Caruaru: exposição “Depois que a Feira Termina” une Onildo Almeida e Dedé Monteiro
Por Nill Júnior
Muita cultura numa foto só: Dedé onteiro, Onildo Almeida e fotógrafos responsáveis pela exposição
O Sesc Caruaru iniciou no Teatro Rui Limeira Rosal o trabalho dos fotógrafos Claudio Gomes, Henrique Lima, Maria Ruana, Pollyana Mattana, Verner Brenan e Wally Ricardo, na exposição “Depois que a Feira Termina”, que aborda a relação entre a poesia e as vivências nas cidades do Alto Sertão do Pajeú. A abertura foi nesta sexta-feira (26).
O grupo Suite de Barro esteve na solenidade. Marcante foi o encontro dos autores das mais conhecidas canções que falam em feiras tradicionais do Nordeste. Um deles, o cantor e compositor caruaruense Onildo Almeida, homenageado na abertura, autor da música “A Feira de Caruaru”, gravada por Luiz Gonzaga, o Rei do Baião, e tem centenas de composições, muitas delas gravadas por artistas como Chico Buarque, Jackson do Pandeiro, Caetano Veloso e Gilberto Gil.
O outro, o escritor tabirense Dedè Monteiro, autor do poema “Depois que a Feira Termina”, já declamado e cantado por inúmeros poetas, tendo inspirado a criação de grupos como Fim de Feira, um dos melhores do gênero na região. Recentemente Dedé foi escolhido Patrimônio Vivo de Pernambuco.
Exposição “Depois que a Feira Termina”: trabalho dos fotógrafos Claudio Gomes, Henrique Lima, Maria Ruana, Pollyana Mattana, Verner Brenan e Wally Ricardo
A exposição Depois que a Feira Termina retrata feiras de cidades como Serra Talhada, Santa Cruz da Baixa Verde, Triunfo, Calumbi, Flores, Quixaba, Tuparema, Carnaíba, ltapetim, Afogados da lngazeira,Tabira, Santa Terezinha e Brejinho. A visitação estará disponível de segunda à sexta-feira, das 9h às 21h, e tem entrada gratuita.
Serviço –Exposição – Depois que a Feira Termina
Local: Sesc Caruaru, Teatro Rui Limeira Rosal – Rua Rui Limeira Rosal, s/n, no bairro Petrópolis
A reciclagem, recuperação e reutilização de água residual é uma alternativa que já é realidade em muitos países. Com os recursos hídricos cada vez mais escassos e de um valor inestimável para a vida, planejar o seu uso e a sua preservação é muito importante para o meio ambiente. Por isso, a Compesa aposta em […]
A reciclagem, recuperação e reutilização de água residual é uma alternativa que já é realidade em muitos países. Com os recursos hídricos cada vez mais escassos e de um valor inestimável para a vida, planejar o seu uso e a sua preservação é muito importante para o meio ambiente.
Por isso, a Compesa aposta em projetos de reúso de efluentes de esgoto e, agora, inova com a execução de um projeto-piloto para o reaproveitamento do material tratado na Estação de Tratamento de Esgoto-ETE Parnamirim, município do sertão de Pernambuco, para utilização na agricultura, iniciativa que está sendo tocada em parceria com a Universidade Federal Rural de Pernambuco.
O volume produzido nesta unidade está sendo utilizado na irrigação, na produção de forrageiras (palma, sorgo, gliricídia, moringa) para alimentação de caprinos.
O projeto está sendo desenvolvido em 01 hectare de área de plantação da Fazenda Primavera. A Compesa disponibiliza o esgoto tratado, realiza análises nos efluentes e empenha recursos para pesquisas enquanto que a prefeitura prospectou os produtores rurais e terreno a para pesquisa.
A UFRPE realiza pesquisas no solo, nas plantas para investigar as vantagens e segurança do reúso de efluente e utiliza técnicas conservacionistas na agricultura. O projeto conta também com o apoio do Instituto Nacional do Semiárido – INSA, e recursos do Ministério de Desenvolvimento Regional – MDR.
Nesse segmento, onde há uma demanda de milhares de litros de água por dia, promover o uso consciente desse recurso dribla a escassez e ainda pode diminuir os custos nas propriedades agrícolas.
“Estamos abertos a novos desafios, parcerias e projetos de inovação. Reutilizar os efluentes de esgoto é um grande passo para a Compesa porque há o aproveitamento desse insumo que pode ser utilizado por diversos segmentos”, afirma o diretor Regional do Sertão da Compesa, Guilherme Freie.
O município foi escolhido devido a sua localização no semiárido e com produção de caprinos além de possuir uma unidade de pesquisa da UFRPE. A ETE Parnamirim possui uma capacidade de tratamento de 17 l/s, e a unidade de reúso utiliza uma vazão diária de 9.000L/dia, e foram investidos R$ 150 mil na instalação dos sistemas de reúso e irrigação na fazenda.
A justificativa para o reúso de efluente tratado, de acordo com os técnicos da Compesa, se baseia na mitigação de mudanças climáticas, por diminuir a retirada da água dos mananciais para agricultura e contribuir para a fixação de carbono e nutrientes nos solos.
Outro benefício é o enfrentamento à seca em virtude da baixa disponibilidade hídrica na região semiárida, além do impacto social devido às pesquisas e tecnologias desenvolvidas serem oferecidas aos produtores locais para melhoria nos processos produtivos além da possibilidade de negócios como futura venda de efluentes tratadas pela Compesa.
Atualmente, a Companhia conta com 13 projetos em estudo de reúso do esgoto tratado nas Estações de Tratamento. A água também vem sendo utilizada no paisagismo (cinturão verde), desobstrução de redes e ramais e agora na agricultura no plantio de pastos para alimentação de caprinos. Existem outras 17 Estações de Tratamento de Esgoto em Pernambuco com possibilidades de implantação de projeto de reúso.
O objetivo é contribuir com alternativas para redução do consumo de água potável. A Compesa, com a experiência exitosa no projeto da ETE Rendeiras, em Caruaru, em operação desde 2015 e com certificação ISO 14.001, fornece água de reúso para irrigação dos canteiros e lavagem de equipamentos, além de produção de flores ornamentais para empresa da região.
Segundo o diretor Guilherme Freire, os projetos têm o objetivo é investigar os parâmetros técnico-científicos e desenvolver tecnologias para consolidação do reúso de efluentes tratados no semiárido brasileiro. A utilização do reúso da água é uma das diretrizes a ser seguida mediante Marco Legal do Saneamento através da Lei 14.026/20, que coloca as unidades de reúso de Parnamirim e Caruaru em condições de servir de modelo para Política de Estado para enfrentamento a seca e baixa disponibilidade de recursos hídricos através do aproveitamento de esgoto tratado na agricultura de plantas para alimentação animal, em locais de baixa disponibilidade hídrica.
Por Armando Monteiro* Temos observado mais recentemente o ressurgimento das políticas industriais. O exemplo clássico vem dos Estados Unidos, que uniram Democratas e Republicanos no Senado para aprovar por ampla maioria a Lei de Competição e Inovação com recursos da ordem de US$ 250 bilhões. A pandemia e a consequente desarticulação das cadeias globais de fornecimento […]
Temos observado mais recentemente o ressurgimento das políticas industriais.
O exemplo clássico vem dos Estados Unidos, que uniram Democratas e Republicanos no Senado para aprovar por ampla maioria a Lei de Competição e Inovação com recursos da ordem de US$ 250 bilhões.
A pandemia e a consequente desarticulação das cadeias globais de fornecimento reforçaram a compreensão do papel estratégico da indústria para a própria soberania dos países.
No Brasil, políticas industriais mal desenhadas, com um amplo repertório de subsídios e desonerações tributárias, sem clareza na definição de metas e mensuração de resultados, deixaram um legado de desequilíbrios fiscais e setoriais. Há, porém, experiências bem-sucedidas.
Quando Ministro em 2016, lançamos o programa Brasil Mais Produtivo, em parceria com o SENAI, SEBRAE, ABDI e Apex, voltado para o chão de fábrica de pequenas e médias indústrias com foco na eficiência produtiva, promovendo melhorias de processos com baixo custo e alto impacto.
O programa contava com metas e a contrapartida financeira dos beneficiários, aumentando o comprometimento das empresas. A meta inicial foi aumentar em 20% os níveis de produtividade, o que foi superado com ganhos de até 52%. Em sua primeira fase, foram atendidas 3 mil empresas no País. Destas, 151 pernambucanas.
Os resultados positivos gerados pelo Brasil Mais Produtivo ensejaram a sua ampliação nos últimos anos, sendo bem avaliado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal). As duas instituições destacaram a necessidade de inserção do programa em uma política ampla de desenvolvimento industrial, articulada a outras iniciativas públicas. Até julho deste ano, o agora renomeado Brasil Mais, beneficiou 63 mil micros, pequenas e médias empresas, não somente da indústria, mas de diversos setores, sendo 1340 em Pernambuco.
Uma boa política industrial deve ser centrada no incremento da produtividade, no acesso à inovação e no desenvolvimento de competências. Além disso, deve contar com uma estrutura de governança capaz de planejar, executar e avaliar as ações em permanente diálogo com o setor privado.
Afinal, crescer pela indústria é o melhor caminho para gerar empregos de qualidade, disseminar tecnologia, garantindo elevado efeito multiplicador para o conjunto da economia.
*Armando Monteiro Neto
Ex-senador e ex-Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior
O TRE Pernambuco informou em nota que promoverá, nesta segunda-feira (19), às 9h, na sua sede, uma nova totalização dos votos para deputado estadual das Eleições 2022. Isso ocorre em razão da decisão do ministro do TSE Ricardo Lewandowiski, que deferiu o registro de candidatura de Luiz Cabral de Oliveira Filho, o Lula Cabral, que […]
O TRE Pernambuco informou em nota que promoverá, nesta segunda-feira (19), às 9h, na sua sede, uma nova totalização dos votos para deputado estadual das Eleições 2022.
Isso ocorre em razão da decisão do ministro do TSE Ricardo Lewandowiski, que deferiu o registro de candidatura de Luiz Cabral de Oliveira Filho, o Lula Cabral, que determinou a imediata retotalização dos votos.
A cerimônia de diplomação, marcada para as 16h desta segunda-feira, levará em consideração este novo cálculo para definição dos eleitos.
O blog perguntou à assessoria de imprensa do TRE da chance de mudança de mais nomes.
“O anúncio dos diplomados sai depois da nova totalização. Não temos como antecipar”, limitou-se a informar a assessoria do órgão.
O Seminarista Lucas Emanuel publicou a primeira imagem no Instagram no Hospital da Restauração, onde está internado desde o dia 3 de novembro, agradecendo orações, solidariedade e aos médicos que ajudaram a salvar sua vida. “Quero deixar claro que já estou bem melhor. Minha recuperação está muito tranquila, muito feliz. Deus abençoe a cada um […]
O Seminarista Lucas Emanuel publicou a primeira imagem no Instagram no Hospital da Restauração, onde está internado desde o dia 3 de novembro, agradecendo orações, solidariedade e aos médicos que ajudaram a salvar sua vida.
“Quero deixar claro que já estou bem melhor. Minha recuperação está muito tranquila, muito feliz. Deus abençoe a cada um de vocês que rezaram por minha recuperação”, disse. Lucas é serra-talhadense e já terminou Filosofia no seminário São Judas Tadeu. Agora, sua nova fase de formação será no Curso de Teologia, na Universidade Católica de Pernambuco.
Ele destacou a atuação do médico Auricélio Silva, que o salvou, quando deu entrada na unidade. Lucas deu entrada com traumatismo craniano e forte hemorragia, após um rompimento de uma artéria. Perdeu muito sangue e foi salvo graças a um procedimento chamado embolização. Para que se tenha ideia da complexidade do procedimento que o salvou, o procedimento se dá por meio de um cateter que, após acesso pela virilha ou braço, chega ao ponto exato. Dentre esses materiais estão colas especiais, molas metálicas e micropartículas – estas últimas, resultado da evolução da nanotecnologia. Após conter a hemorragia, o foco foi o traumatismo.
Ele ainda cita a médica namorada de seu primo Thiago, que acompanhou os procedimentos e tratamento, Gabriela Santiago. “Minha gratidão é eterna a eles e a outros com os quais ainda irei postar a foto. Muito obrigado, Deus lhe guarde nessa sua vocação. Sem palavras para tanta gratidão”, disse.
Tcharles Marques Santos, natural de Brejinho, está em Afogados desde a semana passada. Havia sofrido uma pancada na coluna. Mas lesões foram descartadas após exames como uma ressonância magnética.
O Diácono Alisson Maciel, que foi ordenado na última quarta-feira em Triunfo, guiava o carro naquele 3 de novembro. Ele contou que tinham acabado de sair de um almoço quando o carro perdeu o controle em uma curva na PE 283. Acrescentou que o carro não vinha em velocidade e que tentou controlar o veículo, mas acabou capotando. Os demais estão fora de perigo.
A Secretaria de Saúde de Serra Talhada informa que foram registrados mais 44 casos positivos de Covid-19 nesta sexta-feira (03/07). São 24 pacientes do sexo feminino e 20 do sexo masculino, totalizando 678 casos confirmados no município. Não houve registro de óbito nas últimas 24h. Foram realizados hoje 118 testes rápidos no Laboratório Municipal, com […]
A Secretaria de Saúde de Serra Talhada informa que foram registrados mais 44 casos positivos de Covid-19 nesta sexta-feira (03/07).
São 24 pacientes do sexo feminino e 20 do sexo masculino, totalizando 678 casos confirmados no município. Não houve registro de óbito nas últimas 24h.
Foram realizados hoje 118 testes rápidos no Laboratório Municipal, com 39 resultados positivos. Os outros 05 positivos foram confirmados pelo Lacen-PE. O número de casos suspeitos caiu para 45 e o de casos descartados subiu para 2.652.
Entre os casos confirmados, o município tem 457 pacientes recuperados, 205 em tratamento domiciliar e 05 em leitos de internamento, estando um paciente entubado e quatro estáveis. Outros cinco pacientes considerados suspeitos também estão internados com quadro de saúde estável.
Em relação aos profissionais de saúde contaminados, 36 estão recuperados 15 em isolamento domiciliar monitorado.
O boletim diário, portanto, fica com 678 casos confirmados, 45 casos suspeitos, 457 recuperados, 2.652 descartados e 11 óbitos.
O Bairro Ipsep lidera o número de casos, com 125 registros, seguido de São Cristóvão, com 98 registros e AABB/Várzea, com 85 casos.
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