Contratações de Sávio Torres consideradas legais pelo TCE
Por Nill Júnior
O Tribunal de Contas de Pernambuco considerou regulares as contratações da gestão do ex prefeito de Tuparetama, Sávio Torres. A informação é da própria assessoria do ex-prefeito.
Foram julgados regulares três processos de admissão de pessoal decorrente de concurso público realizado em 2008, que gerou alguns questionamentos jurídicos.
Mas ao final, segundo nota, todos os processos de contratações foram considerados legais pelo Tribunal de Contas.
O prefeito de Afogados da Ingazeira e candidato à reeleição, Sandrinho Palmeira, do PSB, foi o segundo candidato a participar das sabatinas promovidas pelo programa Manhã Total. Ele defendeu seu ciclo de gestão e disse que a avaliação da população o credencia para um novo governo. Um dos exemplos que apresentou foi o de aprovação […]
O prefeito de Afogados da Ingazeira e candidato à reeleição, Sandrinho Palmeira, do PSB, foi o segundo candidato a participar das sabatinas promovidas pelo programa Manhã Total.
Ele defendeu seu ciclo de gestão e disse que a avaliação da população o credencia para um novo governo.
Um dos exemplos que apresentou foi o de aprovação de seu governo em áreas como saúde. O tema foi abordado no dia anterior pelo candidato Danilo Simões.
“Temos 80% de aprovação na saúde. Caso tenha havido problemas, e nos desculpamos por isso, são casos isolados”, disse. Foi quando fez a primeira crítica a Danilo, dizendo que a população tem seu número de telefone, o que justifica muitas vezes não atender na hora, ao contrário do candidato, cuja população não tem seu número.
Disse ter executado 67,4% do que colocou no plano de governo. “E o nosso mandato ainda não terminou”, afirmou.
O gestor disse reconhecer que, como disse Danilo, Giza Simões tem um legado inatacável, mas aproveitou a partir disso, para comparar 8 anos da gestora com seus quatro. A ideia foi dizer que, mesmo com uma gestão aprovada , Giza tinha indicadores abaixo dos dele.
Dentre as comparações, disse que Giza em oito anos entregou 68 ruas, contra 69 em seus três anos e oito meses. Também que levou oito anos para construir a ponte entre Praça de Alimentação e São Francisco, além de ter dois postos de saúde odontológica, contra 30 de seu governo. “Respeito as questões de cada tempo, mas é importante comparar”.
Sandrinho usou uma fala de Danilo, a de que não adiantava ficar “choramingando” dizendo não haver recursos no ano da pandemia, para fazer uma relação com as mortes por Covid-19.
“Não fiquei choramingando. Eu chorei na pandemia, , porque perdi grandes amigos”, disse, citando alguns dos 109 mortos e prometendo um memorial para as vítimas.
“Eu estava peresente, com máscara e álcool em gel para defender a população. Estava na minha cidade trabalhando. Onde meu opositor estava eu não sei. Para ser prefeito precisa vivenciar e sentir os problemas”.
Defendeu ações na zona rural dizendo ter apoio do Movimento Sindical e prometeu a instalação de uma Patrulha Rural.
Sobre a feira livre, reafirmou que vai levá-la para o pátio no Bairro Borges. “É preciso coragem para pensar a Afogados do futuro”.
Perguntado sobre a relação com Raquel Lyra e João Campos, disse que a relação institucional com a governadora não vai mudar e agradeceu os móveis para a Escola Dom Mota. “João Campos esteve no nosso evento da convenção. Já Raquel ainda não veio apoiar o outro candidato”.
Danilo perguntou a Sandrinho sobre o Índice de Gestão Municipal Áquila, e a quefa a no indicativo da educação, de 70,43 em 2020, para 51,72 em 2023, deixabdo a cidade em 15º lugar no Pajeú. E no ideb dos anos iniciais, em décimo lugar na região e em relação a crianças alfabetizadas na idade certa, 16º ou penúltimo lugar no Pajeú. Sandrinho disse que alguns dados são equivocados e que seu governo agora está em quinto lugar no ranking dos anos iniciais. “Nos anos finais estávamos em 16º e agora estamos em 10º”.
Sobre equipe e a critica a secretarios há muito tempo em governos da Frente Popular, disse que havera mudança. “Não digo que pode, digo que vai mudar. já tenho pensado em alguns nomes adequados ao nosso modelo de gestão”.
O presidente da Câmara de Vereadores de São José do Egito, João de Maria, afirmou em nota, que a Casa “está rigorosamente em dias com todos os seus pagamentos de salários e décimo terceiro, bem como possui comprovantes e portarias a disposição de quem desejar”. A nota é em reposta a reportagem do blog sobre […]
O presidente da Câmara de Vereadores de São José do Egito, João de Maria, afirmou em nota, que a Casa “está rigorosamente em dias com todos os seus pagamentos de salários e décimo terceiro, bem como possui comprovantes e portarias a disposição de quem desejar”.
Ainda segundo a nota divulgada pelo presidente, as denúncias são uma tentativa de tirá-lo da Presidência antes do fim de seu mandato. “Vou terminar o meu mandato, amparado pela vontade e proteção de Deus e pelo que estabelece os princípios fundamentais da justiça e da verdade”. Leia abaixo a íntegra da nota.
Respondendo à matéria divulgada no Blog do Nill Júnior, faço saber a todos que a Câmara de Vereadores de São José do Egito está rigorosamente em dias com todos os seus pagamentos de salários e décimo terceiro, bem como possui comprovantes e portarias a disposição de quem desejar. Mantemos estas informações atualizadas no Portal da transparência.
Para desespero dos que de forma perversa tramam e tentam através de mentiras e covardias me tirar da Presidência da Câmara, antes do fim da minha gestão, comunico que vou terminar o meu mandato, amparado pela vontade e proteção de Deus e pelo que estabelece os princípios fundamentais da justiça e da verdade.
João de Maria
Presidente da Câmara de Vereadores de São José do Egito-PE
Em Nota Oficial, a Associação Brasileira de Municípios (ABM) se posicionou em relação ao aumento de 33,2% do piso do magistério. Segundo a entidade, o Ministério da Educação não teve a clareza suficiente para administrar um índice que foi motivado por fatores atípicos decorrentes da pandemia em saúde pública. Ao mesmo tempo, a ABM indicou […]
Em Nota Oficial, a Associação Brasileira de Municípios (ABM) se posicionou em relação ao aumento de 33,2% do piso do magistério. Segundo a entidade, o Ministério da Educação não teve a clareza suficiente para administrar um índice que foi motivado por fatores atípicos decorrentes da pandemia em saúde pública.
Ao mesmo tempo, a ABM indicou medidas administrativas que podem auxiliar os gestores públicos e minimizar o impacto financeiro em 2022. Leia abaixo a íntegra da nota:
A Associação Brasileira de Municípios (ABM), entidade municipalista mais antiga do Brasil, vem a público manifestar-se quanto ao aumento do piso nacional dos professores. Somos inteiramente favoráveis à valorização da educação, do magistério, sendo isso estratégia para o desenvolvimento e de justiça social em nosso país. Com ações de recuperação de profissão de professor e professora, em conjunto com investimentos no setor pelos municípios, poderemos ter uma educação de qualidade.
Entendemos que o aumento de 33,2% do piso do magistério foi resultado de um conjunto de fatores. Como ele é baseado na relação aluno/ano, cálculo feito entre a receita global do Fundeb e o número de matrículas na educação básica, o aumento de arrecadação, que foi resultado da inflação e do crescimento do ICMS, por conta do aumento nos combustíveis e na energia elétrica de um lado, e a redução do número de matrículas, evasão escolar e redução drástica na entrada de novos alunos na educação infantil, causadas pela interrupção das aulas presenciais em função da pandemia, geraram os índices que resultaram nesse aumento que é muito acima do índice inflacionário.
Em 2022, prevê-se uma inflação menor, uma estabilização no preço dos combustíveis e uma redução das bandeiras tarifárias de energia. Isso deve gerar uma estabilização da arrecadação do Fundeb.
Com o maior controle da pandemia, pela vacinação, e consequente retorno das aulas presenciais, também ocorrerá, segundo nossa previsão, um aumento considerável no número de alunos matriculados na rede básica. Podemos projetar, inclusive, um decréscimo no valor aluno/ano para 2023, gerando um índice geral negativo para o piso dos professores no ano que vem.
Acreditamos que faltou clareza ao Ministério da Educação para evitar um crescimento significativo em um ano e decréscimo no seguinte, o que pode prejudicar as gestões públicas. Bastava tomar medidas legais para congelar a matrícula na rede básica para efeito de cálculo do piso. Não levar em conta, por exemplo, que a redução é um reflexo sazonal da pandemia.
Para mitigar os efeitos nas contas municipais, recomendamos as seguintes medidas aos prefeitos:
1 – Revisão do planejamento de atribuição de aulas, reduzindo atividades extracurriculares, número de professores afastados para atividades de gestão nas secretarias municipais ou outros departamentos e número de funcionários em cada unidade escolar.
2 – Revisão da formação de salas de aula, agrupando turmas muito pequenas, sempre preservando a qualidade educacional.
3 – Utilização de outros profissionais de educação, não somente professores, para atividades em creches.
4 – Eliminação do piso básico do magistério destinado aos não portadores de curso superior, equivalendo-os aos profissionais com curso superior, visto que o piso tem efeito cascata para aqueles que estão em nível acima na evolução funcional.
Importante ressaltar que estas medidas que sugerimos terão impacto num pequeno número de profissionais do magistério, ajudando a preservar os cofres municipais e para que os prefeitos e prefeitas possam honrar seus compromissos junto aos professores, aos servidores em geral e à população.
Rodrigo Janot e o advogado Pierpaolo Bottini, que defende Joesley Batista, tiveram um encontro fora da agenda num boteco de Brasília, neste sábado. O flagra foi de “O Antagonista”. O Antagonista obteve com exclusividade o registro fotográfico feito por um frequentador do local. A testemunha diz que ambos conversaram por mais de 20 minutos. Para […]
Rodrigo Janot e o advogado Pierpaolo Bottini, que defende Joesley Batista, tiveram um encontro fora da agenda num boteco de Brasília, neste sábado. O flagra foi de “O Antagonista”.
O Antagonista obteve com exclusividade o registro fotográfico feito por um frequentador do local.
A testemunha diz que ambos conversaram por mais de 20 minutos. Para não chamar atenção, escolheram uma mesa de canto, ao lado de uma pilha de caixas de cerveja. Janot não tirou os óculos escuros.
A assessoria de Janot não retornou o contato de O Antagonista. Bottini confirmou o encontro fora da agenda, mas disse que foi “casual”. Veja abaixo a explicação do advogado:
“Na minha última ida a Brasília, este fim de semana, cruzei casualmente com o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, num local público e frequentado da capital. Por uma questão de gentileza, nos cumprimentamos e trocamos algumas palavras, de forma cordial. Não tratamos de qualquer questão outra ou afeita a temas jurídicos. Foi uma demonstração de que as diferenças no campo judicial não devem extrapolar para a ausência de cordialidade no plano das relações pessoais.”
Do G1 Edson Ribeiro, advogado do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró, foi preso na manhã desta sexta-feira (27) no Aeroporto Tom Jobim, Zona Norte do Rio, logo após chegar de um voo de Miami (EUA). Segundo a Procuradoria Geral da República, Ribeiro fez parte do esquema para tentar interferir nas investigações da Operação Lava Jato, […]
Edson Ribeiro, advogado do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró, foi preso na manhã desta sexta-feira (27) no Aeroporto Tom Jobim, Zona Norte do Rio, logo após chegar de um voo de Miami (EUA).
Segundo a Procuradoria Geral da República, Ribeiro fez parte do esquema para tentar interferir nas investigações da Operação Lava Jato, do qual fariam parte ainda o senador Delcídio do Amaral e o banqueiro André Esteves, do BTG Pactual.
O ministro Teori Zavascki, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, autorizou a inclusão do nome do advogado na difusão vermelha da Interpol, que permitiria que Edson fosse preso em fronteiras ou no exterior.
Ribeiro chegou a ser localizado nos Estados Unidos na quarta, mas não foi detido porque era aguardada a decisão do Supremo sobre a inclusão do nome na lista.
Edson Ribeiro é suspeito de ter atuado para ajudar o senador Delcidio do Amaral, líder do governo no Senado, a tentar prejudicar acordo de delação premiada entre Cerveró e o Ministério Público Federal. Ou, caso o acordo fosse firmado, impedir que o ex-diretor citasse o nome do parlamentar e do empresário André Esteves, que foram presos nesta quarta.
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