Contratar um artista de R$ 1 milhão com dinheiro público é absurdo em qualquer município da região
A crítica da Coluna do Domingão à confirmação da contratação do cantor Xand Avião como principal atração da tradicional Festa de Setembro de 2026, em Tavares, segue rendendo debate. E que bom que é assim.
O anúncio foi feito pelo prefeito Coco de Odálio, e, segundo informações divulgadas, o cachê do artista gira em torno de R$ 1 milhão. A contratação rapidamente se tornou alvo de debates, principalmente diante dos desafios enfrentados pelo município em áreas consideradas essenciais.
A crítica foi de que Tavares apresenta indicadores preocupantes em setores como emprego e renda, infraestrutura econômica e desenvolvimento humano. Também são apontadas dificuldades históricas relacionadas à infraestrutura básica e ao saneamento, temas que frequentemente aparecem entre as principais demandas da população.
Nas redes sociais, defensores da realização do evento destacam a importância da Festa de Setembro para a economia local, e também as ações de Côco no município.
A discussão reacende um debate recorrente em diversos municípios brasileiros: o equilíbrio entre os investimentos em eventos culturais e festivos e as necessidades de áreas consideradas prioritárias pela população.
Tavares não virou uma cidade suíça após sua gestão. Tem inúmeras carências de infraestrutura e sociais. Ou seja, dizer o que foi feito não elimina o muito que precisa ser feito. E gastar de R$ 800 mil a R$ 1 milhão com um único artista com dinheiro público é sim um ataque ao bom senso administrativo.



O Superintendente da SUDENE, Danilo Cabral, o prefeito de São José do Egito Evandro Valadares e o Secretário Paulo Jucá estiveram em Solidão.
O ex-prefeito de Flores, Marconi Santana, confirmou ao blogueiro e parceiro Júnior Finfa em Brasília
Por Anchieta Santos















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