Celulares aduterados em Brasília eram enviados para Afogados da Ingazeira, diz Polícia. Grupo foi preso
G1 DF
A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu 11 pessoas que faziam parte de uma organização criminosa que comprava, adulterava e vendia aparelhos celulares no DF e em outros estados. A operação foi realizada na manhã desta quarta-feira (27).
Uma das prisões foi realizada em Pernambuco onde, segundo a polícia, estava um dos principais revendedores da mercadoria.
Uma carga de celulares também foi interceptada a caminho do município de Afogados da Ingazeira, no estado pernambucano, na madrugada desta quarta-feira.
Segundo o delegado André Leite, da Coordenação de Repressão aos Crimes Patrimoniais (Corpatri), foram identificadas duas organizações criminosas: uma que comprava aparelhos com documentos falsos e outra que adulterava e revendia celulares roubados.
Segundo o delegado, a loja levava o prejuízo. Depois o falsário vendia o celular para lojistas, que compravam com descontos de até 40% abaixo do valor de mercado. Os aparelhos também eram transportados para outra loja no interior de Pernambuco e repassados por valor menor.
A outra organização criminosa, segundo Andre Leite, comprava aparelhos roubados ou furtados e reprogramava o Imei – que é o número único que identificada cada aparelho de telefone celular – para que pudessem ser revendidos. As peças dos aparelhos que não era adulterados tinham as peças vendidas em feiras.




Dando prosseguimento aos investimentos na iluminação pública, a Prefeitura de Sertânia, por meio da Secretaria de Infraestrutura e Projetos Especiais, realizou mais uma ação de troca de lâmpadas convencionais por lâmpadas de LED.
A Prefeitura de Iguaracy emitiu uma nota em resposta à matéria divulgada no blog sobre a decisão do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE), que julgou ilegais as contratações temporárias realizadas pelo município.
O deputado federal Ricardo Teobaldo inicia nesta sexta-feira (16) uma extensa agenda pelo Sertão do Pajeú, região onde obteve cerca de 14 mil votos na última eleição.
Na tarde desta quinta-feira (3), a Polícia Civil e o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) deflagraram a Operação “Tabira, Território Livre”, com o objetivo de investigar crimes eleitorais relacionados às eleições municipais em Tabira-PE. A operação mira práticas de aliciamento violento de eleitores, captação ilícita de sufrágio (compra de votos), corrupção eleitoral e porte ilegal de armas.













Você precisa fazer login para comentar.