Segundo o delegado, isto é necessário para preservar Camila de eventuais problemas que podem acarretar “em uma denunciação caluniosa”, dependendo do que vier no laudo.
“Já que essa parte é técnica do IML, vou aguardar para ter uma visão mais ampla do caso e fazer as responsabilidades devidas”, justificou Ubiratan.
Com informações do Farol de Notícias O acidente que tirou a vida da professora serra-talhadense Marali Cavalcanti, de apenas 38 anos (foto), na noite dessa quinta-feira (9), chocou a todos. A docente que trabalhava na Escola Francisco Mendes, no bairro AABB, foi surpreendida por um motorista que guiava um veículo modelo Siena, na BR-232. O […]
O acidente que tirou a vida da professora serra-talhadense Marali Cavalcanti, de apenas 38 anos (foto), na noite dessa quinta-feira (9), chocou a todos.
A docente que trabalhava na Escola Francisco Mendes, no bairro AABB, foi surpreendida por um motorista que guiava um veículo modelo Siena, na BR-232.
O impacto foi tão grande que a professora foi jogada para o acostamento. Ela teve traumatismo craniano, politraumatismo e três paradas cardiorrespiratórias durante o trajeto até o Hospam. Foi sepultada em clima de muita comoção.
A reportagem do Farol identificou o motorista como Aldo Antônio dos Santos, 43 anos. Segundo informações de testemunhas, ele vinha em alta velocidade conduzindo o filho para o hospital, mas aparentava sinais de embriaguez alcoólica. A reportagem também apurou que Aldo Santos recusou fazer o teste de bafômetro.
Senadores criticaram, pelas redes sociais, live realizada pelo presidente Jair Bolsonaro em que ele voltou a dizer, sem apresentar provas, que houve fraude nas eleições de 2018. Para eles, a transmissão ao vivo feita na noite de quinta-feira (29) foi “constrangedora”. E a classificaram como um “grave” ataque ao sistema democrático brasileiro. “Bolsonaro fez acusações […]
Senadores criticaram, pelas redes sociais, live realizada pelo presidente Jair Bolsonaro em que ele voltou a dizer, sem apresentar provas, que houve fraude nas eleições de 2018. Para eles, a transmissão ao vivo feita na noite de quinta-feira (29) foi “constrangedora”. E a classificaram como um “grave” ataque ao sistema democrático brasileiro.
“Bolsonaro fez acusações gravíssimas e criminosas, mostrando vídeos que já foram desmentidos, contra a Justiça Eleitoral. Foi grotesca a live de Bolsonaro e um grave ataque à democracia. Ao usar recursos públicos, uma TV pública e a cadeira presidencial para disparar acusações contra instituições e o processo democrático, ele avança em sua tática golpista. Precisamos reagir!”, alertou o líder do PT, senador Paulo Rocha (PA).
O presidente havia prometido apresentar durante a transmissão provas de que houve fraudes nas eleições de 2018, no entanto, voltou a exibir vídeos e teorias que circulam há anos pela internet e que já foram desmentidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Para a senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA), ao agir dessa maneira, o mandatário se tornou alguém “sem nenhuma credibilidade”.
“Em uma live com vídeos requentados e teorias delirantes, o presidente não provou absolutamente nada contra as urnas eletrônicas. Mais um blefe para uma plateia cada vez menor e mais radical. É o remake da cloroquina”, criticou.
De acordo com o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), “as teorias conspiratórias” apresentadas por Bolsonaro são criadas pelo próprio mandatário para desestabilizar a democracia.
“Não sei o que é pior: um presidente tão estúpido que acredita em teorias conspiratórias de WhatsApp ou um tão canalha que inventa as teorias conspiratórias de WhatsApp. No final das contas dá no mesmo, são ataques diários contra a democracia. É uma doença que vamos curar no voto”, afirmou.
Crime de responsabilidade
Na avaliação do senador Humberto Costa (PT-PE), o presidente não pode levantar suspeitas sobre o sistema eleitoral e seguir impune. Ele acusou o mandatário de ter cometido crime de responsabilidade ao fazer a afirmação e transmiti-la na TV Brasil. O conteúdo foi exibido ao vivo na TV estatal, com uso de equipe e a grade da emissora.
“Bolsonaro fez uma TV pública transmitir ao vivo suas mentiras e cometeu um claro crime de responsabilidade, ameaçando o sistema democrático no país. Foi o maior ataque ao direito de voto desde a redemocratização. E o mais grave: usando a estrutura do Estado brasileiro para isso”, acusou.
O senador Rogério Carvalho (PT-SE) reforçou as críticas.
“Não temos provas, mas indícios, diz Jair Bolsonaro em mais uma tramoia contra o Brasil. A consequência mais grave dos ‘indícios’ que a Lava Jato tinha contra o Lula é termos esse embuste como presidente e tantas vidas perdidas por ambição”, reforçou.
Já o senador Alvaro Dias (Podemos-PR) replicou em uma rede social a defesa do presidente do TSE, Luis Roberto Barroso, ao modelo de votação eletrônico, que vigora no Brasil desde 1996.
“’Uma fraude exigiria que muita gente no TSE estivesse comprometida. Ia ser uma conspiração de muita gente. Não há precedente e não há razão para se mexer num time que está ganhando’, afirmou o também ministro do STF. E você, concorda com ele? Ou é a favor da retomada do voto impresso?”, questionou o senador aos seus seguidores. As informações são da Agência Senado.
Um problema de falta de freio teria feito um dos elevadores do Hospital da Restauração (HR) despencar, no início da manhã desta terça-feira. No momento do incidente apenas a ascensorista estava no equipamento e foi encaminhada à unidade de trauma da unidade de saúde. De acordo com a assessoria de comunicação do HR, a funcionária […]
Um problema de falta de freio teria feito um dos elevadores do Hospital da Restauração (HR) despencar, no início da manhã desta terça-feira.
No momento do incidente apenas a ascensorista estava no equipamento e foi encaminhada à unidade de trauma da unidade de saúde.
De acordo com a assessoria de comunicação do HR, a funcionária não sofreu grandes traumas e está sendo atendida e examinada.
Ainda segundo o HR, o elevador, que teria descido bruscamente do primeiro andar ao térreo, já está sendo reparado pela equipe de manutenção, que trabalha em plantão de 24 horas. O prédio do hospital tem nove andares.
Vereador não teve acesso a pedido Júnior Alves, exclusivo para o Blog A redação teve acesso, com exclusividade, a uma carta feita a próprio punho, conforme as imagens, pela fisioterapeuta Sílvia Patrício direto da colônia penal feminina de Buíque e endereçada ao ex-vereador afogadense Zé Negão. Na ocasião, ela aproveitou a oportunidade em que uma […]
A redação teve acesso, com exclusividade, a uma carta feita a próprio punho, conforme as imagens, pela fisioterapeuta Sílvia Patrício direto da colônia penal feminina de Buíque e endereçada ao ex-vereador afogadense Zé Negão. Na ocasião, ela aproveitou a oportunidade em que uma detenta iria ganhar a liberdade e pediu para que a mesma entregasse ao destinatário.
Na carta, Paquita, como é popularmente conhecida, pede ajuda a Zé Negão para sair de onde está e relata que o seu advogado, que é de Garanhuns, talvez tenha sido “comprado” pelo seu ex que, segundo ela, quer a todo custo lhe destruir.
Paquita diz também que tem como provar que é inocente e pede que Zé Negão arrume para ela um advogado confiável, “que não se venda”. Em outro trecho da carta ela diz: “eles (advogados) têm medo de me ajudar porque o meu ex é influente, por este motivo estou te pedindo ajuda. Sua influência pode ser de grande importância em minha liberdade”.
Ao final, Paquita pede que o ex-vereador dê uma resposta e, para tanto, ela passa o número de um telefone que seria do seu irmão Miguel para Zé Negão entrar em contato. “Socorra-me, ajude-me, dê uma resposta. Por favor, fale alguma coisa”, diz ela na carta.
Uma fonte também relatou ao blog que ouviu informações de ex-presidiárias sobre Paquita. “Ela está confeccionando máscaras no setor de labor e, em muitas delas, ela faz a figura de uma mulher e de um homem se beijando e diz que o desenho representa ela e o Dr. Marcílio Pires”, relatou uma ex-detenta.
“Ela fala muito nele e diz que quando sair vai o procurar”, disse outra ex-presidiária. Sílvia Patrício, a Paquita, foi condenada por ser a mandante do crime de morte da senhora Érika Paula, esposa do ex-vereador de Tabira Marcílio Pires.
O executor, José Tenório (Zé Galego), foi preso em flagrante. O delegado regional à época, Jorge Damasceno, disse que a mecânica do crime teve a fisioterapeuta encomendando a morte de Érica por R$ 1.000,00.
Como a carta foi interceptada, não chegou ao vereador. Zé Negão afirmou que mesmo que chegasse, não atenderia à solicitação da detenta.
Em comunicado enviado agora há pouco ao blog, a Compesa informa que o sistema da Adutora do Pajeú voltou a funcionar na noite desta terça-feira (04), após ser paralisado devido a um estouramento que suspendeu a distribuição de água em várias cidades da região e reduziu a vazão em São José do Egito. “A Companhia […]
Em comunicado enviado agora há pouco ao blog, a Compesa informa que o sistema da Adutora do Pajeú voltou a funcionar na noite desta terça-feira (04), após ser paralisado devido a um estouramento que suspendeu a distribuição de água em várias cidades da região e reduziu a vazão em São José do Egito.
“A Companhia Pernambucana de Saneamento –COMPESA – comunica à população em geral que às 22hs do dia 04 de abril o sistema da Adutora do Pajeú retornou seu funcionamento que havia parado devido há um estouramento que paralisou as cidades Flores, Carnaiba, Quixaba, Tabira, Solidão, Tuparetama, Afogados da Ingazeira, Iguaracy, Ingazeira e os Distritos de Jabitaca e Borborema e redução de vazão em São José do Egito.
Ainda segundo a nota, devido a baixa vazão, o serviço ainda está sendo normalizado em algumas partes da região.
“Porém informo que devido à vazão está baixa, o sistema Tuparetama, Iguaracy, Ingazeira e o Distrito de Jabitaca está retornando hoje, pois a vazão já está sendo normalizada”.
Quedas de energia – A Compesa informou em nota anterior que o Sistema Adutor do Pajeú vem enfrentando sérios problemas em virtude das frequentes panes na rede elétrica que faz a adutora funcionar. Desde o dia 01 de março desse ano, já foram contabilizadas vinte quedas de energia, afetando diretamente o serviço de abastecimento de água na região.
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