo de família e aborto. Além disso, uma boa parte da população da periferia é evangélica”, lembra Edin Sued Abumanssur, professor de Sociologia em Ciência da Religião da PUC São Paulo.
Na visão de Maria Dulce Sampario, coordenadora do movimento Vem Pra Rua no Recife, ainda que este grupo político não tenha apoiado oficialmente Bolsonaro, os componentes podem fazer protestos para defender a implementação de uma série de pautas do novo governo.
“Acho que, se acontecer algum bloqueio do Congresso, um veto às políticas dele, nós iremos protestar. A gente vai para ajudar. E também se a gente vir que tem algo de ruim para o País que possa ser implementado”, explica. Na campanha, o Vem Pra Rua defendeu o voto “PT Não”.
O prefeito de Iguaracy, Zeinha Torres (PSB), autorizou nesta manhã com a chegada das máquinas, o início da obra da Barragem da comunidade do Sabino. Em contato com o blogueiro Júnior Finfa, o prefeito Zeinha confirmou que as obras envolverão 300 horas máquina. A ação era uma reivindicação antiga dos moradores daquela comunidade e adjacências. “Este […]
O prefeito de Iguaracy, Zeinha Torres (PSB), autorizou nesta manhã com a chegada das máquinas, o início da obra da Barragem da comunidade do Sabino.
Em contato com o blogueiro Júnior Finfa, o prefeito Zeinha confirmou que as obras envolverão 300 horas máquina. A ação era uma reivindicação antiga dos moradores daquela comunidade e adjacências.
“Este é mais um pleito que o Governo do Estado de Pernambuco, através da Secretária Estadual de Agricultura atendeu. Agradeço o empenho do deputado estadual Waldemar Borges”, finalizou Zeinha.
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