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Coluna do domingão

Por Nill Júnior

thumbnail_img-20161007-wa0013Lições do subsídio

Em Afogados da Ingazeira, o assunto da semana foi o anúncio do aumento dos subsídios dos vereadores, a partir de decisão da Mesa Diretora, com apoio dos que estavam na sessão de 1 de agosto. O intenso debate gerou algumas certezas. A primeira, de que a população realmente não acompanha a vida da casa legislativa nem em Afogados, nem em cidade alguma. Em Afogados, só acordou depois da notícia do aumento.

Não teria como saber da sessão específica, mas precisa buscar informações sobre o cotidiano legislativo. Daí quem sabe, o maior legado desse rolo todo: a participação da sociedade organizada acompanhando o que discutem e fazem os vereadores. Vão ter surpresas e decepções.

Outra certeza a forma como o aumento do teto do subsídio se deu revelou: nesse debate, não houve conservador, moderado ou avançado. De centro, de direita ou de esquerda. Letrado ou não. Todos se nivelaram, por baixo.

whatsapp-image-2016-10-06-at-15-42-55Precisa rever conceitos

O que aconteceu em Ingazeira esta semana, com atos de vandalismo contra casa e comitê de Mário Viana, mostra que Ingazeira precisa rever o nível de suas campanhas. Os dois palanques, dele e Lino Morais e militância se nivelaram por baixo. O nível foi aferido no Debate da Pajeú e seguiu com agressões mútuas e episódios lamentáveis por toda a campanha.

Contracheque na mão

Alguns vereadores afogadenses, quando interpelados pelo aumento do subsídio, a depender de quem questiona, estão usando a argumentação de que outras categorias informem também quanto ganham. À exceção do povo assalariado, recomenda-se a quem critica contracheque e declaração do IR na mão. E conta do número de horas trabalhadas/dia.

Não dá voto

Nomes da imprensa no Pajeú tentaram ter êxito nas urnas, mas não deu certo em todas as cidades: Ednar Charles (Afogados) e Marcos Oliveira (Serra) tentaram, mas não chegaram. Oliveira chegou perto de novo. Uma das exceções, Alberto Ribeiro, reeleito em Flores.

d418e1c0-8b51-43f1-b7ea-ddba5ce604b5-300x239Piada pronta

Nas redes sociais, tem gente ironizando a derrota de Nicinha Brandino recorrendo à histórica fala no Debate da Cidade FM. Nicinha, como avalia a derrota? “Foi demitido, o pastor foi demitido”. Nicinha aliás, não deu sinais de que vai avaliar a votação na imprensa. Deixará para o marido Dinca.

victor12Criou um monstro

Se Sebastião Oliveira achava que continuaria monopolizando a oposição e Victor teria o mero papel de “boi de piranha” nas eleições de Serra Talhada, criou na verdade um monstro político: o jovem é tudo como nome mais competitivo já para 2020. Com quase 44% dos votos, o jovem ainda tem gás para, se tiver boa gestão política, seguir os passos do avô.

Não volta, até daqui a pouco

José Patriota não volta à Amupe este ano, já avisou. Quer fechar o mandato em Afogados e pensar na nova equipe e projetos para o ano que vem. O mesmo não se pode dizer de 2017, quando a entidade deve fazer uma programação histórica pelos 50 anos, comemorados em março.

No governo em 2017

Na movimentação para 2017, nunca está descartado “puxar” vereador para primeiro escalão e promover um suplente. Considerando o perfil dos suplentes, pode acontecer o contrário: assim não se espante se nomes como Rivelton Santos, Zé Carlos e César Tenório integrarem primeiro ou segundo escalões em Afogados.

170000009218Por falar em…

Exemplo claro de que essa movimentação é possível é Zé Carlos, ex assessor da Fetape e com perfil para Agricultura. Teve apoio de Joana Darck, Zulene Alves, Pedro Rafael, parte do STR, Carlos Marques, Nilson Macário, Chico da Cooperativa e não chegou.

Questão de Justiça

igor-660x330Um dos questionamentos que merecem um contraponto foi o que questionou o vereador Igor Mariano (PSD) pelos projetos que teria apresentado em benefício do povo. Igor foi um dos que mais absorveram o que deve fazer de fato um legislador, como nos projetos pelo Portal Municipal de Transparência, Dia da Consciência Ambiental, requereu ciclovias e Projeto Aluno Nota 10, entregando medalha Paulo Freire a alunos que se destacam. Pena que, admite, se rende a ordem comum e se diz obrigado a ajudar eleitores com parte do vencimento, como todos os demais.

Onde erraram

Dêva Pessoa está sendo questionado pela dificuldade da gestão política. Tratava mal aliados e era ruim de telefone. Romério tinha uma gestão mais participativa, mas teve aliados que o puxaram pra baixo. Em Calumbi, o problema de Aline Cordeiro era a rejeição de Joelson. E em Afogados, Zé Negão diz que o aliado Emídio “não sabia o que era uma campanha”. Não fez um comício, uma carreata e não investiu nada nem em mídia. “Estive sozinho”, garante.

Frase da semana: “Não sei, eu tô em campanha”. Augusto Martins, relembrando o que disse quando procurado para falar do aumento do teto dos subsídios votado em 1 de agosto, decidido por ele,  Frankilin e Zé Carlos.

Outras Notícias

Ricardo Nunes enfrenta pedido de impeachment após redução de ônibus no segundo turno em SP

A Câmara Municipal de São Paulo inicia, nesta quinta-feira (29), a análise de um pedido de impeachment contra o prefeito Ricardo Nunes (MDB). A primeira reunião da comissão especial está marcada para as 16h30 e discutirá acusações de interferência no segundo turno das eleições presidenciais. A denúncia foi apresentada pelos vereadores Celso Giannazi, Amanda Paschoal […]

A Câmara Municipal de São Paulo inicia, nesta quinta-feira (29), a análise de um pedido de impeachment contra o prefeito Ricardo Nunes (MDB). A primeira reunião da comissão especial está marcada para as 16h30 e discutirá acusações de interferência no segundo turno das eleições presidenciais.

A denúncia foi apresentada pelos vereadores Celso Giannazi, Amanda Paschoal e Silvia da Bancada Feminista, todos do PSol. Eles acusam a administração municipal de descumprir uma determinação da Justiça Eleitoral que exigia a circulação de 100% da frota operacional de ônibus na capital paulista durante a votação.

Segundo a Agência Brasil, apenas cerca de 60% da frota foi mantida em circulação durante grande parte do domingo (25). A situação provocou reclamações de passageiros que enfrentaram dificuldades para chegar aos locais de votação.

A Prefeitura de São Paulo afirma que determinou às concessionárias a disponibilização integral da frota. Segundo a administração municipal, a ordem judicial foi comunicada às empresas no sábado (24), mas o prazo reduzido dificultou a reorganização das operações. A gestão informou ainda que eventuais descumprimentos por parte das concessionárias poderão resultar em sanções contratuais.

O pedido também menciona denúncias de suposto assédio eleitoral contra servidores comissionados da prefeitura, que teriam sido pressionados a participar de atividades da campanha de Flávio Bolsonaro (PL). As acusações ainda dependem de apuração.

A comissão especial é formada por sete vereadores: Hélio Rodrigues (PT), Luana Alves (PSol), Rubinho Nunes (União Brasil), Major Palumbo (PP), Kenji Ito (Podemos), Sandra Santana (MDB) e Sandra Tadeu (PL).

O colegiado terá até dez dias para emitir parecer sobre a admissibilidade da denúncia. Caso o pedido seja considerado admissível, ainda precisará passar por votação no plenário da Câmara para que o processo avance.

A instalação da comissão não significa que o impeachment tenha sido aprovado nem que o prefeito tenha cometido as infrações apontadas.

O caso também motivou manifestações contra Ricardo Nunes. Novos protestos estão previstos para sexta-feira (30), na Praça Roosevelt, e sábado (31), no Largo da Batata, em São Paulo.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Reprodução

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Aliado de Flávio Bolsonaro atribui ao ChatGPT erros em carta que o apresentava como presidente eleito

O jornalista e influenciador Paulo Figueiredo atribuiu ao ChatGPT os erros identificados na carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL) após sua chegada aos Estados Unidos. Em publicação na rede social X, nesta quinta-feira (29), ele afirmou que a ferramenta teria inserido um brasão antigo do Brasil e recuperado uma versão anterior do documento, na qual […]

O jornalista e influenciador Paulo Figueiredo atribuiu ao ChatGPT os erros identificados na carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL) após sua chegada aos Estados Unidos. Em publicação na rede social X, nesta quinta-feira (29), ele afirmou que a ferramenta teria inserido um brasão antigo do Brasil e recuperado uma versão anterior do documento, na qual o senador se apresentava como o verdadeiro presidente eleito.

Segundo Figueiredo, Eduardo Bolsonaro ficou responsável pela preparação do material e solicitou à inteligência artificial que acrescentasse o brasão da República. O arquivo, entretanto, apareceu com um símbolo antigo, que utilizava a inscrição “Estados Unidos do Brazil”, com a grafia anterior à reforma ortográfica.

O segundo problema, conforme a explicação apresentada, ocorreu na geração do documento. A ferramenta teria recuperado uma versão preliminar do texto, que continha a expressão “verdadeiro presidente eleito”, posteriormente retirada.

Figueiredo afirmou que a carta passou por diferentes versões e recebeu contribuições de mais de uma pessoa antes de ser divulgada. Ele também relatou que pediu autorização para encaminhar o material à imprensa e recebeu sinal positivo da equipe.

Após a repercussão, os responsáveis pelo documento realizaram duas correções. Primeiro, substituíram o brasão. Depois, alteraram o texto para apresentar Flávio como “verdadeiro líder”, expressão que, segundo Figueiredo, representaria melhor a condição jurídica e a posição política pretendida pelo senador.

O aliado argumentou que a escolha da nova expressão também buscava reafirmar a liderança de Flávio dentro do grupo político. Ele classificou como exageradas as especulações sobre as mudanças e minimizou os erros encontrados nas primeiras versões.

Apesar das correções, Figueiredo reiterou que Flávio Bolsonaro não reconhece o resultado das eleições presidenciais e pretende continuar contestando a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Fonte: Correio Braziliense
Foto: Reprodução

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Aliado de Flávio, Trump diz que eleição no Brasil foi uma “desgraça”, mas diz que vai conversar com Lula

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira (29) que pretende conversar com Luiz Inácio Lula da Silva (PT), mas voltou a questionar as eleições presidenciais brasileiras. Durante uma conversa com jornalistas, o republicano classificou a votação como uma “desgraça”. O candidato de Trump era Flávio Bolsonaro. A declaração ocorreu quando Trump foi […]

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira (29) que pretende conversar com Luiz Inácio Lula da Silva (PT), mas voltou a questionar as eleições presidenciais brasileiras. Durante uma conversa com jornalistas, o republicano classificou a votação como uma “desgraça”. O candidato de Trump era Flávio Bolsonaro.

A declaração ocorreu quando Trump foi questionado se pretendia telefonar para Lula e parabenizá-lo pela reeleição. O presidente norte-americano confirmou a intenção de conversar com o brasileiro, mas aproveitou a resposta para criticar o processo eleitoral.

“Eu vou falar com ele. Eu acho que a eleição foi uma desgraça no Brasil”, afirmou.

Em seguida, um jornalista perguntou quem Trump considerava o vencedor legítimo da disputa presidencial. O republicano não respondeu diretamente e voltou a manifestar sua insatisfação com a eleição.

“Não quero comentar agora, mas achei que a eleição foi uma grande desgraça para a população do Brasil”, declarou.

Trump também afirmou que acompanhou a votação brasileira e alegou ter recebido um pedido do próprio Lula para não tomar partido na disputa. Segundo ele, a solicitação teria sido respeitada.

O presidente americano utilizou ainda a reação negativa do mercado financeiro brasileiro após a reeleição de Lula como argumento para suas críticas. Ele mencionou a queda da Bolsa de Valores, classificando o movimento como um sinal de insatisfação com o resultado eleitoral.

Apesar das declarações, Trump não apresentou provas de irregularidades na votação e tampouco indicou quem considera o legítimo vencedor das eleições. Também não informou quando pretende conversar com Lula.

Até o momento das declarações, a Casa Branca não havia divulgado uma manifestação formal de reconhecimento ou felicitação ao presidente brasileiro pela reeleição.

Clique no link abaixo e confira, em nosso Instagram, o vídeo com as declarações de Donald Trump aos jornalistas.

Vídeo: Reprodução/Metrópoles

 

Eduardo Bolsonaro e Alexandre Ramagem publicam fotos com Flávio nos EUA após saída do Brasil

Os ex-deputados divulgaram imagens ao lado de Flávio Bolsonaro após a chegada do senador aos Estados Unidos. Eduardo e Ramagem vivem no país desde 2025 e têm ordens de prisão expedidas pelo STF. Os ex-deputados federais Eduardo Bolsonaro (PL) e Alexandre Ramagem (PL) publicaram, na noite dessa quarta-feira (28), fotografias ao lado do senador Flávio […]

Os ex-deputados divulgaram imagens ao lado de Flávio Bolsonaro após a chegada do senador aos Estados Unidos. Eduardo e Ramagem vivem no país desde 2025 e têm ordens de prisão expedidas pelo STF.

Os ex-deputados federais Eduardo Bolsonaro (PL) e Alexandre Ramagem (PL) publicaram, na noite dessa quarta-feira (28), fotografias ao lado do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que chegou a Miami acompanhado da família após deixar o Brasil descumprindo uma determinação judicial.

As imagens foram divulgadas nas redes sociais dos dois aliados. Eduardo afirmou que a fotografia foi registrada após reencontrar o irmão e comentou as circunstâncias da viagem.

“Ontem foi um dia longo, talvez o mais longo da minha vida. Mas prevalecemos. Mesmo aqui de fora não desistiremos do Brasil”, escreveu.

Alexandre Ramagem também publicou uma fotografia com Flávio, acompanhada de uma mensagem em defesa da atuação política do senador a partir do território norte-americano.

“Livre da perseguição para ser a voz do Brasil por liberdade, segurança e prosperidade”, afirmou o ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin).

Eduardo Bolsonaro e Ramagem permanecem nos Estados Unidos desde 2025. Ambos tiveram a prisão determinada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), embora respondam a processos distintos.

Eduardo foi condenado por coação no curso do processo, em razão de sua atuação junto a autoridades norte-americanas para pressionar instituições brasileiras durante o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro. No início de outubro, o ministro Alexandre de Moraes determinou o cumprimento de sua pena.

Ramagem, por sua vez, foi condenado por participação na tentativa de golpe de Estado e deixou o Brasil mesmo estando proibido judicialmente de sair do país. Sua prisão preventiva foi decretada em novembro de 2025.

O encontro ocorre após Flávio Bolsonaro deixar o território brasileiro, apesar de uma ordem judicial que determinava a entrega de seus passaportes e proibia sua saída do país.

Derrotado por Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições presidenciais, Flávio divulgou uma carta na qual questionou o resultado sem apresentar provas de fraude e afirmou que pretende liderar a oposição brasileira a partir dos Estados Unidos.

Fonte: Diario de Pernambuco
Foto: Reprodução/Redes sociais

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Direita já escolheu Tarcísio de Freitas para substituir Flávio Bolsonaro

No meu comentário das 12h desta quinta-feira (29),  faço uma analise sobre o impacto da carta de Flávio Bolsonaro e como a direita brasileira tem se movimentado para escolher um novo líder. Destaco que a publicação da carta especulada até como tendo sido feita com ajuda de inteligência artificial tornou-se uma “aberração política” sem respaldo […]

No meu comentário das 12h desta quinta-feira (29),  faço uma analise sobre o impacto da carta de Flávio Bolsonaro e como a direita brasileira tem se movimentado para escolher um novo líder.

Destaco que a publicação da carta especulada até como tendo sido feita com ajuda de inteligência artificial tornou-se uma “aberração política” sem respaldo no próprio campo conservador. Ao se autoproclamar presidente dos “Estados Unidos do Brasil”, Flávio criou uma situação sem base na realidade, além de gerar problemas para a imagem de Donald Trump nos EUA.

A movimentação atual sinaliza que o cenário político da direita não gira mais exclusivamente em torno da família Bolsonaro, marcando o início de um novo ciclo de liderança.

Acompanhe o comentário completo clicando no link abaixo: