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Com filas e público represado, Caixa reabre as portas

Por Nill Júnior

A agência da Caixa Afogados reabriu suas portas essa manhã, alguns dias depois de um fechamento por problema de ordem técnica.

Como era de se esperar, há uma grande movimentação de público represado na porta da agência.

O registro foi feito pelo repórter Marconi Pereira, falando à Rádio Pajeú, dentro do programa Manhã Total.

Por conta de um problema em um duto de ar condicionado somado à burocracia e aparente lentidão, muita gente deu viagens perdidas à agência nos últimos dias.

Isso sem falar em quem vem de outras cidades e só tem ciência do problema quando dava com a cara na porta da agência. Avisar às rádios da região já teria ajudado muito, mas a hierarquia não deixa.

Outras Notícias

Vice de Iguaracy ajuda gestão Pollyana em Sertânia

Após deixar a Secretaria de Administração em Iguaracy,  o vice-prefeito Marquinhos Melo foi convidado e aceitou a missão de assessorar a prefeita Pollyanna Abreu em Sertânia. Melo atua na consultoria e assessoria de planejamento e convênios. Há poucos dias esteve com Pollyana no Palácio das Princesas destravando alguns convênios. “Ao lado da gestora conseguimos destravar […]

Após deixar a Secretaria de Administração em Iguaracy,  o vice-prefeito Marquinhos Melo foi convidado e aceitou a missão de assessorar a prefeita Pollyanna Abreu em Sertânia.

Melo atua na consultoria e assessoria de planejamento e convênios. Há poucos dias esteve com Pollyana no Palácio das Princesas destravando alguns convênios. “Ao lado da gestora conseguimos destravar alguns convênios. A prefeita inclusive já assinou um deles essa semana”, disse, referência à agenda com Túlio Vilaça.

Em outubro do ano passado, Marquinhos deixou a Secretaria de Administração em Iguaracy, afirmando que sua decisão era irrevogável.

Ele contou ter conversado com o prefeito Dr. Pedro Alves após o anúncio, mas sem possibilidade de retorno ao cargo.

Marquinhos apontou a procuradora Sinara Maranhão como pivô da crise política, alegando que ela estaria atuando como uma “supersecretária” ou até mesmo assumindo o papel de prefeita, tomando decisões que ultrapassam o campo jurídico e avançam sobre o político.

Em Tabira, Prefeitura entrega um poço artesiano

O prefeito de Tabira, Sebastião Dias (PTB), esteve na manhã deste domingo (25) no sítio Riacho de Fora para entregar a comunidade local um poço artesiano. Na comitiva estavam os secretários Assistência Social e primeira dama, Iêda Mélo, de Agricultura, Beto Santos, de Cultura, Edgley Freitas, de Obras, Mário Amaral, diretores, coordenadores, imprensa, vereador Aristóteles […]

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O prefeito de Tabira, Sebastião Dias (PTB), esteve na manhã deste domingo (25) no sítio Riacho de Fora para entregar a comunidade local um poço artesiano.

Na comitiva estavam os secretários Assistência Social e primeira dama, Iêda Mélo, de Agricultura, Beto Santos, de Cultura, Edgley Freitas, de Obras, Mário Amaral, diretores, coordenadores, imprensa, vereador Aristóteles Monteiro (PT), Hominho, Conselho Tutelar e demais representante.

O poço saiu fruto de emenda do deputado Antônio Moraes. O secretário de Agricultura, Beto Santos, destacou ações do governo quanto à atenção às comunidades, como a parceria com o exército para o abastecimento e a perfuração de 30 poços artesianos, dos quais 19 já estão instalados.

Com reforma, o que o empregado pode fazer se patrão forçar acordo ruim?

Do UOL Com a reforma trabalhista, a negociação entre patrões e empregados ganha força, e o que for acordado entre eles pode valer mais do que as leis trabalhistas. Isso poderá acontecer, por exemplo, em decisões sobre jornada de trabalho, intervalo para almoço e a troca do dia do feriado. Outros pontos, porém, não poderão ser negociados, em […]

Foto: Getty Images/iStockphoto

Do UOL

Com a reforma trabalhista, a negociação entre patrões e empregados ganha força, e o que for acordado entre eles pode valer mais do que as leis trabalhistas. Isso poderá acontecer, por exemplo, em decisões sobre jornada de trabalho, intervalo para almoço e a troca do dia do feriado.

Outros pontos, porém, não poderão ser negociados, em hipótese alguma. O que vale nesses casos é o que está definido nas leis.

No caso de uma negociação, como o trabalhador deve agir caso não concorde com a posição de seu sindicato, ou caso se sinta pressionado pelo patrão a aceitar determinadas condições? O UOL consultou advogados trabalhistas para explicar.

Sindicato negocia em nome dos trabalhadores

A convenção coletiva é firmada entre o sindicato de patrões e o de empregados de uma determinada categoria, Já o acordo coletivo é feito diretamente entre o sindicato dos trabalhadores e uma ou mais empresas.

No caso de acordos ou convenções, o melhor a fazer é estar próximo do sindicato, já que a organização tem o direito de representar os trabalhadores e negociar com os patrões em nome deles.

Se, eventualmente, o sindicato cometer alguma ilegalidade ao conduzir a negociação, ou em alguma cláusula do acordo firmado, aí o trabalhador pode entrar na Justiça.

“O que o trabalhador tem para fazer é suscitar a inconstitucionalidade de determinada cláusula ou determinado acordo”, afirma o advogado trabalhista Horácio Conde.

E nos acordos diretos com o patrão?

Em alguns pontos, a reforma trabalhista permite fazer acordos individuais, ou seja, negociados diretamente entre o trabalhador e seu patrão, sem intermédio de um sindicato ou entidade de classe.

Um exemplo é o banco de horas: em vez de pagar as horas extras com um valor adicional de 50% em relação à hora normal de trabalho, as horas extras podem ser registradas num banco de horas e compensadas em outro dia. Nesse dia, o funcionário trabalha menos horas ou ganha uma folga.

Antes da reforma, o banco de horas só era liberado se estivesse registrado em acordo ou convenção coletiva. Com as novas regras (que entram em vigor em novembro), poderá ser aplicado também após acordo individual.

Alan Balaban diz que as duas partes, patrões e empregados, precisam estar de acordo para que seja feita qualquer mudança no contrato de trabalho, e essa mudança só pode acontecer se melhorar as condições do trabalhador –nunca piorar. Isso já vale atualmente e não foi afetado pela reforma, afirma o advogado.

Ele recomenda que o trabalhador não assine nenhuma mudança sem ter certeza. Ele também aconselha que pelo menos duas testemunhas assinem o contrato de trabalho, em caso de mudanças, para ter provas de que os envolvidos concordam com as mudanças.

Se recusar acordo, posso ser demitido?

Se recusar um acordo, nada garante que o trabalhador mantenha seu emprego. Faz parte do direito da empresa demitir um funcionário se, eventualmente, ele não aceitar uma proposta, diz Horácio Conde. Mas daí é uma demissão sem justa causa, e a empresa deve pagar todos os direitos ao empregado.

O patrão não pode pressionar o funcionário a aceitar alguma condição ou mudança no contrato ameaçando demiti-lo por justa causa, por exemplo. Nesse caso, o trabalhador deve juntar provas e pode entrar na Justiça contra a empresa. Segundo Conde, é preciso ter “provas de que a assinatura que ele deu não reflete a sua vontade”, como uma conversa gravada ou um e-mail que demonstrem que foi pressionado.

Geraldo Azevedo confirmado no São João de Arcoverde

A prefeita Madalena Britto acaba de anunciar nesta terça-feira, 12 de junho, mais uma grande atração para o São João 2018 da cidade de Arcoverde. Geraldo Azevedo, ícone da música popular brasileira, está na programação do Polo Multicultural, na Praça da Bandeira, onde se apresenta no dia 26 de junho (terça-feira), a partir das 22h. […]

A prefeita Madalena Britto acaba de anunciar nesta terça-feira, 12 de junho, mais uma grande atração para o São João 2018 da cidade de Arcoverde. Geraldo Azevedo, ícone da música popular brasileira, está na programação do Polo Multicultural, na Praça da Bandeira, onde se apresenta no dia 26 de junho (terça-feira), a partir das 22h.

Em uma parceria da Prefeitura de Arcoverde com o Governo de Pernambuco, através da Empetur, o cantor e compositor Geraldo Azevedo volta a fazer parte da grade de atrações do evento, qualificando ainda mais o rico e diversificado ciclo junino do município. Logo após, Jorge de Altinho, outro nome já anunciado pelo Comitê Gestor de Eventos, estará encerrando a noite.

Outra confirmação confirmada para o Polo Multicultural é o forrozeiro filho da terra, Marzinho de Arcoverde, que estará se apresentando no dia 30 de junho, a partir das 20h.

“Não tem trégua, é preciso investigar todos, sem distinção”, diz Lula sobre ministros do STF

Presidente afirmou que a Corte enfrenta uma crise de credibilidade e defendeu apuração das suspeitas relacionadas ao caso Banco Master, incluindo integrantes do Supremo. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu, em entrevista à Record nessa terça-feira (15), que todas as suspeitas envolvendo ministros do Supremo Tribunal Federal no caso Master sejam investigadas […]

Presidente afirmou que a Corte enfrenta uma crise de credibilidade e defendeu apuração das suspeitas relacionadas ao caso Banco Master, incluindo integrantes do Supremo.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu, em entrevista à Record nessa terça-feira (15), que todas as suspeitas envolvendo ministros do Supremo Tribunal Federal no caso Master sejam investigadas e afirmou que eventuais responsáveis devem ser julgados e punidos.

“A Suprema Corte agora já está dotada de todas as informações, o sigilo já foi quebrado. Portanto, o Fachin tem a faca e o queijo na mão para abrir tudo e saber quem fez o quê na Suprema Corte”, declarou, em referência ao presidente do STF, Edson Fachin.

Lula também criticou a condução do caso por André Mendonça, afirmando que o ministro teria mantido informações sob sigilo e divulgado seletivamente parte do material. A declaração representa uma acusação feita pelo presidente contra Mendonça.

“Aquilo que o André Mendonça tinha guardado como segredo de Estado, e só soltando aquilo que interessava para ele, agora pode ser aberto para toda a sociedade saber quem estava metido nisso”, disse.

O presidente questionou ainda a ausência de Dias Toffoli e Kassio Nunes Marques no julgamento. Toffoli declarou suspeição, enquanto Nunes Marques afirmou impedimento e deixou de participar da votação.

“Ninguém do STF pode ficar sob suspeita, é preciso apurar e quem cometeu erro que pague”, afirmou Lula. Ele também defendeu a abertura dos sigilos necessários para esclarecer as suspeitas.

A sessão do Supremo terminou sem uma decisão definitiva. Flávio Dino pediu vista quando o placar estava em 4 a 3 pela manutenção, em processos separados, das análises envolvendo Alexandre de Moraes e André Mendonça.

Fonte: Diario de Pernambuco
Foto: Reprodução

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