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Coluna do Domingão

Por Nill Júnior

Marília embaralha o jogo

O anúncio da candidatura de Marília Arraes ao governo de Pernambuco pelo Solidariedade bota fogo no debate sucessório.

Desde 2018, Marília já rondava os noticiários como potencial nome ao governo do estado.  Tinha quase tudo que uma candidata precisa para ir à rua: densidade eleitoral na largada, poder de crescimento,  discurso, jovem, mulher, alinhamento com o Lulismo. Faltou-lhe o apoio do próprio partido, o PT.

Em 2020, quase foi eleita prefeita do Recife. Perdeu pra João Campos depois de uma forte campanha para descontruir o petismo, puxada pelo PSB. Quem esquece do “PT nunca mais” pichado nas ruas? Antes, quase não consegue a legenda para disputa. Tal qual em 2018, o grupo majoritário do partido, capitaneado por Humberto Costa,  senador defensor intransigente do alinhamento com o PSB, com espaços importantes ocupados no governo e para muitos, mais defensor da aliança do que da autonomia do próprio partido, minou, rifou e trabalhou pelo enfraquecimento do projeto da Deputada Federal.

Além de derrotada internamente mesmo sendo o mais potencial nome do PT, Marília era vítima de um veto amplamente conhecido do PSB.

Prima de Eduardo em primeiro grau e em segundo de João Campos,  desde que teve seus interesses contrariados deixou o PSB em 2016. Registre-se,  Marília teve mais vida de PSB que de PT. Filiou-se ao PSB em 2005. Foi secretária de Juventude e Emprego de Pernambuco na gestão de Eduardo Campos.

Ainda Secretaria Municipal de Juventude e Qualificação Profissional, na gestão de Geraldo Júlio. Só em 2014, passou a agir como oposição até romper totalmente. A partir daí,  virou persona non grata para o partido. 

Agora, por exemplo,  apesar de novamente pontuar bem para o governo do Estado ou Senado,  seu cancelamento era a única certeza. Tinha 25% de intenções para o estado (Plural em agosto de 2021) e o mesmo percentual para o Senado em março (Diário/Empetec). Uma do Paraná Pesquisas essa semana a colocou com 46%. Mas, depois de acompanhar mais uma vez todo o movimento para barrar no seu partido qualquer possibilidade de, em que pese ser o nome mais competitivo, poder ser candidata,  Marília cansou.

Começou a a avaliar um caminho alternativo.  Não queria perder a condição de ser candidata invocando o nome de Lula. Achou o Solidariedade, nenhum supra sumo da moralidade. Mas lhe deu guarita.  Antes disso, num movimento desesperado,  o PT chegou a aprovar seu nome para o Senado.  Era tarde.

E que estrago Marília pode causar no processo eleitoral? Primeiro,  não é certo dizer a princípio que ela carrega os 25% de votos aferidos nos últimos levantamentos.  Mas tira mais votos de setores da Frente Popular e Danilo que da direita. O primeiro efeito,  tirar a possibilidade desejada pelo PSB de, alinhado com o Lulismo, resolver a fatura no primeiro turno.  Isso dá mais dramaticidade e tensão ao processo.

Lula já avisou que vai pedir votos pra Danilo Cabral.  Mas diante de sua batalha contra o Bolsonarismo,  não tem como nem porquê impedir Marília de invocar sua imagem e história.  Aliás,  ela já avisou que  “Lula não tem dono”. Assim, só o curso da campanha vai dizer até onde avança seu projeto e se há chances de disputar um lugar no segundo turno, hoje menores diante do cenário.

A primeira pesquisa após o seu anúncio já vai dar alguns elementos sobre que nível de campanha teremos em Pernambuco.  Mas já há uma certeza inquestionável: ela dá uma emoção diferente à peleja, no fato novo que surpreendeu essa pré-campanha.  Marília embaralha o jogo…

Duque não segue Marília

O ex-prefeito de Serra Talhada e pré-candidato a estadual, Luciano Duque, foi muito crítico do PT pelo gesto de rifar Marília Arraes. Mas, apesar do alinhamento com a ex-petista, Luciano não seguirá seus passos no Solidariedade. “Continuo no PT”, disse à Coluna. Assim, pede votos pra Danilo Cabral e cia.

Vereadores divididos 

Uma classe já tão enfraquecida, a dos vereadores, se permite ser massa de manobra política.  Esta semana, UVP e UVB-PE se dividiram. A União dos Vereadores de Pernambuco fez um evento acusado de levantar a bola de Danilo Cabral. E os oposicionistas estiveram no evento de Triunfo, com Raquel, Miguel e cia.

Ninguém viu

Até agora, apenas o candidato Anderson Ferreira não deu as caras no Sertão do Pajeú.  Já estiveram Danilo, Raquel, Miguel e Marília. Claro, cedo ou tarde deve aparecer. Não se constrói um projeto dessa magnitude sem pedir bênção à região.

Pai rebelde 

Pai do prefeito Luciano Bonfim, de Triunfo, o ex-prefeito Nêgo Bomfim não segue os passos do filho. Vota para estadual em Jarbas Filho e declarou que vai votar em Miguel Coelho para governador.

Mudança de planos 

No rádio corredor, aumentaram os rumores de que André de Paula, presidente estadual do PSD, será candidato ao Senado na Frente Popular. E o PT terá apenas a vice, com Teresa Leitão, que volta a ter o nome cotado. Carlos Veras disputaria novo mandato federal.  Será?

Pula pula

A uma semana para o fim da chamada “janela partidária”, ao menos 50 deputados já mudaram de partido. Em Pernambuco, só  pulou o Deputado Federal Augusto Coutinho, do Solidariedade para o Republicanos e Marília Arraes,  do PT para o Solidariedade.

Pau da gota

O presidente do Psol em Recife, Juliano Medeiros, desceu a lenha em Marília Arraes em evento neste sábado.   “Os eleitores pernambucanos perderam uma liderança que deixou as trincheiras da esquerda para se aliar a um partido que apoiou Temer e foi a favor do Golpe contra a presidenta Dilma. O Psol não se alia a qualquer um”, disse.

Com quem quer contar

Danilo Cabral tem infinitamente mais lideranças apoiando seu projeto em Pernambuco. Mas, nos eventos de Garanhuns e Triunfo,  Marília conversou com Irlando Parabólicas (prefeito de Santa Cruz da Baixa Verde); João Hermano (vice-prefeito de Triunfo); Lula Baião (ex-vice-prefeito de Triunfo); Alcindo Correia (vereador de Garanhuns); Djaci Marques (vereador de Triunfo); Fany Bernal e Marília Ferro (co-vereadoras de Garanhuns); Milena Araújo (vereadora de Abreu e Lima); Eudson Catão (ex-prefeito de Palmeirina); Jocelino Ferreira (vereador de Caetés); Robério Paes (liderança de Bom Conselho); Jânio Moraes (ex-vereador de Brejão); Waldir Araújo (ex-vereador de Abreu e Lima); Anselmo Martins (vereador e presidente da Câmara Municipal de Triunfo); Adeilton Patriota (ex-vereador de Triunfo); Valter Firmino (vereador de Santa Maria da Boa Vista) e Jocelino Ferreira (vereador de Caetés). Esses já estão no caderninho dela…

Frase da semana:

“O PSB tá morrendo de medo de disputar com a gente”.

De Marília Arraes (SD) no lançamento de sua pré-candidatura ao Governo de Pernambuco.

Outras Notícias

Novo aciona TSE para tentar suspender shows de apoio a Lula em três capitais

O Partido Novo acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) neste sábado (17) para pedir a suspensão de atos musicais previstos para domingo (18), no Rio de Janeiro, Salvador e Porto Alegre. A legenda alega que os eventos configurariam showmícios em apoio à candidatura de Lula (PT), prática proibida pela legislação eleitoral. O pedido envolve o […]

O Partido Novo acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) neste sábado (17) para pedir a suspensão de atos musicais previstos para domingo (18), no Rio de Janeiro, Salvador e Porto Alegre. A legenda alega que os eventos configurariam showmícios em apoio à candidatura de Lula (PT), prática proibida pela legislação eleitoral.

O pedido envolve o chamado Ato Musical pela Democracia, que terá apresentações de artistas em apoio ao presidente Lula durante a campanha do segundo turno.

Entre os eventos citados estão uma manifestação em Copacabana, no Rio de Janeiro, com Caetano Veloso e Djavan; um ato com trio elétrico em Salvador, com Daniela Mercury; e uma mobilização no Parque da Redenção, em Porto Alegre.

Na ação apresentada ao TSE, o Novo sustenta que as apresentações teriam caráter eleitoral e poderiam ser enquadradas como showmícios. A avaliação, no entanto, ainda depende de decisão da Justiça Eleitoral.

Além da suspensão dos eventos, o partido pede que os organizadores forneçam informações sobre contratos, pagamentos feitos aos artistas, gastos com divulgação e origem dos recursos utilizados nas apresentações.

O Novo também solicita multa de R$ 100 mil em caso de descumprimento de eventual ordem judicial.

Presidente nacional do partido, Eduardo Ribeiro afirmou que a legenda busca esclarecer a finalidade dos eventos e a origem dos recursos utilizados.

Os organizadores do ato previsto para Copacabana, 342 Artes e Mídia Ninja, afirmaram ao Metrópoles que a iniciativa tem como objetivo promover união em torno de temas como democracia, direitos, tolerância e valorização da cultura brasileira.

Até a publicação da matéria, não havia decisão do TSE sobre o pedido apresentado pelo Novo.

Fonte: Metrópoles
Foto: Reprodução

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José Sarney recebe alta após cirurgia abdominal no Maranhão

O ex-presidente José Sarney, de 96 anos, recebeu alta médica neste sábado (17), após permanecer nove dias internado no UDI Hospital, em São Luís. Ele passou por uma cirurgia abdominal para tratar uma obstrução intestinal. Sarney estava internado desde a sexta-feira (9), quando deu entrada no hospital com dores abdominais. Após avaliação clínica e exames […]

O ex-presidente José Sarney, de 96 anos, recebeu alta médica neste sábado (17), após permanecer nove dias internado no UDI Hospital, em São Luís. Ele passou por uma cirurgia abdominal para tratar uma obstrução intestinal.

Sarney estava internado desde a sexta-feira (9), quando deu entrada no hospital com dores abdominais. Após avaliação clínica e exames de imagem, o ex-presidente foi submetido a um procedimento cirúrgico para reversão de uma obstrução intestinal.

Depois da cirurgia, ele permaneceu inicialmente na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para acompanhamento pós-operatório. O procedimento, segundo boletim médico divulgado na ocasião, transcorreu sem intercorrências.

Neste sábado, a equipe médica informou que Sarney apresentou evolução clínica satisfatória e estava em condições de deixar o hospital. A orientação é que ele continue sob acompanhamento médico ambulatorial.

Esta foi a terceira internação do ex-presidente desde setembro. No dia 13 daquele mês, Sarney foi internado no mesmo hospital, em São Luís, para tratamento de uma pneumonia. Em 24 de setembro, ele deu entrada no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, para dar continuidade ao tratamento.

José Sarney foi presidente da República entre 1985 e 1990, no início do período de redemocratização do país. Também exerceu mandatos como governador do Maranhão e senador.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Mariana Campos/CB/D.A Press

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Coligação de Lula aciona ONU, PGE e PF e pede apuração sobre atuação da Meta nas eleições

A coligação Brasil Pronto pra Mais, que apoia a reeleição do presidente Lula (PT), anunciou neste sábado (17) que levou questionamentos sobre a atuação da Meta nas Eleições 2026 à ONU, à Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE) e à Polícia Federal (PF). O grupo pede a apuração de possíveis irregularidades envolvendo as plataformas da empresa e de […]

A coligação Brasil Pronto pra Mais, que apoia a reeleição do presidente Lula (PT), anunciou neste sábado (17) que levou questionamentos sobre a atuação da Meta nas Eleições 2026 à ONU, à Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE) e à Polícia Federal (PF). O grupo pede a apuração de possíveis irregularidades envolvendo as plataformas da empresa e de suspeitas relacionadas à campanha de Flávio Bolsonaro (PL).

Segundo nota divulgada pela coligação, o caso foi encaminhado a um relator da Organização das Nações Unidas e aos órgãos brasileiros para que sejam investigadas situações envolvendo o Instagram, Facebook e WhatsApp, plataformas controladas pela Meta.

Entre os pontos apresentados estão restrições enfrentadas pela campanha de Lula no impulsionamento de conteúdos no Instagram e diferenças identificadas no funcionamento de ferramentas de inteligência artificial da empresa.

A coligação afirma que a Meta AI teria recusado determinados pedidos para criação de conteúdos relacionados a Lula enquanto permitia solicitações semelhantes envolvendo Flávio Bolsonaro. A campanha também questiona o alcance de publicações e possíveis mecanismos de promoção de conteúdos relacionados ao candidato do PL.

Os acionamentos à PGE e à Polícia Federal incluem ainda pedidos de apuração sobre suspeitas de financiamento eleitoral irregular relacionado a conteúdos favoráveis a Flávio. As suspeitas, entretanto, ainda precisam ser investigadas e não significam comprovação de irregularidade.

A Meta nega ter atuado para favorecer ou prejudicar qualquer candidatura. A empresa atribuiu episódios relatados durante a campanha a falhas técnicas e contestou as acusações de parcialidade.

O tema já chegou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Nesta semana, a Corte determinou medidas relacionadas a restrições aplicadas à conta de anúncios da campanha de Lula, à análise de perfis considerados suspeitos e ao tratamento dado pela ferramenta de inteligência artificial às duas candidaturas.

Na decisão, o ministro Marco Aurélio Bellizze afirmou que não havia, naquele momento, elementos suficientes para concluir que a Meta tivesse manipulado deliberadamente a distribuição de conteúdos para favorecer um candidato.

A comunicação à ONU amplia a discussão para o âmbito internacional, enquanto PGE e PF deverão avaliar se existem elementos que justifiquem novas providências ou investigações no Brasil.

Fonte: Metrópoles
Foto: Cheng Xin/Getty Images

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Richarlison acusa Flávio Bolsonaro de envolvimento em disputa por ilha em Angra e pede investigação da PF

O atacante Richarlison acusou neste sábado (17) o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) de envolvimento na disputa pela posse de um imóvel em uma ilha de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. Em vídeo publicado nas redes sociais, o jogador pediu que a Polícia Federal investigue o caso. Segundo Richarlison, uma […]

O atacante Richarlison acusou neste sábado (17) o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) de envolvimento na disputa pela posse de um imóvel em uma ilha de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. Em vídeo publicado nas redes sociais, o jogador pediu que a Polícia Federal investigue o caso.

Segundo Richarlison, uma empresa ligada a ele adquiriu direitos de ocupação do imóvel entre 2020 e 2021, durante a pandemia de Covid-19. O negócio teria sido realizado em parceria com Alencar da Silveira Júnior, então presidente do América-MG, e Renato Velasco.

O jogador afirmou ter recebido propostas para vender o imóvel, inclusive de Flávio Bolsonaro, mas disse que recusou a negociação. Na versão apresentada por Richarlison, posteriormente a posse passou para uma empresa ligada ao advogado Willer Tomaz, amigo do senador.

“Eu não quis vender a ilha para ele. Como não quis, os caras pegaram na mão grande lá na Justiça”, afirmou Richarlison. O atacante disse ainda ter investido cerca de R$ 10 milhões no local e alegou não ter recebido de volta o valor aplicado.

A disputa judicial começou depois que uma empresa ligada ao jogador adquiriu direitos de ocupação da área. Posteriormente, a posse ficou com uma empresa vinculada a Willer Tomaz. Em junho de 2025, o Superior Tribunal de Justiça manteve entendimento favorável à empresa do advogado. As ações foram encerradas depois que os autores desistiram do processo.

Flávio Bolsonaro não aparece como parte no processo judicial. Em manifestações anteriores sobre o caso, a assessoria do senador negou qualquer vínculo dele com o imóvel e classificou as acusações como infundadas.

Richarlison pediu que a Polícia Federal apure as circunstâncias da disputa e afirmou que, caso consiga recuperar o dinheiro que diz ter investido, pretende destinar parte do valor ao hospital de Nova Venécia, no Espírito Santo, sua cidade natal.

Até o momento, não há informação de que a Polícia Federal tenha aberto investigação a partir do pedido feito pelo jogador.

Fonte: Folha de S.Paulo
Foto: Reprodução/Redes Sociais

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Intelectuais e ex-ministros, entre eles Ricupero e Reale Jr., assinam manifesto de apoio a Lula

Um grupo de intelectuais, economistas, acadêmicos e ex-integrantes de governos divulgou neste sábado (17) um manifesto de apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O documento reúne 15 signatários e apresenta críticas à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL). Intitulado “Pela democracia, pela estabilidade, pelo desenvolvimento com justiça social e ambiental e […]

Um grupo de intelectuais, economistas, acadêmicos e ex-integrantes de governos divulgou neste sábado (17) um manifesto de apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O documento reúne 15 signatários e apresenta críticas à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL).

Intitulado “Pela democracia, pela estabilidade, pelo desenvolvimento com justiça social e ambiental e pelo Brasil”, o documento foi apresentado durante encontro realizado no Sindicato dos Trabalhadores em Processamento de Dados e Tecnologia da Informação do Estado de São Paulo, na capital paulista.

Participaram da agenda o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e os ex-ministros Fernando Haddad (PT), Marina Silva (Rede) e Simone Tebet (PSB).

Entre os signatários estão o ex-ministro da Fazenda Rubens Ricupero, o jurista e ex-ministro da Justiça Miguel Reale Jr., o ex-ministro das Relações Exteriores Aloysio Nunes Ferreira, a economista Claudia Costin, o climatologista Carlos Nobre e o economista Eduardo Giannetti.

Também assinam o documento Beatriz Bracher, Beatriz Cardoso, Fabio Feldman, Floriano Pesaro, José Carlos Carvalho, José Carlos Dias, Izabella Teixeira, Rosiska Darcy de Oliveira e Oscar Vilhena.

No manifesto, o grupo afirma considerar que a reeleição de Lula oferece melhores condições para preservar o equilíbrio institucional, os direitos e as liberdades democráticas. Os signatários também apresentam críticas ao projeto político de Flávio Bolsonaro e apontam, na avaliação deles, riscos de retrocessos sociais e institucionais.

O texto ressalta, porém, que o apoio ao presidente não representa concordância integral com o atual governo. Os autores afirmam manter diferenças em relação a Lula e críticas à gestão, além de defenderem independência para continuar expressando essas posições.

Entre as prioridades mencionadas no documento estão crescimento econômico, geração de empregos, recuperação da capacidade industrial, inovação, agricultura de baixo carbono, educação, ciência e tecnologia.

O manifesto também aborda preservação ambiental, proteção de florestas e recursos hídricos, diversidade, direitos fundamentais e defesa do diálogo entre diferentes setores da sociedade.

Fonte: Diario de Pernambuco
Foto: Hyndara Freitas

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