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Coluna do Domingão

Por Nill Júnior

Patriota deu alma à AMUPE

O ex-prefeito de Afogados da Ingazeira,  José Patriota,  deixou esta semana definitivamente a AMUPE para disputar um mandato estadual.

Assumiu seu primeiro mandato em 1 de março de 2013. De lá pra cá,  só deixou a entidade em um mandato tampão do prefeito de Ingazeira,  Luciano Torres,  de maio de 2016 a fevereiro de 2017.  Passou o bastão porque o Estatuto vedava a participação de prefeitos candidatos. Em 2016 ele foi candidato à reeleição em Afogados da Ingazeira.

Assumiu novamente em 2017 e, de forma consensual, alterou o estatuto da entidade para, mesmo sem a caneta de gestor, continuar presidente.

Independente de quem o idolatra ou quem o abomina, verdade seja dita, a AMUPE ganhou com Patriota. Prova disso é que foi o único presidente desde a criação da entidade em 1970, a ter nove anos de mandato.

Antes dele, se você não lembra, foram presidentes nomes como Anchieta Patriota,  Rosa Maria, Josete Amaral,  Pedro Tunú, Evandro Chacon, Antonio João Dourado, Sebastião Rufino, até o primeiro, Manoel Acácio Leite, lá em 1967. Tiveram sua contribuição,  mas ninguém impregnou tanto o papel da entidade quanto o ex-prefeito de Afogados.

Em 2013, quando recebeu o bastão de Jandelson Gouveia, prefeito de Escada, a média de prefeitos nas assembleias não chegava a quarenta. Antes de passar o bastão e da pandemia,  reuniu mais de 150 gestores em 2021. A AMUPE tinha 150 municípios filiados, com 20% sem nenhuma participação na entidade.  Patriota buscou um a um e fechou com todos os 184 municípios filiados. O Diário Oficial Municipal, ferramenta eletrônica que a entidade oferece aos associados pulou de 34 para 168 municípios fazendo uso de seus serviços.

Usou a experiência do movimento sindical, quando soltava a voz como assessor da Fetape para seus discursos,  em defesa das causas municipalistas.  Muitos do Sul Maravilha e Sudeste, quase invocando a idiotice de que ali nasceu a palavra, paravam para as falas eloquentes em defesa dos municípios.  Tanto que Patriota não foi presidente da CNM porque não quis. De olho na agenda de seu estado e na construção de seu projeto político,  abriu mão da cabeça da entidade, sendo hábil articulador e “apagador de fogo” na construção da sua unidade.

João Batista, ex-prefeito de Triunfo, definiu bem o papel desempenhado por Patriota na crise dos combustíveis,  na luta por mais recursos para os municípios e recentemente nas ações de enfrentamento à pandemia. Dialogou com todas as correntes políticas,  até quando esteve no olho do furacão,  atacado por prefeitos de oposição que acusavam municípios ligados ao governo de privilégios na distribuição de vacinas.  Mesmo tendo lado, destacou que vida não tem partido e provou que não havia maracutaia.

Em 2018, um baque, ao descobrir um tumor neuroendócrino que passou a dividir sua atenção com as obrigações de prefeito e presidente da entidade. Praticamente quatro anos depois daquele anúncio na Rádio Pajeú,  em 18 de julho, a impressão é de que o tratamento que mantém Patriota de pé é sua vocação política,  sua agenda frenética,  imparável, que muito auxiliar saudável não consegue acompanhar. É como se tivesse dito à doença cujo tratamento é complexo e difícil: “se tiver coragem, me acompanhe”…

Esses dias, encontrei o Zé Mário da AMUPE, seu principal auxiliar em todo tempo de entidade, em um shopping de Recife. Era um sábado à noite. Estava com esposa e os dois filhos indo ao cinema. “Cadê Patriota?” – perguntei. “Rapaz, saí de uma reunião com ele agora a pouco”. Quase o ouvi dizer com o olhar: “consegui me desgarrar dele um pouquinho”. Trabalhar com ele nunca foi fácil.  Que o digam os auxiliares de governo nas famosas reuniões de monitoramento.

A missão do jornalista nunca é fácil.  Ainda mais de quem invoca imparcialidade,  tendo algumas coleções de debates acalourados com esse personagem político.  De vídeo com bate boca viralizado até telefone desligado em divergências naturais de duas funções quase sempre em rota de colisão, mesmo que ao fundo uma relação de respeito e admiração de mais de 30 anos. Dito isso, constatar as qualidades do ex-presidente da AMUPE depois de quase uma década dedicada à entidade, saindo como saiu, aplaudido de pé,  não deixa de ser uma obrigação.  Falar do que foi exitoso não esconde os erros e desafios. Apenas constata uma verdade: ao se doar, Patriota deu alma à AMUPE.

Difícil missão

Nem gerir a cidade de Surubim oferece tantos desafios como a missão da prefeita Ana Célia, de suceder Patriota a frente da AMUPE. Mas foi escolhida a dedo. Lá na eleição da entidade, sabia-se que ela teria que assumir a sucessão do agora pré-candidato.

Em 2018…

No início de 2018, a primeira pesquisa Múltipla para governador apontava Armando com 20,5%, Paulo Câmara com 16%, Marília Arraes com 14,5%, Mendonça Filho com 10,5% e FBC com 5%. Paulo se uniu ao PT, cresceu e ganhou no primeiro turno.  Danilo, ainda na casa de um dígito,  com Marília desamarrada, repete o feito?

Fria

A campanha que mais esfriou com as últimas pesquisas foi a de Miguel Coelho.  Tem força no São Francisco,  mas a baixa densidade em relação a outras regiões não permite seu crescimento sobre Anderson Ferreira e Raquel Lyra.

Ato de apoio

O mega evento de inauguração da requalificação da Avenida Afonso Magalhães foi em paralelo um ato pró Duque e Fernando Monteiro liderado pela prefeita Márcia Conrado.  Quando Monteiro foi cobrado pela emenda para o Pereirão,  Conrado defendeu o parlamentar.  “Faz muito por Serra Talhada”.

Entram três?

Paulo Jucá acredita que o Pajeú,  que há tempos não faz um, conquistará três mandatos estaduais com ele, Luciano Duque e José Patriota.  Paulo já tem agenda de pré-candidato,  buscando apoios além Pajeú,  no Agreste e Região Metropolitana.

Largada

Paulo, aliás,  recebeu amigos e aliados para o lançamento de sua pré campanha à ALEPE. Dentre os que prestigiaram o ato em São José do Egito,   além de Evandro Valadares,  Eclérinston Ramos e vereadores, Adelmo Moura (Itapetim), Gilson Bento (Brejinho), Deva Pessoa (Tuparetama) e Augusto Valadares (Ouro Velho/SJE).

Fom fom

O prefeito de Afogados da Ingazeira,  Sandrinho Palmeira,  tem dito a auxiliares que o projeto de municipalização do trânsito agora anda. Até o início do primeiro semestre, devem começar as ações educativas. E antes do fim do ano, a efetivação das ações de fiscalização.

Com Raquel

Estiveram com Raquel Lyra vindo do Pajeú para o lançamento de sua pré candidatura o vice-prefeito de Tuparetama,  Diógenes Patriota, o líder da oposição em Itapetim, Ânderson Lopes e o jornalista, ex-candidato na Ingazeira, Mário Viana Filho.

Pega a senha

Em Arcoverde,  já se lançaram candidatos Zeca Cavalcanti (Estadual), Eduíno Brito (Federal), Israel Rubis (Federal), Siqueirinha (Estadual), Júlio Cavalcanti (Estadual). E aí? Vai caber todo mundo?

Frase da semana:

“E podem ter certeza que, por ocasião das eleições, os votos serão contados no Brasil”.

Do presidente Jair Bolsonaro, merecendo o troféu “Como assim?”

Outras Notícias

Assista o debate da Band

No debate da Band, pela definição do sorteio, o candidato Flávio Bolsonaro ficará posicionado no lado esquerdo do estúdio, enquanto o candidato Lula ocupará o lado direito. A mediação do programa e a formulação das perguntas da emissora estarão a cargo dos âncoras Eduardo Oinegue e Adriana Araújo. O programa será dividido em três blocos […]

No debate da Band, pela definição do sorteio, o candidato Flávio Bolsonaro ficará posicionado no lado esquerdo do estúdio, enquanto o candidato Lula ocupará o lado direito. A mediação do programa e a formulação das perguntas da emissora estarão a cargo dos âncoras Eduardo Oinegue e Adriana Araújo.

O programa será dividido em três blocos compostos por perguntas dos apresentadores e enfrentamento direto entre os postulantes:

Primeiro bloco: Os âncoras abrem o debate fazendo uma pergunta para cada candidato. Em seguida, é iniciado o confronto direto, no qual Lula e Flávio Bolsonaro ficam livres no estúdio para debaterem por 30 minutos.

Segundo bloco: Começa com uma pergunta elaborada pelos âncoras para cada participante. Na sequência, abre-se a dinâmica em que um candidato pergunta diretamente para o outro.

Terceiro bloco: Mantém a mesma regra do bloco anterior, com perguntas dos apresentadores e confronto direto entre os candidatos, além de reservar o espaço final para as considerações finais de cada um.

Abstenção entre eleitores com mais de 70 anos cai quase 10 pontos no primeiro turno

A abstenção entre eleitores com mais de 70 anos caiu de 58,8% em 2022 para 49,1% no primeiro turno das Eleições 2026, uma redução de 9,7 pontos percentuais. Os dados são do TSE e foram reunidos pelo Movimento Voto 70+. O levantamento mostra uma queda significativa no não comparecimento desse grupo, mesmo em um cenário […]

A abstenção entre eleitores com mais de 70 anos caiu de 58,8% em 2022 para 49,1% no primeiro turno das Eleições 2026, uma redução de 9,7 pontos percentuais. Os dados são do TSE e foram reunidos pelo Movimento Voto 70+.

O levantamento mostra uma queda significativa no não comparecimento desse grupo, mesmo em um cenário de crescimento do número de eleitores idosos no país.

Em 2022, havia 14,9 milhões de pessoas com mais de 70 anos aptas a votar. Neste ano, o número passou para 17,2 milhões. Considerando toda a população com mais de 60 anos, o eleitorado chega a 36,8 milhões.

O voto é facultativo para pessoas com mais de 70 anos. No primeiro turno deste ano, o comparecimento variou conforme a faixa etária: entre aqueles de 70 a 74 anos, 68,77% foram às urnas. Entre os que têm de 75 a 79 anos, o índice foi de 52,23%.

A participação diminui nas faixas etárias seguintes: 37,12% entre 80 e 84 anos; 24,30% entre 85 e 89; 13,46% entre 90 e 94; e 4,34% entre 95 e 99 anos.

No conjunto do eleitorado brasileiro, a abstenção no primeiro turno ficou em 21,08%, com cerca de 33 milhões de pessoas aptas deixando de votar.

Segundo pesquisa exploratória realizada pelo Movimento Voto 70+, há diferentes razões para o não comparecimento de idosos às urnas. Entre elas estão a percepção de que o voto não faz diferença, a avaliação de que o resultado eleitoral terá pouco impacto sobre a própria vida e dificuldades práticas de deslocamento.

O estudo também cita barreiras físicas, distância até os locais de votação, necessidade de ajuda de terceiros, ausência de redes de apoio e etarismo como fatores que podem afastar idosos do processo eleitoral.

No segundo turno, marcado para o próximo domingo (25), o Movimento Voto 70+ pretende ampliar ações de incentivo à participação. Uma delas é a campanha “Vovó Vota”, voltada principalmente para mulheres idosas.

Segundo dados reunidos pelo movimento, em 2022, 64% das mulheres com mais de 70 anos não compareceram às urnas, índice dez pontos percentuais superior ao registrado entre os homens da mesma faixa etária.

O movimento também destaca que o comparecimento às urnas pode ser utilizado pelo INSS como prova de vida automática de aposentados, pensionistas e beneficiários de programas assistenciais.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

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Coluna do Domingão: o grande encontro

Em uma eleição que será definida nesta semana,  para um lado ou para o outro, se consideramos as pesquisas,  o embate entre Flávio Bolsonaro e Lula na Band ganha status de grande encontro,  decisivo para os poucos indecisos e aqueles que admitem mudar o voto. Nos últimos dias,  a campanha de Lula cresceu se considerarmos […]

Em uma eleição que será definida nesta semana,  para um lado ou para o outro, se consideramos as pesquisas,  o embate entre Flávio Bolsonaro e Lula na Band ganha status de grande encontro,  decisivo para os poucos indecisos e aqueles que admitem mudar o voto.

Nos últimos dias,  a campanha de Lula cresceu se considerarmos as pesquisas,  mas Flávio ainda lidera na média dos levantamentos por uma pequena margem,  que varia entre 1 e 3 pontos, com empate na maioria deles considerando a margem de erro.

O debate da Band está confirmado para as 20 horas de hoje, em uma transmissão prevista com cerca de duas horas de duração.

Pela definição do sorteio, o candidato Flávio Bolsonaro ficará posicionado no lado esquerdo do estúdio, enquanto o candidato Lula ocupará o lado direito. A mediação do programa e a formulação das perguntas da emissora estarão a cargo dos âncoras Eduardo Oinegue e Adriana Araújo.

O programa será dividido em três blocos compostos por perguntas dos apresentadores e enfrentamento direto entre os postulantes:

Primeiro bloco: Os âncoras abrem o debate fazendo uma pergunta para cada candidato. Em seguida, é iniciado o confronto direto, no qual Lula e Flávio Bolsonaro ficam livres no estúdio para debaterem por 30 minutos.

Segundo bloco: Começa com uma pergunta elaborada pelos âncoras para cada participante. Na sequência, abre-se a dinâmica em que um candidato pergunta diretamente para o outro.

Terceiro bloco: Mantém a mesma regra do bloco anterior, com perguntas dos apresentadores e confronto direto entre os candidatos, além de reservar o espaço final para as considerações finais de cada um.

O que cada candidato reserva de fator surpresa? Como reagirão às provocações mútuas? Quem demonstrará mais segurança? Mais domínio de país? São respostas que não ajudarão apenas a responder quem ganhou o debate,  mas o comando do país nos próximos anos.

1,48%

Um agregador das pesquisas da semana entre Flávio Bolsonaro e Lula mostra o candidato do PL com 50,74% e Lula com 49,26%, vantagem de 1,48% pró Flávio,  a uma semana da eleição. Integram esse agregador as pesquisas Ipespe, CND/MDA, PoderData/Aya, Datafolha e Quaest.

Vox dá Lula de novo na frente 

Pesquisa do Instituto Vox Brasil divulgada neste domingo (18/10) pelo Poder360 mostra Lula (PT) com 51% dos votos válidos, ante 49% de Flávio Bolsonaro (PL) na disputa pelo segundo turno da eleição presidencial. No cenário estimulado, que considera todos os entrevistados, o presidente tem 46,4% das intenções de voto, contra 44,6% do senador. Brancos, nulos e nenhum somam 5%, enquanto 3,9% estão indecisos. A diferença de 1,8 ponto percentual está dentro da margem de erro de 2,15 pontos, para mais ou para menos.

Comparação

Em relação à pesquisa realizada dez dias antes, Lula subiu de 44,2% para 46,4%, enquanto Flávio passou de 42,7% para 44,6%. O presidente avançou 2,2 pontos percentuais, ante 1,9 ponto do senador. No mesmo período, os indecisos recuaram de 9,7% para 3,9%, enquanto brancos e nulos passaram de 3,4% para 5%.

Dados da pesquisa 

O Vox Brasil entrevistou presencialmente 2.100 eleitores em seus domicílios, entre 15 e 17 de outubro. A pesquisa tem nível de confiança de 95% e foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-04332/2026.

Pesquisa que bolsonaristas comemoram

Pesquisa Gerp divulgada na sexta-feira (16) mostra Flávio Bolsonaro (PL) com 50% das intenções de voto contra 45% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Na comparação com a pesquisa divulgada em 12 de outubro, Flávio Bolsonaro passou de 53% para 50%, enquanto Lula oscilou de 44% para 45%. A diferença entre os dois candidatos caiu de nove para cinco pontos. Em validos, 52% a 48% pró Flávio. Ouviu 2.400 eleitores em todo o Brasil entre os dias 14 e 16 de outubro de 2026, por meio de entrevistas telefônicas, com margem de erro de 2%. Registro BR-05187/2026.

Pesquisas que vêm

Para alimentar sua ansiedade,  lá vem mais levantamentos: nesta segunda-feira, 19, estão previstas três pesquisas: PoderData, AtlasIntel e BTG/Nexus. Na terça, 20, serão divulgados os levantamentos do Instituto Veritá e do Real Time Big Data. Na quarta-feira, 21, será a vez de Quaest, Palver e Gerp apresentarem novos números sobre a corrida ao Palácio do Planalto.

Saiu do muro?

O cantor João Gomes quebrou o silêncio e publicou um longo discurso interpretado como um sinal de apoio ao presidente Lula (PT). “Me questionaram: pra que lado eu estava a favor? Eu pensei, me calei, mas agora posso falar”, declarou o artista. Na gravação, João defendeu a educação pública, as cotas, os programas de auxílio, a saúde e a democracia. O cantor também destacou a importância da liberdade de expressão e do direito ao voto.

Repercussão

O pronunciamento ganhou repercussão política e foi associado a um posicionamento favorável a Lula. Apesar disso, João não citou o nome do presidente nem declarou expressamente seu voto na fala apresentada. Ainda assim,  Lula comentou o post. “Meu abraço carinhoso. O Brasil é de todos nós”. Veja a fala:

Detonou Lula

A empresária Roberta Luchsinger concedeu entrevista à CNN Brasil e afirmou que pretende fazer uma delação premiada, declarando que não poupará o presidente Luiz Inácio Lula da Silva nem seu filho, Fábio Luís Lula da Silva (Lulinha).

O que ela falou

“[A Polícia Federal] vai poder fazer o trabalho dela investigativo e contar com minha absoluta colaboração. Eu não vou poupar ninguém. Pode ser o presidente da República, que a meu ver é um grande mau caráter, é um grande mentiroso, e eu repito, um grande covarde. Não vou poupar filho de presidente, ninguém, porque o que está em questão é a verdade”, disse Roberta.

A reação

Bolsonaristas espalharam o link da entrevista como a pá de cal para enterrar o presidente candidato à reeleição. E lulistas disseram que “a bomba virou traque”, ou que “a montanha pariu um rato”.

Povo no cardápio 

O furo da semana: Flávio Bolsonaro esteve com o presidente do Grupo Globo, João Roberto Marinho, e com o vice-presidente de Relações Institucionais, Paulo Tonet, além do senador Rogério Marinho, horas antes da sabatina na Globo. A emissora emitiu uma nota informando que se trata de uma “visita institucional de rotina”, mas a informação real é de que o candidato foi provocado a se comprometer com a volta das BETS (o grupo Globo tinha a BetMGM) e da escala 6×1.

Cobertura

Depois do sucesso do trabalho no primeiro turno das eleições, a Rádio Pajeú promete repetir a dose no próximo domingo,  com a maior cobertura do segundo turno das eleições. Os programas da grade de segunda a sexta terão exibição especial,  e às quatro da tarde, a Central de Apuração,  que só termina quando o Brasil conhecer o vencedor entre Flávio Bolsonaro e Lula.

 

Frases da semana:

“Eu tenho uma tese: muito dinheiro na mão de poucos é pobreza, e pouco dinheiro na mão de muitos é riqueza”.

De Lula, na sabatina da Globo.

“Eu estou concorrendo à eleição para presidente da República, que é coisa muito séria, e o maior ajuste fiscal que o Brasil pode fazer é tirar o Lula”.

De Flávio  Bolsonaro, também na sabatina da Globo.

Apoiadores de Lula fazem ato com Caetano Veloso, Djavan e outros artistas em Copacabana

Apoiadores do presidente Lula (PT) participaram neste domingo (18) do “Ato Musical pela Democracia”, em Copacabana, no Rio de Janeiro. A mobilização reuniu artistas como Caetano Veloso, Djavan, Simone, Frejat, Fernanda Abreu e Xamã, a uma semana do segundo turno. A manifestação começou às 16h, na altura do Posto 5, e ocupou trecho da Avenida […]

Apoiadores do presidente Lula (PT) participaram neste domingo (18) do “Ato Musical pela Democracia”, em Copacabana, no Rio de Janeiro. A mobilização reuniu artistas como Caetano Veloso, Djavan, Simone, Frejat, Fernanda Abreu e Xamã, a uma semana do segundo turno.

A manifestação começou às 16h, na altura do Posto 5, e ocupou trecho da Avenida Atlântica. O ato foi organizado pelo 342 Artes e pela Mídia Ninja e teve apresentações musicais e discursos ao longo da tarde.

Entre os artistas anunciados estavam Caetano Veloso, Djavan, Simone, Frejat, Jorge Vercillo, Fernanda Abreu, Moreno Veloso, Jota.Pê, Duda Beat e Xamã. Outros nomes também participaram da programação.

Xamã esteve entre os primeiros a subir ao trio elétrico, acompanhado do funkeiro Puterrier. Antes da apresentação, os dois fizeram declarações em defesa da democracia e falaram sobre suas origens no Rio de Janeiro.

O ato teve caráter de apoio à reeleição de Lula e reuniu também políticos e representantes de movimentos sociais. O presidente não participou da manifestação, pois se preparava para o debate com Flávio Bolsonaro (PL) na Band, marcado para a noite deste domingo.

A realização do evento foi alvo de questionamentos na Justiça Eleitoral. O Novo tentou suspender atos previstos no Rio de Janeiro, Salvador e Porto Alegre, alegando possível realização de showmícios. O TSE rejeitou a suspensão prévia das apresentações e permitiu a realização das manifestações.

Também neste domingo, apoiadores de Lula realizaram mobilizações em outras cidades do país. Brasília, Salvador, Curitiba, Porto Alegre e São Paulo estiveram entre as capitais com atos registrados.

As manifestações acontecem a uma semana do segundo turno da eleição presidencial, marcado para o próximo domingo (25).

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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Apoiadores de Flávio levam míssil inflável com pedido para Trump bombardear o Brasil em ato na Paulista

Um grupo de apoiadores de Flávio Bolsonaro (PL) levou para a Avenida Paulista, neste domingo (18), um míssil inflável com uma mensagem em inglês dirigida ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pedindo um ataque ao Brasil. O objeto apareceu durante ato da campanha do candidato a uma semana do segundo turno. No míssil inflável […]

Um grupo de apoiadores de Flávio Bolsonaro (PL) levou para a Avenida Paulista, neste domingo (18), um míssil inflável com uma mensagem em inglês dirigida ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pedindo um ataque ao Brasil. O objeto apareceu durante ato da campanha do candidato a uma semana do segundo turno.

No míssil inflável estava escrita a frase “Trump nuke Brazil”. A expressão em inglês faz referência a um ataque nuclear e foi exibida por manifestantes durante a mobilização realizada na Avenida Paulista, em São Paulo.

O objeto circulou entre participantes do ato e chamou atenção nas imagens divulgadas da manifestação.

O ato deste domingo foi organizado no formato de um bloco de rua e reuniu o candidato do PL e aliados políticos. Participaram, entre outros, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o prefeito Ricardo Nunes (MDB) e o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG).

Antes da manifestação, os organizadores haviam orientado participantes a evitar bandeiras de outros países, incluindo Estados Unidos e Israel, e a priorizar símbolos brasileiros durante a mobilização.

Flávio discursou no encerramento do ato e fez críticas ao presidente Lula (PT), adversário no segundo turno. O candidato afirmou ainda que pretende confrontar Lula durante o primeiro debate entre os dois nesta campanha, previsto para a noite deste domingo na Band.

A manifestação ocorreu a uma semana do segundo turno da eleição presidencial, marcado para o próximo domingo (25).

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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