Falta apenas um mês para o início da 46ª Exposição Especializada em Caprinos e Ovinos de Sertânia, evento que acontece entre os dias 04 e 08 de julho, deste ano.
A programação da maior festa do município, divulgada durante os festejos de 145 anos de Emancipação Política, conta com nomes, como o de Solange Almeida, Pablo, Dorgival Dantas e Alexandre Pires.
Na edição deste ano, se apresentam ainda os artistas locais: Cristina Amaral, Adriana Neves e a banda Farra do Imperador, no palco do Parque de Exposições Professor Renato Moraes.
O camarote da acessibilidade será mantido. Durante a Exposição acontece ainda comercialização de animais, torneio leiteiro, palestras e cursos. Além disso, quem visita o local do evento pode degustar a culinária bodística.
Por Bernardo Mello Franco/jornal O Globo A cada 15 anos, o Brasil esquece o que aconteceu nos últimos 15 anos. A frase foi cunhada por Ivan Lessa antes do surgimento da internet. Na era das redes sociais, há quem precise de apenas 15 minutos para perder a memória. Na semana em que o 8 de […]
A cada 15 anos, o Brasil esquece o que aconteceu nos últimos 15 anos. A frase foi cunhada por Ivan Lessa antes do surgimento da internet. Na era das redes sociais, há quem precise de apenas 15 minutos para perder a memória.
Na semana em que o 8 de janeiro completou três anos, parte da elite dirigente fez uma opção pela amnésia. Os presidentes da Câmara e do Senado ignoraram a data. A oposição só se manifestou para pedir impunidade aos golpistas. No Supremo, o ministro Edson Fachin marcou um ato com exposição e rodas de debate. Dos dez juízes em atividade na Corte, foi o único a comparecer.
Relembrar os ataques à democracia brasileira é o mote de “O golpe bateu na trave”, do cientista político Leonardo Avritzer. Lançado no fim de 2025, o livro sustenta que a legalidade foi salva por pouco. E discute os fatores que mantêm o extremismo vivo entre nós.
Professor emérito da Universidade Federal de Minas Gerais, Avritzer argumenta que a redemocratização do país não eliminou os “bolsões autoritários” na sociedade e nas Forças Armadas. Eles produziram Jair Bolsonaro, que ascendeu como porta-voz de militares inconformados com o fim da ditadura.
A sucessão de crises políticas a partir de 2013 abriu espaço ao discurso radical do capitão. Ele se apropriou da revolta com o establishment e investiu na imagem de homem simples, que defenderia o povo de um sistema corrompido.
Avritzer lembra que o ex-presidente entrou em conflito com o Supremo desde o início do governo. “Bolsonaro identificou que era essa a instituição que ameaçava o seu projeto de poder e tentou desconstruí-la”, afirma.
O cientista político diverge da visão, repetida por alguns de seus colegas, de que o capitão teria sido um “bobo da corte” porque terceirizou a gestão econômica e a negociação com o Congresso. “Ele achava mais importante controlar a Abin e a Polícia Federal do que o Ministério da Economia”, observa.
Avritzer afirma que as investigações comprovaram o que ele descreve como quatro elementos de uma tentativa de golpe: planejamento, designação de pessoal e recursos, intenção de romper a ordem legal e organização de ações violentas. Para ele, o plano fracassou porque os militares se dividiram e a sociedade formou a “coalizão antigolpista” que faltou em 1964.
O professor descreve o 8 de janeiro como “a ruptura mais radical” com a concepção de ordem e desordem que orientou a cultura política brasileira por um século. Ele diz que os extremistas foram inflamados pelo discurso de Bolsonaro contra a urna eletrônica e se viam como protagonistas de uma “insurreição de baixo para cima”. “Aquelas pessoas julgavam que estavam destruindo as instituições políticas brasileiras ao invadi-las, quebrar seus móveis e vandalizar suas obras”, constata.
O livro tropeça em erros factuais, como dizer que Bolsonaro foi expulso do Exército e que Fernando Henrique Cardoso teria pedido desfiliação do PSDB, o que nunca ocorreu. Mas faz um alerta importante ao sustentar que a condenação do capitão e dos generais golpistas não eliminou a ameaça do extremismo. “A democracia segue sendo um projeto contencioso no Brasil”, conclui o autor.
Emissora reunirá candidatos e promete pool inédito de veículos e autoridades na noite de 12 de novembro Com a campanha mais virtual da história, sem contato e eventos com grande público, os debates nas emissoras de rádio acabam sendo o melhor caminho para definir o voto do eleitor indeciso. Com essa posição, a Cultura FM […]
Emissora reunirá candidatos e promete pool inédito de veículos e autoridades na noite de 12 de novembro
Com a campanha mais virtual da história, sem contato e eventos com grande público, os debates nas emissoras de rádio acabam sendo o melhor caminho para definir o voto do eleitor indeciso.
Com essa posição, a Cultura FM de Serra Talhada reuniu hoje representantes das Coligações da Capital do Xaxado para repassar detalhes dos debates que vai realizar até 12 de novembro.
Participaram além do advogado contratado pela emissora, Stefferson Nogueira, seu Diretor Alysson Lima, os jornalistas Tony Alencar e Caren Diniz, mais Danilo Targino (Victor Oliveira), Rafael Tavares e Laura Nogueira (Socorro Brito) e Caio Márcio Antunes (Márcia Conrado). Apesar de convidado, o candidato Marquinhos Dantas não enviou representante.
Na reunião houve o sorteio de datas da série de entrevistas conduzidas pelo programa Sertão Notícias com os candidatos. Pela ordem participarão dia 6 de outubro Socorro Brito (AVANTE), dia 7 Marquinhos Dantas (PRTB), dia 8 Victor Oliveira (PL) e dia 9 Márcia Conrado (PT).
Foi apresentado o formato com as regras do debate do dia 17 de outubro, um sábado, que foi aprovado por unanimidade. Outra novidade anunciada pela emissora em nota foi a produção do programa “O ÚLTIMO DEBATE”, dia 12, com previsão de início às 19h. A programação também foi formalizada junto à Justiça Eleitoral.
De acordo com a coordenação de jornalismo da emissora, o debate será gerado em pool e terá conteúdo para várias emissoras e blogs do Estado. Dentre as emissoras, além da Cultura, Rádios Pajeú (Afogados), Cultura do Nordeste (Caruaru) e Sistema Jornal do Commercio. Quanto aos blogs, estão confirmadas as coberturas de Blog do Magno, Nill Júnior, Carlos Britto, PE Agora e Blog da Folha.
“Serra Talhada é uma cidade importante para Pernambuco. Os olhos do Estado acompanharão o que acontece aqui. Além do mais será a última chance do eleitor definir seu voto”, disse Alysson Lima.
Como o encontro acontecerá na Câmara de Vereadores, dentro das medidas de distanciamento pela Covid-19, serão convidadas autoridades da Justiça Eleitoral, MP, Sindicom, CDL, Paróquias, além de cinco representantes por coligação. “Queremos mostrar esse show da democracia e oportunidade final para indecisos. Pelo horário, com as gerações das redes sociais, o eleitor poderá assistir pelo YouTube espelhando na TV de casa”, disse Tony Alencar.
Por Ascom Quem é pai ou mãe sabe da dificuldade em fazer uma criança comer verduras, legumes e frutas, itens essenciais para uma alimentação saudável e rica em vitaminas e sais minerais. Em Afogados da Ingazeira, a Secretaria de Educação vem realizando um trabalho educativo com crianças da rede municipal de ensino. As crianças são […]
Quem é pai ou mãe sabe da dificuldade em fazer uma criança comer verduras, legumes e frutas, itens essenciais para uma alimentação saudável e rica em vitaminas e sais minerais. Em Afogados da Ingazeira, a Secretaria de Educação vem realizando um trabalho educativo com crianças da rede municipal de ensino.
As crianças são envolvidas em um trabalho que vai desde o preparo da terra, ao plantio da semente, o cuidado com os vegetais e a colheita nas hortas escolares comunitárias. E o melhor, tudo depois vai para a panela, ou melhor, para o prato das próprias crianças. “Elas acompanham todo o processo, da horta para o prato. Fica mais fácil elas adquirirem o hábito de comer vegetais,” destacou a Secretária de Educação, Veratânia Morais. O projeto já está sendo desenvolvido em algumas escolas e a Secretaria pretende expandi-lo.
A informação foi repassada pela Secretária durante audiência pública realizada na Câmara de Vereadores que debateu a merenda escolar no município. A audiência ocorreu na última quinta (03) e contou com a presença de lideranças comunitárias, educadores e dos vereadores Antonieta Guimarães, Franklink Nazário, José Carlos, Igor Mariano e Raimundo Lima.
Com a supervisão e orientação da nutricionista Cristiana Oliveira, a merenda é oferecida a alunos da educação infantil, ensino fundamental, creches e ensino de jovens e adultos em 34 escolas, sendo 22 delas na zona rural de Afogados da Ingazeira.
Para garantir a qualidade da alimentação ofertada, a Prefeitura adotou algumas medidas, como assegurar um transporte exclusivo para os alimentos, capacitar as merendeiras, estimular a adoção de alimentos saudáveis no cardápio. A Prefeitura também está, por orientação nutricional, acrescentando sulfato ferroso (para o combate à anemia) e vitaminas na merenda das creches.
Déficit – segundo a nota, a Prefeitura hoje arca com a maior parte dos custos da merenda escolar no município, tendo em vista a defasagem dos repasses do Governo Federal. Para se ter uma ideia, na merenda das crianças do ensino fundamental, o repasse é de apenas trinta centavos por aluno/dia. “Pergunto o que se pode comprar com trinta centavos para alimentar uma criança?”, disse Veratânia. A Prefeitura tem que arcar com os custos para garantir comida de qualidade para crianças e adolescentes da rede municipal de ensino.
Para ele, gesto de grupo que apoiou Marconi Santana de não dialogar com sete prefeitos gerou situação O prefeito de Itapetim, Adelmo Moura (PSB), falou agora a pouco ao blog dando detalhes dos bastidores da eleição de Marconi Santana para presidir o Cimpajeú e do racha gerado a partir da forma como a escolha se […]
Para ele, gesto de grupo que apoiou Marconi Santana de não dialogar com sete prefeitos gerou situação
O prefeito de Itapetim, Adelmo Moura (PSB), falou agora a pouco ao blog dando detalhes dos bastidores da eleição de Marconi Santana para presidir o Cimpajeú e do racha gerado a partir da forma como a escolha se deu, segundo ele. Adelmo se posicionou a partir de nota da Coluna do Domingão.
De acordo com Adelmo, desde a formatação da chapa, o prefeito de Flores, mais os gestores que compuseram a Diretoria e o grupo que a apoiou não fizeram um contato sequer com os prefeitos que preliminarmente apoiariam Evandro Valadares e depois, tentando o consenso, indicaram Ângelo Ferreira.
“Não procuraram e não deram uma palavra conosco”, disse Adelmo. Para ele a gota d’água foi o dia da votação. “Posso garantir que a todo momento trabalhamos pela unidade do consórcio. Prova disso é que apelamos para que nosso grupo indicasse ao menos a vice para dar prova dessa unidade. Mas não aceitaram”, lamentou.
Adelmo deu como exemplo a condução de Marconi Santana. “O colega Marconi não saiu uma vez sequer no encontro para conversar conosco. Não teve nenhum gesto. Só Luciano Duque veio como interlocutor, mas pra dizer que não havia condições de alterar a chapa”.
Adelmo também reconhece que faltou a presença de alguém que dialogasse com os dois grupos. Ele disse que se estivesse na reunião, o prefeito José Patriota poderia ter ajudado a evitar o racha.
Agora, o grupo formado por Adelmo mais os prefeitos Evandro Valadares (São José do Egito), Ângelo Ferreira (Sertânia), Geovane Martins (Santa Terezinha), Tião Gaudêncio (Quixaba), Sebastião Dias (Tabira) e Tânia Maria (Brejinho) vão avaliar se formam um novo consórcio.
Certo é que não cogitam participar das reuniões do Cimpajeú. “Não nos trataram com respeito. Não quiseram nem conversar e nós estendemos a mão para um acordo. Não dá pra continuar num grupo quando fomos tratados assim”, desabafa.
A decisão, se tomada, será péssima para toda a região, incluindo municípios que não confirmam sair, pois enfraquecerá drasticamente o Cimpajeú. Só os municípios cujos prefeitos alegaram haver tal possibilidade tem população de mais de 135 mil habitantes.
Nomes como o promotor Lúcio Almeida, que tem uma pauta regional com os gestores e o presidente da AMUPE, José Patriota, são vistos como bombeiros que podem ajudar a apagar o fogo gerado pelo episódio, antes que se perca o leite…
O reitor da UFPE, Alfredo Gomes, esteve em Sertânia nesta quinta-feira (15) para um encontro com representantes de vários segmentos sociais na sede do Sindicato dos Trabalhadores Rurais. A visita faz parte de uma série de agendas que ele vem cumprindo pelo interior de Pernambuco. A presença constante do reitor em cidades do Estado tem […]
O reitor da UFPE, Alfredo Gomes, esteve em Sertânia nesta quinta-feira (15) para um encontro com representantes de vários segmentos sociais na sede do Sindicato dos Trabalhadores Rurais. A visita faz parte de uma série de agendas que ele vem cumprindo pelo interior de Pernambuco.
A presença constante do reitor em cidades do Estado tem fortalecido, nos bastidores, a ideia de que sua pré-candidatura ao Governo de Pernambuco está se consolidando. Alfredo já é visto como um dos nomes comentados para 2026, principalmente pela defesa da educação pública e pela interiorização da universidade.
Em Sertânia, o reitor tem reconhecimento especial pela criação do Centro Acadêmico do Sertão (CAS/UFPE) e pelo título de cidadão sertaniense, aprovado por unanimidade pela Câmara de Vereadores.
A expectativa é de que Alfredo continue ampliando as conversas com lideranças e movimentos sociais nas próximas semanas, fortalecendo ainda mais sua presença no cenário político estadual.
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