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Coluna do Domingão

Por Nill Júnior

FENESJE se consolida no Pajeú

A II Fenesje (Feira de Negócios de São José do Egito) foi avaliada positivamente pela organização. Esta edição contou com 60 estandes, marca bem superior à feira do ano passado. O melhor, todos os estandes foram ocupados.

A estimativa é de que mais de 15 mil pessoas passaram nos estandes durante a programação. Dentre as atividades, houve palestra com Evaldo Campos (SICOOB). Ele  falou sobre a evolução da CREDIPAJEÚ na região, a chegada a Carnaíba, as perspectivas de crescimento do comércio a partir da chegada da cooperativa. Ele preside o Conselho de Administração.

O Sicoob é o maior sistema financeiro cooperativo do país com mais de 3,6 milhões de associados, 2,5 mil pontos de atendimento, distribuídos em todo Brasil. É composto por cooperativas financeiras e empresas de apoio, que em conjunto oferecem aos associados serviços de conta corrente, crédito, investimento, cartões, previdência, consórcio, seguros, cobrança bancária, adquirência de meios eletrônicos de pagamento, dentre outros. A cooperativa tem na marca Credipajeú um exemplo de sucesso no Nordeste.

A programação ainda teve apresentações culturais e muitas outras atividades.
A Fenesje foi realizada pelo Sebrae em Pernambuco pelo segundo ano consecutivo com oportunidades de negócios para comerciantes da região.

O evento teve parceria com CDL, Aciagro e Adesje, contou com 40 expositores, comerciantes locais de segmentos como beleza, confecção, calçados, perfumaria, entre outros e movimentou a região nessas três noites da segunda edição.

O Sebrae esteve com um posto avançado para atendimento, além de promover sua arena gastronômica, uma praça de alimentação onde empreendedores expuseram pratos com receitas desenvolvidas especialmente para a ocasião.

Em um cenário de crise, fomentar o desenvolvimento através dessas feiras pode ser importante caminho. Serra Talhada  e São José do Egito já enxergaram a partir desses eventos a importância de estimular a atividade empreendedora nas áreas de comércio e serviços. Fruto dessa parceria, Afogados já está com uma turma renovada na CDL, preparando uma inovadora campanha de fim de ano para aquecer o comércio. Na crise, é assim que deve caminhar a humanidade…

Os cifrões da OS

A Organização Tricentenário divulgou via WhattsApp um anúncio em busca de cirurgiões para o Hospital Regional Emília Câmara. Para um plantão de 24 horas na sexta, o valor pago é de R$ 2 mil. Aos fins de semana, R$ 3 mil. Conta vai, conta vem, a OS paga bem…

Encruzilhada

A delação proposta por Palocci ao Juiz Moro e procuradores da Lava Jato colocou de fato o país na encruzilhada da história. Porque se alguém pode provar algo contra o ex-presidente é o Italiano, pelo que viveu nos bastidores ou protagonizando o poder até o Impeachment, ao lado de Lula e Dirceu. Se alguém pode realmente mostrar a prova dos 9, é ele…

Quase explode nova polêmica

Com os salários congelados e virtude de decisão na justiça, com o mérito a ser discutido em breve, teve vereador avaliando a possibilidade de aprovar um aumento para assessores parlamentares em Afogados da Ingazeira, que são todos da cota de confiança dos próprios parlamentares. Segundo um vereador com reservas ao blog, a rejeição que a medida causaria enterrou a proposta.

Se existem, não desistem

Se é verdade que há alguns vereadores governistas que não estão satisfeitos com a gestão política de José Patriota e evitam aparições públicas com o governante, por seu estilo em não abrir a pressões, fato também é que se vão em algum momento pular fora do barco, ainda não é hora. Alguns ficam amarrados principalmente pelos cargos indicados na “cota” governista.

Mais uma

A Rádio Pajeú terá mais uma semana importante, depois de ser homenageada na noite do Rádio, evento organizado por Roberto Murilo, com o cantor Moacyr Franco. Será na próxima sexta, com a assinatura da autorização de migração para FM. Até a migração definitiva, ainda faltarão alguns poucos passos. Com ela, no pacote assinado por Kassab, as rádios Cardeal (Arcoverde), Jornal (Pesqueira) e Emissora Rural A Voz do São Francisco (Petrolina).

Primeira vez

Seguro na defesa do PT, Emídio Vasconcelos não abriu das convicções nem pós Palocci, mas travou a linga ao menos por um segundo quando insistentemente foi perguntado se Lula não tinha conhecimento algum do Petrolão e outros escândalos em seu governo. Na primeira resposta, sabido, quis dizer que “a questão não é se Lula sabia ou não sabia”. “Emídio, a pergunta é objetiva: sabia ou não sabia?”.   Emídio engoliu saliva, tomou fôlego e… disse ter certeza que não.

Novo round da série “melhor da história”

Depois de Alessandro Palmeira dizer que José Patriota foi o melhor prefeito da história de Afogados da Ingazeira, em Serra Talhada, o vereador Manoel Enfermeiro disse praticamente a mesma coisa sobre  prefeito Luciano Duque. “É o maior prefeito da história de Serra Talhada”. Quem não gostou foi Carlos Evandro, ao defender que tem maior legado que o petista. Melhor vai, melhor vem, teve ex-prefeito se remexendo no caixão…

No mesmo metro quadrado

O show de Moacyr Franco obrou um milagre: colocou no mesmo espaço e muito próximos o ex-prefeito Dessoles Monteiro, o Secretário de Administração Marcos Henrique e o apresentador Roberto Murilo. Marquinhos é o homem de confiança do prefeito Zeinha Torres. Eles tem trocado farpas por conta do episódio da suspensão de servidores que recebiam como Secretários e uniam ao salário base.

Frase da semana:

“Geddel Vieira Lima adequar-se  à figura do ‘serial criminoso’, criminoso habitual que faz de uma dada espécie de crime sua própria carreira profissional”.

Do MPF, no pedido de prisão de Geddel Vieira Lima, após encontrar milhões em apartamento sob sua responsabilidade em Salvador.

Outras Notícias

Prefeito Wellington cumpre agenda positiva e reforça liderança em Arcoverde

Nos últimos dias, o Prefeito de Arcoverde, Wellington Maciel (MDB), vem cumprindo uma verdadeira maratona de agendas positivas. O gestor reuniu-se com o novo Presidente da ADEPE, André Teixeira Filho, para tratar da aceleração do funcionamento pleno do Polo Industrial de Arcoverde e do fortalecimento do ambiente de negócios do município, que impacta positivamente toda […]

Nos últimos dias, o Prefeito de Arcoverde, Wellington Maciel (MDB), vem cumprindo uma verdadeira maratona de agendas positivas.

O gestor reuniu-se com o novo Presidente da ADEPE, André Teixeira Filho, para tratar da aceleração do funcionamento pleno do Polo Industrial de Arcoverde e do fortalecimento do ambiente de negócios do município, que impacta positivamente toda região, sendo ainda recebido por Carlos Braga, Secretário Executivo de Assistência Social de Pernambuco, para tratar da execução de ações estratégicas e da ampliação do alcance dos programas sociais, em favor da população mais vulnerável.

O Prefeito Wellington também esteve com a Secretária de Desenvolvimento Urbano de Pernambuco, Simone Benevides, tratando da aceleração da liberação de recursos dos convênios já celebrados com o Governo do Estado.

Na última sexta (17), ao lado do Deputado Federal Fernando Monteiro (PP) e da Presidente da AMUPE e Prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado (PT), o Prefeito Wellington participou da Assembléia do SISAR Moxotó, ocorrido no auditório da AESA, em Arcoverde, que reuniu gestores e lideranças de diversas cidades. No evento, Wellington destacou a importância e a efetividade do trabalho executado pelo SISAR, que tem garantido água para a população de diversas comunidades rurais, no Sertão do Moxotó, garantindo esperança e dignidade.

O Prefeito Wellington também recebeu nesta segunda (20), no seu gabinete, a visita do Comandante Geral da PMPE, Cel PM Tibério César, para tratar de ações e parcerias em favor da segurança de Arcoverde. Para o gestor, o aumento do contingente policial é um passo importante no enfrentamento à criminalidade, contribuindo para reduzir a incidência de delitos.

O gestor arcoverdense, que tem reforçado o seu posicionamento de liderança no Sertão do Moxotó, vem mostrando grande capacidade de interlocução com o Governo Estadual e alinhamento com a Governadora Raquel Lyra (PSDB), na busca por recursos e parcerias em favor de Arcoverde, num momento estratégico para sua gestão.

Empresa responsável por carro forte alvo de ação criminosa emite nota

“Quarta ocorrência em menos de um ano”, destaca empresa, que afirma não ter havido vítimas.  O Grupo Nossa Senhora de Fátima, holding que controla a Kairós Segurança, vem a público trazer esclarecimentos sobre fato ocorrido nesta terça-feira (10/10), com um dos carro-forte de sua frota. O incidente que ocorreu na rodovia PE-275, na cidade de […]

“Quarta ocorrência em menos de um ano”, destaca empresa, que afirma não ter havido vítimas. 

O Grupo Nossa Senhora de Fátima, holding que controla a Kairós Segurança, vem a público trazer esclarecimentos sobre fato ocorrido nesta terça-feira (10/10), com um dos carro-forte de sua frota.

O incidente que ocorreu na rodovia PE-275, na cidade de Brejinho (PE), divisa com o estado da Paraíba, não deixou vítimas, portanto não houve nenhuma baixa em nossa guarnição, e que tão logo o fato ocorreu, uma equipe se destacou até o local para tomar todas as providências cabíveis e oferecer o suporte necessário aos vigilantes e fieis que estavam na viatura.

Informamos ainda que nossa seguradora foi acionada de forma imediata e todas as diligências estão sendo tomadas para evitar maiores danos a nós e aos nossos clientes no menor intervalo de tempo possível.

Importante destacar que essa é a quarta ocorrência que se repete no mesmo local com veículos da Kairós Segurança em menos de um ano.

Permanecemos aguardando respostas dessa e das ocorrências anteriores por parte das forças de segurança pública, que devem empenhar inteligência e estrutura para solucionar as investigações em curso e punir os envolvidos.

Aguardamos que se estabeleça a verdade dos fatos e que os culpados possam ser identificados e punidos com todo o rigor da lei. Por fim, ressaltamos que o Grupo NSF atua há 24 anos no mercado de facilites e segurança, sendo referência em qualidade, responsabilidade social e corporativa e ética. Atuando de forma ágil e segura para preservar vidas e transportar valores com segurança.

João Pessoa, 10 de outubro de 2023.

Kairós Segurança

Feira de troca ainda sem lugar definido em Tabira

Por Anchieta Santos Com objetivo de liberar o transito da Rua Rosa Xavier, as feiras do troca-troca e de carros e motos foram transferidas para Barreiros I pela Prefeitura de Tabira – foi a justificativa do Secretário de Obras Claudio Alves falando a Rádio Cidade FM. Diante da insatisfação dos feirantes, o Secretário prometeu que […]

Por Anchieta Santos

Com objetivo de liberar o transito da Rua Rosa Xavier, as feiras do troca-troca e de carros e motos foram transferidas para Barreiros I pela Prefeitura de Tabira – foi a justificativa do Secretário de Obras Claudio Alves falando a Rádio Cidade FM.

Diante da insatisfação dos feirantes, o Secretário prometeu que a princípio a feira segue no mesmo lugar, mas que durante a próxima reunião de Monitoramento do Governo Sebastião Dias (PTB) um novo espaço será definido.

Claudio não soube dizer quando o encontro acontecerá. Os participantes da feira de troca/troca sugerem como nova área o trevo na saída para São Jose do Egito ou na Rua dos Correios.

O Secretário adiantou que de agora em diante o Açougue Público e o Mercado Público passarão a coordenação de sua pasta de Obras. Claudio ainda adiantou que a coleta de lixo segue nos mesmos horários e de agora em diante entulhos em via pública serão de responsabilidade dos moradores.

Prefeito de Sertânia recebe alerta por descontrole de gastos com pessoal

O Tribunal de Contas do Estado enviou ao prefeito de Sertânia, Gustavo Lins, o Guga Lins, um Alerta de Responsabilização, com base na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Segundo representação do Ministério Público de Contas (MPCO), a atual gestão vem descumprindo os termos da LRF em todos os quadrimestres analisados. O limite máximo é de […]

Guga-Lins

O Tribunal de Contas do Estado enviou ao prefeito de Sertânia, Gustavo Lins, o Guga Lins, um Alerta de Responsabilização, com base na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

Segundo representação do Ministério Público de Contas (MPCO), a atual gestão vem descumprindo os termos da LRF em todos os quadrimestres analisados. O limite máximo é de 54%, mas a atual gestão sempre esteve acima deste máximo, chegando a alcançar 66% em alguns quadrimestres.

“A situação é ainda mais preocupante porque, segundo denúncia apresentada por um vereador do Município, e que está em análise neste TCE, o atual prefeito fez aprovar uma Lei, em 2014, criando mais 229 cargos em comissão para atual gestão”, apontou o MPCO em sua representação. Segundo a análise preliminar do MPCO, estes novos cargos em comissão não poderiam ser criados com o limite extrapolado, pois há vedação expressa na LRF. Esta matéria ainda será objeto de julgamento nas contas de gestão.

O relator das contas do município em 2015, Conselheiro Ranilson Ramos, acatou as razões da representação e expediu um ofício, encaminhando o alerta e advertindo o prefeito que “poderá vir a responder pessoalmente pelos danos decorrentes de sua omissão”.

Outra providência requerida pelo MPCO, que será analisada pela área técnica do TCE, é a abertura imediata de dois processos de gestão fiscal, para analisar o cumprimento da LRF e da Lei de Crimes Fiscais (Lei Federal 10.028), nos dois primeiros anos da atual gestão. Dentre as punições possíveis nos processos de gestão fiscal, está a multa pessoal ao gestor.

Opinião: o fim da era dos grupos de mídia nacionais

Luís Nassif, em artigo publicado originalmente no GGN Está chegando ao fim, no Brasil, a era em que poucos grupos nacionais de comunicação conseguiam se apresentar como intérpretes naturais da nação, árbitros da respeitabilidade pública e fiadores do regime político. Esse ciclo está se esgotando por razões econômicas, tecnológicas e históricas. A publicidade migrou fortemente […]

Luís Nassif, em artigo publicado originalmente no GGN

Está chegando ao fim, no Brasil, a era em que poucos grupos nacionais de comunicação conseguiam se apresentar como intérpretes naturais da nação, árbitros da respeitabilidade pública e fiadores do regime político.

Esse ciclo está se esgotando por razões econômicas, tecnológicas e históricas. A publicidade migrou fortemente para o ambiente digital — que já representava 60% da receita publicitária total no Brasil em 2024, com projeção de chegar a 70% em 2029 —, enquanto o consumo de notícias se fragmentou e o engajamento com TV, impresso e sites jornalísticos tradicionais segue em queda. No Brasil, a confiança nas notícias medida pelo Reuters Institute ficou em 42% em 2025, num patamar estabilizado, mas longe da autoridade quase sacerdotal que os grandes grupos exerceram por décadas.

Democracias precisam de uma imprensa forte. O problema brasileiro foi outro: a formação de um sistema altamente concentrado, cartelizado, familiar, patrimonialista e politicamente orgânico às classes dominantes do momento, apesar de a própria Constituição de 1988 vedar monopólio e oligopólio nos meios de comunicação social.

Sempre me intrigou o fato da mídia jamais ter se proposto a ser a voz de novos grupos que surgiam no país, como resultado de mudanças econômicas e sociais.

Sempre minimizou a era das grandes indústrias, deixou de lado os movimentos de apoio às pequenas e médias empresas, ignorou por muito tempo a própria revolução agrícola.

Conspirou contra o segundo governo Vargas e denunciou diuturnamente o governo JK, usando para ambos denúncias de corrupção — que se revelaram totalmente falsas.

Ora, ambos os governos estavam lançando as bases de uma nova elite empresarial e social. Havia uma demanda por otimismo excepcional. O papel de qualquer mídia inteligente seria captar esses movimentos e se tornar seu porta voz. No curto período em que entendeu essa dinâmica, na campanha das diretas, a Folha de S.Paulo tornou-se o jornal mais influente do país.

Mas se a fórmula funcionou, porque em todos os demais momentos históricos, a mídia preferiu apostar no velho e matar o novo?

Em vários momentos da história, colocou-se contra qualquer projeto de soberania nacional ou de inclusão social.

A razão é simples. O imediatismo e a falta de visão estratégica da imprensa, a impede de apostar no novo. Ela aposta no poder imediato. E o poder imediato sempre é o poder de ontem, até que seja desbancado pelo novo. Ela só adere ao novo, depois que este se torna poder.

Desse modo, ela atua como estratificadora de todas as eras político-econômicas de um país. O novo sempre terá dificuldades, devido à resistência da mídia. Só depois que ele consegue se impor, apesar da mídia, ele passará a receber seu apoio.

Nos anos 1990, a mídia atingiu seu apogeu, não apenas econômico como político. Eram quatro grandes diários, no eixo Rio-São Paulo, que faziam a pauta nacional. O que diziam era reproduzido por agências de notícias, se espraiavam pelo noticiário de rádio e pela imprensa regional.

Cada tiro era uma bomba

Vivi esse período e percebi, no espaço de uma coluna que mantinha na Folha, o enorme poder transformador da mídia, desperdiçado, deixado de lado. Na minha coluna, ajudei a disseminar os programas de qualidade total, as políticas científico-tecnológicas, a importância da indústria cultural, da digitalização do Judiciário, da criação de uma indústria de defesa.

Ficava imaginando o que seria possível se, em vez de uma coluna, o jornal inteiro abraçasse uma visão modernizante para o país. Acelerariam em décadas o grande salto nacional.

Mas foi inútil. Até o Estadão, que em priscas eras representou uma elite conservadora culta, o jornal que trouxe a USP, perdeu totalmente seu clã modernizador.

A própria Constituição de 1988 vedava monopólio e oligopólio nos meios de comunicação social. O texto constitucional também determina finalidades educativas, culturais, informativas e estímulo à produção independente e regional; o país, porém, jamais regulou de forma efetiva esse mandamento. O resultado foi um espaço público sequestrado por poucos conglomerados, capazes de confundir liberdade de imprensa com liberdade de empresa — e interesse público com interesse acionário.

Agora, com a vinda das redes sociais e das grandes plataformas, há o fim de uma era e a entrada de uma nova era, com todos os vícios da anterior: concentração da propriedade, direcionamento do discurso, falta de controle social.

Tem-se um país sem rumo e com a bússola, em vez de organizar o trajeto, montando armadilhas para jogar o navio em direção ao iceberg.

Luís Nassif é jornalista, diretor e fundador do Jornal GGN.