Com filho no colo, casal é preso portando 89 quilos de maconha em Serra Talhada
Por André Luis
O casal estava em um veículo com 89,3 kg de maconha dentro do carro, nesta quinta-feira (27), durante uma abordagem de fiscalização da Polícia Rodoviária Federal (PRF) o motorista fingiu parada e tentou fuga, dando início a perseguição de 16 quilômetros. O casal foi detido no Km 389 da BR 232, em Serra Talhada.
A perseguição se encerrou após 16 Km no distrito de Varzinha, ao alcançar o veículo a PRF constatou que estava dentro um casal e um bebê de 4 meses, transportado no colo da mãe no banco da frente. No interior do carro havia diversos tabletes da droga, dentro do porta-malas e no banco de trás, havendo apenas espaço para o bebê-conforto.
O condutor disse que trabalhava como motorista de aplicativo e havia sido contratado para transportar a droga de Floriano, no Piauí, até Campina Grande, na Paraíba. Já a mulher admitiu que não era a primeira vez que realizava o transporte de droga, havia deixado 15 Kg de maconha em Trindade, no Sertão do estado.
O casal foi encaminhado junto com a droga à Delegacia de Polícia Civil de Serra Talhada. As penas previstas são para tráfico de drogas, podendo ser de 5 a 15 anos de reclusão e multa, já em associação para o tráfico varia de 3 a 10 anos de reclusão e multa.
Foto: TV Brasil O empresário é dono de hospital contratado pelo governo do Amazonas para ser uma unidade de campanha contra Covid-19 Folhapress A Polícia Federal foi recebida com disparos na manhã desta quarta-feira (2) ao chegar à casa do empresário Nilton Costa Lins Júnior, em Manaus. Preso em seguida, ele é um dos investigados […]
O empresário é dono de hospital contratado pelo governo do Amazonas para ser uma unidade de campanha contra Covid-19
Folhapress
A Polícia Federal foi recebida com disparos na manhã desta quarta-feira (2) ao chegar à casa do empresário Nilton Costa Lins Júnior, em Manaus. Preso em seguida, ele é um dos investigados da quarta fase da Operação Sangria, que apura desvios nos recursos públicos destinados ao combate à Covid-19.
O empresário é dono do hospital Nilton Lins, contratado pelo governo do Amazonas, liderado por Wilson Lima (PSC), para ser uma unidade de campanha para pacientes com o novo coronavírus. Sua casa tem proteção de guardas privados.
Ele é pai das irmãs gêmeas e médicas recém-formadas Isabelle e Gabrielle Kirk Maddy Lins, 24. Ambas foram exoneradas da Prefeitura de Manaus após terem recebido a primeira dose da vacina no dia 19 de janeiro, sendo que uma delas havia sido nomeada para o cargo no mesmo dia e a outra no dia anterior.
Ao todo, são 6 mandados de prisão temporária expedidos pelo STJ, incluindo o secretário de Saúde, Marcellus Campêlo, e 19 mandados de busca e apreensão, cumpridos na casa de Lima, na sede do governo, no hospital Nilton Lins e em outros locais em Manaus e em Porto Alegre. Além disso, houve o sequestro de bens e valores, que somam R$ 22,8 milhões.
“Há indícios de que funcionários do alto escalão da Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas realizaram contratação fraudulenta, para favorecer grupo de empresários locais, sob orientação da cúpula do governo do estado, de um hospital de campanha que, de acordo com os elementos de prova, não atende às necessidades básicas de assistência à população atingida pela pandemia”, afirma a PF.
No STJ (Superior Tribunal de Justiça), reunido nesta quarta-feira para analisar a primeira das duas denúncias da PGR (Procuradoria-Geral da República) contra Lima, a subprocuradora-geral da República Lindôra Araújo comentou o episódio da prisão do empresário em meio a tiros contra os agentes.
“Houve incidente bastante sério [em Manaus], em razão de ter sido um mandado de busca do ministro Francisco Falcão, que é o relator, e a Polícia Federal foi recebida a tiros pelo filho do Nilton Lins. Foi uma situação bastante constrangedora e perigosa”, disse.
Lindora afirmou que nunca tinha visto algo do gênero ocorrem em décadas de atuação no Ministério Público Federal, especialmente por se tratar de ação autorizada por ministro de tribunal superior. A representante da PGR disse que não houve nenhuma vítima.
Em razão de dúvidas sobre os prazos processuais e a garantia de que o contraditório foi assegurado a todas as partes, o que motivou acalorada discussão entre os ministros da Corte Especial, instância encarregada da matéria, o STJ decidiu adiar o julgamento para o dia 28 de junho.
Uso de recursos federais é alvo da CPI da Covid
Principal argumento para expandir o escopo da CPI da Covid-19 e tirar um pouco o foco no governo Jair Bolsonaro, as suspeitas de irregularidades no uso de recursos transferidos pela União aos estados e municípios provocaram quase 80 ações da Polícia Federal de um ano para cá.
Esse número inclui fases diferentes de uma mesma operação. Muitas vezes, essas investigações foram iniciadas a partir de apurações de outro órgão federal, a CGU (Controladoria-Geral da União).
Grande parte das operações teve como alvos gestores de municípios, integrantes de secretarias de saúde e empresas contratadas pelas administrações, mas algumas também envolveram governadores.
É o caso da operação que levou ao afastamento de Wilson Witzel (PSC) do cargo no Rio de Janeiro, além do pedido da PF ao STJ (Superior Tribunal de Justiça) para indiciar Helder Barbalho (MDB), governador do Pará.
Ambos os governantes criticavam a condução do combate à pandemia pelo governo federal e negam as suspeitas de irregularidades que pesam contra eles.
O governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC), também foi alvo de operação e, na véspera da instalação da CPI, denunciado pelo Ministério Público Federal. Ele nega irregularidades.
As transferências federais aos estados e municípios foram feitas por meio de diversas medidas do governo, entre elas a lei complementar 173 aprovada do Congresso, no ano passado, que previu auxílio da União no valor de R$ 60 bilhões.
Desse total, R$ 10 bilhões eram destinados exclusivamente às áreas da saúde e assistência social. O restante servia para mitigar os efeitos financeiros causados pela pandemia.
Houve outras transferências, como uma recomposição de valores destinados aos fundos de participação dos estados e municípios, além de recursos do Ministério da Saúde.
Ao mesmo tempo, logo no início da pandemia, no ano passado, foi reconhecida emergência de saúde pública, que facilitou, até o fim de 2020, o acesso a compras relativas à pandemia.
A facilidade em compras com o dinheiro do governo federal ligou alerta dos órgãos de investigação. A Polícia Federal calcula que a primeira ação envolvendo a pandemia foi a Operação Alquimia, uma investigação pontual no interior da Paraíba, na cidade de Aroeiras, com população estimada pelo IBGE em 19 mil habitantes.
Foram investigados contratos para compras de cartilhas sobre a pandemia -sendo que os materiais já estavam disponíveis gratuitamente no site do Ministério da Saúde.
Até 26 de abril deste ano, houve operações relacionadas a compras que se originaram nas unidades da PF de ao menos 23 estados, na maioria dos casos relacionadas a verbas dos municípios, para apurar desvios, contratos irregulares, fraudes em licitações e superfaturamentos.
Estudantes da Educação Infantil ao Ensino Fundamental – Anos Finais, da Escola Municipal João Ferreira Gomes, em Satisfeito, zona rural de Petrolina, em Pernambuco, foram presenteados, nesta última segunda-feira (21), com a doação de livros de literatura. A iniciativa surgiu através do projeto ‘Fuscateca’, dos clubes de leitura ‘Leia’, ‘Leia Mais’ e ‘Viva a Leitura’, […]
Estudantes da Educação Infantil ao Ensino Fundamental – Anos Finais, da Escola Municipal João Ferreira Gomes, em Satisfeito, zona rural de Petrolina, em Pernambuco, foram presenteados, nesta última segunda-feira (21), com a doação de livros de literatura. A iniciativa surgiu através do projeto ‘Fuscateca’, dos clubes de leitura ‘Leia’, ‘Leia Mais’ e ‘Viva a Leitura’, do Plenus Colégio e Curso.
Em comemoração ao aniversário de 125 anos da cidade, a ação que foi denominada “No aniversário de Petrolina, nosso melhor presente é o livro”, este ano doou 432 obras infantis, infanto-juvenis e clássicos da literatura brasileira e mundial, arrecadados em sistema de Drive-thru pelo Plenus. As obras foram recebidas pelos alunos da escola João Ferreira Gomes: Alisson Sabino Souza (1º Ano); João Diego Macedo Rodrigues (4º Ano) e Danilo de Araújo Macedo (8º Ano).
A gestora do educandário João Ferreira Gomes, Claudete Macedo do Nascimento, agradeceu as doações e afirmou: “esses livros, ricos em conteúdos, histórias e exemplos, serão por demais importantes para as nossas crianças e adolescentes. Muita gratidão”.
Segundo a diretora Pedagógica do Plenus, Silvia Santos, a iniciativa, desenvolvida em conjunto com outros programas de incentivo à leitura, idealizados pela escola, existe há 8 anos. E que em virtude da pandemia, não foi possível fazer a entrega em uma reunião com todos os alunos da escola.
“O projeto que já distribuiu 7 mil livros em comunidades da zona urbana e rural, a exemplo do João de Deus, Cosme e Damião e Condomínio Vivendas; tinha as suas obras entregues em um Fusca, mas por causa das restrições à Covid-19, algumas mudanças tiveram de ser feitas”, explica.
Sílvia Santos acrescentou ainda que a leitura humaniza, educa e conscientiza o leitor. “Descobrimos vários universos quando lemos. Portanto, o colégio não vê presente melhor para a sociedade do que um livro”, concluiu.
Manoel Enfermeiro, Zé Raimundo e Agenor Melo retiraram nomes para apoiar nome do PP. Decisão foi comunicada à Luciano Duque e Márcia Conrado Primeira mão Dez vereadores fecharam no início da noite de hoje apoio ao nome de Ronaldo de Dja, vereador do PP e favorito à presidência da Casa Legislativa. Os últimos atos para […]
Manoel Enfermeiro, Zé Raimundo e Agenor Melo retiraram nomes para apoiar nome do PP. Decisão foi comunicada à Luciano Duque e Márcia Conrado
Primeira mão
Dez vereadores fecharam no início da noite de hoje apoio ao nome de Ronaldo de Dja, vereador do PP e favorito à presidência da Casa Legislativa.
Os últimos atos para o apoio a Ronaldo foram as retiradas dos nomes de Zé Raimundo, Agenor Melo e por último Manoel Enfermeiro.
Com isso, Ronaldo presidirá a Casa no biênio 2021-2022, primeiro do ciclo de gestão da petista Márcia Conrado. A prefeita eleita e o prefeito atual, Luciano Duque inclusive, foram comunicados da decisão.
Além de Zé Raimundo, Agenor Melo e Manoel Enfermeiro, apoiam Ronaldo os vereadores Zé Dida Gaia, Alice Conrado, Antônio da Melancia, China Menezes, Vandinho da Saúde, Romerio do Carro de Som e Gin Oliveira.
A escolha não envolve compromisso com o segundo biênio. O restante da Diretoria também não foi fechado. Ronaldo de Dja foi o terceiro mais votado com 1.618 votos.
Na manhã desta sexta-feira (13), um motorista identificado como Ângelo Henrique Godofredo Lukwu, 26 anos, conhecido como “Rodela”, foi assassinado em Serra Talhada. Segundo o blog Nayn Neto, o crime aconteceu na Avenida Afonso Magalhães, no bairro São Cristóvão. Segundo populares, o fato aconteceu por volta das 06h30, quando dois homens não identificados, em uma […]
Na manhã desta sexta-feira (13), um motorista identificado como Ângelo Henrique Godofredo Lukwu, 26 anos, conhecido como “Rodela”, foi assassinado em Serra Talhada.
Segundo o blog Nayn Neto, o crime aconteceu na Avenida Afonso Magalhães, no bairro São Cristóvão.
Segundo populares, o fato aconteceu por volta das 06h30, quando dois homens não identificados, em uma motocicleta Honda Fan, cor preta, placa não anotada, se aproximaram da vítima, a qual também seguia pela via em sua motocicleta, quando os algozes, emparelharam com a veículo da vítima e efetuaram disparos de arma de fogo contra a mesma, a qual fora atingida duas vezes, uma no tórax e outro na perna.
A vítima ainda conseguiu pilotar por alguns metros, vindo a cair em seguida. Os meliantes se evadiram, após a prática do crime.
Ele ainda foi socorrida ao Hospital Regional de Serra Talhada, onde não resistiu aos ferimentos e veio a óbito. É o homicídio número 15 registrado na cidade.
No comentário de hoje no Sertão Notícias, da Cultura FM, faço uma análise sobre a decisão do juiz Marcos César Sarmento Gadelha que anulou os votos recebidos pelo Solidariedade em Serra Talhada. O motivo, a grotesca fraude à cota de gênero com as candidaturas laranjas de Jéssica Bianca e Michele Barros, para favorecer a eleita Juliana […]
No comentário de hoje no Sertão Notícias, da Cultura FM, faço uma análise sobre a decisão do juiz Marcos César Sarmento Gadelha que anulou os votos recebidos pelo Solidariedade em Serra Talhada.
O motivo, a grotesca fraude à cota de gênero com as candidaturas laranjas de Jéssica Bianca e Michele Barros, para favorecer a eleita Juliana Tenório, esposa do médico e presidente do partido, Waldir Tenório.
O juiz determinou ainda a inelegibilidade dos quatro envolvidos, a desconstituição do DRAP do partido e o recálculo do quociente eleitoral e partidário.
Claro, cabe recurso ao TRE. Mas analiso a gravidade do apurado em primeira instância, além do impacto eleitoral e político da decisão.
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