Coletiva de LW para falar de sua decisão sobre disputar ou não reeleição é adiada
Por Nill Júnior
O blog apurou que a coletiva que estava programada com o prefeito Wellington Maciel para esta sexta-feira foi cancelada.
A alegação é de problemas na agenda. Wellington esteve na assembleia da AMUPE nesta terça-feira.
A coletiva tem agenda política. Para muitos, cresceu a expectativa de que o gestor viesse anunciar sua desistência ou não da candidatura à reeleição.
Essa especulação ganhou força depois de duas pesquisas que indicaram uma rejeição entre 75% e 80% de sua gestão e uma baixa pontuação nos cenários eleitorais, bem abaixo de Zeca Cavalcanti e Madalena Britto, nas pesquisas IPEC e Múltipla.
Sábado, deve ser divulgada nova pesquisa do Instituto Opinião, em parceria com o Blog do Magno.
Assessores próximos do prefeito Wellington Maciel disseram não ter ideia da decisão a ser anunciada. “Ele não revelou pra ninguém. Sinceramente não faço ideia do que será colocado”, disse um aliado e colaborador da gestão em reservas ao blog.
A equipe gestora da Secretaria de Saúde de Petrolina se reuniu, nesta sexta-feira (17), para discutir a rede assistencial e planejar sua reorganização. Segundo a secretária de Saúde, Magnilde Albuquerque, o momento foi de planejamento para essa nova gestão. “Apresentamos a toda equipe a situação da pasta, seus entraves, superposição dos serviços e dificuldade de […]
A equipe gestora da Secretaria de Saúde de Petrolina se reuniu, nesta sexta-feira (17), para discutir a rede assistencial e planejar sua reorganização.
Segundo a secretária de Saúde, Magnilde Albuquerque, o momento foi de planejamento para essa nova gestão.
“Apresentamos a toda equipe a situação da pasta, seus entraves, superposição dos serviços e dificuldade de acesso dos munícipes. Após a apresentação, elaboramos, em conjunto, um planejamento estratégico para a rede”.
Ainda de acordo com a secretária, essas mudanças vão possibilitar o acolhimento, a facilidade no acesso e a humanização do serviço.
“A proposta de qualificar a assistência com protocolos, fluxos assistenciais e de acesso trará resolutividade e atendimento humanizado, com satisfação dos usuários”.
Com apenas 10 votos contra e duas abstenções, o fim da greve da Caixa foi aprovado por ampla maioria dos bancários. A deliberação foi retirada pela categoria em assembleia realizada no Sindicato dos Bancários de Pernambuco, nesta sexta-feira. Estima-se a participação de mais de 300 trabalhadores. Ontem, após 31 dias de paralisação, os bancários de […]
Com apenas 10 votos contra e duas abstenções, o fim da greve da Caixa foi aprovado por ampla maioria dos bancários.
A deliberação foi retirada pela categoria em assembleia realizada no Sindicato dos Bancários de Pernambuco, nesta sexta-feira. Estima-se a participação de mais de 300 trabalhadores.
Ontem, após 31 dias de paralisação, os bancários de outras agências de Pernambuco decidiram encerrar a greve, seguindo exemplo de outros estados. O atendimento ao público voltou nesta sexta-feira (7), com muito tumulto, filas e reclamação.
Apenas os funcionários da Caixa Econômica Federal ainda não haviam votado pelo fim ou continuidade do movimento.
A assembleia que havia encerrado a greve em outras agências havia ocorrido ontem. A categoria acatou nova proposta das empresas de 8% de reajuste salarial e abono de R$ 3,5 mil, além da garantia de conceder, no próximo ano, a reposição da inflação e 1% de aumento real, entre outros benefícios.
Também acontecem na mesma data as eleições das mesas diretoras das duas Câmaras de Vereadores. Por André Luis – Com informações de Marcello Patriota Em Itapetim, o prefeito reeleito, Adelmo Moura e o seu vice, Chico de Laura, ambos do PSB, além dos vereadores: Jordania Siqueira (PSB), Junio Moreira (PSB), Junior de Diogenes (PSB), Romão […]
Também acontecem na mesma data as eleições das mesas diretoras das duas Câmaras de Vereadores.
Por André Luis – Com informações de Marcello Patriota
Em Itapetim, o prefeito reeleito, Adelmo Moura e o seu vice, Chico de Laura, ambos do PSB, além dos vereadores: Jordania Siqueira (PSB), Junio Moreira (PSB), Junior de Diogenes (PSB), Romão de Piedade (PSB), Lailton Brito (PSB), Toinha (PSB), Bernardo (PTB), Silvanio de Salvador (PTB) e Edilene Lopes (PTB), tomam posse às 9h da manhã da próxima sexta-feira, 1º de janeiro de 2021.
Por medidas de segurança sanitária por conta da pandemia provocada pelo novo coronavírus, a solenidade acontece virtualmente.
Segundo o blog do Marcello Patriota, logo em seguida, às 10h, os nove vereadores se reúnem presencialmente na Câmara de Vereadores para a eleição da nova Mesa Diretora para o biênio 2021/2022, que segundo já divulgado terá como presidente a vereadora Jordânia Siqueira do PSB como presidente; júnior Moreira como vice-presidente e Júnior de Diógenes como 1º Secretário.
Em São José do Egito, a posse dos eleitos está marcada para às 17h do mesmo dia, na Câmara de Vereadores. Tomam posse, o prefeito reeleito, Evandro Valadares e o seu vice, Dr. Eclériston Ramos, ambos do PSB. E os vereadores: Henrique Marinho (PSB), Flávio Jucá (PSB), João de Maria (PSB), Mauricio Mendes (PSB), Patrícia de Bacana (PSB), Damião de Carminha (PSB), Beto de Marreco (PSB), Gerson Souza (PSB), Aldo da Clipsi (PP), Albérico Thiago (PP), Jota Ferreira (PP), Alberto de Zé Loló (PP) e David de Deus (MDB).
A solenidade não contará com a presença de público e será transmitida pelas redes sociais do poder legislativo.
Segundo a Câmara de Vereadores, a solenidade seguirá os protocolos sanitários estabelecidos por decreto municipal vigente devido a crescente dos números de casos da Covid-19.
Na mesma data, as 19h haverá a eleição para a nova mesa diretora, que comandará o Poder Legislativo para o próximo Biênio 2021/2022.
Segundo informação do Blog do Marcello Patriota, os vereadores: João de Maria, Gerson Souza, Maurício do São João e Patrícia de Bacana, fecharam acordo para a composição da nova mesa diretora.
Se nada mudar até lá, a nova composição será a seguinte: o presidente da Câmara será o vereador João de Maria (PSB), o vice será Gerson Souza, 1º Secretário Maurício do São João e 2ª Secretária Patrícia de Bacana.
Além dos integrantes da Mesa Diretora, também votarão nesta chapa os vereadores de oposição: Alberico Tiago, Aldo da Clipsi, Alberto de Zé Loló e Jota de Agostinho, todos do PP e oposição ao governo Evandro Valadares (PSB).
Em mais uma ação junto às gestantes inseridas no Programa Criança Feliz, a secretária de Assistência Social, Raquel Torres, realizou a entrega de kits maternidade para as vinte e duas futuras mães, que são acompanhadas pela equipe do programa. Para reforçar o enxoval das grávidas, foram entregues kits contendo itens essenciais para os primeiros meses […]
Em mais uma ação junto às gestantes inseridas no Programa Criança Feliz, a secretária de Assistência Social, Raquel Torres, realizou a entrega de kits maternidade para as vinte e duas futuras mães, que são acompanhadas pela equipe do programa.
Para reforçar o enxoval das grávidas, foram entregues kits contendo itens essenciais para os primeiros meses dos bebês, a exemplo de banheira, roupas, toalha de banho, fraldas, mamadeiras e materiais de higiene.
Antes de distribuir os kits, Raquel promoveu um momento de diálogo com as gestantes, onde falou sobre a importância do pré-natal na gravidez e os cuidados necessários para o desenvolvimento das crianças na primeira infância.
“Foi um momento de acolhimento e de diálogo, onde reforçamos que a Secretaria de Assistência Social, está de braços abertos e de prontidão para ajudá-las no que for preciso neste período que merece uma atenção especial.”, frisou Raquel.
A Alepe aprovou nesta quarta (13), em dois turnos, a proposta do Governo do Estado que busca redefinir o cálculo do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) a ser repassado anualmente aos municípios. O Projeto de Lei (PL) n° 1506/2023, alterado por emendas do Poder Executivo e da Comissão de Justiça, cria […]
A Alepe aprovou nesta quarta (13), em dois turnos, a proposta do Governo do Estado que busca redefinir o cálculo do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) a ser repassado anualmente aos municípios. O Projeto de Lei (PL) n° 1506/2023, alterado por emendas do Poder Executivo e da Comissão de Justiça, cria um mecanismo de compensação para garantir que todas as cidades pernambucanas tenham, em 2024, no mínimo a mesma receita arrecadada em 2023.
Para que isso ocorra, a matéria altera o peso dos atuais critérios de distribuição, que envolvem tamanho populacional, ações ambientais e desempenho educacional, por exemplo. A principal mudança refere-se à redução de 75% para 65% no peso do valor agregado (contribuição econômica de cada cidade em comparação com o total do Estado) para a construção do indicador final da divisão.
A proposta gerou debate nas últimas semanas, já que algumas prefeituras que teriam acréscimo de arrecadação no próximo ano deixarão de tê-lo ou receberão em menor valor, a fim de garantir mais verba aos municípios que, em razão da baixa atividade econômica, perderiam mais receita.
Comissões
A emenda da Comissão de Justiça, apresentada pelo relator Eriberto Filho (PSB) durante a Ordem do Dia, busca minimizar as perdas, beneficiando 23 municípios com menos de 30 mil habitantes que seriam os principais penalizados com a nova fórmula. Para isso, concede a eles R$ 14 milhões provenientes dos ganhos de ICMS que teriam as maiores economias do Estado, como Cabo de Santo Agostinho, Ipojuca e Recife, na Região Metropolitana, e Goiana, na Mata Norte. “São as cidades pequenas que mais precisam dos repasses, visto que não têm outras fontes de receitas”, argumentou o deputado ao ler o parecer em Plenário.
Presidente da Alepe, Álvaro Porto (PSB) explicou que metade dos R$ 14 milhões foi disponibilizada pelo prefeito do Recife, João Campos, que abriu mão de parte dos R$ 42 milhões que vai receber a mais de repasse de ICMS no próximo ano. “A matéria seria votada da forma como encaminhada pelo Governo. Entretanto, liguei para João Campos e ele concordou em ajudar neste processo. Não fez questão nenhuma, mesmo com perda de receita para o Recife”, registrou.
Relator do PL nº 1506 na Comissão de Finanças, o deputado Lula Cabral (Solidariedade) emitiu parecer pela rejeição da proposta, também no Plenário. Na avaliação dele, o texto prejudica 35 cidades, especialmente aquelas de maior atividade econômica, que deixariam de receber R$ 314 milhões no total. Ele argumentou que os gestores terão frustrados os planejamentos feitos para o próximo ano.
“Em 2024, o Estado vai ter um acréscimo de R$ 2,3 bilhões na arrecadação e, mesmo assim, não vai conceder um centavo para compensar as perdas destes municípios. Ele jogou a bomba para estourar nos municípios que mais produzem”, argumentou. O parecer dele, entretanto, foi rejeitado pela maioria dos membros do colegiado. Lula Cabral votou contra a matéria na Ordem do Dia.
O presidente da Comissão de Assuntos Municipais, deputado José Patriota (PSB), emitiu relatório favorável ao PL junto às duas emendas. Ele lembrou que o texto foi construído após longa discussão de um grupo de trabalho envolvendo a gestão estadual, a Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), além da própria Alepe. Segundo o parlamentar, dos 184 municípios pernambucanos, 172 terão ganho real de arrecadação, cabendo a 12 cidades “entrar com uma cota maior de sacrifício”.
Discussão
Outros deputados posicionaram-se sobre a proposta ao longo da Reunião Plenária. Jeferson Timóteo (PP) afirmou, durante o Pequeno Expediente, que a projeção de Cabo de Santo Agostinho seria arrecadar R$ 68 milhões em ICMS no próximo ano, valor reduzido a R$ 8 milhões com o PL do Governo. Ele defendeu uma proposta que garantisse um período de transição de dez anos para realizar a mudança nos critérios. Jeferson Timóteo também votou contra a matéria na Ordem do Dia.
Waldemar Borges (PSB), por sua vez, elogiou a postura do prefeito João Campos. Na avaliação dele, o gestor “agiu como estadista”, ao entender que não havia justiça em Recife ganhar, enquanto Quixaba, no Sertão do Pajeú, por exemplo, teria prejuízos na repartição das receitas.
Antônio Moraes (PP) destacou que o aumento da alíquota do ICMS de 18% para 20,5%, aprovado pela Casa em setembro deste ano, ajudou na arrecadação dos municípios. “Na época, o aumento foi muito criticado, mas se a gente não tivesse aprovado, as prefeituras que estão em dificuldade hoje estariam em situação muito pior”, avaliou.
Para Sileno Guedes (PSB), o Governo do Estado falhou em não conseguir fazer uma distribuição equilibrada do imposto para todos os municípios em sua proposta original. Ele elogiou os esforços da Alepe e da Amupe em discutir a proposta para garantir uma distribuição mais justa dos recursos. João Paulo Costa (PCdoB) também parabenizou os colegas pelos trabalhos e considerou importantes os ajustes para que as cidades menores possam garantir a prestação dos serviços à população.
Doriel Barros (PT) ressaltou que os municípios que se consideraram prejudicados, como Cabo de Santo Agostinho, são os que recebem maiores investimentos do Governo Federal. Cléber Chaparral (União) elogiou a emenda apresentada por Eriberto Filho que, segundo o parlamentar, evitou perdas para o município de Orobó, no Agreste Setentrional, cidade da qual foi prefeito por dois mandatos.
Joãozinho Tenório (Patriota) e o líder do Governo, Izaías Régis (PSDB), destacaram a preocupação da governadora em fazer uma repartição mais justa.
Bônus Livro
Outra proposta do Governo do Estado acatada pelos deputados, em duas discussões, foi a criação do Bônus Livro, benefício financeiro para aquisição deste item por servidores da Secretaria de Educação e Esportes. O PL nº 1487/2023 prevê o pagamento de um auxílio anual de R$ 1 mil para professores e de R$ 500 para os demais servidores, que será concedido tanto para servidores efetivos como para contratados por tempo determinado.
A matéria recebeu um Substitutivo da Comissão de Educação, proposta pela deputada Dani Portela (PSOL). Ele prevê a concessão do auxílio não apenas na ocasião de feiras de livros organizadas pela Secretaria estadual de Educação, como também naquelas promovidas pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) ou por organizações sem fins lucrativos. Para corrigir um vício de inconstitucionalidade do Substitutivo, a Comissão de Justiça acrescentou duas emendas com correções textuais ao PL nº 1487.
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