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Conservatório Pernambucano de Música promove fim de semana de clássicos no FIG 2018

Por André Luis

Programação terá pré-estreia de espetáculo em homenagem a Dorival Caymmi, parcerias inéditas e dois concertos da Orquestra de Câmara de Pernambuco

Um dos mais importantes compositores e cantores brasileiros, o baiano Dorival Caymmi faleceu há uma década. Para homenagear a trajetória do pai, Danilo Caymmi, em parceria com o diretor musical Flávio Mendes e o ator Nilson Raman, concebeu o espetáculo dramático-musical 10 Anos Sem Dorival Caymmi, cuja pré-estreia nacional acontece sábado, dentro da programação organizada pelo Conservatório Pernambucano de Música para o 28º Festival de Inverno de Garanhuns.

Mais do que levar canções ao público, Danilo contará histórias que permeiam as mais famosas obras de Dorival, a exemplo de O Que é Que a Baiana Tem? e Marina. O início da carreira na capital baiana e a posterior chegada ao Rio de Janeiro serão algumas das passagens relembradas, assim como as amizades, vida familiar e parcerias que cultivou.

O espetáculo é construído com base em uma sequência narrativa, especialidade do ator Nilson Raman, idealizador e mestre de cerimônias de espetáculos sobre Edith Piaf e Frank Sinatra, dentre outros. Já a pesquisa de texto e a direção musical ficaram por conta do músico Flávio Mendes, parceiro veterano de Danilo e Nilson.

Após a pré-estreia promovida pelo Conservatório, o espetáculo tem estreia prevista para o mês de setembro, em Salvador, onde nasceu Dorival.

Mais espetáculos

Além de Danilo Caymmi e banda, o CPM levará à Catedral de Santo Antônio dois belos concertos da Orquestra de Câmara de Pernambuco, regida pelo maestro José Renato Accioly. O primeiro acontece na sexta-feira (20), às 16h, com participação inédita da pianista Maria Clara Fernandes, ex-aluna do Conservatório.

Logo depois, às 21h, se apresentam juntos o grupo SaGRAMA, também oriundo do Conservatório, e o bandolinista Hamilton de Holanda, executando canções próprias e de outros grandes, como Pixinguinha, Sivuca e Geraldo Vandré. Haverá também um pot-pourri de Luiz Gonzaga.

No sábado, após a pré-estreia de 10 Anos Sem Dorival Caymmi, Ná Ozzetti, Patrícia Bastos e Dante Ozzetti apresentam um trabalho inédito como trio, a partir de composições do compositor, violonista, arranjados e produtor musical Dante e seus parceiros. Será a primeira vez que os músicos se reúnem para um show exclusivamente criado para o formato violão e vozes.

Já a segunda aparição do maestro José Renato e companhia será no domingo (22), com mais uma edição de Musicais, sucesso de público no FIG 2017. Nele, a Orquestra executará trechos de musicais famosos, a exemplo de A Bela Adormecida, O Mágico de OZ e O Rei Leão. “Todo o repertório será novo, abrangendo várias peças. Vamos repetir apenas trechos de O Fantasma da Ópera, que fizemos no ano passado, em função do sucesso”, destrincha o maestro.

Encerrando o primeiro final de semana de shows estará a soprano Carmen Monarcha, brasileira de fama internacional e parceira do maestro André Rieu na sua Johann Strauss Orchestra. Carmen levará à Cidade das Flores o recital Canções que Minha Mãe Me Ensinou, em companhia do pianista Daniel Gonçalves, integrante do Opera Studio do Theatro Municipal de São Paulo.

Programação CPM no FIG 2018:

20/7 (Sexta-feira)

16h – Orquestra de Câmara de Pernambuco

Solista: Maria Clara Fernandes

Regência: José Renato Accioly

21h – SaGRAMA e Hamilton de Holanda

21/7 (Sábado)

16h – Show 10 Anos Sem Caymmi

Danilo Caymmi (Voz e flauta)

Flávio Mendes (Violão)

Itamar Assiere (Piano)

Paulo Vicente (Bateria)

José Luiz Maia (Baixo)

Nilson Raman (Mestre de cerimônias)

Participação especial: Carmen Monarcha

21h – Ná Ozzeti, Dante Ozzeti e Patrícia Bastos

22/7 (Domingo)

16h – Orquestra de Câmara de Pernambuco, Coro de Câmara do Conservatório Pernambucano de Música e Grupo Vocal Liberi apresentam o show Musicais

Solistas: Gleyce Melo, Monica Muniz, Madson de Paula, Ciel Santos, Marcio Mênner, Catarina Rosa, Bianca Vieira e David Mitchel

Regência: José Renato Accioly

21h – Carmen Monarcha (Soprano)

Daniel Gonçalves (Piano)

23/7 – Segunda-feira

16h – Badi Assad, Lívia Matos e Claudinho Araújo com o show Volta ao Mundo em 80 Artistas

21h – Mônica Salmaso (voz) e Marco Pereira violão)

27/7 (Sexta-feira)

21h – Pianorquestra com o show Linha do Tempo

28/7 (Sábado)

16h – Francis Hime, Olívia Hime e Orquestra de Câmara de Pernambuco

Regência: José Renato Accioly

21h – Lívia Nestrovski (voz) e Fred Ferreira (guitarra)

Serviço:

Conservatório Pernambucano de Música no Festival de Inverno de Garanhuns 2018 – Dias 19, 20, 21, 22, 23, 27 e 28 de julho, na Catedral de Santo Antônio (Garanhuns). Gratuito. Informações: (81) 3183-3411 e www.conservatorio.pe.gov.br.

Outras Notícias

Segurança de Lula impõe exigências em Serra Talhada

Profissionais de imprensa que estão buscando credenciamento para a ida de Lula em Serra Talhada, além do staff político e administrativo da gestão Márcia Conrado estão tendo muito trabalho para o cumprimento das exigências principalmente em relação à segurança do petista. Profissionais da imprensa estão tendo alguma dificuldade para conseguir lugar na agenda. Equipes que […]

Profissionais de imprensa que estão buscando credenciamento para a ida de Lula em Serra Talhada, além do staff político e administrativo da gestão Márcia Conrado estão tendo muito trabalho para o cumprimento das exigências principalmente em relação à segurança do petista.

Profissionais da imprensa estão tendo alguma dificuldade para conseguir lugar na agenda. Equipes que atuam com drones, por exemplo, tem que realizar o cadastramento sem garantia de que vão usar o equipamento. A segurança institucional ficou preocupada depois de dois episódios com equipamentos que lançaram fezes sobre eventos petistas.

A morte do petista Marcelo Arruda em Foz do Iguaçu por motivação política também aumentou a apreensão. A assessoria do ex-presidente não está agendando entrevistas em estúdio de emissoras. Todos os pedidos foram negados.

Há também uma série de exigências institucionais ao staff da gestão Márcia Conrado em Serra Talhada, PMPE e PRF, para evitar intercorrências. Como ex-presidente, Lula tem direito a segurança institucional ligada ao Palácio do Planalto. É uma prerrogativa legal, inclusive com suporte da Policia Federal.

Nova virose ou dengue? Afinal, o que as pessoas têm?

Secretaria Estadual de Saúde diz que trata-se de uma virose cujos sintomas ainda não haviam sido observados em Pernambuco Do Diário de Pernambuco Mesmo diante da epidemia que atinge oito municípios (incluindo o Recife) de Pernambuco, vem crescendo o número de pessoas se queixando de sintomas semelhantes aos da dengue, mas que não foram diagnosticados […]

Secretaria Estadual de Saúde diz que trata-se de uma virose cujos sintomas ainda não haviam sido observados em Pernambuco

Do Diário de Pernambuco

Mesmo diante da epidemia que atinge oito municípios (incluindo o Recife) de Pernambuco, vem crescendo o número de pessoas se queixando de sintomas semelhantes aos da dengue, mas que não foram diagnosticados com ela. Ciente da questão, a Secretarial Estadual de Saúde (SES) orientou seus profissionais a relatarem novas ocorrências, enquanto se debruça sobre os dados coletados, tentando definir as causas. Especialistas, por sua vez, não enxergam motivos para acreditar numa onda de casos de uma nova doença.

Casos
A assessora de imprensa Izabela Fabrício percebeu os primeiros sintomas durante uma festa, no fim de fevereiro. Ao notar as manchas vermelhas em seus braços, associou ao ardor nos olhos e procurou a emergência. “Quando cheguei lá, me deparei com outras três pessoas, de uma mesma família, com os mesmos sintomas. Na triagem, a enfermeira disse que provavelmente era um surto de rubéola”, contou Izabela. “No outro dia, amanheci vermelha dos pés à cabeça e em estado febril”, acrescentou. O exame laboratorial, entretanto, descartou esta possibilidade.

Ao procurar outro médico, Izabela foi orientada a realizar novo hemograma, sob suspeita de que estivesse com dengue. Voltando ao hospital, se deparou com a emergência repleta de casos semelhantes. “Da segunda vez, a sala de espera estava ainda mais cheia. Mas o exame deu negativo também. Aí, falaram que era uma virose pós-carnaval e me recomendaram repouso e muita hidratação”, lembrou. Mas, apesar de ter se recuperado dias depois, o problema não abandonou a família da assessora. “Minha mãe e meus dois irmãos também apresentaram os mesmos sintomas recentemente. Como no meu caso, todos os exames deram negativos para dengue e foram tratados como virose também.”

O produtor cultural Bruno Loja teve inchaço súbito das articulações dos dedos das mãos, manchas pelo corpo e febre. Foto: Arquivo Pessoal
O produtor cultural Bruno Loja teve inchaço súbito das articulações dos dedos das mãos, manchas pelo corpo e febre. Foto: Arquivo Pessoal

O produtor cultural Bruno Loja também viveu algo semelhante, há três semanas. Em seu caso, porém, o primeiro sintoma foi um inchaço súbito das articulações dos dedos das mãos. “No dia seguinte, amanheci todo pintado e com febre alta”, contou. Depois de procurar uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e realizar um hemograma a única confirmação que teve é de que não se tratava de um caso de dengue hemorrágica. “Quando perguntei o que seria, ele disse que provavelmente era dengue. Perguntei da virose, ele disse que era dengue. Perguntei da chikungunya, ele disse que era dengue”, lembrou.

Secretaria descarta chikungunya
Acima de tudo, a SES descarta a hipótese de estar lidando com casos de chikungunya, mas também não relaciona o problema a uma nova doença, como destaca a gerente de prevenção e controle de doenças imunopreveníveis da secretaria, Ana Antunes. “Trata-se de uma virose cujos sintomas ainda não haviam sido observados em Pernambuco”, pontuou. “Ainda não temos a definição da etiologia dessa doença. Pode ser uma única doença, como pode ser mais de um evento. Pelas características, em princípio, parece ser viral. Se fosse chikungunya, os sintomas – principalmente as dores nas articulações – seriam mais prolongados, enquanto essa virose surge de repente e vai embora rápido.” Enquanto a SES tenta sistematizar a investigação, a orientação para a população ao se deparar com os sintomas é a de praxe: “Procurar um médico. Mas repousar e tomar bastante líquido é fundamental”, instruiu a gerente.

Professor de Infectologia da Faculdade de Ciências Médicas de Pernambuco, o médico Demócrito Miranda também afasta a hipótese de o estado estar lidando com alguma doença nova. “A impressão da própria secretaria é que a maioria dos casos é de dengue. Não vejo muita razão para se pensar em outra coisa. Clinicamente e laboratorialmente, muitos têm sido confirmados como dengue”, analisou. “Acredito que os rumores sobre uma nova epidemia não passam disso. Rumores”, acrescentou. Miranda, entretanto, ressalta a importância de a população se manter alerta com a questão da dengue. “Nesta época do ano, as pessoas começam a precisar reservar água por conta do racionamento e os ovos começam a eclodir. Aqui (em Pernambuco), a epidemia é de dengue”, concluiu.

SINAIS DE ALARME NA DENGUE
– dor abdominal intensa e contínua;
– vômitos persistentes;
– fraqueza ao levantar, podendo levar a desmaios;
– dor localizada abaixo do peito direito;
– sangramentos de nariz e gengiva;
– sonolência e/ou irritabilidade;
– diminuição da quantidade de urina;
– diminuição repentina da temperatura corpórea;
– falta de ar

obs.: é importante ressaltar que estes sintomas devem ser avaliados em associação a um contexto de febre, manchas no corpo e dores nas articulações.

Afogados da Ingazeira registra quinto homicídio do ano

Crime aconteceu na Avenida Artur Padilha, Centro da cidade. Por André Luis – Com informações da Polícia Militar Na madrugada deste domingo (9), foi registrado em Afogados da Ingazeira, o terceiro homicídio do ano. Segundo informações da Polícia Militar, a GT Operações/CVLI, ROCAM, Patrulha Rural, realizavam Operação Madrugada Segura, próximo ao espetinho de Firmino, quando […]

Crime aconteceu na Avenida Artur Padilha, Centro da cidade.

Por André Luis – Com informações da Polícia Militar

Na madrugada deste domingo (9), foi registrado em Afogados da Ingazeira, o terceiro homicídio do ano.

Segundo informações da Polícia Militar, a GT Operações/CVLI, ROCAM, Patrulha Rural, realizavam Operação Madrugada Segura, próximo ao espetinho de Firmino, quando escutaram um disparo de arma de fogo, bem como algumas pessoas correndo. O efetivo ao se aproximar do local percebeu Ernesto Mariano de Lima 31 anos,  vigilante, morador do bairro Costa, indo em direção ao semáforo com uma arma de fogo em punho, foi dada voz de prisão, o mesmo foi rendido e a arma apreendida.

Nas proximidades da linha Férrea localizaram Juarez da Silva Pereira 29 anos, residente Av. Tancredo Neves, bairro Costa, que estava caído. Ele foi atingido no peito do lado esquerdo e socorrido com vida para o Hospital Regional Emília Câmara, porém veio a óbito no hospital. Segundo o imputado ele e a vítima estavam bebendo no espetinho e teriam discutido.

A Arma utilizada no crime foi um o revólver Cal. 38, marca Taurus, nº de série 2136271, com 04 munições, sendo três intactas e uma deflagrada. O imputado foi encaminhado à DP juntamente com a arma, onde foi autuado em flagrante delito.

Este foi o quinto homicídio registrado em Afogados da Ingazeira. Dentre eles, o que aconteceu na Quadra A do Conjunto Habitacional Miguel Arraes, no dia 02 de fevereiro, quando Renato Silva, 31 anos, conhecido como Pebinha, foi vitima de disparos de arma de fogo por um homem encapuzado. A vítima tinha supostamente envolvimento com drogas e era ex- presidiário.Em outro caso na Travessa Odon Padilha, no bairro São Francisco, no dia 5 de março, quando a vítima, Wilton Siqueira Silva, 31 anos foi morto com várias pedradas na cabeça. Após diligências com a ajuda de uma das testemunhas do crime, o imputado foi localizado e preso em flagrante delito.

Comitê Científico do Consórcio Nordeste recomenda proibição de festas de final de ano e Carnaval

Sobre Pernambuco, o comitê avalia que o Estado apresenta indicadores de riscos pandêmico e epidêmico Blog da Folha O Comitê Científico do Consórcio Nordeste, iniciativa que reúne governadores da Região, recomendou a proibição de festividades de final de ano e do Carnaval, além de medidas para intensificar a vacinação contra a Covid-19.  A recomendação alerta […]

Sobre Pernambuco, o comitê avalia que o Estado apresenta indicadores de riscos pandêmico e epidêmico

Blog da Folha

O Comitê Científico do Consórcio Nordeste, iniciativa que reúne governadores da Região, recomendou a proibição de festividades de final de ano e do Carnaval, além de medidas para intensificar a vacinação contra a Covid-19. 

A recomendação alerta para o aumento do quadro global e nacional da pandemia e as incertezas provocadas pelo surgimento de novas cepas da doença. Além disso, o grupo faz uma breve apresentação da situação da Covid-19 nos Estados do Nordeste.

Sobre a situação de Pernambuco, o comitê avalia que o Estado apresenta indicadores de riscos pandêmico e epidêmico de moderado a alto. Curvaturas de Ricci indicam alto risco. 

A ocupação de UTIS está em 49.27% e com estabilização da demanda de quantidade de leitos total e cobertura vacinal. 

Segundo o grupo, “ainda não existem argumentos com base científica para quaisquer atividades presenciais que gerem aglomerações que invariavelmente violam os protocolos de segurança sanitária”. 

Além disso, o documento divulgado pelo comitê relembra que a Academia Pernambucana de Ciências, a Academia Pernambucana de Medicina e o Conselho Regional de Medicina do Estado de Pernambuco se posicionaram oficialmente contra a realização de festas de final de ano e, principalmente, do carnaval.

Investigação descarta reação à vacina em criança de Lençóis Paulista, diz secretaria

Pfizer, que já distribuiu mais de 2,6 bilhões de doses da vacina em mais de 166 países, não tem alertas de segurança graves relacionados ao imunizante O Centro de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo disse, nesta quinta-feira (20), que a vacina contra Covid-19 não causou parada cardíaca em criança […]

Pfizer, que já distribuiu mais de 2,6 bilhões de doses da vacina em mais de 166 países, não tem alertas de segurança graves relacionados ao imunizante

O Centro de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo disse, nesta quinta-feira (20), que a vacina contra Covid-19 não causou parada cardíaca em criança de 10 anos, em Lençóis Paulista. A informação é da CNN Brasil.

A investigação foi feita por mais de dez especialistas e apontou que a criança possuía uma doença congênita rara, desconhecida até então pela família, que desencadeou o quadro clínico. 

“Não existe relação causal entre a vacinação e quadro clínico apresentado”, afirma o órgão em nota.

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo reforçou ainda a importância da vacinação e reafirmou “que todos os imunizantes aprovados pela Anvisa são seguros e eficazes”.

A farmacêutica Pfizer, fabricante do imunizante contra a Covid, informa que assim teve conhecimento do caso, foi submetido um relato de potencial evento adverso para a área de farmacovigilância, conforme procedimento da empresa.

A companhia informou, no entanto, que já distribui mais de 2.6 bilhões de doses da vacina em 166 países e não há alertas de segurança graves relacionados ao imunizante.

Campanha de vacinação havia sido paralisada

Uma criança apresentou alterações em batimentos cardíacos. Segundo relatos dos pais, chegou a desmaiar 12 horas após a aplicação da vacina. Ela foi levada à rede de saúde particular para atendimento, em Botucatu, onde permanece estável e sob observação, de acordo com a família.

O fato levou a Prefeitura Municipal de Lençóis Paulista a suspender a campanha de vacinação de crianças por sete dias no município a partir da última quarta-feira (19). No entanto, pais ou responsáveis da cidade ainda podem ligar na Central de Saúde e realizar agendamento caso queiram vacinar as crianças nesse período.

O Comitê de Enfrentamento à Covid-19 de Lençóis Paulista ainda ressaltou que “não existe dúvida sobre a importância da vacinação infantil” e que o prazo foi dado para acompanhar e monitorar as 46 crianças lençoenses vacinadas até o momento.