Chapa de oposição em Tabira é fechada com Flávio Marques e Marcos Crente
Por Nill Júnior
Na noite desta quinta-feira (27), o pré-candidato a prefeito e líder da oposição de Tabira, Flávio Marques (PT), oficializou que o atual vice-prefeito Marcos Crente será seu companheiro de chapa nas eleições municipais.
O anúncio ocorreu durante uma reunião com todo o grupo de oposição e os 36 pré-candidatos a vereadores, realizada na chácara do ex-prefeito Sebastião Dias.
Durante o encontro, Flávio Marques ressaltou a importância da união do grupo para as próximas eleições e anunciou, também, a data da convenção dos partidos que compõem a chapa.
A convenção será realizada no sábado, 03 de agosto, às 18h, no espaço Wilton Shows, localizado no Bairro Espirito Santo. O evento promete reunir filiados, apoiadores e lideranças políticas da região.
“A nossa chapa representa a esperança de mudança para Tabira. Estamos juntos para construir uma cidade melhor para todos, com mais justiça social e desenvolvimento”, afirmou Flávio Marques, destacando o compromisso com a transformação do município.
Em mais um ano de parceria com a Paróquia do Senhor Bom Jesus dos Remédios, a Prefeitura de Afogados da Ingazeira garantiu a iluminação da Catedral para a festa do Senhor Bom Jesus dos Remédios, padroeiro do município. São 24 pontos de iluminação, utilizando-se da tecnologia LED, além de uma máquina de gelo seco, grid […]
Em mais um ano de parceria com a Paróquia do Senhor Bom Jesus dos Remédios, a Prefeitura de Afogados da Ingazeira garantiu a iluminação da Catedral para a festa do Senhor Bom Jesus dos Remédios, padroeiro do município.
São 24 pontos de iluminação, utilizando-se da tecnologia LED, além de uma máquina de gelo seco, grid em alumínio e dois equipamentos moving, que fazem os feixes de luz se movimentarem.
A iluminação da igreja soma-se a já tão elogiada decoração e iluminação natalina do município. “Temos hoje uma das mais belas decorações natalinas do interior do Estado, sem dúvidas. Um orgulho para a nossa querida Afogados”, avaliou o Prefeito José Patriota. A inauguração da iluminação especial da catedral será nesta sexta (23), a partir das 20h.
Logo após, a população que se fizer presente à Praça Alfredo de Arruda Câmara, poderá assistir a um concerto de natal com alunos e professores da Escola Municipal de Música Bernardo Delvanir Ferreira. Na programação musical, canções alusivas ao período natalino e a participação especial do poeta Afogadense, Alexandre Morais.
O radialista Jonas Ramos, que morreu em um acidente na noite deste domingo na PE 337, entre Flores e Jericó, município de Princesa Isabel, estava empolgado com sua missão no Sesc Triunfo. Recentemente, esteve em Afogados da Ingazeira na Mostra de Cinema Alemão, organizada pela entidade. Cabia a Jonas fazer dentre outras coisa a articulação […]
O radialista Jonas Ramos, que morreu em um acidente na noite deste domingo na PE 337, entre Flores e Jericó, município de Princesa Isabel, estava empolgado com sua missão no Sesc Triunfo. Recentemente, esteve em Afogados da Ingazeira na Mostra de Cinema Alemão, organizada pela entidade. Cabia a Jonas fazer dentre outras coisa a articulação do evento em cada cidade e divulga-lo na imprensa.
Ele esteve no último dia 05 de setembro na Rádio Pajeú, onde falou da mostra. Passou praticamente toda a semana no município. Em uma conversa informal com o radialista Jota Oliveira, chegou a comentar que as estradas no entorno de Flores eram mais perigosas que a sinuosa estrada a Triunfo, na qual que ele costumava trafegar por conta do trabalho. Morreu em uma delas.
Ainda não há muitos detalhes sobre o acidente. O que se sabe é que Jonas estava com um cunhado a seguia em seu carro para Jericó. Por algum motivo, perdeu o controle do carro e capotou. O cunhado estava preso ao cinto e nada sofreu. Jonas, que estava sem o equipamento de segurança, foi arremessado para fora do carro. No impacto, teve traumatismo craniano.
Jonas tinha 37 anos, vivia com uma companheira e tinha enteados. Em sua última postagem no Facebook, havia feito uma homenagem justamente a um deles. O sepultamento acontece hoje.
Ouça uma das últimas entrevistas de Jonas, quando falou ao lado de professores da Fafopai e da Associação São José da Mostra de Cinema Alemão :
do G1 Pernambuco Pesquisa Ibope divulgada nesta quarta-feira (1º) aponta que o candidato João Paulo (PT) tem 36% das intenções de voto para o Senado. Na sequência, o socialista Fernando Bezerra Coelho (PSB) aparece com 30%. Simone Fontana (PSTU) e Albanise Pires (PSOL) aparecem com 1% cada. Já Oxis (PCB) não alcançou 1% das intenções […]
Pesquisa Ibope divulgada nesta quarta-feira (1º) aponta que o candidato João Paulo (PT) tem 36% das intenções de voto para o Senado. Na sequência, o socialista Fernando Bezerra Coelho (PSB) aparece com 30%. Simone Fontana (PSTU) e Albanise Pires (PSOL) aparecem com 1% cada. Já Oxis (PCB) não alcançou 1% das intenções de voto.
Os que não souberam responder somam 20% e aqueles que declaram voto branco ou nulo são 12%.
No levantamento anterior, divulgado em 23 de setembro, João Paulo aparecia com 34% e Fernando Bezerra Coelho, com 28%. Encomendada pela TV Globo, a pesquisa é a quinta pesquisa do Ibope após o registro das candidaturas.
Realizada entre os dias 28 e 30 de setembro, a pesquisa contou com 2.002 entrevistas em 81 municípios.
A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levada em conta a margem de erro de dois pontos para mais ou para menos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.
A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sob o protocolo número PE-00034/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob protocolo número BR-00916/2014.
Por Mariana Teles * Cresci na rua do Hospital. Atravessando a pista escondido de minha mãe para comprar pipoca e balas na rodoviária, naquela sempre paciência de Seu Antônio Mago despachando, enquanto a sinuca e a zuada do jogo de dominó se ouvia de longe. Aprendi a ler juntando as letras dos versos que ficavam […]
Cresci na rua do Hospital. Atravessando a pista escondido de minha mãe para comprar pipoca e balas na rodoviária, naquela sempre paciência de Seu Antônio Mago despachando, enquanto a sinuca e a zuada do jogo de dominó se ouvia de longe.
Aprendi a ler juntando as letras dos versos que ficavam nas paredes da antiga fábrica de doce, também do outro lado da pista. Nesse tempo eu nem sabia que Tuparetama tinha ficado conhecida lá fora, justamente por suas paredes todas pintadas com poesias. Coisa da cabeça de Pedro de Tunu, ou melhor, do coração. Eu acho que Pedro só tem coração mesmo.
Dizem que só se vê bem quando se ver de longe. Eu sempre vi Tuparetama com uma mistura muito apaixonada (dos olhos de Pedro Tunu e dos versos de Valdir), não tinha como não crescer amando Bom Jesus do Pajeú e achando ela a cidade mais bonita “em linha reta do sertão.”
Mas foi de longe, exatamente dez anos ausente de suas salas de aula, da breve e intensa militância no movimento estudantil (que legou uma geração de novos líderes à nossa política), onde eu descobri talvez a vocação para alguma coisa. Precisei me defender tanto nas brigas da escola, que devo ter terminado me tornando advogada por isso. Pense numa menina que não ficava calada. Tem uma ruma de professor que não me desmente.
A Tuparetama da minha infância tinha uma ficha amarela de livros na Biblioteca Municipal e a docilidade de Helena ou Socorrinha registrando os exemplares que eu pegava. Toda semana. Quando dava sorte, ainda encontrava Tarcio por lá e adorava “comer o juízo” dele. Continuo gostando de fazer isso, sempre que posso.
Eu não sei falar de Tuparetama sem falar de quem faz Tuparetama. Da geração de ouro do nosso teatro, de Antonio José e Fátima. Lembro quando Odilia, já reconhecida em Pernambuco, trouxe o espetáculo DECRIPOLOU TOTEPOU (De crianças, poetas e loucos, todos temos um pouco). Mas lembro mais ainda das minhas tardes nas aulas de reforço no quintal de sua mãe, dona Lourdinha, me repetindo exaustivamente que antes de P e B só se escreve M.
Ah, e os computadores? Eu achava o máximo por que lá em casa tinha dois, tinha fax, tinha máquina de gravar de CD e Glaubenio já manuseava uma filmadora Panasonic de bem meio quilo… Não aprendi muita coisa dessa tecnologia toda, ele sim. Mas levei muito tabefe por mexer onde não devia. Fiz todos os cursos do Rotary, dando trabalho a Vanessa e perguntando mais do que o homem da cobra.
Galderise era presidente do Interact. Vivia escrevendo discursos em casa, organizando ação de entregar cesta básica e se dividia entre o magistério na Escola Cônego e o Científico no Ernesto, ainda tinha tempo de me ensinar a tarefa de casa e me levar aos sábados para aprender inglês com Dona Maria José de Lima, ele aprendeu, eu não.
Na Tuparetama da memória de menina, a mesma memória que invoco quando a vida quer questionar meu pertencimento, depois de conhecer, viver e até amar tantas outras terras, existe ainda aqueles olhos pulando da cara, quando via o nosso premiado balé subindo nas pernas de pau e alcançando o mundo.
Tuparetama foi a escolha de vida de meu pai. Foi ninho. Aquela hora da vida que a gente olha e diz: é aqui. Cheguei em casa. Fui a única da prole que nasceu no Pajeú, os meninos já chegaram de bermuda e correndo com passarinhos nas ladeiras da Andrelino Rafael, ou o comecinho da Rua do Banco do Brasil, lá perto da casa de João Lima.
Comprei tecido em Rosalva e usei muitos vestidos costurados pelas preciosas mãos de Carmi. Tenho um álbum completo de fotos de Dona Deja e de Glaucia. E quem não tem?
É essa Tuparetama que me fez gente. Que me fez aumentar (e muito) o padrão de referência de cidade limpa, organizada e acolhedora. Uma amiga querida deputada no Piauí (Janainna Marques) em toda cidade que chegávamos pelas andanças de lá, ela dizia: “já sei, vai dizer que Tuparetama é melhor e mais organizada”. E sempre era.
Eu teria tanta coisa para falar institucionalmente, dos indicadores da nossa educação pública e do meu orgulho de ser fruto dela, do constante crescimento que observo a cada ida, do empreendedorismo criativo, da nossa artesania, do Balaio Cultural que tive a honra de ajudar na construção e apresentar a sua primeira edição.
Mas a Tuparetama que hoje fala mais alto ao meu coração não é nem de longe, mesmo que igualmente me orgulhe, a cidade dos números e das obras. Nisso Nossa gestão municipal é especialista. Já provou. Mas é a cidade feita de gente, de histórias e esquinas.
De quem teve medo de Jabuti, quem dançou no pastoril de Dona Datargnan, quem passava a semana do município estudando a letra do nosso hino e os nomes que construíram a nossa emancipação.
(Fica a sugestão para reedição do Livro de Tuparetama: o Livro do Município, barsa da nossa história e ausente da formação das novas gerações.)
É a Tuparetama dos poetas, das cantorias de pouca gente e muito repente. Da imponente Igreja Matriz, nossa basílica de fé e beleza iluminando a rua principal. E das paqueras de final de missa também.
A Tuparetama que me deu saudades hoje foi a das excursões para o Monte Alegre e o banho de bica na churrascaria. Do misto quente e do suco de Jânio, ou quando Painho chegava cansado de viagem e dizia: “vá buscar um bodinho assado lá em Josete.”
Tuparetama é feita de gente, de personagens. Nosso capital é humano. É inesgotável. Nossa safra não padece de verões, a cada ida eu descubro com alegria um novo talento.
Para além do capital humano, a gente consegue uma verdadeira goleada na nossa infraestrutura. Beleza e Tuparetama é quase a mesma rima.
Foi de longe, dos sertões da Paraíba, do extremo norte do Piauí (e do Sul também), das salas de aula de Recife, Brasília e São Paulo, dos palcos que a arte, mesmo sendo hobbie, me levou, que eu aprendi a olhar de longe e amar ainda mais de perto Tuparetama.
A gente nem precisa discutir título de Princesa. Porque a gente sabe que é mesmo. Essa história de melhor índice de bem estar do Brasil é só pra figurar em revista… Nosso melhor índice mesmo é de qualquer coisa.
Eu não preciso esperar 11 de Abril para escrever o quanto de Tuparetama ainda vive em mim. Mesmo depois de uma caminhada de exatamente uma década fora das suas ladeiras, do seu São Pedro e das suas lutas.
Só a gente sabe o gosto de repetir, praticamente traduzindo (em português e em geografia) onde fica e de onde somos. Não, é Tuparetama, não é Toritama não, nem Tupanatinga… É aquela, perto de São José. Quem nunca teve que explicar isso?
É aquele pedaço do coração e do olhar, que mesmo exposto ao mundo, as mazelas do sistema, aos corredores das academias, aos instantes de palco, aos bastidores das estratégias, que continua intocável em meu coração de menina.
É sempre o melhor destino, porque eu até sei para onde estou caminhando, mas sei mais ainda de onde começou a caminhada.
Meu beijo mais especial a minha terra, hoje vale por dois. É meu e de Valdir, sem a suspeição de filha, desconheço outra locomotiva que exportou mais o nome de Tuparetama para o mundo.
58 anos. Tinha que falar disso. Desde o começo. Mas o coração mudou o mote e eu terminei só alforriando as lembranças da menina que nem sabia que correndo na rua do Hospital e atravessando a pista, estava aprendendo a atravessar desde então, as turbulências da vida e correr atrás do que acredita. 23 de Março fiz a pior viagem que poderia fazer para Tuparetama (e a mais longa), mas com uma certeza serena em meu coração, Valdir não escolheria descansar em um lugar diferente.
Viva Tuparetama e os tantos anos de conquistas que ainda virão. Parabéns aos meus irmãos que nas artes, nas salas de aula, no campo ou na luta política estão cuidando e ajudando a construir a Tuparetama que nunca deixou de caminhar para o futuro.
A Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira esteve reunida nesta segunda (25) com os moradores do bairro Sobreira em Afogados da Ingazeira, sob a presidência do vereador e criador do Programa Câmara Popular, Augusto Martins. O encontro reuniu também moradores do bairro COHAB e Residencial Dom Francisco, no Salão da Igreja Livre do Bairro […]
A Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira esteve reunida nesta segunda (25) com os moradores do bairro Sobreira em Afogados da Ingazeira, sob a presidência do vereador e criador do Programa Câmara Popular, Augusto Martins. O encontro reuniu também moradores do bairro COHAB e Residencial Dom Francisco, no Salão da Igreja Livre do Bairro Sobreira.
Nesta atual versão do Câmara Popular, a primeira parte é dedicada exclusivamente a apresentação do funcionamento do Poder Legislativo e o papel do vereador (a). Na segunda parte a palavra democraticamente é facultada ao povo, que pode dar sua opinião sobre os problemas do bairro e sugestões aos vereadores e fechando a reunião a palavra é cedida para que cada parlamentar presente deixe sua opinião sobre o encontro.
O Programa, tem apresentado grandes resultados, das reuniões nos bairros e nas comunidades, é elaborado um documento que é entregue ao Poder Executivo, e todas as reinvindicações da população são apresentadas ao prefeito do município. Na última reunião entre as propostas mais solicitadas destaque para calçamento e saneamento nos bairros.
Estiveram presentes na reunião os vereadores: Augusto Martins, Renaldo Lima, Luiz Bizorão, Cícero Miguel e Raimundo Lima.
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