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Carnaval fez bombar taxa de ocupação hoteleira em Pernambuco. Triunfo chegou a 100%

Por Nill Júnior

O Carnaval do Estado de Pernambuco fez bonito durante os quatro dias de folia em 2020. Durante a festa, Pernambuco atingiu resultado na casa dos 95,38% de taxa média de ocupação hoteleira, pouco mais que os 95% registrados em 2019. O valor é resultado de levantamento realizado nos dias de folia pelo Setor de Estudos e Pesquisas da Empetur, que ouviu 204 meios de hospedagem até a Quarta-Feira de Cinzas (26).

“O período carnavalesco é um atrativo tanto para o turista interno quanto para os que vêm de fora do Estado. A representatividade de Pernambuco nessa festa popular movimenta toda a cadeia do turismo, faz aumentar o número de voos para a capital e aquece fortemente a economia do Estado”, ressalta o secretário de Turismo e Lazer, Rodrigo Novaes.

Entre os municípios com maiores índices médios de ocupação, o destaque deste ano entre as cidades do Agreste vai para Bonito (100%), Gravatá (99,29%) e Surubim (98,50%).  Bezerros (96,67%) – tradicional polo carnavalesco pela cultura dos papangus – e Pesqueira (95%) – a terra dos caiporas – também se destacaram com excelentes índices.

Principais polos do Carnaval na Região Metropolitana,  Recife e Olinda registraram respectivamente 98,56% e 99%, aproximando da mesma taxa de ocupação da cidade de Jaboatão dos Guararapes (100%), também na RMR, e de Triunfo (100%), no Sertão do Pajeú, destino que tem a alegria da festa traduzida pela presença dos caretas. Oferecendo outro tipo de divertimento para os dias de Carnaval, Fernando de Noronha alcançou média de 99,24% de ocupação, enquanto Porto de Galinhas registrou 95,55%.

A pesquisa da Empetur também levou em conta dados acerca da permanência dos turistas em solo pernambucano. A média geral indica uma taxa de 3,7 dias, com picos em cidades como o Recife (4,3 dias), Fernando de Noronha (4,8), Tamandaré (4,2) e Olinda (5,1).

Outras Notícias

Aprovação da Carta Municipalista encerra Marcha dos Prefeitos

Por Rodrigo Lima Com leitura e aprovação da Carta da XIX Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, as atividades do evento foram encerradas no início da tarde desta quinta-feira, 12 de maio. O documento assinado pelo presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, destacou a participação de mais de 4,5 mil pessoas no […]

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Por Rodrigo Lima

Com leitura e aprovação da Carta da XIX Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, as atividades do evento foram encerradas no início da tarde desta quinta-feira, 12 de maio. O documento assinado pelo presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, destacou a participação de mais de 4,5 mil pessoas no encontro, e registrou as primeiras conquistas obtidas.

De 9 a 12 de maio, mesmo durante uma das mais agudas crises políticas e econômicas da história do país, o movimento municipalista brasileiro manteve seu ato político e apresentou sua pauta de reivindicação aos Poderes Executivo, Judiciário e ao Congresso Nacional. Conforme registro feito na carta, a fala do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, marcou a participação do judiciário pela primeira vez na Marcha.

“Os municipalistas expuseram para as autoridades presentes a aguda crise fiscal que vivem os Municípios, que não foi causada pelos gestores municipais, mas sim pelos efeitos deletérios da queda da macroeconomia, além do subfinanciamento dos mais de 390 programas federais, que ampliam o custeio dos Municípios e a política de desoneração que corroeu a base das transferências constitucionais e, assim, amplificou a crise dos Municípios”, diz trecho documento.

Dentre as primeiras conquistas está a atuação da CNM em um Programa de Gestão Sistêmico, junto com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), para amenizar a crescente judicialização da administração municipal. Também a aprovação de carta destinada aos Órgãos de Controle Externo, onde são apresentados os pontos que os gestores municipais esperam que os tribunais de contas observem ao avaliarem as contas desse ano, tendo em vista o cenário de queda do Produto Interno Bruto (PIB) do país.

Arcoverde: pagamento do IPTU até 10 de maio

A Secretaria de Finanças, por meio da Diretoria de Impostos de Tributos – DIRT, já está distribuindo pelos Correios os carnês do Imposto Predial Territorial Urbano- IPTU 2018. A cota única deve ser quitada até o dia 10 de maio com desconto de 15%. Os contribuintes terão a opção de parcelar o valor em três […]

A Secretaria de Finanças, por meio da Diretoria de Impostos de Tributos – DIRT, já está distribuindo pelos Correios os carnês do Imposto Predial Territorial Urbano- IPTU 2018. A cota única deve ser quitada até o dia 10 de maio com desconto de 15%. Os contribuintes terão a opção de parcelar o valor em três vezes com vencimentos nos dias 10 de maio, 11 de junho e 11 de julho.

“A arrecadação é revertida em forma de obras e benefícios à população e representa um importante reforço nas finanças do município”, enfatiza a prefeita de Arcoverde, Madalena Britto.

De acordo com o Diretor da DIRT, Wanderson Lira, as pessoas que estiverem com IPTU anteriores atrasados e quiserem negociar, segue junto ao carnê do IPTU/2018 um boleto com todo o débito consolidado, já com desconto de 90% sobre juros e multas.

Quem não receber o carnê do IPTU até o dia 30 de abril, deve procurar a DIRT para emissão da segunda via. A DIRT funciona das 08 às 13h, de segunda a sexta-feira. Fone (87) 3821-9051. E-mail: [email protected]

Cunhado de Zeinha e Luciano Torres morre em acidente

Faleceu vítima de acidente de trânsito, no início da noite de ontem (11), nas proximidades da cidade de Itambé, Jânio Guedes, 61 anos. Funcionário do Ipa, era cunhado do prefeito de Iguaracy, Zeinha Torres e do ex-prefeito da Ingazeira, Luciano Torres, casado com Dona Nêna Torres. Em contato com o blogueiro Júnior Finfa, o ex-prefeito da […]

Faleceu vítima de acidente de trânsito, no início da noite de ontem (11), nas proximidades da cidade de Itambé, Jânio Guedes, 61 anos.

Funcionário do Ipa, era cunhado do prefeito de Iguaracy, Zeinha Torres e do ex-prefeito da Ingazeira, Luciano Torres, casado com Dona Nêna Torres.

Em contato com o blogueiro Júnior Finfa, o ex-prefeito da Ingazeira, Luciano Torres, disse que o corpo, ainda se encontra no IML do Recife.

O horário do sepultamento, ainda não foi confirmado. Jânio trabalhou muitos anos no Pajeú, na antiga Emater.

Organização diz que comportamento da população determinou sucesso do Afogareta

Em um discurso emocionado ao final do Afogareta 2019, o organizador Ney Quidute agradeceu principalmente aos foliões que fizeram do evento, mais um sucesso. Ele destacou principalmente o comportamento no trecho recém inaugurado da Avenida Rio Branco. “Não foi danificada sequer uma torneira da nova avenida”, comemorou. Ney brincou com o fato de que após […]

Em um discurso emocionado ao final do Afogareta 2019, o organizador Ney Quidute agradeceu principalmente aos foliões que fizeram do evento, mais um sucesso. Ele destacou principalmente o comportamento no trecho recém inaugurado da Avenida Rio Branco.

“Não foi danificada sequer uma torneira da nova avenida”, comemorou. Ney brincou com o fato de que após uma inauguração, como foi na Praça Arruda Câmara e na avenida, o Afogareta é o primeiro evento a ser testado. “Perguntei a Sandrinho se tem mais uma inauguração nesse ano”.

O vice representou o prefeito Patriota que por questões de agenda não compareceu.

A segurança foi outro ponto destacado por Ney, com a contratação de mais homens, inclusive infiltrados na multidão sem identificação, o trabalho excepcional da PM através do 23º Batalhão com apoio de ROCAM, CIOSAC e outras equipes ao longo da avenida e o videomonitoramento, com câmeras de alta definição. “Vocês me viram pulando feito um louco mais foi de alegria. Esse evento pertence a vocês, ao povo de Afogados que sabe receber muito bem”.

O evento foi encerrado com show de Iohannes, terminando às 2 da manhã da madrugada de hoje. No sábado, dia 12, houve retorno da Banda Psirico, de Márcio Victor. Na abertura, a festa teve Chicabana. Essa inclusive já foi anunciada para o evento de 2020, no ano 22. Veja fotos de Cláudio Gomes:

 

Crise afeta programação de emancipação de quatro cidades do Pajeú

Quatro importantes cidades do Pajeú comemoram sua emancipação nesta terça-feira. Parabéns a Iguaraci, Ingazeira, Solidão e Santa Terezinha. Em virtude da realidade financeira de uns ou da luta para fechar o caixa de outros, as emancipações serão lembradas de forma modesta nos municípios. Iguaraci: Primitivamente o município era uma área de pastagem conhecida como Logrador, […]

Quatro importantes cidades do Pajeú comemoram sua emancipação nesta terça-feira. Parabéns a Iguaraci, Ingazeira, Solidão e Santa Terezinha. Em virtude da realidade financeira de uns ou da luta para fechar o caixa de outros, as emancipações serão lembradas de forma modesta nos municípios.

34865840Iguaraci: Primitivamente o município era uma área de pastagem conhecida como Logrador, de propriedade de Antonio Rabelo. As terras foram por ele doadas à Igreja, para o patrimônio de São Sebastião, em 1912. O padre Carlos Cottart construiu uma casa, onde celebrava o culto, o que atraiu o comércio e moradores para o local. Em 1914, o povoado era conhecido como Macacos. Em 1948, o nome foi mudado para Iguaraci.

Segundo Plínio Salgado, Iguaraci significa “aurora” (i ou gua quer dizer “água”, e o sol, no Brasil, nasce do lado do mar). Já Tibiriçá argumenta que a palavra é originária de ycuara-assy, que quer dizer “poço pestilento”.

59687642Ingazeira: O município de Ingazeira é conhecido como Terra Mãe do Pajeú por conta de sua história. Municípios como Afogados da Ingazeira chegaram a pertencer à cidade.A fundação é datada de 29 de abril de 1820 e a emancipação, em 20 de dezembro de 1948.

Ocupa uma área de 243,7 km², tendo sua sede situada às margens do Rio Pajeú a uma altitude de 534 metros.

gfu_800_00006893Solidão: O atual município de Solidão teve origem em meados do século XIX, quando o senhor Euzébio, conhecido como o bandeirante, andava a procura de minérios, e chegando a essa localidade montou morada sob um pé de juá, posteriormente comprou terras onde foi morar com sua família.

O padre Carlos Cottart celebrou uma missa em sua casa, no ano de 1910. Quando o padre chegou na casa do senhor Jesuíno, disse: – Que solidão! – Jesuíno não sabia o que significava aquela palavra e perguntou ao padre o seu significado. O padre lhe respondeu que solidão é um lugar deserto, isolado. Desde então o local ficou sendo chamado de Solidão.

3188247Santa Terezinha: a povoação teve início no local denominado Caldeirão das Bestas e as terras foram doadas pelo senhor Virgulino José da Silva no ano de 1928.

A primeira missa celebrada na povoação, foi em 1929, pelo padre Sebastião Rabelo, vigário da paróquia de São José do Egito. Hoje a igreja encontra-se no mesmo local onde foi construída a capelinha inicial, tendo como padroeira, Santa Teresinha.