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Climão: Madalena Britto ignora LW em postagem sobre vinda de Câmara

Por Nill Júnior

A ex-prefeita de Arcoverde, Madalena Britto (PSB) não fez referência ao prefeito Wellington Maciel em seu agradecimento numa rede social por conta da passagem do governador Paulo Câmara em Arcoverde sexta passada.

“Alguns registros da visita do Governador Paulo Câmara na nossa cidade na última sexta-feira, 20 de maio de 2022. Ao lado de grandes amigos como o deputado federal Fernando Monteiro, o nosso pré-candidato a Governador Danilo Cabral  e da prefeita de Serra Talhada Márcia Conrado”, disse, sem citar LW.

E seguiu: “Tivemos um dia de grande alegria com a assinatura de ordens de serviço para a nossa amada Arcoverde continuar se desenvolvendo e proporcionando uma melhor qualidade de vida para a população”.

Nos bastidores, não é segredo que Madalena trata LW como ingrato pela suposta quebra de acordos firmados com a ex-gestora, que lhe apoiou em uma eleição das mais complicadas e equilibradas da história. Aliás, queixa de outros aliados que atuaram e se doaram na campanha.

Outras Notícias

Sintepe aprova ações judiciais para garantir direitos dos profissionais da educação

O Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação de Pernambuco (Sintepe) anunciou, em um vídeo divulgado nas redes sociais, a aprovação de duas importantes ações judiciais em defesa dos direitos da categoria. A decisão foi tomada durante a Assembleia Geral realizada nesta quinta-feira (19), e comunicada pela presidenta do sindicato, Ivete Caetano. No vídeo, Ivete […]

O Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação de Pernambuco (Sintepe) anunciou, em um vídeo divulgado nas redes sociais, a aprovação de duas importantes ações judiciais em defesa dos direitos da categoria. A decisão foi tomada durante a Assembleia Geral realizada nesta quinta-feira (19), e comunicada pela presidenta do sindicato, Ivete Caetano.

No vídeo, Ivete detalhou as medidas aprovadas. A primeira ação judicial visa reivindicar os juros e rendimentos das três parcelas dos precatórios do Fundef, referentes aos recursos destinados à educação. Esses valores, segundo o sindicato, devem ser garantidos aos profissionais da educação como parte dos seus direitos trabalhistas.

Além disso, o Sintepe também aprovou a ação coletiva declaratória intitulada “Fundeb Previdência”. 

A iniciativa contesta a utilização, pelo governo, de 70% dos recursos do Fundeb para cobrir encargos patronais. Conforme explica Ivete Caetano, a lei não permite esse tipo de uso, e o sindicato, em conjunto com outras entidades e a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), está mobilizando essa ação judicial para barrar a prática.

“Ao aprovarmos essas duas ações de peso, continuamos a luta pelos direitos da nossa categoria”, afirmou a presidenta do Sintepe. Ela ainda alertou para possíveis golpes e reforçou que a adesão às ações deverá ser feita exclusivamente por meio de uma plataforma que será lançada no site oficial do Sintepe.

Presidência analisa 417 obras apresentadas por governadores e governadoras de todo o país

Desde o encontro com o presidente Lula em janeiro, Casa Civil já realizou 27 reuniões com representantes de cada estado; projetos incluem rodovias, saneamento, hidrovias, ferrovias e até prevenção a desastres A  Casa Civil da Presidência da República está analisando as 417 obras apresentadas pelos 27 governadores e governadoras de todo o país. Desde a […]

Desde o encontro com o presidente Lula em janeiro, Casa Civil já realizou 27 reuniões com representantes de cada estado; projetos incluem rodovias, saneamento, hidrovias, ferrovias e até prevenção a desastres

A  Casa Civil da Presidência da República está analisando as 417 obras apresentadas pelos 27 governadores e governadoras de todo o país. Desde a reunião do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, no dia 27 de janeiro, com todos os chefes dos executivos locais, técnicos do órgão realizaram 27 reuniões individuais com representantes de cada unidade da federação.

As obras apresentadas pelos estados constituem o primeiro passo para a organização da carteira de investimentos do governo federal em infraestrutura, com recursos públicos e privados. Essas obras integrarão um plano nacional de investimentos do governo federal e serão monitoradas por um sistema coleta de propostas e de monitoramento já criado pela Casa Civil.

Do total de 417 obras, cuja análise será concluída em abril, 136 são em rodovias (pavimentação, duplicação, entre outras), 60 relacionadas à segurança hídrica (barragens e sistema adutor, por exemplo), 32 de mobilidade urbana (construção de BRTs, corredores de ônibus etc), 21 relativas à modernização de aeroportos regionais, 21 para saneamento e 16 ferrovias (criação e expansão). 

Além dessas, há projetos para hidrovias, equipamentos sociais, comunicação e prevenção a desastres, entre outros.

Apoio de Márcia Conrado a João Campos é caminho sem volta

No comentário que tenho no Sertão Notícias, da Cultura FM, avalio que é caminho sem volta o apoio de Márcia Conrado a João Campos. Primeiro, pelo desgaste de relação e perda de espaço com Raquel Lyra.  Segundo, porque essa situação deriva da decisão de Márcia de seguir o PT, que caminha para a aliança com […]

No comentário que tenho no Sertão Notícias, da Cultura FM, avalio que é caminho sem volta o apoio de Márcia Conrado a João Campos.

Primeiro, pelo desgaste de relação e perda de espaço com Raquel Lyra.  Segundo, porque essa situação deriva da decisão de Márcia de seguir o PT, que caminha para a aliança com o PSB.

A essa altura, a selfie bomba de João, Márcia, Breno Araújo e Marília Arraes já circula pelos corredores do Palácio do Campo das Princesas. Márcia definitivamente já é tida como adversária política.

O anúncio só não foi cravado porque a prefeita espera a definição e anúncio do seu partido, em respeito à hierarquia. Veja no comentário de hoje:

Contas bancárias no Caso Flávio Bolsonaro indicam rachadinhas nos gabinetes de Jair e Carlos

A quebra de sigilos bancário e fiscal de pessoas e empresas ligadas ao senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) revela indícios de que o esquema da rachadinha também ocorria nos gabinetes do pai, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), quando este era deputado federal, e do irmão, o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ). Os dados apontam ainda a […]

A quebra de sigilos bancário e fiscal de pessoas e empresas ligadas ao senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) revela indícios de que o esquema da rachadinha também ocorria nos gabinetes do pai, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), quando este era deputado federal, e do irmão, o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ).

Os dados apontam ainda a existência de transações financeiras suspeitas realizadas pela segunda mulher do presidente, Ana Cristina Siqueira Valle.

UOL teve acesso às quebras de sigilo em setembro de 2020, quando ainda não havia uma decisão judicial contestando a legalidade da determinação da Justiça fluminense, e veio, desde então, analisando meticulosamente as 607.552 operações bancárias distribuídas em 100 planilhas -uma para cada um dos suspeitos.

O STJ (Superior Tribunal de Justiça) anulou o uso dos dados resultantes das quebras de sigilos no processo contra Flávio, mas o Ministério Público Federal recorreu junto ao STF (Supremo Tribunal Federal). O UOL avalia que há interesse público evidente na divulgação das informações que compõem estas reportagens.

Procurados desde quarta-feira (10) por email, telefone e mensagem de WhatsApp, Jair, Flávio e Carlos Bolsonaro não responderam aos questionamentos da reportagem. Em quatro reportagens publicadas hoje, o UOL detalha uma série de operações suspeitas de assessores da família Bolsonaro, caracterizadas pelo uso de grandes volumes de dinheiro em espécie. Veja reportagem na íntegra clicando aqui.

A encruzilhada política em que entrou o Brasil

A nova pesquisa Quaest, divulgada na última semana, mostra como dado mais impressionante que 66% dos brasileiros são contra a candidatura do presidente Lula (PT) à reeleição em 2026. Enquanto isso, 65% dizem que Bolsonaro (PL) também deveria abrir mão de concorrer e apoiar outro candidato. Só 32% apoiam candidatura de Lula à reeleição, e […]

A nova pesquisa Quaest, divulgada na última semana, mostra como dado mais impressionante que 66% dos brasileiros são contra a candidatura do presidente Lula (PT) à reeleição em 2026.

Enquanto isso, 65% dizem que Bolsonaro (PL) também deveria abrir mão de concorrer e apoiar outro candidato.

Só 32% apoiam candidatura de Lula à reeleição, e 26%, a de Bolsonaro.

Mais uma vez,  Lulismo e Bolsonarismo vão se encontrar nas urnas e a população vai definir pelo menos rejeitado.

Isso porque mesmo se Bolsonaro não puder concorrer, vai ter um nome alinhado à sua vontade e não de um determinado modelo político: não for ele, será Michelle Bolsonaro ou outro nome do seu espectro.  Bolsonaro não considera nem Tarcísio de Freitas, o mais moderado dos quadros próximos a ele.

Já do lado de Lula, o único caminho parece ser melhorar a popularidade até ano que vem. Como o PT não confia em ninguém fora dos seus quadros – vide o que fez com Ciro Gomes e a arapongagem com Eduardo  –  lhe resta praticamente zero opção.  Haddad,  o candidato de 2018, sangra diante das dificuldades de implementar sua agenda econômica, paga o preço da má comunicação no episódio do pix e do IOF.

O mais complicado,  não aparece ninguém com um real projeto de pais que rompa a bolha da polarização.  Ciro Gomes,  por exemplo,  vice tentando,  em vão.

Isso sem contar em uma Câmara e um Senado em.sua maioria fisiologista,  com único olhar para carcomer o país economicamente,  acabar a pauta ambiental e desequilibrar a relação entre os poderes.  Não é errado dizer que o Congresso manda no país com orçamento secreto,  derrubada de vetos e imposição de pautas anti nacionais.

Ou seja, o Brasil chegou a uma enorme encruzilhada sobre seu futuro.