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Coluna do Domingão

Por Nill Júnior

Médicos, secretarias municipais e Estado negam “revisão de mortes” anunciada  por João Veiga

Não há como questionar a importância do médico cirurgião  João Veiga e sua doação à saúde do estado e especificamente do Pajeú, filho natal de Tabira que é.

Mas dito isso, é também um direito divergir de suas posições, principalmente quando levam a um nível de desinformação e confusão que atrapalham quem está tentando salvar vidas na região.

Não se trata de questionar sua declaração e defesa da hidroxicloroquina. Entre os que defendem e condenam, vale a máxima de que esse é de fato um assunto entre médico e paciente. Em suma, não é o presidente, o governador ou prefeito que vai obrigar ou desobrigar seu uso.

Mas vale um questionamento à declaração de que “das mortes da região, muitas serão revisadas”. Disse Veiga ao radialista Anchieta Santos: “Estamos analisando caso a caso. Eles estavam com o coronavirus, mas não morreram da Covid-19. Eles estavam com câncer, metástases e foi para o hospital e se contaminaram, eles não morreram da Covid-19. Testaram positivo, mas morreram do câncer”, afirmou.

Os negacionistas da Covid vibraram, soltaram foguetões, compartilharam a fole a fala de Veiga, sempre acrescida de um “tá vendo aí”?

Em suma, com tantos lutando pra salvar vidas no meio de uma pandemia desse tamanho, Veiga evidencia uma informação secundária, como se fosse importante discutir agora quem veio primeiro, se o ovo ou a galinha e cria uma confusão que segundo a grande maioria de seus colegas, OMS, ex-ministros da Saúde, não tem amparo na razoabilidade.

O que se escreve aqui tem por base a escuta de colegas de Veiga, como profissionais de infectologia e intensivista, profissionais de saúde que tratam a questão como unanimidade. Cravar que “não morreu de Covid” não deixa de ser em parte uma afirmação sem comprovação técnica que confunde e até desrespeita as vítimas.

Senão vejamos: se uma pessoa que morreu com diagnóstico de Covid e tinha como comorbidade câncer, como explicar que, sem a Covid ela viveria seis meses, um, dois, três anos? O que se pode tirar como conclusão é que a leitura minimiza, reduz, encurta o entendimento de que seus entes faziam questão desse tempo a mais junto de quem se foi.

Então, dizem médicos e Secretários de Saúde que discordam de Veiga, é a Covid que encurtou a vida, determinou a morte de quem debilitado já estava e não o contrário.

“Ele quer brincar de Deus?” – perguntou um Secretário médico da região. Pior é o sentimento de quem teve familiar levado pela Covid com essa informação. Há quem se pergunte se corpos serão exumados, o que obviamente não foi anunciado. Mas veja a confusão que se cria.

Não precisa nem falar nos jovens que a doença levou.  Só em São Paulo, entre jovens, crianças e adultos, em um recorte de um mês, foram mais de mil mortos.

Se agarrar portanto em um dado menor quando há farta informação do que evidencia o mal que a humanidade e especialmente o país está vivendo, é como olhar pra o Brasil x Alemanha e valorizar mais o 1 que o 7. Outra coisa é que não  há nenhum respaldo oficial  da declaração. “Estamos avaliando caso a caso”, disse. Quem representa o “estamos”? O blog foi atrás de autoridades e não achou resposta.

A Secretaria Estadual, as Secretarias municipais, ligadas a todos os “Ps”, pra evitar o imbecilizado debate ideológico, os hospitais privados, ninguém fala em “revisar”. A Secretaria Estadual de Saúde disse por assessoria à Coluna que não há nenhuma possibilidade ventilada de revisão dos casos. “Há protocolos rigorosamente seguidos”, informa.

O CONASS, Conselho Nacional de Secretários de Saúde,  repudiou recentemente declarações como essas, de que há iniciativa de “falsear” dados sobre óbitos atestados de Covid-19. Só o negacionismo de quão grave é o problema,  vindo essa semana de setores do “novo” Ministério da Saúde e a fala de Veiga, sustentam a informação.

“Além de ignorância sobre o tema, insulta a memória de todas aquelas vítimas indefesas desta terrível pandemia e suas famílias”, disse o Conselho em resposta.

Ao contrário, o que se atesta é a subnotificação. Problemas envolvendo a coleta e análise dos resultados de testes da Covid-19 podem ter sido responsáveis por uma diferença de até seis mil mortes nas estatísticas oficiais divulgadas pelo Ministério da Saúde. Isso do que passa oficialmente por análise. As mortes por SRAG dispararam nos registros.

Assim, e por fim, com todo respeito a Veiga, respeito às vítimas. Ele que diz com razão que “quem salva uma vida pode salvar o mundo”, deve saber também que uma frase mal colocada pode fazer o contrário. Desinformar também pode matar…

De zero a dez, zero

Nelly Sampaio,  presidente da Câmara de Tabira, disse que é zero a possibilidade de recuar e ser a candidata a vice de Flávio Marques.  Ou é candidata por via independente ou deve se alinhar ao grupo de Dinca Brandino.

O preço do desmantelo

Prova de que a política tem papel fundamental quando bem ou mal aplicada para minimizar ou agravar a situação: Patos (PB) teve sete prefeitos em três anos. Resultado do desmantelo,  um dos maiores números proporcionais de casos de Covid no país.

Transmissores

Até ontem, 61,5% dos casos de Covid-19 em São José do Egito eram de pessoas até 40 anos. É nessa faixa, com pessoas menos preocupadas com as consequências, que a circulação  do vírus chega aos mais vulneráveis.

#tamojunto

O presidente da Alepe, Eriberto Medeiros, promete apoio incondicional à pré-candidatura do ex-prefeito Romério Guimarães. O ex-petista continua sendo o nome mais forte na oposição para enfrentar o prefeito candidato Evandro Valadares (PSB).

Intolerância

A prefeitura de Tabira disse em nota que não vai mais detalhar idade e área de novos casos de Covid-19 para preservar mais a identidade dos pacientes. “Casos detalhados geraram ataques e preconceito”.

Divergentes

O presidente da Câmara de Carnaíba,  Gleybson Martins,  quer abertura imediata do comércio da cidade. O prefeito Anchieta Patriota diz que não há condições de abrir sem segurança e seguirá o plano gradual estadual.

A Santa espera

Prefeito da única cidade do Pajeú sem casos de Covid-19,  Djalma Alves disse que o turismo religioso, forte da cidade da gruta de Nossa Senhora de Lourdes, pode esperar em nome das vidas salvas. “Quando passar o povo da região vem agradecer à Santa”.

Se não cuidar…

O anúncio do plano de retomada das atividades do Estado pelo governo Câmara ajudou o despencar do isolamento social no interior, com a falsa impressão de que vamos voltar ao antigo normal. No Sertão , chegou a menos de 30% em algumas cidades.

Guerra guerreou…

Márcia Conrado finalmente saiu da pasta que a projetou em Serra Talhada e entra na rinha comum do pesado processo eleitoral. Vai enfrentar o jogo de veteranos como Carlos Evandro,  que tentará a seu estilo desestabilizar a petista. Na entrevista que deu à Pajeú, Márcia  garantiu que,  a seu jeito,  não levará desaforo pra casa.

Frase da semana:

“E se fosse o filho da patroa?”

Mensagem do movimento que cobra punição para Sari Gaspar Côrte Real, acusada da morte do garoto Miguel Otávio Santana da Silva, de 5 anos, filho da empregada Mirtes Renata Santana de Souza, em um prédio de luxo no Recife.

Outras Notícias

Idealizador da Lei da Ficha Limpa declara voto em Lula no segundo turno: “Convicção democrática”

O advogado e ex-juiz eleitoral Márlon Reis, um dos idealizadores da Lei da Ficha Limpa, declarou nesta quinta-feira (22) apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições presidenciais. Em manifestação nas redes sociais, o jurista justificou sua posição pela defesa da democracia, da Constituição Federal e do que classificou […]

O advogado e ex-juiz eleitoral Márlon Reis, um dos idealizadores da Lei da Ficha Limpa, declarou nesta quinta-feira (22) apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições presidenciais. Em manifestação nas redes sociais, o jurista justificou sua posição pela defesa da democracia, da Constituição Federal e do que classificou como compromisso com a verdade jurídica.

“Declaro meu apoio a Lula. Faço isso por convicção democrática, respeito à Constituição e compromisso com a verdade jurídica”, escreveu.

Na mesma publicação, Reis fez críticas ao candidato Flávio Bolsonaro (PL), afirmando que, em sua avaliação, o senador não demonstra compromisso com as necessidades da população que mais depende da atuação do Estado e das políticas sociais.

Márlon Reis é conhecido por sua participação na elaboração da Lei da Ficha Limpa, aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada em 2010. A legislação surgiu de uma iniciativa popular organizada pelo Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) e estabeleceu novas hipóteses de inelegibilidade para candidatos a cargos públicos.

O advogado também atuou como juiz eleitoral e participou de iniciativas voltadas ao combate à corrupção nas eleições e à fiscalização da conduta de agentes públicos.

Esta não é a primeira vez que o jurista manifesta apoio a Lula. No segundo turno das eleições de 2022, quando o petista disputou a Presidência contra Jair Bolsonaro (PL), Reis também declarou voto no candidato do PT, mencionando a defesa da democracia e o combate à discriminação.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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Datafolha: Em votos válidos, que excluem brancos, nulos e indecisos, ambos têm 50%

A pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (22) aponta empate numérico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) na disputa pelo segundo turno das eleições presidenciais. Os dois candidatos registram 50% dos votos válidos, a três dias da votação, marcada para domingo (25). O resultado mostra uma redução […]

A pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (22) aponta empate numérico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) na disputa pelo segundo turno das eleições presidenciais. Os dois candidatos registram 50% dos votos válidos, a três dias da votação, marcada para domingo (25).

O resultado mostra uma redução da diferença registrada no levantamento anterior, divulgado em 15 de outubro. Na ocasião, Flávio aparecia com 51% dos votos válidos, enquanto Lula tinha 49%, uma distância de dois pontos percentuais.

Com os novos números, Flávio oscilou um ponto percentual para baixo e Lula, um ponto para cima. As variações estão dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

A comparação com as três pesquisas realizadas pelo instituto após o primeiro turno mostra uma aproximação numérica entre os candidatos.

Em 8 de outubro, Flávio tinha 52% dos votos válidos, contra 48% de Lula. Uma semana depois, em 15 de outubro, a diferença caiu para 51% a 49%. Agora, ambos aparecem com 50%.

Os votos válidos desconsideram as respostas dos entrevistados que pretendem votar em branco ou nulo e daqueles que ainda não decidiram. Esse é o critério utilizado pela Justiça Eleitoral para determinar o resultado de uma eleição, embora os números das pesquisas não representem o resultado efetivo das urnas.

No cenário que considera todos os entrevistados, Flávio registra 47% das intenções de voto, enquanto Lula aparece com 46%. A diferença de um ponto percentual também configura empate técnico.

A pesquisa foi realizada entre os dias 20 e 22 de outubro, com 2.520 entrevistas presenciais em todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.

O levantamento foi contratado pela TV Globo e pela Folha de S.Paulo e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09709/2026.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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Datafolha: Flávio marca 47%, e Lula tem 46%; distância diminui a três dias da eleição

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (22) mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 47% das intenções de voto no segundo turno presidencial, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 46%. A diferença entre os candidatos caiu para um ponto percentual, dentro da margem de erro de dois pontos, configurando empate técnico. […]

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (22) mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 47% das intenções de voto no segundo turno presidencial, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 46%. A diferença entre os candidatos caiu para um ponto percentual, dentro da margem de erro de dois pontos, configurando empate técnico.

Na comparação com o levantamento anterior, divulgado em 15 de outubro, Flávio manteve os 47%, enquanto Lula oscilou de 45% para 46%. Com isso, a distância entre os candidatos passou de dois para um ponto percentual.

A aproximação também aparece na comparação com a primeira pesquisa realizada pelo Datafolha após o primeiro turno, divulgada em 8 de outubro. Na ocasião, Flávio registrava 49% das intenções de voto, contra 45% de Lula, uma diferença de quatro pontos percentuais.

Nas três rodadas, o candidato do PL passou de 49% para 47% e manteve esse percentual no levantamento mais recente. Já o presidente registrou 45% nas duas primeiras pesquisas e chegou agora a 46%.

As oscilações observadas estão dentro da margem de erro, não permitindo afirmar que houve uma mudança estatisticamente significativa nas preferências do eleitorado.

Os percentuais representam as intenções de voto totais, que consideram todos os entrevistados, incluindo aqueles que pretendem votar em branco ou nulo e os que ainda não decidiram em quem votar.

No cenário de votos válidos, que exclui essas respostas, o Datafolha registra empate numérico: Lula e Flávio aparecem com 50% cada. Na pesquisa anterior, Flávio tinha 51% e Lula, 49%.

O novo levantamento foi realizado após acontecimentos relevantes da campanha, como o avanço da proposta de fim da escala de trabalho 6×1 e o primeiro debate entre os candidatos no segundo turno, promovido pela Band no domingo (18).

A disputa também passou a concentrar discussões sobre o futuro do Bolsa Família, com questionamentos apresentados pela campanha petista sobre as propostas econômicas do adversário. Flávio nega que pretenda encerrar o programa.

O Datafolha entrevistou presencialmente 2.520 eleitores entre os dias 20 e 22 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

A pesquisa foi contratada pela TV Globo e pela Folha de S.Paulo e registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09709/2026.

O segundo turno da eleição presidencial será realizado neste domingo (25).

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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Irmã de Carla Zambelli declara voto em Lula: “Eu sou uma Zambelli que vota 13”.

A advogada e professora universitária Paula Zambelli Salgado Brasil, irmã da ex-deputada federal Carla Zambelli (PL), declarou apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições presidenciais, marcado para domingo (25). Em vídeo publicado nas redes sociais, ela explicou que decidiu tornar pública sua posição política, apesar das divergências com […]

A advogada e professora universitária Paula Zambelli Salgado Brasil, irmã da ex-deputada federal Carla Zambelli (PL), declarou apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições presidenciais, marcado para domingo (25). Em vídeo publicado nas redes sociais, ela explicou que decidiu tornar pública sua posição política, apesar das divergências com integrantes da própria família.

Paula afirmou que vinha evitando manifestações públicas sobre política desde 2020, quando passou a ser procurada por jornalistas em razão da projeção nacional de Carla Zambelli. Segundo ela, o silêncio deixou de ser uma alternativa diante do atual cenário eleitoral.

“Eu sei que esse silêncio tem um preço, e eu hoje não estou mais disposta a pagar”, declarou.

A professora explicou que aguardou o encerramento do primeiro turno para se posicionar, com a intenção de evitar possíveis prejuízos aos familiares. Ela também ressaltou que as divergências políticas não alteram seus sentimentos pela irmã, pela mãe e pelo irmão Bruno Zambelli (PL), deputado estadual de São Paulo.

“Eu tenho uma grande admiração pelas pessoas que eles são, mas eu penso diferente deles”, afirmou.

Paula também comentou a decisão de manter o sobrenome Brasil após seu divórcio, ocorrido há cerca de dez anos. Segundo ela, enquanto Carla passou a utilizar publicamente o sobrenome Zambelli em sua trajetória política, preferiu dar maior destaque ao sobrenome Brasil.

Ao justificar sua escolha eleitoral, a advogada mencionou preocupações com a liberdade de expressão, o respeito às diferenças e a convivência democrática.

“Quando a gente tem medo de falar o que a gente pensa, quando a gente corre risco por existir, por ser diferente, é preciso que as pessoas se pronunciem”, disse.

A manifestação ocorre em um contexto de posições políticas distintas dentro da família Zambelli. Carla é ligada ao bolsonarismo, enquanto Paula declarou apoio a Lula na disputa contra Flávio Bolsonaro (PL).

Em 2025, Paula já havia criticado publicamente o PL pelo que considerou falta de apoio à irmã diante dos processos judiciais enfrentados por Carla. Na ocasião, questionou a assistência jurídica e financeira oferecida pelo partido.

A declaração ocorre a três dias do segundo turno presidencial, que será disputado por Lula e Flávio Bolsonaro (PL).

Apesar das diferenças, a advogada reiterou que mantém os laços familiares e que sua decisão de voto não representa um rompimento pessoal com os parentes.

Fonte: Correio Braziliense
Imagem: Reprodução/Redes sociais

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Datafolha: aprovação de Lula sobe para 49%, enquanto desaprovação recua

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (22) mostra que 49% dos brasileiros aprovam o trabalho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto 48% desaprovam. Outros 2% não souberam responder. Os resultados configuram empate técnico, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais. O levantamento registra uma inversão numérica em relação à pesquisa anterior, […]

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (22) mostra que 49% dos brasileiros aprovam o trabalho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto 48% desaprovam. Outros 2% não souberam responder. Os resultados configuram empate técnico, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais.

O levantamento registra uma inversão numérica em relação à pesquisa anterior, divulgada em 15 de outubro. Na ocasião, 50% dos entrevistados desaprovavam o presidente, enquanto 48% aprovavam sua atuação.

Na comparação entre as duas rodadas, a aprovação oscilou um ponto percentual para cima, passando de 48% para 49%. Já a desaprovação caiu dois pontos, de 50% para 48%. O percentual dos que não souberam responder passou de 3% para 2%.

As variações estão dentro da margem de erro, não permitindo afirmar que houve uma mudança estatisticamente significativa na percepção dos entrevistados sobre o presidente.

O Datafolha também investigou a avaliação do governo federal. Nesse indicador, 36% consideram a gestão ótima ou boa, enquanto 39% a classificam como ruim ou péssima. Outros 24% avaliam o governo como regular.

Na pesquisa anterior, a avaliação positiva era de 35%, a negativa chegava a 41% e a regular somava 23%. Os números indicam oscilações de um ponto percentual na avaliação positiva e regular e de dois pontos na negativa.

A pesquisa foi realizada entre os dias 20 e 22 de outubro, com 2.520 eleitores entrevistados presencialmente em todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

O levantamento foi contratado pela TV Globo e pela Folha de S.Paulo e registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09709/2026.

Os dados foram divulgados a três dias do segundo turno da eleição presidencial, marcado para domingo (25).

Fonte: Datafolha
Foto: Reprodução

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