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Contando buracos nas estradas do sertão

Por Nill Júnior

Blog do Magno

Para quem segue em direção ao Sertão do Pajeú, dois trechos terríveis de estradas: Cruzeiro do Nordeste a Sertânia e Sertânia a Albuquerque. A primeira já fizeram tantas operações tapa buraco que a estrada se afundou num buracão.

Ali, não há mais condições de remendos, só uma nova estrada. Afinal, é uma das vias mais movimentadas do Sertão. Já o trecho de Afogados da Ingazeira para Tabira, de apenas 22 km, o radialista Anchieta Santos, obrigado a fazer o percurso todos os dias para bater ponto da rádio Cidade FM, onde apresenta um dos programas de maior audiência na região, teve a paciência de contar o número exato de buracos: 79. Vergonha, governador!

O mais vergonhoso é a oposição se calar também diante do destino incerto e não sabido dos R$ 550 milhões que o governador Paulo Câmara anunciou, de forma pomposa, na recuperação das estradas.

Com certeza, essa dinheirama virou Sonrisal, porque a malha viária estadual, se já estava ruim antes do programa lançado, ficou pior. Se fez alguma operação, foi tapa buraco, que vira logo buracão nas primeiras chuvas caídas. Por que os deputados votados no Sertão e Agreste não cobram do Estado o resultado do investimento? Na verdade, se a oposição existisse esse era um caso apropriado para uma CPI.

Outras Notícias

Calumbi: Prefeitura paga dezembro

A prefeita do município de Calumbi, Sandra Magalhães, está quitando o mês de dezembro dos servidores municipais, deixado pela gestão Joelson. Segundo nota, “com problemas de transição, e pela falta de transparência da antiga gestão, o governo municipal não conseguiu as informações necessárias da folha, para a quitação do débito com os servidores no mês […]

A prefeita do município de Calumbi, Sandra Magalhães, está quitando o mês de dezembro dos servidores municipais, deixado pela gestão Joelson.

Segundo nota, “com problemas de transição, e pela falta de transparência da antiga gestão, o governo municipal não conseguiu as informações necessárias da folha, para a quitação do débito com os servidores no mês de janeiro”.

“Não poderíamos em hipótese alguma prejudicar o nosso servidor municipal, mesmo diante da falta de informações da antiga gestão, estamos pagando o mês de dezembro, injetando R$ 500 mil, na economia do município”, afirmou a prefeita Sandra Magalhães

Segundo ela foi necessário  um choque de gestão e começar do zero. “Nosso empenho foi pelo ajuste financeiro e graças ao trabalho competente da nossa equipe, estamos colhendo os frutos, mantendo a folha em dia, pagando os atrasados do mês de dezembro e não deixando parar os serviços essenciais à população”, finalizou a prefeita.

Kaio Maniçoba entrega trator na zona rural de Mirandiba

O deputado federal licenciado e secretário estadual de Habitação, Kaio Maniçoba participou da entrega de um trator no distrito de Cachoeirinha, área rural de Mirandiba, no Sertão pernambucano, no último domingo (26). O equipamento foi doado ao município através de uma emenda de autoria do parlamentar – grande incentivador da agricultura familiar. Acompanhado do vice-prefeito […]

O deputado federal licenciado e secretário estadual de Habitação, Kaio Maniçoba participou da entrega de um trator no distrito de Cachoeirinha, área rural de Mirandiba, no Sertão pernambucano, no último domingo (26).

O equipamento foi doado ao município através de uma emenda de autoria do parlamentar – grande incentivador da agricultura familiar.

Acompanhado do vice-prefeito Hailton Rodrigues e dos vereadores Antão, Damião e João de Fortunato, Kaio enfatizou a importância do investimento para a região.

“O equipamento oferecerá melhores condições de trabalho e, por consequência, aumentará a produção local”, disse Maniçoba. Ele afirmou ainda que outras cidades, a exemplo de Floresta, São José do Egito, Trindade e Jatobá, que ainda vão receber os equipamentos até o fim do ano.

Hugo Motta exige presença em plenário só às quartas e libera voto por celular à noite

Novo presidente da Câmara, o deputado Hugo Motta (Republicanos-PB) decidiu exigir a presença dos deputados nas sessões de plenário às quartas-feiras, das 16h às 20h, mas optou por liberar que os colegas continuem a votar por celular depois desse horário. A determinação para que os parlamentares estejam em plenário busca retomar as discussões mais profundas […]

Novo presidente da Câmara, o deputado Hugo Motta (Republicanos-PB) decidiu exigir a presença dos deputados nas sessões de plenário às quartas-feiras, das 16h às 20h, mas optou por liberar que os colegas continuem a votar por celular depois desse horário.

A determinação para que os parlamentares estejam em plenário busca retomar as discussões mais profundas e facilitar as negociações dos projetos de lei durante as sessões, que ficaram esvaziadas desde a pandemia, com a permissão para que a votação ocorresse de forma virtual todos os dias.

A mudança na rotina foi comunicada por Motta em reunião com os líderes partidários nesta quarta-feira (5). As sessões serão híbridas às terças-feiras (registro presencial e voto pelo celular), presenciais às quartas-feiras (até as 20h) e com registro de presença e votação totalmente virtual às quintas-feiras. As informações são da Folha de São Paulo.

Com isso, na prática, será demandado que um deputado federal esteja em plenário quatro horas por semana para discutir e votar os projetos de lei.

Na gestão do ex-presidente Arthur Lira (PP-AL), os deputados precisavam registrar presença em plenário para habilitar o aplicativo da Câmara, mas com isso podiam votar pelo celular de qualquer lugar. A regra substituiu as votações totalmente virtuais, criadas na pandemia devido à necessidade de distanciamento social, mas que acabaram após acusações de que havia assessores votando no lugar do parlamentar.

Nas palavras do líder de um partido, o horário estabelecido por Motta “libera a noitada” dos parlamentares em Brasília e as articulações de bastidores. Já um outro parlamentar do centrão justificou que o objetivo é que as sessões sejam encerradas até as 20h e que a votação por celular ocorrerá para que os deputados possam sair para jantar caso os debates ultrapassem esse horário.

Para o deputado Kim Kataguiri (União Brasil -SP), o retorno das sessões presenciais ajudará a oposição porque o plenário mais cheio dá mais instrumentos de obstrução contra as matérias do governo. “É um avanço em relação a perda de qualidade do debate desde a pandemia. Mas é insuficiente. Se a votação está indo até tarde, é justamente porque a matéria deve ser polêmica e exige um debate mais qualificado”, disse.

A deputada Adriana Ventura (Novo-SP) afirmou que as novas regras são positivas, mas não podem ser “para inglês ver”. “Os ritos e os prazos serão respeitados? PECs [propostas de emenda constitucional] e PLPs [projetos de lei complementar] serão 100% presenciais do começo ao fim? Por que quarta-feira depois das 20h liberou geral?”, questionou.

O deputado Chico Alencar (PSOL-RJ) elogiou Motta por começar mais cedo as sessões, às 16h, mas disse não entender a liberação para voto por celular após às 20h. “Quatro horas de discussão e deliberação são suficientes, em geral, para votar as matérias. Exceder este horário e entrar pela nefasta ‘calada a noite’ será exceção. Mas, como exceção, deveria ser exigida a presença em plenário”, declarou.

Procurado, Hugo Motta não respondeu até a publicação desta reportagem.

Buíque: Vereadores faltam a única sessão da semana e não votam a Lei Orçamentária 2020

A maioria dos vereadores de Buíque, entre eles a presidente da Câmara, vereadora Corina Galindo (MDB), não parecem muito preocupados com a opinião pública e o funcionamento da cidade. É que na única sessão que eles tem durante a semana, sempre às quintas-feiras, pelo menos oito (08) vereadores, de um total de 15, entre eles […]

A maioria dos vereadores de Buíque, entre eles a presidente da Câmara, vereadora Corina Galindo (MDB), não parecem muito preocupados com a opinião pública e o funcionamento da cidade. É que na única sessão que eles tem durante a semana, sempre às quintas-feiras, pelo menos oito (08) vereadores, de um total de 15, entre eles a presidente da casa legislativa e o secretário da Comissão de Constituição de Legislação, vereador Daidson Amorim, faltaram e adiaram a votação da Lei Orçamentária Anual (LOA) para 2020.

Comparecerem ao plenário da Casa Jorge Domingos, cumprindo sua obrigação semanal, apenas os vereadores André de Toinho (PSD), Dodó (PRTB), Dão Tavares (PSD), Felinho da Serrinha (DEM), Élson Francisco (PRP), Euclides do Catimbau (PSC) e Luís Cristiano (PTB).

Sem a presença da presidente da Câmara, Corina Galindo, e do Secretário da Comissão de Legislação, Justiça e Redação Final, Daidson Amorim, integrante da comissão que deveria apresentar o parecer da LOA para votação e aprovação, a Câmara de Buíque conseguiu dar um mau exemplo perante a sociedade que, hoje, está cada vez mais atenta ao que acontece através das redes sociais.

Com estimativa de receita de R$ 151.372.200.00 (Cento e cinquenta e um milhões, trezentos e setenta e dois mil e duzentos reais)  o Projeto de Lei Orçamentária 2020 foi protocolado na Secretaria da Câmara na primeira semana de outubro, há quase dois meses e já deveria ter sido votada.

De acordo com a Constituição de Pernambuco, em seu Artigo 124, parágrafo 1º “os projetos de Lei Orçamentárias Anuais do Estado e dos Municípios serão encaminhados ao Poder Legislativo e às Câmaras Municipais, respectivamente, até o dia 5 de outubro, de cada ano, e devolvido para sanção, até o dia 5 de dezembro do mesmo ano”.

É no Projeto de Lei Orçamentária que o governo municipal define as prioridades contidas no PPA e as metas que deverão ser atingidas naquele ano. A LOA disciplina todas as ações do Governo. Nenhuma despesa pública, a exemplo de folha de pessoas, manutenção da cidade, limpeza urbana, compras de medicamentos, merenda, entre outros, pode ser executada fora do Orçamento. Ou seja, sem orçamento aprovado, o governo não pode pagar suas despesas e obrigações, por isso a responsabilidade grande que os vereadores tem para votarem a lei dentro dos prazos legais.

Ataques terroristas deixam mortos e feridos em Londres

Ao menos dois ataques terroristas deixaram mortos e feridos na noite deste sábado (3) em Londres. Uma van atropelou pedestres na London Bridge, cartão-postal da cidade, e pessoas foram esfaqueadas no Borough Market, mercado próximo à ponte. Um oficial da Scotland Yard, a polícia metropolitana de Londres, informou no início da madrugada (horário do Brasil) […]

Ao menos dois ataques terroristas deixaram mortos e feridos na noite deste sábado (3) em Londres. Uma van atropelou pedestres na London Bridge, cartão-postal da cidade, e pessoas foram esfaqueadas no Borough Market, mercado próximo à ponte.

Um oficial da Scotland Yard, a polícia metropolitana de Londres, informou no início da madrugada (horário do Brasil) que sete pessoas morreram durante os ataques. A polícia afirmou também que três terroristas foram alvejados e mortos após os atentados.

O Serviço de Ambulâncias de Londres transferiu pelo menos 48 pacientes a cinco hospitais da cidade e atendeu outras pessoas no local, segundo a agência Reuters.

Às 22h08 de Londres (18h08 de Brasília) a polícia foi chamada à London Bridge, onde uma van atropelou pedestres.Em seguida, policiais foram ao Borough Market, onde pessoas foram esfaqueadas em um restaurante. Tiros foram disparados no local.A polícia fechou a London Bridge e a estação de metrô próxima. O local foi evacuado.

Às 0h25 de Londres (20h25 de Brasília) a polícia declarou os dois incidentes como atos terroristas.A polícia britânica está em busca de três suspeitos do ato em Borough Market, que estariam armados, e pede à população que saia da região.

Três explosões foram ouvidas perto do Borough Market por volta das 1h20 em Londres, mas não se sabe se foi outro ataque ou se é uma explosão controlada pela polícia.