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Acontece nesta quarta-feira (10), no Hotel Brotas, o lançamento de mais uma edição do Guia de Saúde MV4 ( Região do Pajeú). A revista é lançada todos os anos pela Agência de Comunicação MV4, que entre outros produtos e serviços, tem o Guia de Saúde como uma das principais publicações. O Guia de Saúde, traz […]
Acontece nesta quarta-feira (10), no Hotel Brotas, o lançamento de mais uma edição do Guia de Saúde MV4 ( Região do Pajeú).
A revista é lançada todos os anos pela Agência de Comunicação MV4, que entre outros produtos e serviços, tem o Guia de Saúde como uma das principais publicações.
O Guia de Saúde, traz em suas páginas, a participação de vários médicos e empresas da área de saúde. Tem como principal objetivo disponibilizar ao leitores informações sobre atendimento e especialidades dos participantes, disponibilizando os endereços e telefones para contados.
A Agência MV4, desde a segunda edição disponibiliza gratuitamente além da versão impressa a edição digital, que é mais uma forma de divulgação, e pode ser enviada por WhatsApp.
Mas a grande novidade a ser apresentada no lançamento do Guia de Saúde deste ano será o aplicativo para a revista com várias funcionalidades, entre elas a realidade aumentada com informações adicionais sobre os médicos e as notificações com dias e locais que os profissionais atendem. O aplicativo já está disponível na Play Store.
O jornalista Mário Viana Filho, diretor da agência e idealizador da revista, expressou sua satisfação com o sucesso do projeto. “A cada edição estamos procurando melhorar e trazer novidades, e com isso temos também aumentado o número de clientes. Hoje já são mais de cem médicos e empresas que participam da nossa revista. Isso comprova a nossa credibilidade e o sucesso do nosso projeto,” ressaltou Mário.
Estadão A morte de uma adolescente de 16 anos em São Bernardo do Campo, região metropolitana de São Paulo, não foi causada pela vacina da Pfizer, aponta estudo feito por 70 especialistas e divulgado nesta sexta-feira, 17, pela Secretaria de Estado da Saúde. O diagnóstico apontou que a causa do óbito, sete dias após a […]
A morte de uma adolescente de 16 anos em São Bernardo do Campo, região metropolitana de São Paulo, não foi causada pela vacina da Pfizer, aponta estudo feito por 70 especialistas e divulgado nesta sexta-feira, 17, pela Secretaria de Estado da Saúde.
O diagnóstico apontou que a causa do óbito, sete dias após a jovem ser imunizada, foi uma doença autoimune, grave e rara, conhecida como Púrpura Trombótica Trombocitopênica (PPT).
Segundo comunicado divulgado pelo governo de São Paulo, a doença não tem “uma causa conhecida capaz de desencadeá-la” e “não há como atribuir relação causal” entre ela e as vacinas de RNA mensageiro, como é o caso da Pfizer. A adolescente morreu no último dia 7, exatamente uma semana após receber o imunizante da Pfizer.
“As vacinas em uso no País são seguras, mas eventos adversos pós-vacinação podem acontecer. Na maioria das vezes, são coincidentes, sem relação causal com a vacinação. Quando acontecem, precisam ser cuidadosamente avaliados”, explica Eder Gatti, que coordenou esta investigação e atua no Centro de Vigilância Epidemiológica e no Instituto Emílio Ribas.
Dentre os 70 profissionais que participaram do diagnóstico, estavam especialistas em Hematologia, Cardiologia, Infectologia, médicos dos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIEs) do Estado e representantes dos municípios de São Bernardo do Campo, Santo André e São Paulo. O Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS) estadual também contribuiu para a análise.
O caso da adolescente foi usado como uma das justificativas do Ministério da Saúde para recomendar a suspensão da imunização em adolescentes sem comorbidades na quinta-feira, 16.
A própria Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), entretanto, manteve a recomendação de vacinação neste grupo, com base em evidências científicas avaliadas e aprovadas pelo órgão.
Segundo o governo do Estado, a divulgação do caso foi feita de “forma intempestiva” pelo Ministério da Saúde e os resultados da análise serão submetidos à Anvisa.
Mônica Bergamo – Folha de S.Paulo PT e PSB negociariam apoios regionais. Em Pernambuco, os socialistas precisam que o PT os apoie, vetando a candidatura própria de Marília Arraes. Em troca, o PSB poderia retirar a pré-candidatura de Marcio Lacerda em Minas Gerais, apoiando a reeleição do petista Fernando Pimentel (PT-MG). Os dois partidos discutem alianças em […]
Mônica Bergamo – Folha de S.Paulo
PT e PSB negociariam apoios regionais. Em Pernambuco, os socialistas precisam que o PT os apoie, vetando a candidatura própria de Marília Arraes. Em troca, o PSB poderia retirar a pré-candidatura de Marcio Lacerda em Minas Gerais, apoiando a reeleição do petista Fernando Pimentel (PT-MG).
Os dois partidos discutem alianças em sete estados: Pernambuco, Acre, Rio Grande do Norte, Amapá, Paraíba, Bahia e Sergipe.
O PT também almeja o apoio do PSB na campanha presidencial —mas integrantes da legenda socialista acreditam que os petistas já respirariam aliviados com a simples neutralidade, evitando que os socialistas se aliassem a Ciro.
Já com o PDT de Ciro Gomes os socialistas estão afinados no Espírito Santo, Distrito Federal, Ceará, Rio de Janeiro e Minas Gerais.
A Prefeitura de Serra Talhada entregou à população na tarde desta quarta-feira (14) a reforma da Escola Municipal Imaculada Conceição, no distrito de Caiçarinha da Penha. O investimento na obra foi de R$ 78.874,14, através da Secretaria Municipal de Educação. Atendendo 260 alunos do Ensino Infantil, Fundamental I e Fundamental II, a escola foi totalmente […]
A Prefeitura de Serra Talhada entregou à população na tarde desta quarta-feira (14) a reforma da Escola Municipal Imaculada Conceição, no distrito de Caiçarinha da Penha. O investimento na obra foi de R$ 78.874,14, através da Secretaria Municipal de Educação.
Atendendo 260 alunos do Ensino Infantil, Fundamental I e Fundamental II, a escola foi totalmente reformada, passando a contar com oito salas de aula climatizadas, biblioteca, secretaria, sala de professores, banheiros masculino e feminino para alunos, banheiros adaptados para pessoas com necessidades especiais, banheiros para funcionários, cozinha, depósito para merenda, dois depósitos gerais e pátio coberto.
A escola recebeu intervenções estruturais importantes, como retalhamento, abertura de janelas, pintura, reforma completa dos banheiros, revisão de instalações elétricas e hidráulicas, jardinagem, instalação de ares-condicionados e instalação de revestimento cerâmico em todos os ambientes da instituição de ensino.
“O nosso trabalho não para, e na educação temos tido um olhar ainda mais especial, porque entendemos que é através da educação que é possível transformar a vida das pessoas. E é com esse objetivo que estamos investindo na melhoria de nossas escolas, ofertando mais conforto e melhor qualidade de ensino para as nossas crianças, que agora terão uma escola toda reformada, climatizada, com condições de atender bem os alunos de Caiçarinha da Penha”, relatou a prefeita Márcia Conrado.
Do JC Online A epidemia de zika associada à microcefalia pode estar influenciando a percepção da população em relação a um tema sempre polêmico: o aborto. Pesquisa realizada pelo Instituto Maurício de Nassau no Recife revela que, embora 64,8% dos entrevistados tenham sido contrários ao direito da mulher abortar bebês com a má-formação, um terço […]

Do JC Online
A epidemia de zika associada à microcefalia pode estar influenciando a percepção da população em relação a um tema sempre polêmico: o aborto. Pesquisa realizada pelo Instituto Maurício de Nassau no Recife revela que, embora 64,8% dos entrevistados tenham sido contrários ao direito da mulher abortar bebês com a má-formação, um terço (31,4%) se mostrou favorável. É um percentual alto, quando comparado a levantamentos anteriores. Para se ter uma ideia, o mesmo instituto realizou, em julho do ano passado, uma pesquisa que questionava apenas quem era favorável ao aborto. O resultado foi bem diferente: 8% a favor e 91% contra. O dado obtido no atual levantamento, feito entre os dias 15 e 16 deste mês, traz um recorte interessante: o percentual de pessoas que concordam com a interrupção da gravidez de acordo com os grupos religiosos. Entre os católicos, 32% são a favor, e, entre os evangélicos, esse índice chegou a 15%.
Para o coordenador da pesquisa e professor da Universidade Federal de Pernambuco, Adriano Oliveira, o fator microcefalia incentiva as pessoas a se posicionarem mais favoráveis ao aborto. “Foi uma surpresa esse percentual tão alto. E isso é observado até mesmo entre os entrevistados que se declararam católicos e evangélicos. Quando se coloca a situação dos bebês atingidos pela anomalia, a norma religiosa não está influenciando tanto na opinião dessas pessoas”, analisa o pesquisador.
O levantamento também surpreendeu a coordenadora do Grupo Curumim, Paula Viana. A entidade faz parte da Frente Nacional contra a Criminalização das Mulheres e pela Legalização do Aborto. “Acho o resultado bastante positivo, porque mostra que as pessoas estão fazendo o exercício de se colocar no lugar dessas mulheres. É uma situação extremamente difícil. Temos que falar sobre todas as implicações e ampliar o debate”, defende. Ela acredita que, quanto mais informações sobre o aborto e o direito da mulher de decidir sobre o próprio corpo, maior será o número de pessoas favoráveis à interrupção da gravidez.
A gravidade da epidemia despertou na população uma preocupação com as consequências que a microcefalia traz para o bebê e sua família. Para 96,5% dos entrevistados, as mães de crianças diagnosticadas com a má-formação devem receber ajuda financeira do governo.
Em relação ao combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chicungunha, o levantamento revelou que a população tem a plena consciência de que esse enfrentamento deve ser feito de forma compartilhada. Para 74,8% dos entrevistados, a sociedade e o governo, juntos, são os principais responsáveis por conter a proliferação do mosquito.
Esse sentimento fica ainda mais evidente quando se observa que menos de 6% das pessoas ouvidas atribuem essa responsabilidade apenas ao governo. Já os que responderam que essa é uma tarefa principalmente da sociedade chegam a quase 20%. “Há uma compreensão muito clara de que essa responsabilidade é compartilhada. As pessoas estão dizendo que o combate ao mosquito é um problema delas, sem transferir isso só para o governo”, explica Adriano Oliveira.
Entre as 624 pessoas ouvidas, foi bem maior o percentual de entrevistados que já haviam contraído a dengue, comparando com as duas outras doenças transmitidas pelo Aedes aegypti. Foram 45,4% infectadas com dengue, enquanto apenas 29% contraiu chicungunha e um universo ainda menor, 10,8%, afirmou ter sido contaminada com zika.
Os efeitos da chicungunha, no entanto, mostraram ser mais agressivos do que o da dengue. Ao serem questionados sobre o tempo em que ficaram acometidos pela chicungunha, quase 17% dos entrevistados disseram ter passado mais de 30 dias para conseguir se recuperar. No caso da dengue, apenas 7,6% afirmaram ter ficado doentes por mais de 15 dias. “Esses dados são importantes para mostrar que há também um impacto financeiro nessa epidemia, já que muitas pessoas deixaram de trabalhar enquanto estavam doentes”, destaca Adriano Oliveira.

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