Conferências de Saúde: MP cobra carga horária de médicos, unidade de média e alta complexidade e clínica de Hemodiálise
Por Nill Júnior
Promotores participaram de debates das Conferências Municipais de Saúde
Promotores da 3ª Circunscrição do MP no Pajeú participaram de Conferências Municipais de Saúde em algumas cidades da região. Na pauta, a luta por mais qualidade no atendimento em nossa região.
Segundo o promotor Lúcio Luiz de Almeida Neto,coordenador da 3ª Circunscrição, a ideia foi reforçar nos encontros a pauta permanente do MP na região. “Temos que desafogar protocolos com atendimento. Em muitas cidades, falta atenção nas unidades básicas, nos bairros. É um ponto recorrente. Reforçamos a necessidade de cobrança da carga horária de médicos e odontólogos. Os contratos devem ser cumpridos, Não deve haver pagamento por serviço não prestado”.
O promotor disse ainda que há uma articulação entre promotores de Pernambuco e de cidades da paraíba para evitar migração do problema para o estado vizinho. “Estamos buscando ampliar essa articulação evitando a migração dos profissionais que são forçados a cumprir expediente aqui para áreas vizinhas. Para controle de horário, o MP está pactuando a instalação do ponto eletrônico com biometria. Algumas cidades já aderiram e outras estão em processo de adesão.
O MP também tem defendido engajamento pleno nos Agentes de Saúde nas políticas de saúde. “Defendemos condições de trabalho para eles. Uma vez atendidas as condições, queremos trabalho. Não se pode levar a saúde como um bico”, disse, citando a experiência do IBGE que fez o censo com os agentes levando palmtops com GPS para colher dados e informações.
Outra cobrança é para que no Pajeú haja tratamento de média e alta complexidade sem deslocamento para outras áreas. “Defendemos um Hospital de grande porte entre Arcoverde, Afogados e Serra . Há uma defesa de que essa unidade ficaria em Serra Talhada e o Hospam viraria um hospital de referência da mulher”. Também há luta para uma clínica de Hemodiálise na região e de, em cada município, um núcleo gestor de educação em saúde, permanente.
SAMU: O promotor disse que o MP oficiou o prefeito Luciano Duque para dar explicações sobre a demora no início de funcionamento da unidade de regulação do SAMU. “A grande questão segundo ele é de como haverá a divisão de responsabilidade para custeio de R$ 250 mil por mês”. O promotor explicou que Serra se dispôs a aportar R$ 100 mil mensais, com contrapartidas de R$ 100 mil do Governo Federal, R$ 50 mil do Governo de Pernambuco. “Ele tem medo de que haja atrasos no repasse. A conta não fecha sem os R$ 250 mil mensais”.
*Por Tarcízio Leite São José do Egito, cidade pernambucana localizada na Microrregião do Pajeú, no próximo dia 09 de março completa 107 anos. Conhecida como o Berço imortal da poesia, durante os últimos quinze anos, venho observando que os poetas, cantores e compositores, além de outros artistas e desportistas vêm fazendo parte das administrações públicas […]
São José do Egito, cidade pernambucana localizada na Microrregião do Pajeú, no próximo dia 09 de março completa 107 anos.
Conhecida como o Berço imortal da poesia, durante os últimos quinze anos, venho observando que os poetas, cantores e compositores, além de outros artistas e desportistas vêm fazendo parte das administrações públicas do nosso município.
Nada mais justo e merecido, pois a cultura, o esporte e o lazer é algo muito importante para uma cidade, em especial, a nossa, conhecida como a terra onde a cultura é o seu grande patrimônio, e é destaque por todos os recantos do nosso país, e até mesmo no exterior.
O curioso é que, mesmo tendo poetas, e outros artistas, além de desportistas fazendo parte das administrações do nosso município, pelo menos nestes últimos quinze anos, não conheço na história destas administrações uma escola de teatro, de música, de futebol, de atletismo, de xadrez ou de outro tipo cultural ou desportista, além da Banda Cícero David. Qual será o segredo?
Acredito que é chegada a hora de refletir sobre a nossa cultura, o esporte, o lazer como projeto cultural e desportista. Formar um grupo de teatro para uma apresentação, dar um curso de poesia, formar um time com profissionais de outras cidades para disputar um campeonato, coisas desse tipo não considero um projeto com fundamentos culturais ou desportistas, pois estes sempre acabam no final de suas apresentações. Já conhecemos este modelo.
Este é um dos motivos que defendo as escolas de teatro, de música, de futebol, de atletismo, de xadrez ou de outro tipo cultural ou desportista, pois elas são capazes de manter grupos permanentes para apresentações, divulgação e preservação da cultura e do desporto.
Não estou falando de discursos ou algo que acontece uma ou duas vezes em função do momento e da oportunidade, mas de projetos culturais e desportistas, onde se trabalhe a disciplina, o respeito, a ética e a cidadania.
Projetos culturais e desportistas ligados a educação, onde haja critérios para participar, como bom comportamento nas escolas, avaliação pedagógica, dentre outros, dependendo da categoria e do modelo formatado, e onde a diversidade de modalidades proporcione a oportunidade de participação de acordo com a habilidade e preferência.
Apesar de não fazer parte do seleto grupo de intelectuais da cultura, do desporto, e até mesmo da educação, acredito que estes instrumentos são importantes para o resgate e preservação de valores, principalmente em uma cidade como a nossa, conhecida pela sua arte e cultura.
Não estou aqui para dizer que nada foi feito ou não esteja sendo realizado, ou que parte de um modelo que comento seja o ideal, mas para convidar os cidadãos e cidadãs à uma reflexão sobre o modelo de política que vem sendo adotado, nestes últimos quinze anos, em relação a cultura e o desporto na terra da poesia.
Como cidadão, acredito na educação, na cultura, na arte e no esporte como forma de resgate da disciplina, do respeito e da cidadania. Por isto acredito na escola.
*Tarcízio Leite é contabilista e leitor do blog em São José do Egito – PE.
Só vai ter emoção em Olinda Nesse segundo turno das eleições em Pernambuco, tem disputa em duas, mas emoção só em uma. Olinda e Paulista, na Região Metropolitana, o 3º e o 6º maiores colégios eleitorais do estado, respectivamente, são as duas únicas cidades de Pernambuco a terem 2º turno nas Eleições 2024. Ao todo, […]
Nesse segundo turno das eleições em Pernambuco, tem disputa em duas, mas emoção só em uma.
Olinda e Paulista, na Região Metropolitana, o 3º e o 6º maiores colégios eleitorais do estado, respectivamente, são as duas únicas cidades de Pernambuco a terem 2º turno nas Eleições 2024. Ao todo, 535 mil eleitores estão aptos a votar nas duas cidades nas mais de 1,5 mil seções eleitorais. Mais de 1,7 mil urnas eletrônicas serão utilizadas no pleito e 6 mil mesárias e mesários estarão mobilizados.
Em Paulista, fatura liquidada. Todas as pesquisas mostram o candidato Severino Ramos (PSDB) liderando a corrida.
A última, do Instituto Exatta, em parceria com o Diário de Pernambuco, traz o tucano com 69,19% das intenções de votos válidos, contra 30,81% do ex-prefeito e deputado estadual Júnior Matuto (PSB). Pudesse, possível fosse, era evitar os custos e, pelo princípio da previsibilidade, entregar o diploma para o candidato do PSDB.
E Olinda? Na cidade, a emoção deve marcar a apuração até o final. A grande maioria dos últimos levantamentos mostram ligeira vantagem do candidato petista Vinicius Castello, mas a rigorosa obrigação de tratar o cenário como de empate técnico com a governista Mirella Almeida, do PSD.
Senão, vejamos: Pesquisa Folha/IPESPE/Olinda mostra a eleição empatada. Vinicius tem 51%, e Mirella, 49%. O Instituto Opinião para o Blog do Magno mostrou na estimulada, Vinicius com 42% e Mirella, com 40%. Na espontânea, Mirella aparece com 35,7% e Vinicius 35,2%. Resumindo, vai ser voto a voto.
Curioso é ver a movimentação sobre a estadualização das disputas. Aliados da governadora dizem que, como ela já sai vitoriosa em Paulista, ganhar em Olinda vai ser a cereja do bolo. Já os aliados de João Campos dizem que a conta não é essa, com a vitória acachapante de em Recife e a possibilidade de vitória do aliado em Olinda.
Resumindo, até a raspa do tacho desse pleito levanta especulações sobre 2026. Lá é que a onça vai beber água.
LW Cast
O vice-prefeito eleito Siqueirinha e o irmão, majoritário das últimas eleições para vereador, Wellington Siqueira, são os convidados do LW Cast da próxima quinta-feira, 7 da noite, na TV LW On Line. Será a primeira entrevista após o resultado do pleito em Arcoverde.
Bem que se quis
A prefeita de Tabira, Nicinha Melo, foi convidada para, com status de prefeita aliada, acompanhar o lançamento do programa PE na Estrada, do governo Raquel Lyra. Disse que a agenda não permitia sua presença. Já Flávio Marques (PT), foi com Carlos Veras, acompanhou a agenda e pra completar capitalizou com o anúncio da PE 304, a Estrada entre Tabira e Água Branca.
Primeira análise
O Mais Pajeú, de Romero Morais, quis exercitar quem fará parte da gestão Sandrinho 2.0. Pela análise dele, ficam Arthur Amorim (Saúde), Lúcia Gomes (Finanças), Madalena Leite (Assistência Social), Carlos Alberto (Procurador) e Rodrigo Lima (Imprensa). Para ele, Wiviane Fonseca não fica na Educação.
Quase lá
Estão quase confirmados Augusto Martins (Cultura e Esportes), Bombinha (Infraestrutura), Flaviana Rosa (Transportes), Valberto Amaral (Agricultura), Igor Mariano (Assessoria Especial), Ney Quidute (Administração) e Odilio Lopes (Governo).
Cartas na manga
São coringas ou correm por fora Rubinho do São João, Edygar Santos, Veratânia Lacerda, Alexandre Moraes, Risomar Lemos, Rubinho Pires, Carlinhos Neves, Heleno Mariano, Rivelton Santos e Miguel Góis, o Miguel da Gráfica.
São José
O prefeito eleito de São José do Egito, Fredson Brito, tem dito a aliados que um dos seus projetos mais ousados é o de construção de uma estátua de Santo Antônio, perto de onde é celebrada a Missa do Monte. A ideia é fazer do local um polo de peregrinação religiosa.
Mas também não tem certeza que sim…
A prefeita Márcia Conrado, eventualmente criticada por ter aliados de “a” a “z” em seu palanque teve um gesto de fidelidade ao PT. Foi pedir votos para Vinicius Castello em Olinda. Não são poucos os que colocam a prefeita como um nome para a disputa da vice em 2026 na chapa de João Campos. Problema é entregar a prefeitura a Faeca Melo, ainda o mais rejeitado entre os vices eleitos no Pajeú.
Sempre ela, a …
Aliados de Raquel Lyra como Mário Viana Filho estão comemorando o lançamento do programa PE na Estrada e a perspectiva de mais investimentos no Estado. A frase é um mantra: “quem pensa que a fatura já estará liquidada pró João Campos em 2026 está muito enganado”. Dizem que a questão tem relação com a capacidade de investimentos do Estado até lá. No interior, chamam isso de “poiva”…
Próximas
Em um outro momento, além da PE-320, uma demanda antiga da população que será recapeada no trecho entre São José do Egito e Serra Talhada, deve sair do papel a restauração da PE 426, entre Flores e Triunfo. O prefeito Luciano Bonfim, aliado da governadora, já estaria ciente.
Dez é pouco, quinze é ideal
O quase vereador André Paulo, do PDT de Arcoverde, que teve 1.353 votos, mas não chegou, disse ao blog que acionou a justiça para questionar a existência de apenas dez vereadores em Arcoverde. Pela base de cálculo, a cidade deveria ter 15 parlamentares. Tem apenas dez, perdendo para cidades menores. Em suma, diz que a estratégia fere a Lei Orgânica é favorece vereadores com muitos mandatos, além de dividir um bom maior para menos parlamentares.
Frase da semana :
“Pode contar com o nosso trabalho!”
Do Senador Humberto Costa a Pollyana Abreu, em encontro que gerou dor de cotovelo do diretório do PT de Sertânia.
Da Coluna do Domingão Nesta segunda-feira, mais uma cidade de Pernambuco dá um passo no ordenamento urbano e do trânsito: em Afogados da Ingazeira, os agentes de trânsito iniciarão o processo de emissão de multas, já integrados ao sistema nacional. É mais um passo em uma cidade até então símbolo da desordem e do caos […]
Nesta segunda-feira, mais uma cidade de Pernambuco dá um passo no ordenamento urbano e do trânsito: em Afogados da Ingazeira, os agentes de trânsito iniciarão o processo de emissão de multas, já integrados ao sistema nacional.
É mais um passo em uma cidade até então símbolo da desordem e do caos , fruto do crescimento desordenado, da falta de uma tomada de decisão lá atrás e com um enorme passivo em se tratando de trânsito e mobilidade.
Ainda há muito a ser feito: organização do passeio público com calçadas acessíveis, mudança da feira livre que trava a área central para o pátio ainda não concluído, melhoria da sinalização horizontal, otimização da carga e descarga, desocupação plena das calçadas.
Mas, fato é que esse é um processo dinâmico, de várias etapas. Também importante destacar que muito já avançou. E é caminho sem volta. Isso tem a ver com as cidades que queremos.
Hoje, Pernambuco tem 47 municípios com trânsito municipalizado, ou seja, integrados ao Sistema Nacional de Trânsito. Na teoria, são cidades que passaram a gerir diretamente o trânsito local, incluindo fiscalização, sinalização e políticas públicas, ao se integrarem ao Sistema Nacional de Trânsito. Na prática, infelizmente, parte desses municípios não cumprem a missão na plenitude ou andaram pra trás. E a municipalização não dá margem para retroceder.
Em alguns casos, o município está formalmente integrado, mas ainda estrutura seus órgãos de trânsito.
Precisamos nos mirar nos bons exemplos. Arcoverde, com a Arcotrans, parece ser o melhor modelo entre as médias cidades. Ruas sinalizadas, regras para carga e descarga, zona azul com parquímetros, agentes na rua e aplicativo próprio para gestão de estacionamento colocam o Portal do Sertão como uma das cidades mais visitadas quando o assunto é inspiração para outras cidades.
Serra Talhada teve uma evolução importante, mas ainda pode aprimorar a atuação da STTRANS. São José do Egito andou pra trás nos últimos anos e agora a impressão é de que busca retomar os trilhos. Tabira não tem municipalização formal. Triunfo, nosso oásis turístico, melhorou o enfrentamento. Antes, sequer o capacete era exigido.
Na lista de cidades com trânsito oficialmente municipalizado no Sertão ainda estão Sertânia, Salgueiro, Araripina, Ouricuri e Petrolina.
Esse é um debate de várias camadas. Aos municípios, impessoalidade e firmeza na fiscalização. À sociedade, o que sempre existiu, a necessidade de cumprimento das regras. Esse é um desafio coletivo de médio prazo. Há quem diga que uma década é o prazo médio de adaptação às medidas.
À imprensa, aos políticos das diversas posições ideológicas, o caminho é atuar não pelo desmantelamento dessa construção, mas no apoio à solução coletiva de algo tão importante, sem cegar para os problemas ou falhas que venham a surgir, mas sem perder a crença e estímulo coletivo da necessidade desses passos.
Essa geração e as futuras saberão reconhecer esse passo, que nos aprimora como sociedade. Sigamos!
É preciso coragem
Poucos secretários da gestão Sandrinho teriam a condição do enfrentamento para efetivar as medidas adotadas no processo de municipalização do trânsito, dadas as pressões de setores do empresariado, da sociedade, da política e dos que torcem contra, mesmo que um grupo minoritário. Daí o registro de que Flaviana Rosa merece o reconhecimento pelo que fez até aqui. Claro, para isso o empoderamento e carta branca do prefeito Sandrinho têm sido fundamentais.
Após derrota na Câmara dos Deputados no processo de impeachment, por 367 votos a 137, a presidente Dilma Rousseff tem pela frente agora o julgamento do Senado. A votação que decidirá se a mandatária petista permanece no cargo ou será afastada por 180 dias deve ocorrer na primeira quinzena de maio. Em meio à ebulição […]
Após derrota na Câmara dos Deputados no processo de impeachment, por 367 votos a 137, a presidente Dilma Rousseff tem pela frente agora o julgamento do Senado. A votação que decidirá se a mandatária petista permanece no cargo ou será afastada por 180 dias deve ocorrer na primeira quinzena de maio.
Em meio à ebulição no meio político, o Jornal do Commércio propôs uma reflexão sobre o processo de impedimento e foi ouvir os três senadores da República eleitos no Estado. Dois deles – Douglas Cintra (PTB) e Humberto Costa (PT) – são contra o impedimento. Fernando Bezerra Coelho (PSB) é favorável.
“Meu voto será um voto sintonizado com o povo brasileiro, que rejeita o golpe que a Câmara dos Deputados ajudou a dar na democracia. Será contra a intenção de se tirar o mandato de uma presidenta da República eleita pelo voto popular, que faz um governo voltado para os menos favorecidos. Uma presidenta que não cometeu o crime de responsabilidade que é objeto desse pedido de afastamento indecente e sem sentido”, diz Humberto Costa.
“Após denúncia no TCU, a presidente teve suas contas reprovadas pelo tribunal, no episódio que ficou conhecido como as pedaladas fiscais. Naquele momento, os Procuradores do Ministério Público comprovaram pela primeira vez que os atos do governo se enquadravam nos crimes de responsabilidade previstos nos arts. 85, incisos V, VI e VII, da Constituição e na Lei 1.079/50.
Como se não bastasse a tentativa de mascarar as contas públicas, a falta de diálogo político da presidente levou o país a um cenário de ingovernabilidade, tendo ela perdido a autoridade e o apoio político”, diz Bezerra Coelho para justificar posição pró impeachment.
“Existem provas do envolvimento de pessoas do governo, mas não da participação da presidente. Tanto isso é verdade que o pedido de impeachment não se fundamenta formalmente nesses fatos, e sim nas discutíveis ‘pedaladas fiscais’. Já as provas que pesam contra Eduardo Cunha, também do PMDB, e eventual ocupante da segunda posição na linha sucessória do Brasil, são públicas, do conhecimento de todos. Mesmo assim, não percebo vigor equivalente nas cobranças pela saída de Cunha da presidência da Câmara, nem pela cassação de seu mandato”, diz Douglas Cintra.
Fruto das escutas do Ouvir Para Mudar, 27 policiais civis e 48 policiais militares participam de qualificação que conta com disciplinas que vão desde conhecimentos teóricos até instruções práticas Toda mulher deve receber um atendimento humanizado, em um ambiente acolhedor, onde lhe seja assegurado proteção e respeito. É com esse compromisso de fortalecer o combate […]
Fruto das escutas do Ouvir Para Mudar, 27 policiais civis e 48 policiais militares participam de qualificação que conta com disciplinas que vão desde conhecimentos teóricos até instruções práticas
Toda mulher deve receber um atendimento humanizado, em um ambiente acolhedor, onde lhe seja assegurado proteção e respeito. É com esse compromisso de fortalecer o combate da violência contra a mulher, que a Secretaria de Defesa Social (SDS) e a Secretaria da Mulher (SecMulher) dão início, nesta sexta-feira (27), às primeiras aulas da primeira turma da Missão Acolhimento.
Composta por 27 policiais civis e 48 militares que atuam na Região Metropolitana do Recife, a qualificação acontecerá no auditório da SDS, com oito horas de duração, direcionada a servidores que atuam na linha de frente no combate à violência de gênero que atinge mulheres.
“Ao servidor da Segurança, cabe a missão de estar capacitado sempre de maneira atualizada para receber as vítimas e dar a elas a proteção necessária. E essa parceria vem para promover um olhar mais amplo, atualizado e empático”, explica Alessandro Carvalho, secretário de Defesa Social.
Como resultado dessa parceria, espera-se ampliar a forma de atuação que salvaguarde a vida dessas mulheres. “Falar da política de mulheres é fundamental para que cada profissional esteja envolvido e pronto para um atendimento humanizado justamente naquele momento em que a mulher está mais fragilizada”, pontua a secretária da Mulher, Mariana Melo.
Você precisa fazer login para comentar.