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Comissão Especial da Aquicultura faz audiência pública em Palmares

Por André Luis
Foto: Roberto Pereira Jr.

Palmares, Zona da Mata Sul do Estado, será o segundo município a receber uma audiência pública da Comissão Especial de Incentivo ao Desenvolvimento da Política Estadual da Aquicultura da Assembleia Legislativa de Pernambuco.

O encontro do colegiado acontecerá nesta quarta-feira (15), no auditório da Faculdade de Formação de Professores da Mata Sul (FAMASUL), às margens da rodovia BR-101 Sul, das 8h às 13h.

Reunirá autoridades, especialistas e produtores da cadeira produtiva da aquicultura para debater  e apresentar sugestões ao projeto a ser apresentado ao Executivo. O presidente da Comissão, deputado Waldemar Borges, participará do evento.

Nas audiências que a Comissão vem organizando, questões essenciais  para o segmento estão sendo colocadas em discussão, como  o licenciamento ambiental,  assistência técnica, infraestrutura da cadeira produtiva, acesso ao crédito, entre outros pontos.

Em Pernambuco, a atividade é explorada por grandes e médias empresas e pequenos produtores de base familiar. O Estado ocupa atualmente a 12ª posição no ranking nacional na produção de peixes em cativeiro sendo ainda o maior polo de piscicultura em tanques-rede do Nordeste (Sertão de Itaparica).

Apesar de ser uma atividade promissora, esbarra em dificuldades estruturais. “O potencial de desenvolvimento da aquicultura continental às margens do Rio São Francisco e na Zona da Mata é imenso, contudo, Pernambuco não possui uma legislação própria para o licenciamento ambiental da aquicultura, o que impede o avanço da produção estadual”, exemplificou o parlamentar.

A primeira audiência pública da Comissão Especial aconteceu no último mês de abril, no município de Petrolândia (Sertão de Itaparica).  No calendário de atividades ainda está prevista uma reunião na Ilha de Itamaracá (29 de maio) e um seminário no Recife (18 de junho).

A Comissão Especial de Incentivo ao Desenvolvimento da Política Estadual da Aquicultura da Alepe é formada ainda pelos deputados Antônio Coelho, Doriel Barros, Dulcicleide Amorim e Fabrício Ferraz (titulares). Tem como suplentes, os deputados Antônio Fernando, Delegada Gleide Ângelo, Henrique Queiróz Filho, Lucas Ramos e Manoel Ferreira.

Legenda das fotos: Primeira reunião da Comissão Especial da Aquicultura da Alepe aconteceu no município de Petrolândia, mobilizando produtores da região.

Outras Notícias

Neta de Louro disputa mandato em São José do Egito

Caroline Patriota, filha de Val e Jane, neta de Louro do Pajeú e bisneta de Antônio Marinho, em contato com o blog, confirmou que lutará por uma vaga no legislativo egipciense. Carol, como é mais conhecida, teve experiência na Procuradoria do Município, Coordenou o CREAS no atendimento a pessoas em vulnerabilidade, principalmente idosos que sofriam […]

Caroline Patriota, filha de Val e Jane, neta de Louro do Pajeú e bisneta de Antônio Marinho, em contato com o blog, confirmou que lutará por uma vaga no legislativo egipciense.

Carol, como é mais conhecida, teve experiência na Procuradoria do Município, Coordenou o CREAS no atendimento a pessoas em vulnerabilidade, principalmente idosos que sofriam maus tratos e crianças e adolescentes abusados sexualmente.

Através de concurso público, foi servidora da Câmara Municipal de São José do Egito.

Trabalhou com a regularização das “casinhas populares” nos Conjuntos Habitacionais, tendo aberto mais de 100 processos administrativos para que as casas forem colocadas nos nomes dos seus legítimos donos.

Foi aprovada no Concurso Público de Policial Penal no Rio Grande do Norte, onde hoje cumpre suas funções profissionais.

É formada em Direito e Pós-Graduada em Direito Administrativo e Gestão Pública e atualmente é universitária no curso de Odontologia.

Famílias do projeto Algodão em Consórcios Agroecológicos já têm venda garantida da produção

Expectativa das famílias é produzir mais de 70 toneladas de pluma somente no primeiro ano de plantio Por Tádzio Estevam* A produção de todo o algodão agroecológico das famílias agricultoras que compõem o projeto Algodão em Consórcios Agroecológicos em sete territórios do Nordeste do Brasil já está com a venda garantida. Duas empresas — a Vert Shoes, […]

Produção dos sete territórios do projeto terá compra garantida por empresas que apostam na moda sustentável mundial. Foto: Ita Porto (Diaconia)

Expectativa das famílias é produzir mais de 70 toneladas de pluma somente no primeiro ano de plantio

Por Tádzio Estevam*

A produção de todo o algodão agroecológico das famílias agricultoras que compõem o projeto Algodão em Consórcios Agroecológicos em sete territórios do Nordeste do Brasil já está com a venda garantida. Duas empresas — a Vert Shoes, da França, e a Organic Cotton Colours, da Espanha -, ambas apoiando e incentivando a cultura do algodão orgânico e o mercado da moda sustentável no mundo, assinaram com as associações que representam as famílias agricultoras o acordo que garantirá a compra do que for produzido no campo.

A expectativa das famílias é produzir mais de 70 toneladas de pluma orgânica e em transição somente no primeiro ano de plantio. A assinatura desses acordos aconteceu no último dia 25, na sede da Diaconia, no Recife. “Algodão em Consórcios Agroecológicos” é uma realização da Diaconia com o apoio do Instituto C&A em parceria com a Embrapa Algodão, Universidade Federal de Sergipe, além das Organizações Não Governamentais e Organismos Participativos de Avaliação da Conformidade (OPACs) de sete territórios do Semiárido do Brasil.

Em números, o valor do quilo da pluma certificada sairá a R$ 12,57, enquanto a pluma em processo de certificação será comprada por R$ 11,43, ambas com os valores dos impostos (ICMS) já inclusos. As organizações de certificação participativa (OPAC’s) ainda receberão um prêmio social no valor de R$ 1,00 por cada quilo vendido pelas famílias. O recurso será destinado para aquisição de insumos e equipamentos a serem usados coletivamente.

De acordo com o assessor do projeto, Ricardo Blackburn, a retomada do plantio do algodão consorciado e de base agroecológica nos sete territórios (Sertões do Pajeú e do Araripe (PE), Sertão do Cariri (PB), Serra da Capivara (PI), Sertão do Apodi (RN), Alto Sertão de Alagoas e Alto Sertão de Sergipe, além do Sertão dos Inhamuns/Crateús e Sertão Central, no Ceará), trouxe benefícios significativos para as famílias.

“A rede que estava adormecida foi reativada durante o lançamento do projeto, em novembro do ano passado. Além disso, a chegada das empresas para comprar o que for produzido deu um gás muito forte na produção. E o melhor: essas empresas se comprometeram em adquirir, a preço justo, toda a produção, inclusive, daquelas famílias que estão em processo de certificação participativa, ou seja, do selo de qualidade. Estamos muito felizes com todo este processo”.

A assinatura dos acordos de compra aconteceu em meio ao encontro dos técnicos e técnicas dos sete territórios onde acontece o Projeto Algodão. Durante os dias 23 e 24 de janeiro, os e as participantes discutiram o planejamento das atividades e também a avaliação do primeiro trimestre de execução do projeto.

Na ocasião, ocorreu uma formação sobre abordagem de gênero, cujo objetivo é promover diálogos e oferecer subsídios para a equipe técnica, em especial no que se refere às experiências de enfrentamento das desigualdades entre homens e mulheres e oportunidades de promoção da justiça de gênero. A atividade foi construída em formato de oficina, em parceria com a Casa da Mulher do Nordeste, possibilitando a construção coletiva de conhecimentos.

*Tádzio Estevam é Assessor de Comunicação da Diaconia

Estudo analisa a percepção da pandemia pelos brasileiros

Foto: Wellington Júnior Informação de confiança salva vidas durante uma pandemia. Há uma parcela de brasileiros que entende a importância de se informar corretamente, seguir as medidas das autoridades da saúde e confiar nas instituições científicas como fontes de informação. Esta é a constatação de estudo do Instituto Nacional de Comunicação Pública da Ciência e […]

Foto: Wellington Júnior

Informação de confiança salva vidas durante uma pandemia. Há uma parcela de brasileiros que entende a importância de se informar corretamente, seguir as medidas das autoridades da saúde e confiar nas instituições científicas como fontes de informação.

Esta é a constatação de estudo do Instituto Nacional de Comunicação Pública da Ciência e Tecnologia (INCT-CPCT), realizado no contexto de uma pesquisa mais ampla sobre como brasileiros e brasileiras veem a Fiocruz. Quem assina o estudo são os pesquisadores Luisa Massarani, Ione Maria Mendes, Vanessa Fagundes, Carmelo Polino, Yurij Castelfranchi e Bertha Maakaroun.

Intitulado Confiança, atitudes, informação: um estudo sobre a percepção da pandemia de COVID-19 em 12 cidades brasileiras, o estudo analisa de que forma brasileiros e brasileiras enxergam a doença. Para isso, são levadas em consideração uma série de critérios, como a gravidade e os perigos da COVID-19, as fontes de informação e confiabilidade, a checagem de fatos, as atitudes, as precauções e prioridades para o enfrentamento e as relações de confiança na ciência. Quando questionados a respeito destas temáticas, os 1.643 cidadãos que respondem à survey demonstram certo nível de confiança nas instituições de pesquisa.

Afinal, os brasileiros acreditam nas medidas de restrição?

Em dezembro de 2019, a Organização Mundial da Saúde (OMS) foi notificada de vários casos de pneumonia de origem indeterminada na cidade chinesa de Wuhan. Uma semana depois, em 7 de janeiro de 2020, as autoridades chinesas identificaram a origem das infecções: um novo tipo de coronavírus, o Sars-CoV-2, causador da COVID-19. Segundo os autores do estudo do INCT, a quebra de barreiras espaciais e a crescente circulação de pessoas configuram um terreno fértil para o descontrole do contágio pelo vírus.

Dos entrevistados na pesquisa, 82% concordam que não correm o risco de serem contaminados pelo vírus se seguirem as orientações indicadas por instituições de saúde. Os jovens entre 18 e 24 anos são os que mais discordam: para eles, seguir as precauções que estão sendo indicadas não significa evitar o risco de contaminação.

A maioria das pessoas discorda com a máxima “não se pode fazer nada para evitar o contágio pela COVID-19”, e 77% reconhecem que a única forma de evitar o contágio é ficar em casa. Entre as mulheres, a ideia de ficar em casa para não se contagiar é melhor aceita do que entre os homens.

Embora 79% dos entrevistados concordem com as recomendações dos cientistas e profissionais da saúde, pessoas com renda domiciliar de até dois salários-mínimos têm maiores índices de impossibilidade de segui-las por falta de recursos. Já nas faixas de renda de cinco a vinte salários-mínimos há maior concordância e aderências às recomendações. Na faixa mais alta de renda há maior inclinação pela discordância e não aderência às medidas.

Comunicação de risco e confiança na informação científica

O segredo do sucesso de políticas públicas para barrar a transmissão da doença está, em parte, no modo como são percebidos a ciência e os cientistas — ou seja, no quanto a população confia nas instituições e na mídia durante a pandemia, além da percepção de risco da doença por parte das pessoas. Essa percepção, além de determinada por fatores socioeconômicos, políticos e culturais, é afetada pelos efeitos da comunicação sobre riscos.

De acordo com os autores, a comunicação de risco é uma parte relevante na gestão de crises da saúde pública. É entendida como a “troca de informação, aconselhamento e opiniões em tempo real entre peritos, líderes comunitários, funcionários e as pessoas que estão em risco”.

Na época em que a survey foi aplicada, entre maio e junho de 2020, 97,3% dos entrevistados para o estudo disseram que depositavam confiança nos cientistas para encontrarem a cura da COVID-19. Dentre eles, 45% acreditavam numa resposta mais rápida, enquanto 52% acreditavam em um processo mais demorado. Apenas 3% disseram não acreditar que os cientistas encontrassem uma “solução” para a COVID-19.

Já em relação à capacidade de comunicação e clareza das informações concedidas pelos cientistas em entrevistas, blogs, vídeos ou sites sobre a COVID-19, 42% consideram claras e efetivas; 26% acham que as informações são conflitantes e estão confundindo as pessoas; 16% consideram que os cientistas não deveriam falar em público, mantendo as suas opiniões restritas às instituições; e 16% acreditam que os cientistas sejam muito competentes, mas não sabem se comunicar.

Bezerros inicia vacinação contra a Covid para crianças a partir dos 5 anos

A Secretaria de Saúde de Bezerros iniciou, nesta sexta-feira (18), o agendamento para a vacinação de crianças a partir dos 5 anos, sem comorbidades, contra à Covid-19.  O agendamento é realizado pelo teleatendimento, de segunda a sexta-feira, das 08h às 16h, através dos números (81) 9-9840-2845 ou (81) 9-9836-1655. Em relação ao grupo prioritário de […]

A Secretaria de Saúde de Bezerros iniciou, nesta sexta-feira (18), o agendamento para a vacinação de crianças a partir dos 5 anos, sem comorbidades, contra à Covid-19. 

O agendamento é realizado pelo teleatendimento, de segunda a sexta-feira, das 08h às 16h, através dos números (81) 9-9840-2845 ou (81) 9-9836-1655.

Em relação ao grupo prioritário de 5 a 11 anos, sem comorbidades, é necessário a apresentação dos documentos da criança: registro de nascimento, documentos pessoais, cartão de vacinação infantil e cartão do SUS. 

Os pais ou responsáveis devem estar de posse dos documentos pessoais e comprovante de residência.

A vacinação infantil pode ser realizada, de segunda a sexta-feira, das 7h às 16h, nas Unidades Básicas de Saúde (UBS’s) de cada bairro ou na Secretaria de Saúde. 

VACINAÇÃO INFANTIL (Conforme dados da IV Geres)

Conforme estimativa da IV Gerência Regional de Saúde, a população infantil vacinável em Bezerros é de aproximadamente 6.879 crianças. De acordo com a Secretaria de Saúde do município, já foram vacinadas mais de 1.559 crianças (22%), até esta sexta-feira (18).

VACINAÇÃO – POPULAÇÃO GERAL

De acordo com os dados do vacinômetro, divulgado na última terça-feira (25), Bezerros vacinou 51.953 pessoas com a primeira dose do imunizante, 41.465 com a segunda e 15.288 com a dose de reforço. Pelos dados, o número de pessoas que receberam a primeira dose representa 85,2%, já os que receberam duas doses, 68% e dose de reforço 25%.

Vale lembrar que o cálculo é feito baseado na quantidade total de pessoas no município, que é de aproximadamente 60.960 mil habitantes, de acordo com a previsão estimada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE no último censo (2021).

Maioria dos arcoverdenses aprova governo Lula e desaprova gestão Raquel

O Instituto Múltipla também avaliou a percepção dos arcoverdenses sobre as gestões Lula e Raquel Lyra. A governadora Raquel Lyra tem,  de acordo com a população,  4% que consideram seu governo ótimo,  18% que dizem ser bom, 32% que o classificam como regular, 12% que dizem ser ruim e 23% que o avaliam como péssimo. […]

O Instituto Múltipla também avaliou a percepção dos arcoverdenses sobre as gestões Lula e Raquel Lyra.

A governadora Raquel Lyra tem,  de acordo com a população,  4% que consideram seu governo ótimo,  18% que dizem ser bom, 32% que o classificam como regular, 12% que dizem ser ruim e 23% que o avaliam como péssimo.

A soma de bom e ótimo chega a 22%. Já os que dizem ser ruim ou péssimo chegam a 35%. Não opinaram 11%.

Já o governo do presidente Lula tem 27% que o avaliam como ótimo.  Para 42% ele é bom. O classificam como regular 18%. Para 3% ele é ruim. E 7% o acham péssimo.

A soma de bom e ótimo chega a 69%. Já a soma de ruim e péssimo,  10%. Não opinaram 3%.

Foram 310 entrevistas, realizadas dias 29 e 30 de julho. Distribuição das entrevistas: Cidade 91% e Zona Rural, 9%. A margem de erro para mais ou para menos é de 5,6%.

Localidades pesquisadas: Cidade: São Cristóvão, COHAB 2, Loteamento Veraneio, Vila do Presídio, Jardim da Serra, Centro, Tamboril, Sucupira, São Geraldo, Boa Vista, Santa Luzia, COHAB 1, São Miguel, Por do Sol, Boa Esperança, Loteamento JK, Conjunto residencial Maria de Fátima e Cidade Jardim; Rural: Malhada, Caraíbas, Agrovila 15 metros, Ipojuca, Riacho do Meio, Serra das Varas, Gravatá de Cima, Lagoa da Porta, Descobrimento, Pedra de Fogo, Coqueiro, Gravatá, Junça e Peri Peri.