Caso Master: Mendonça decidirá próximos passos da investigação
Por André Luis
O ministro André Mendonça é o novo relator dos procedimentos sobre o caso Banco Master no Supremo Tribunal Federal (STF). Ele substitui o ministro Dias Toffoli, que deixou a função nesta quinta-feira (12).
A mudança ocorreu após a Polícia Federal enviar ao Supremo, na última segunda-feira (9), um relatório com menções ao nome de Toffoli a partir de dados extraídos do celular do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Master. O banco é investigado por suspeita de fraude financeira.
A escolha de Mendonça foi feita por sorteio, em sistema eletrônico do STF.
Veja abaixo como funciona a distribuição de processos no Supremo, quando pode haver mudança de relatoria e o que muda (e o que não muda) com a troca. As informações são do g1.
O Farol de Notícias realizou mais um balanço de vidas perdidas para a Covid-19 em Serra Talhada. Só nessa segunda (20), foram registrados 5 óbitos no Hospital Eduardo Campos (HEC) entre eles, da professora Maria do Socorro Ferreira, que residia no bairro Nossa Senhora da Penha. Também faleceram uma mulher de 44 anos que residia em Sanharó, […]
O Farolde Notícias realizou mais um balanço de vidas perdidas para a Covid-19 em Serra Talhada. Só nessa segunda (20), foram registrados 5 óbitos no Hospital Eduardo Campos (HEC) entre eles, da professora Maria do Socorro Ferreira, que residia no bairro Nossa Senhora da Penha.
Também faleceram uma mulher de 44 anos que residia em Sanharó, no Agreste. Ela tinha obesidade. Em seguida, faleceram um idoso de 75 anos que residia no município de Belo Jardim, e duas pessoas do município de Tabira; um homem de 68 anos, e uma mulher de 47.
Internamentos: a cidade de Serra Talhada tinha até essa terça-feira (20) um total de 82 pacientes internados, incluindo pacientes de Serra Talhada e de outras cidades pernambucanas. O Hospital Eduardo Campos está com 94% de ocupação, com 02 pacientes em leitos clínicos e 66 na UTI. Destes, são 15 serra-talhadenses na UTI e um em leito clínico. O HOSPAM está com 80% de ocupação, sendo 08 pacientes internados na UTI. Destes pacientes, 06 são de Serra Talhada.
Teve início nesta quarta-feira, 1º de novembro, o XIII Encontro Nordestino de Xaxado, em Serra Talhada, Sertão do Pajeú. O evento reúne grupos de xaxado locais e de várias partes do estado de Pernambuco e do Brasil, que se apresentam na Estação do Forró, Área de Alimentação da Feira Livre, Polo Colégio Irmã Elizabeth e […]
Teve início nesta quarta-feira, 1º de novembro, o XIII Encontro Nordestino de Xaxado, em Serra Talhada, Sertão do Pajeú.
O evento reúne grupos de xaxado locais e de várias partes do estado de Pernambuco e do Brasil, que se apresentam na Estação do Forró, Área de Alimentação da Feira Livre, Polo Colégio Irmã Elizabeth e Polo CEU das Artes.
A abertura teve Feira de Artesanatos e Livros do Cangaço e apresentação do Grupo de Xaxado Gilvan Santos (ST), Cia de Dança Raízes da Paz (Ivoti-RS), Grupo de Xaxado Estrelas do Sertão (Piranhas-AL), Grupo Tramela Cultural (ST) e Grupo Parafolclórico Frutos do Pará (Belém-PA), na Estação do Forró.
No local teve ainda Oficina de Xaxado, das 14h às 16h, e Seminário Patrimônio em Curso, das 08h30 às 12h.
No Polo da Feira Livre a animação começou por volta das 10h da manhã e ficou por conta da Fundação Cultural Afrobrasileira Nego Capoeira (ST), Grupode Xaxado Zabelê (ST) e Grupo Parafolclórico Frutos do Pará (Belém-PA).
Já na Escola Irmã Elizabeth teve o Grupo de Dança As Belas da Vila (ST) e Cia de Dança Raízes da Paz (Ivoti-RS), a partir das 09h.
No CEU das Artes a programação começou às 19h30, com Grupo de Tradições Folclóricas Moendas (Areia-PB), Tropa de Danças Regionais (Joca Claudino-PB) e Grupo de Danças Xaxado (Parnamirim-RN).
O evento é promovido pela Fundação Cultural Cabras de Lampião, com apoio da Prefeitura Municipal de Serra Talhada, Sesc Triunfo e Sebrae, e incentivo do Governo do Estado de Pernambuco.
Do G1 A comissão do Senado que investiga suspeitas de manipulação em julgamentos do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) rejeitou nesta quinta-feira (5), por unanimidade, requerimentos que solicitavam a convocação do empresário Luís Cláudio Lula da Silva – filho mais novo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva – e dos ex-ministros Gilberto Carvalho […]
A comissão do Senado que investiga suspeitas de manipulação em julgamentos do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) rejeitou nesta quinta-feira (5), por unanimidade, requerimentos que solicitavam a convocação do empresário Luís Cláudio Lula da Silva – filho mais novo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva – e dos ex-ministros Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral) e Erenice Guerra (Casa Civil).
Os três são investigados pela Operação Zelotes, da Polícia Federal (PF), por suspeita de envolvimento em um esquema de corrupção que fraudava julgamentos do Carf, órgão ligado ao Ministério da Fazenda.
Na semana passada, uma ação conjunta da Polícia Federal, do Ministério Público e da Corregedoria do Ministério da Fazenda prendeu cinco pessoas, incluindo o lobista Alexandre Paes dos Santos e o ex-conselheiro do Carf José Ricardo da Silva. Na ocasião, as autoridades também cumpriram mandados de busca e apreensão em uma das empresas de Luis Claudio em São Paulo: a LFT Marketing Esportivo.
Os requerimentos que pediam a convocação do filho de Lula e dos dois ex-ministros foram propostos pelo presidente da CPI, senador Ataídes Oliveira (PSDB-TO). O parlamentar tucano já havia tentado convocá-los em outubro, mas, a exemplo do que ocorreu nesta quinta-feira, os pedidos foram rejeitados pelos senadores que integram a comissão de inquérito.
O presidente da CPI justificou a reapresentação dos requerimentos como uma oportunidade para Luís Cláudio, Carvalho e Erenice falarem sobre as suspeitas de que uma medida provisória (MP) editada em 2009, durante o governo Lula, teria sido “comprada” por meio de lobby e de corrupção para favorecer montadoras de veículos.
A relatora da comissão, senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), criticou os pedidos de convocação e disse que tinham objetivos exclusivamente políticos. “Estamos diante de requerimentos cujo objetivo é meramente político. Não tem nenhuma ligação com o objeto desta CPI”, criticou.
Inaugurada com o objetivo de ampliar o acesso a serviços especializados para os moradores de Serra Talhada e região, a Policlínica Municipal João César da Cunha fechou o mês de junho de 2025 com 2.506 atendimentos em diversas especialidades, de acordo com balanço da Secretaria Municipal de Saúde. O levantamento inclui serviços na saúde mental […]
Inaugurada com o objetivo de ampliar o acesso a serviços especializados para os moradores de Serra Talhada e região, a Policlínica Municipal João César da Cunha fechou o mês de junho de 2025 com 2.506 atendimentos em diversas especialidades, de acordo com balanço da Secretaria Municipal de Saúde. O levantamento inclui serviços na saúde mental infantojuvenil, CEAD, ambulatório geral e oftalmologia.
Na área de Saúde Mental Infantojuvenil, 1.285 pessoas passaram por consultas com psiquiatras, neurologistas, neuropediatra, psicólogas e fonoaudiólogas. O CEAD registrou 246 atendimentos em endocrinologia, nutrição e enfermagem. O ambulatório geral somou 644 atendimentos em reumatologia, ortopedia, ginecologia, dermatologia, pequenas cirurgias e ultrassonografias. Já a oftalmologia contabilizou 331 atendimentos.
“Esses números refletem o trabalho que desenvolvemos diariamente para garantir que cada pessoa de Serra Talhada tenha acesso a consultas e exames sem precisar sair do município. Nosso compromisso é oferecer atendimento em saúde cada vez mais perto das famílias, com profissionais qualificados e estrutura adequada para cuidar de todos. É assim que vamos avançando, escutando as demandas e planejando ações que realmente façam diferença,” afirmou a prefeita Márcia Conrado.
A secretária de Saúde, Lisbeth Rosa, também comentou o resultado. “A Policlínica cumpre um papel essencial para ampliar o acesso a consultas especializadas, exames e procedimentos importantes para a população. Trabalhamos para organizar a oferta de cada especialidade, melhorar o fluxo de atendimento e atender a todas as faixas etárias. Nosso objetivo é seguir fortalecendo essa estrutura, ouvindo a comunidade e ajustando sempre que necessário para atender melhor,” destacou Lisbeth.
Ex-ministro recebeu benefícios na Polícia Federal, após colaborar com as investigações Da Folhapress O ex-ministro Antonio Palocci ganhou regalias na carceragem da Polícia Federal, em Curitiba, após concordar em colaborar com as investigações da Lava Jato. De início ele foi colocado em uma ala onde permanecia 22 horas trancafiado na cela e só saía para […]
Ex-ministro recebeu benefícios na Polícia Federal, após colaborar com as investigações
Da Folhapress
O ex-ministro Antonio Palocci ganhou regalias na carceragem da Polícia Federal, em Curitiba, após concordar em colaborar com as investigações da Lava Jato.
De início ele foi colocado em uma ala onde permanecia 22 horas trancafiado na cela e só saía para o banho de sol e para falar com advogados.
Após iniciar a colaboração, há cerca de um ano, foi transferido para um espaço onde convive livremente com outros delatores. O ex-ministro assinou recentemente acordo de delação premiada com a PF.
Na ala onde vive agora, as celas são abertas durante a manhã e fechadas apenas no final da tarde. Lá Palocci tem à disposição televisão e geladeira. Ele pode circular durante o dia pelo corredor e tem acesso ao pátio de banho de sol.
A rigidez quanto à entrada de produtos para os delatores é bem menor se comparada à regra adotada para os demais.
Palocci aproveitou das facilidades para criar um pequeno jardim. Passa parte do dia cultivando plantas, como lavanda e alecrim, em pequenos vasinhos acomodados no canto do pátio, onde entra luz do sol e chuva. As plantas têm propriedades relaxantes e exalam cheiro agradável.
A ideia do ex-ministro era que a plantação expandisse e abrigasse mais espécies. Palocci tinha encomendado novos pacotes de terra adubada e mudas de erva-doce. O projeto, porém, foi interrompido com a chegada do ex-presidente Lula, preso no dia 7 de abril e levado para uma sala improvisada como cela no quarto andar da sede da Polícia Federal paranaense.
Com Lula no mesmo prédio, os agentes preferiram não correr o risco de o jardim ser descoberto e eles serem acusados de privilegiar Palocci. Afinal, o ex-presidente, um dos delatados pelo ex-ministro, permanece isolado, sem regalias. As entregas para Palocci foram, então, suspensas.
A Polícia Federal, por meio de sua assessoria, negou haver vasos no local, mas a reportagem confirmou com três pessoas que têm contato com os presos que o ex-ministro cultiva lavanda e alecrim no local. O assessor da PF admitiu, por telefone, que não foi até a carceragem para checar se havia plantação no lugar. Os advogados de Palocci não quiseram se manifestar.
O caminho até a delação forçou Palocci a alterar os planos de defesa. O ex-ministro tem uma relação antiga com o advogado José Roberto Batochio, ex-presidente da OAB e um dos mais renomados e caros criminalistas do país. Ambos exerceram mandato de deputado federal na legislatura de 1999-2002 – Palocci saiu da Câmara em 2001 para assumir a Prefeitura de Ribeirão Preto.
Batochio defendeu Palocci em processos anteriores e no início da Lava Jato, mas quando o ex-ministro optou por delatar, o advogado saiu do caso, por ser contrário ao instituto da colaboração premiada. Batochio sempre fez críticas públicas aos métodos dos investigadores da operação.
Hoje defendem o ex-ministro os advogados Adriano Bretas e Tracy Reinaldet, de Curitiba, que costuraram o acordo de delação premiada, e Alexandre Silvério, em Brasília, responsável pelo contencioso.
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