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Conferência debateu rumos da política cultural em Afogados da Ingazeira 

Por André Luis

Em Afogados da Ingazeira, aconteceu neste último final de semana, a 2ª Conferência Municipal de Cultura, promovida pelo poder público municipal e por representantes da sociedade civil.

A conferência aconteceu nas dependências da EREM Ione Góes (Colégio Normal). 

A conferência teve como tema “Democracia e Direito à Cultura”. Os eixos temáticos, debatidos em grupos, foram: 1) Institucionalização, Marcos Legais e Sistema Municipal, Estadual e Nacional de Cultura; 2) Democratização do acesso à Cultura e Participação Social; 3) Identidade, Patrimônio e Memória; 4) Diversidade Cultural e Transversalidade de Gênero, Raça e Acessibilidade na Política Cultural; 5) Economia Criativa, Trabalho, renda e Sustentabilidade; e 6) Direito às Artes e às Linguagens Culturais.

Os 57 participantes, das mais diversas linguagens, puderam analisar, propor e deliberar as propostas para a política cultural, com base na avaliação local, e reconhecendo a corresponsabilidade de cada ente federado.

Segundo o Secretário de Cultura de Afogados, Augusto Martins, foram aprovadas três propostas para a Conferência Estadual e 24 para nortear o Plano Municipal de Cultura, a ser construído coletivamente com a sociedade civil. De acordo com Augusto, as propostas serão objeto de estudo para se verificar o que se pode realizar a curto, médio e longo prazo.

Também foram eleitos(as) delegados(as) representantes de Afogados para a 5ª Conferência Estadual de Cultura, que acontece em Novembro. Pelo Governo: Everton Leão (titular) e Marília Magalhães (suplente); pela sociedade civil: Bruna Tavares e Lúcio Vinicius (titulares) e Carla Alves e Rosângela Silva (suplentes). A conferência nacional será em Março, em Brasília. 

O Prefeito Sandrinho Palmeira participou do último dia de conferência e destacou a intenção de debater a implementação das propostas apresentadas, tomando como base estudos de viabilidade financeira. “Esse é um momento importante para a gestão. Espaço para debatermos com a sociedade as diretrizes da nossa política pública cultural. Momento muito rico e que vai gerar bons frutos num futuro próximo,” destacou o Prefeito Sandrinho Palmeira. 

A Conferência contou as presenças também do vice-prefeito, Daniel Valadares, do Secretário Executivo de Cultura do governo de Pernambuco, Léo Salazar, além dos vereadores Gal Mariano e César Tenório.

“Vamos construir juntos, Governo e sociedade civil, dialogando, cada um com sua posição, com seu pensamento, mas, buscando o entendimento, buscando uma convergência, buscando a coletividade e a diversidade”, destacou o Secretário de Cultura e Esportes, Augusto Martins.

Prefeitura nega não divulgação de prazos do Edital da Lei Paulo Gustavo: a Assessoria de Comunicação negou em contato com o blog que o município não tenha divulgado os prazos do edital da Lei Paulo Gustavo, em resposta  a artigo assinado por William Tenório. “Desde o dia 17 de setembro divulgamos amplamente”, disse Rodrigo Lima, que anexou publicação no Instagram:

Outras Notícias

“O jogo ainda não começou”, diz Duque sobre liderança de Carlos Evandro em pesquisa

Blog do Júnior Campos O prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque, tirou dez dias para descansar, mas não está alheio ao dia a dia da capital do xaxado. Principalmente quando se trata das eleições do ano que vem. Ontem, terça-feira (12), falando ao blogueiro Júnior Campos, o prefeito não se esquivou em comentar a pesquisa […]

Foto: Arquivo

Blog do Júnior Campos

O prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque, tirou dez dias para descansar, mas não está alheio ao dia a dia da capital do xaxado. Principalmente quando se trata das eleições do ano que vem.

Ontem, terça-feira (12), falando ao blogueiro Júnior Campos, o prefeito não se esquivou em comentar a pesquisa divulgada pelo Farol de Notícias, em parceria com o instituto Opine, em que o ex-prefeito Carlos Evandro dispara nas intenções de voto, em todos os cenários.

Demonstrando tranquilidade quanto ao favoritismo de Evandro, e a performance, ainda regular, da secretária de Saúde, Márcia Conrado, Luciano Duque aproveitou para anunciar, mais uma vez; o prazo definitivo do anúncio do seu candidato ou candidata.

“Normal esse resultado, não lançamos candidato e ainda é muito cedo. Em dezembro o candidato será lançado e aí vamos discutir com o povo o melhor caminho”, explicou Luciano completando: “Marília tinha 3% e Armando 7% e no final das contas tivemos 19 mil votos para federal, contra 13 mil do nosso principal adversário e Armando ganhou com 6 mil votos de frente. O jogo ainda não começou”, reforçou o prefeito.

Gonzaga Patriota comenta lista divulgada pelo STF com investigados na Lava-Jato

Em passagem pelo Sertão do São Francisco, neste final de semana, o deputado Gonzaga Patriota comentou sobre a lista divulgada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) com os nomes de parlamentares que serão investigados por suspeitas de corrupção no âmbito da Operação Lava-Jato, da Polícia Federal (PF). O deputado afirmou que espera que a justiça faça […]

g1Em passagem pelo Sertão do São Francisco, neste final de semana, o deputado Gonzaga Patriota comentou sobre a lista divulgada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) com os nomes de parlamentares que serão investigados por suspeitas de corrupção no âmbito da Operação Lava-Jato, da Polícia Federal (PF).

O deputado afirmou que espera que a justiça faça o seu papel e que prenda todos os envolvidos no esquema de corrupção da Petrobras.

“A gente espera que a justiça cumpra o seu papel e coloque na cadeia todos os envolvidos e que, com isso, eles fiquem desmoralizados perante a sociedade por meterem as mãos no que é do povo e do governo”, disse.

E completou: “Eles praticamente quebraram a maior empresa brasileira, uma das maiores empresas do mundo, o cartão postal econômico e financeiro do Brasil”.

João Campos e Frente Popular prestigiam plenária de Teresa Leitão

Pré-candidato a governador esteve no evento acompanhado de Carlos Costa, Humberto Costa e Marília Arraes, nomes que comporão a chapa da Frente Popular O pré-candidato a governador João Campos (PSB) participou, no fim da tarde deste sábado (16), de plenária promovida pela senadora Teresa Leitão (PT) para prestar contas de seu mandato. João esteve no […]

Pré-candidato a governador esteve no evento acompanhado de Carlos Costa, Humberto Costa e Marília Arraes, nomes que comporão a chapa da Frente Popular

O pré-candidato a governador João Campos (PSB) participou, no fim da tarde deste sábado (16), de plenária promovida pela senadora Teresa Leitão (PT) para prestar contas de seu mandato.

João esteve no evento, realizado no Clube Português, no Recife, acompanhado do pré-candidato a vice-governador Carlos Costa (Republicanos), do senador e pré-candidato à reeleição Humberto Costa (PT) e da pré-candidata a senadora Marília Arraes (PDT).

“O encontro reuniu lideranças, militantes e representantes de movimentos sociais para reafirmar a unidade do campo progressista em Pernambuco e no apoio à reeleição do presidente Lula (PT)”, diz em nota.

Durante a plenária, João Campos exaltou a atuação de Teresa no Senado e destacou a trajetória da parlamentar em defesa da educação, da democracia e da classe trabalhadora. “Queria todo estado do Brasil ter uma senadora do tamanho, da dimensão e do perfil de Teresa Leitão. Ninguém aqui tem dúvida sobre como Teresa vota, de como ela se posiciona. Reconhecer o trabalho de Teresa é uma obrigação de quem admira e respeita a política, de quem valoriza a educação, o SUS, a participação feminina na política, de quem defende a democracia e a classe trabalhadora”, afirmou.

João também defendeu a “unidade do time de Lula” para levar Pernambuco a um outro momento. “Nós vamos voltar a investir em educação, abrir escolas técnicas, expandir a educação integral, valorizar os trabalhadores da educação e poder fazer com que as coisas aconteçam de verdade. Todo mundo que está comigo está com Carlos Costa, com Humberto, com Marília. Esse time está unido de ponta a ponta”, complementou.

Já Teresa argumentou que, para além da prestação de contas de seu mandato, a plenária também representou a reafirmação de seu posicionamento nas eleições deste ano. “Esta plenária tem cor, tem cara, tem CPF, tem identidade e tem posição política, que é eleger Humberto, que é eleger Marília, que é eleger João Campos e contribuir de forma decisiva com o presidente Lula em todos os estados. É preciso que a gente mostre a força dessa unidade política aqui em Pernambuco”, disse a senadora.

No mesmo sentido, Humberto Costa destacou a necessidade de construção de palanques unificados nos estados para fortalecer a campanha de reeleição de Lula. Segundo ele, Pernambuco apresenta uma chapa “com história, unidade política e compromisso” com as transformações realizadas pelo Governo Federal. “Com João, a gente tem que dizer que Pernambuco pode muito mais, para fazer aquilo que foi feito no Recife de uma forma muito mais ampla. Com Carlos Costa, que vem de uma família que sempre esteve ao nosso lado. E com a companheira Marília, que será a segunda mulher senadora de Pernambuco”, afirmou.

Marília Arraes, por sua vez, classificou o mandato de Teresa Leitão como “extremamente necessário” e defendeu a formação de uma bancada alinhada ao campo progressista no Senado. “Aqui a gente forma um time que tem lado, que não fica em cima do muro. Pernambuco, pela primeira vez, vai ter três senadores lulistas, progressistas, de esquerda, da base popular”, declarou.

Aline não chega em Recife

A vereadora do Recife, Aline Mariano, natural de Afogados da Ingazeira, não chegou à reeleição. Com 6.530 votos, a candidata do PP não conseguiu alcançar uma cadeira na Câmara do Recife. Aline vem de mandatos consecutivos na casa.  Em 2018, chegou a disputar um mandato estadual e teve 21.103 votos, não chegando a uma vaga. […]

A vereadora do Recife, Aline Mariano, natural de Afogados da Ingazeira, não chegou à reeleição. Com 6.530 votos, a candidata do PP não conseguiu alcançar uma cadeira na Câmara do Recife.

Aline vem de mandatos consecutivos na casa.  Em 2018, chegou a disputar um mandato estadual e teve 21.103 votos, não chegando a uma vaga.

Ex-cunhado de Aline, o vereador Augusto Martins não conseguiu manter sua cadeira na Câmara de Afogados. Por outro lado, a família Mariano fez uma vereadora em Afogados, Gal Mariano, que teve 672 votos pelo PDT.

Renan diz que Senado vai retomar texto original da Lei das Estatais

Câmara alterou vários pontos de proposta aprovada pelo Senado. Projeto volta para análise de senadores antes de ir a promulgação. Do G1 O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse nesta quarta-feira (15) que os senadores vão “certamente” restabelecer o texto aprovado pela Casa – mas modificado pela Câmara dos Deputados –  que cria a […]

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Câmara alterou vários pontos de proposta aprovada pelo Senado.
Projeto volta para análise de senadores antes de ir a promulgação.

Do G1

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse nesta quarta-feira (15) que os senadores vão “certamente” restabelecer o texto aprovado pela Casa – mas modificado pela Câmara dos Deputados –  que cria a Lei de Responsabilidade das Estatais.

Como o projeto tem origem no Senado, cabe aos senadores darem a redação final da proposta, podendo desfazer as modificações aprovadas pela Câmara. Depois de ser aprovado em definitivo pelo Senado, o projeto vai à sanção presidencial.

Na madrugada desta quarta-feira (15), o plenário da Câmara aprovou uma versão mais flexível do projeto que estabelece regras para a gestão de empresas estatais, como Petrobras e Banco do Brasil. O texto já havia sido aprovado pelo Senado, mas foi alterado pelo relator da matéria na Câmara, deputado Arthur Maia (PPS-BA).

Entre as mudanças aprovadas pelos deputados, está a retirada da carência de três anos para a nomeação de gestores que eram filiados a partidos políticos ou que exerciam atividade sindical. Além disso, foi diminuído o percentual mínimo de integrantes “independentes” nos conselhos de administração das empresas.

São classificados como “independentes” gestores que não possuam vinculação prévia com a empresa pública e também não sejam parentes de até terceiro grau de detentores de cargos de chefia no Executivo Nacional ou local.

“O Senado, quando aprovou esse projeto, ele quis dar uma resposta, botar o dedo na ferida, dar um rumo para impedir aquelas coisas que estavam acontecendo [ingerências nas estatais]. A tendência do Senado é repor tudo que a Câmara rejeitou para que tenhamos critérios indiscutíveis com relação ao preenchimento dos cargos das estatais […] Nós vamos restabelecer certamente aquilo que o Senado aprovou”, disse Renan Calheiros.

No dia 6 de junho, o presidente Michel Temer anunciou a paralisação de todas as indicações para o comando de estatais até a aprovação do texto. A Lei de Responsabilidade das Estatais foi criada nos mesmos moldes da Lei de Responsabilidade Fiscal e tem como objetivo dar maior transparência às contas das estatais.

Pela proposta, empresas deverão elaborar uma série de relatórios – de execução do orçamento, riscos, execução de projetos, ambientais – e disponibilizá-los à consulta pública.

Anualmente, a estatal terá que divulgar, a acionistas e à sociedade, carta que contenha dados financeiros das atividades da empresa.

O texto prevê a criação de um comitê de avaliação dos administradores da estatal, que será liderado por um membro independente – sem histórico de vínculo com a estatal – do conselho de administração da empresa.

O projeto estabelece ainda que, num prazo de dez anos, as empresa estatais federais deverão manter, pelo menos, 25% de suas ações em circulação no mercado. O texto original exigia que estatais municipais e estaduais também lançassem ações na bolsa de valores. Atualmente não há percentual mínimo.

Conselhos de administração – Outro ponto importante da proposta é o que trata da composição dos conselhos de administração das estatais. Segundo o texto aprovado pelos deputados, 20% dos membros desses conselhos devem ser independentes, ou seja, não podem ter vínculo com a estatal nem ter parentesco com detentores de cargos no chefia no Executivo, como presidente da República, ministros ou secretários de estados e municípios.

A proposta aprovada pelo Senado previa que o percentual deveria ser de 25%. Além disso, os membros independentes não podem ter sido empregados da empresa – em um prazo de três anos antes da nomeação para o conselho – nem ser fornecedores ou prestadores de serviço da estatal.

O texto também estabelece requisitos mínimos para a nomeação dos demais membros dos conselhos de administração. Entre as exigências, o membro deverá ter pelo menos dez anos de experiência na área de atuação da empresa estatal ou ter experiência mínima de quatro anos em cargos de chefia, além de ter formação acadêmica compatível com o cargo.