Coordenadora da Vigilância sobre festa autorizada por promotor: “fomos ameaçados e hostilizados”
Aline Rodrigues, coordenadora da Vigilância Sanitária de Afogados da Ingazeira disse que a ação para encerrar uma festa do salão da AABB foi complexa porque a equipe foi “vaiada, xingada e hostilizada”.
Segundo ela, a prefeitura havia emitido ofício formalizando que a festa não poderia ser realizada diante da regra estadual. Só eventos testes estão permitidos e se autorizados pelo estado.
A organização então buscou o promotor Lúcio Luiz de Almeida Neto que fez um termo de ajustamento com regras, liberando a realização. As imagens mostraram aglomeração e desrespeito às regras sanitárias. “É muito desgastante. Fomos vaiados, xingados, hostilizados e até ameaçados”.
Ela justifica que no caso do evento da Chácara Victória, havia liberação pelo conhecimento de que o espaço de fato funciona como o bar. Mas, admite que não houve cumprimento, já que o show era de forró, com as pessoas saindo das mesas, dançando e aglomerando, o que não é permitido. “Então tivemos que agir”.
Ela disse que cabe à prefeitura avaliar quando, por reincidência, o espaço deve ser interditado. Mas admitiu que isso só ocorre depois de algumas infrações. Isso explica porque há relatos de reiteradas infrações muitas vezes dos mesmos espaços, reincidentes.



Os vereadores compesianos Joel Gomes e Sávio Pessoa estiveram reunidos com o vice governador Raul Henry, clamando pela energização das Estações Elevatórias da Adutora do Pajeú, em Afogados e Tabira, para que as populações de Tuparetama, Ingazeira, Iguaraci e São José do Egito, possam receber água do Velho Chico.



Um grave acidente tirou a vida de um homem de 62 anos na PE 320, próximo à fábrica de cimento Pajeú, em Carnaíba.












Você precisa fazer login para comentar.