Chapa do PDT com terceira via enfraquece Paulo Câmara e Jarbas no Agreste
Por André Luis
Do blog de Jamildo
Para alguns analistas políticos locais, a formação de uma terceira via, com o PDT de Ciro Gomes, o Avante e o Pros, que já havia declarado apoio a Marília Arraes, antes de ser defenestrada, pode acabar prejudicando a chapa do governador Paulo Câmara, do PSB.
Além de diluir o voto, forçando um segundo turno, como se esperava de Marília Arraes, a conformação da chapa com os caciques do PDT do Agreste pode tirar votos da Frente Popular.
“Os votos do Agreste que iriam para Jarbas e Paulo podem não ir mais”, cita um aliado, avaliando o impacto da definição dos nomes de Wolney Queiroz e José Queiroz no palanque da terceira via.
Ciro Gomes havia prometido retaliar a chapa de Paulo Câmara, depois que os socialistas aceitaram uma composição com o PT e PC do B a nível nacional. Nesta dança, Ciro Gomes foi posto de lado, de modo a forçar uma subordinação ao PT.
Na chegada da convenção, Sileno Guedes disse que tá conversando com PDT e PROS. Mais: que ainda está tentando atrair para chapa, porque tem relação histórica com Wolney e Zé Queiroz.
A confirmação da saída também significa perda de tempo para a coligação socialista.
Ismar Batista de Aguiar também ficou inelegível e pagará multa de 15 mil UFIRs A 54ª Zona Eleitoral de Brejo da Madre de Deus, em resposta à ação de investigação judicial eleitoral proposta pelo Ministério Público Eleitoral (MPE), determinou a cassação do diploma, assim como declarou inelegível, o vereador Ismar Batista Aguiar (PSL) por captação […]
Ismar Batista de Aguiar também ficou inelegível e pagará multa de 15 mil UFIRs
A 54ª Zona Eleitoral de Brejo da Madre de Deus, em resposta à ação de investigação judicial eleitoral proposta pelo Ministério Público Eleitoral (MPE), determinou a cassação do diploma, assim como declarou inelegível, o vereador Ismar Batista Aguiar (PSL) por captação ilícita de sufrágio e abuso do poder econômico ocorridos durante a eleição municipal de 2020.
De acordo com as evidências coletadas pelo MPE, em 6 de novembro de 2020, Ismar visitou Ingrite de Souza Silva com o intuito de fazer campanha eleitoral, mas praticou compra de votos na ocasião.
Em determinado momento, ele colocou a mão no bolso da calça e retirou, ao que tudo indica, uma certa quantia em dinheiro e a entregou nas mãos da eleitora com o fim de obter o seu voto. Como prova, o MPE anexou ao processo um vídeo que comprova a oferta em dinheiro.
Na gravação, Ismar afirma que daria R$ 100 a cada membro da família de Ingrite em troca de votos.
“Pode-se conceituar o abuso de poder econômico gerador da incidência do dispositivo legal como a transmutação do voto em instrumento de comércio. Ou seja, é a compra, direta ou indiretamente, da liberdade de escolha dos eleitores, violando-se, desta forma, a normalidade e a legitimidade do processo eleitoral”, salientou o promotor eleitoral da 54ª Zona, Antônio Rolemberg, autor da ação de investigação judicial eleitoral.
“O candidato resolve utilizar-se do poder econômico como principal via de convencimento dos eleitores, transbordando da viabilização normal de uma campanha eleitoral e cooptando o eleitorado com vantagens (ou promessas de vantagens) econômicas de ocasião (como uma cesta básica, uma certa quantia em dinheiro, a promessa de um emprego etc.), com isso caracterizando o abuso. Agindo assim, o candidato menospreza o papel e o poder do voto como instrumento de cidadania em sua plenitude, levando o eleitor necessitado a alienar a sua liberdade de escolha e o seu poder de influir na formação de seu Governo”, pontuou o promotor eleitoral.
“Assistindo-se à gravação se evidencia que Ismar, expressamente, pede apoio político aos três segundos do vídeo e, logo após, pergunta quantos votos são, informando que dará R$ 100,00 a cada um. Ademais, a gravação audiovisual não é a única prova acostada aos autos. Há também degravação do vídeo, bem como audiência instaurada pelo Parquet, decorrente de Procedimento Preparatório Eleitoral. Nesse sentido, analisando o conjunto probatório dos autos e todas as circunstâncias do caso assistem razão aos autores quando imputam a Ismar Batista Aguiar a conduta de abuso de poder econômico, assim como também quando atribui a prática de captação ilícita de sufrágio”, concluiu o juiz eleitoral Altino Conceição da Silva.
Ao vereador cassado também foi imposta a multa individual de 15 mil UFIRs.
G1 O ex-ministro do Planejamento Paulo Bernardo foi liberado e deixou a sede da Polícia Federal (PF) em São Paulo na noite desta quarta-feira (29). Outros sete investigados por suposta participação em esquema milionário de propina também deixaram o prédio na Lapa, Zona Oeste da capital paulista, por volta das 22h30. Todos estavam sem tornozeleira […]
O ex-ministro do Planejamento Paulo Bernardo foi liberado e deixou a sede da Polícia Federal (PF) em São Paulo na noite desta quarta-feira (29). Outros sete investigados por suposta participação em esquema milionário de propina também deixaram o prédio na Lapa, Zona Oeste da capital paulista, por volta das 22h30. Todos estavam sem tornozeleira eletrônica. Dois suspeitos detidos na Operação Custo Brasil, um desdobramento da Lava Jato, continuam presos.
Ao sair, o ex-ministro foi questionado se suas despesas pessoais foram pagas por meio de um contrato com a Consist, empresa que, segundo o Ministério Público Federal (MPF), desviou R$ 100 milhões dos funcionários públicos federais que fizeram empréstimos consignados.
“Isso não procede, não tem o menor cabimento. Minhas despesas pessoais são pagas com meu salário e parece que as acusações são todas baseadas nas delações do senhor Alexandre Romano e, no meu caso, à delação do senador Delcídio do Amaral”, disse. “Com certeza vai haver discussão sobre essas delações, porque parece que houve muita manipulação nisso aí.”
Ex-vereador de São Paulo, Alexandre Romano foi preso durante a Operação Lava Jato e teve delação premiada homologada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Ele disse que a propina recolhida a partir de contrato da Consist e com o Ministério do Planejamento era dividida entre ele, o ex-ministro Paulo Bernardo e o PT, por meio do ex-tesoureiro João Vaccari Neto. Já Delcídio disse que a relação do ex-ministro com a Consist vinha desde a época em que era secretário da Fazenda do Mato Grosso do Sul, entre 1999 e 2000.
De acordo com a Procuradoria, o Grupo Consist cobrava mais do que deveria e repassava 70% do seu faturamento para o PT e para políticos. A propina paga entre 2009 e 2015 teria chegado a cerca de R$ 100 milhões.
“O Mistério do Planejamento não tem nenhum contrato com a Consist. A Consist foi contratada pela associação de bancos e pelo sindicato das entidades de previdência complementar. Portanto, esse contrato é estranho, não tem nada a ver com o Ministério do Planejamento”, acrescentou Bernardo.
A situação crítica em que a estiagem e a baixa de reservatórios deixaram o Polo de Confecções do Agreste do Estado foi objeto de uma conversa entre o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), e o ministro da Integração Nacional, Gilberto Occhi. Paralelamente a uma audiência pública no Senado sobre transposição do rio […]
A situação crítica em que a estiagem e a baixa de reservatórios deixaram o Polo de Confecções do Agreste do Estado foi objeto de uma conversa entre o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), e o ministro da Integração Nacional, Gilberto Occhi. Paralelamente a uma audiência pública no Senado sobre transposição do rio São Francisco, os dois conversaram sobre a necessidade de ajuda à região.
Humberto levou a Occhi a preocupação dos pernambucanos que vivem das atividades do Polo, especialmente os moradores de Santa Cruz do Capibaribe e de Toritama, de que a falta d´água prejudique a atividade econômica dos municípios atingidos.
“É uma situação de calamidade, que precisa de intervenção urgente do Governo Federal. Sem água, as empresas começam a parar, a atividade produtiva reduz e a consequência é o desemprego”, afirmou o líder do PT.
O ministro da Integração Nacional informou que pediu, para a manhã desta quinta-feira (21), uma reunião na Casa Civil da Presidência da República para tratar especificamente do tema. “O ministro nos deu garantias de que, para resolver emergencialmente a questão, vamos ter o apoio de carros-pipas para as áreas urbanas daquelas cidades, bem como a viabilização das chamadas adutoras de montagem rápida, que devem minorar os efeitos dessa estiagem”, explicou Humberto.
A direção do Afogados da Ingazeira FC, definiu na manhã desta segunda-feira sua primeira contratação para a temporada 2019. Trata-se do velho conhecido da torcida tricolor, o técnico Pedro Manta, que retorna ao Afogados após conquistar o titulo da Série A2, pelo Petrolina. Essa será a quarta passagem do treinador pelo Afogados. Pedro Manta foi […]
Pedro Manta conquista o sexto acesso em Pernambuco — Foto: Emerson Rocha
A direção do Afogados da Ingazeira FC, definiu na manhã desta segunda-feira sua primeira contratação para a temporada 2019. Trata-se do velho conhecido da torcida tricolor, o técnico Pedro Manta, que retorna ao Afogados após conquistar o titulo da Série A2, pelo Petrolina.
Essa será a quarta passagem do treinador pelo Afogados. Pedro Manta foi o técnico responsável pelo acesso do clube a elite do Futebol Pernambucano em 2016. O treinador também comandou o equipe na temporada 2017 e 2018.
Nos próximos dias, a direção deve divulgar o nome dos primeiros jogadores que irão compor o elenco da Coruja. A apresentação oficial de todo elenco está marcada para o dia 17 de Dezembro.
Manta teve peito. Após a conquista com a equipe petrolinense, foi forte a pressão para que continuasse a frente do clube. “Já tinha dado minha palavra”, disse o treinador, admitindo que havia apelo da torcida e comissão técnica para continuar no Petrolina.
Manta conseguiu o sexto acesso no Campeonato Pernambucano, o segundo do treinador com o Petrolina. ainda no calor do título, não quis dar a má notícia de cara. “O futuro a deus pertence”, limitou-se a dizer.
Policiais precisaram de viaturas e microônibus para levar jovens à Delegacia. Do total envolvido na farra, quase 90 foram detidos. Um paredão de som foi apreendido Em Calumbi, uma farra indo contra as orientações do decreto estadual gerou uma ação da PM que precisou até de um microônibus da PM para suporte. Dezenas de pessoas, […]
Policiais precisaram de viaturas e microônibus para levar jovens à Delegacia. Do total envolvido na farra, quase 90 foram detidos. Um paredão de som foi apreendido
Em Calumbi, uma farra indo contra as orientações do decreto estadual gerou uma ação da PM que precisou até de um microônibus da PM para suporte. Dezenas de pessoas, a grande maioria jovens, foram flagrados na festa clandestina no Distrito de Roças Velhas.
Chega-se a falar em quase 300 jovens. Era possível ver muitos deles sentados na calçada enquanto aguardavam para ser levados à Delegacia do município. Roças Velhas tem uma tradicional festa de São Pedro, mas esse ano nada foi programado oficialmente.
Segundo o radialista Ranilson Clebson, da Cultura FM, ainda não há informações sobre quem estava organizando o evento. Havia muita perturbação de sossego e paredão de som.
Segundo boletim, Policiais Militares do 14°BPM, durante a fiscalização do cumprimento das medidas restritivas de combate à disseminação da COVID-19, foram acionados para verificar denúncia de uma grande aglomeração de pessoas em um clube no Distrito de Roças Velhas.
Chegando ao local, o efetivo policial confirmou a veracidade das informações e deparou-se com um evento festivo, com equipamento de som, grande quantidade de pessoas aglomeradas, consumindo bebida alcoólica, sem fazer uso máscara de proteção, desrespeitando o distanciamento social, descumprindo assim, as medidas restritas vigentes de combate ao COVID-19.
O responsável pelo evento, o proprietário do aparelho de som que foi apreendido, bem como pessoas participantes do evento foram encaminhados à DPC local para adoção das medidas legais pertinentes. Foram quatro guarnições e 12 PMs envolvidos na operação. A PM conseguiu levar à Delegacia 88 pessoas, sendo 83 adultos e cinco menores.
Nesse ano, o 14º BPM registrou 282 ocorrências de descumprimento das medidas restritivas de combate à disseminação da COVID-19, com um total de 644 pessoas encaminhadas à Delegacia de Polícia Civil.
No último dia 6, pelo aumento de casos para o COVID-19, o prefeito do município, Erivaldo José da Silva, o Joelson, chegou a baixar um decreto estabelecendo novas medidas restritivas e até um lockdown na cidade.
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