Carnaíba: de coração novo, Zé Ivan assume Conselho Rural
Por Nill Júnior
Foto: Aryel Aquino
Eleito vereador, deixou cadeira para assumir Secretaria, infartou, escapou e agora assume nova missão
Na manhã desta quinta-feira (11/05), o atual Secretário de Agricultura do município, Zé Ivan, foi eleito coordenador do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável de Carnaíba (Comdresca), para o biênio 2017/2019. Gleybson Martins, que até então era pré-candidato, acabou não disputando.
A vida de Zé Ivan esse ano é uma gangorra. Foi eleito vereador, mas, convocado pelo prefeito Anchieta Patriota, assumiu a Secretaria de Agricultura pouco depois de empossado. : em março, infartou e foi levado às pressas para o Procape. Fez um cateterismo, alguns exames para avaliação e “escapou” bem.
Agora, vai comandar o Comdresca juntamente com o vice-coordenador da chapa e vice-prefeito do município, Júnior de Mocinha, mais Edna Andrade, diretora municipal de meio ambiente e representante da associação da comunidade Quilombola Abelha e o Tesoureiro, Renan Walisson, representando a Paróquia Local.
Na ocasião, ainda foi escolhida uma comissão para acompanhamento de projetos e subprojetos, tendo como membros Rudimar, Luiz de Joel e Valdenir.
PL pressiona para que presidente da Casa leve o caso ao plenário Do O Globo O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), sinalizou a interlocutores que a Casa deve cumprir a decisão do Supremo Tribunal Federal e declarar a perda do mandato do deputado Alexandre Ramagem (PL-RJ). O ex-diretor da Agência Brasileira de […]
PL pressiona para que presidente da Casa leve o caso ao plenário
Do O Globo
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), sinalizou a interlocutores que a Casa deve cumprir a decisão do Supremo Tribunal Federal e declarar a perda do mandato do deputado Alexandre Ramagem (PL-RJ). O ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) foi condenado nesta quinta-feira por tentativa de golpe de Estado, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e organização criminosa armada. Além da prisão, a Corte determinou a perda imediata do mandato e o tornou inelegível por oito anos após o cumprimento da pena. A defesa ainda pode recorrer.
O Supremo definiu expressamente que a cassação de Ramagem deve ser promovida por despacho da Mesa Diretora da Câmara, sem necessidade de votação em plenário.
Segundo aliados, Motta tem dito em conversas reservadas que a Câmara “vai seguir a lei” e não pretende se colocar em rota de colisão com o Supremo. A avaliação é que ignorar a decisão judicial, após o trânsito em julgado, poderia agravar a tensão entre os Poderes.
Ainda assim, o tema divide a Casa. O PL pressiona para que a cassação seja submetida a votação no plenário, esperando que os colegas salvem o mandato de Ramagem. Caciques da legenda também citam o voto do ministro Luiz Fux, que defendeu o trancamento da ação penal contra o deputado, com o argumento que o Supremo teria invadido prerrogativas do Parlamento. O deputado Alfredo Gaspar (União-AL), relator de recurso que tratava da suspensão da ação de Ramagem, vocaliza essa tese.
A disputa não é apenas jurídica, mas política. Ramagem é aliado próximo da família Bolsonaro e figura estratégica no PL do Rio de Janeiro, estado em que o partido tenta preservar musculatura eleitoral diante da condenação do ex-presidente. No ano passado, concorreu à prefeitura da capital fluminense e vinha sendo ventilado para disputar uma vaga no Senado Federal. Por isso, parte da bancada pressiona Motta a repetir o gesto adotado no caso de Carla Zambelli (PL-SP).
Condenada pelo STF e presa na Itália em julho, Zambelli está tendo o direito a apresentar defesa na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) por decisão da presidência da Câmara, embora líderes governistas sustentem que esse rito não se aplicaria. A manobra foi lida como tentativa de reduzir desgaste com a base bolsonarista.
O artigo 92 da Constituição Federal diz que a perda de cargo, função pública ou mandato eletivo ocorre após uma condenação superior a seis anos de reclusão. O artigo 55, por sua vez, estabelece que, em caso de condenação criminal transitada em julgado, cabe à Mesa Diretora declarar a perda do mandato. O julgamento político, por votação em plenário, só ocorre em situações de quebra de decoro ou infrações parlamentares.
Essa diferenciação já foi palco de impasses no passado. Em 2013, quando o ex-deputado Natan Donadon foi condenado e preso pelo Supremo, a Câmara decidiu levar o caso ao plenário e manteve o mandato, provocando crise institucional. Meses depois, os próprios deputados recuaram e confirmaram a cassação. Desde então, consolidou-se no meio jurídico e político a leitura de que a perda deve ser automática, para evitar constrangimentos.
No caso de Ramagem, a expectativa é que o rito seja cumprido sem sobressaltos. Após o trânsito em julgado, o Supremo comunicará formalmente a Câmara, e a Mesa Diretora deverá declarar a perda. A partir daí, assumirá o suplente do PL do Rio de Janeiro, o secretário estadual de Agricultura, Dr. Flavio.
Apesar das pressões, até mesmo parlamentares próximos de Motta admitem que não há clima político para arrastar o processo como ocorre com Zambelli. A expectativa é de que a Câmara apenas chancelará o que o Supremo já decidiu.
‘Precedente Zambelli’
Ao mesmo tempo, a oposição investe no precedente Zambelli e coleguismo na Casa para tentar levar o caso ao plenário. A negociação envolveria o apoio de partidos do Centrão. O GLOBO entrou em contato com representantes dessas bancadas, contudo, que indicaram que ainda não conversaram sobre o tema. Até o momento, a única legenda que tem se comprometido com a agenda, além do PL, é o Partido Novo.
Velório é realizado na Assembleia Legislativa de São Paulo Do R7 O velório do jornalista e apresentador da Record TV Marcelo Rezende foi aberto ao público, pontualmente, às 10h deste domingo (17). Antes disso, a cerimônia, que acontece na Assembleia Legislativa de São Paulo, na zona sul da cidade, foi restrita a familiares e amigos […]
Filhos de Marcelo Rezende fazem brinde em homenagem ao pai, apaixonado por vinhos. Foto: Amauri Nehn/Brazil News
Velório é realizado na Assembleia Legislativa de São Paulo
Do R7
O velório do jornalista e apresentador da Record TV Marcelo Rezende foi aberto ao público, pontualmente, às 10h deste domingo (17). Antes disso, a cerimônia, que acontece na Assembleia Legislativa de São Paulo, na zona sul da cidade, foi restrita a familiares e amigos mais próximos.
Desde as primeiras horas da manhã, uma fila silenciosa de fãs se formou na porta do edifício, que fica na região do Ibirapuera. Eles encararam o sol e cerca de três horas de espera para uma última homenagem ao apresentador, morto ontem por complicações decorrentes de um câncer.
Lá dentro, os cinco filhos de Rezende fizeram um brinde sobre o caixão com uma taça de vinho, uma das paixões do jornalista.
Desde 6h45, a aposentada Eurídes da Silva já estava na fila e foi uma das primeiras a entrar.
— Eu chorei bastante, fiquei muito emocionada, porque o meu sonho era ver ele vivo e não tive essa oportunidade. Mas quando recebi essa notícia, eu decidi acordar 4 da manhã para prestar essa homenagem para ele.
Moradora de Guarulhos, na Grande São Paulo, Wildes Carvalho, de 68 anos, deixou a dor no joelho de lado para aguardar cerca de duas horas até poder se despedir do jornalista.
— Igual a ele não vai ter mais. Eu caí no sofá quando soube [da morte]. Saí de casa às 5h para vir aqui, porque ele merece.
Familiares e colegas de trabalho também estiveram na assembleia legislativa para se despedir de Marcelo Rezende. É o caso dos jornalistas Fabiola Gadelha e Luiz Bacci, que protagonizaram vários momentos divertidos com o apresentador durante o Cidade Alerta.
Uma grande quantidade de coroa de flores foi enviada para o velório, vindas de nomes como Xuxa, Roberto Cabrini e Fábio Porchat.
Um encontro com o Diretor-Presidente da Fundarpe, Marcelo Canuto, o Secretário de Cultura de Afogados da Ingazeira, Edygar Santos e o Gerente Administrativo da Rádio Pajeú, Nill Júnior, discutiu o apoio da entidade na programação dos 60 anos da emissora pioneira do Sertão Pernambucano, que serão vividos em 4 de outubro próximo. Segundo a emissora, a […]
Um encontro com o Diretor-Presidente da Fundarpe, Marcelo Canuto, o Secretário de Cultura de Afogados da Ingazeira, Edygar Santos e o Gerente Administrativo da Rádio Pajeú, Nill Júnior, discutiu o apoio da entidade na programação dos 60 anos da emissora pioneira do Sertão Pernambucano, que serão vividos em 4 de outubro próximo.
Segundo a emissora, a proposta da programação contempla um ato no Cine São José com a participação de nomes da história da emissora e do rádio pernambucano. A formatação do evento ainda está sendo discutida, mas figuras históricas da emissora como Monsenhor Assis Rocha, Zé Tenório e importantes da radiodifusão como Geraldo Freire serão convidadas. Após, a ideia é a realização de um show na rua da emissora, a Newton César, com apoio da Fundarpe.
Na conversa, ficou encaminhado que um novo encontro deverá acontecer em agosto, considerando que a grade festiva do estado costuma ser fechada com 15 dias a um mês de antecedência.
A Rádio Pajeú é a primeira emissora do Sertão Pernambucano, com grande contribuição para a formação política, religiosa e cultural de toda a região. Ligada à Fundação Cultural Senhor Bom Jesus dos Remédios, tem uma programação com informação, prestação de serviço e valorização da cultura. É premiada nacionalmente, com o Ayrton Senna de jornalismo (1999) e o Microfone de Prata (2007), além de comendas estaduais e regionais.
Na manhã desta sexta-feira (17), o prefeito de Iguaracy, Zeinha Torres (PSDB), utilizou suas redes sociais para compartilhar uma importante agenda para o município. Através de uma postagem no Instagram, Torres revelou detalhes sobre a visita da entidade responsável pela construção de 50 casas populares na região. Acompanhado pelo secretário de Obras, Luciano Santana, e […]
Na manhã desta sexta-feira (17), o prefeito de Iguaracy, Zeinha Torres (PSDB), utilizou suas redes sociais para compartilhar uma importante agenda para o município. Através de uma postagem no Instagram, Torres revelou detalhes sobre a visita da entidade responsável pela construção de 50 casas populares na região.
Acompanhado pelo secretário de Obras, Luciano Santana, e pelo engenheiro do município, Maurilio Segundo, o prefeito guiou a visita ao terreno designado para receber as futuras residências. Durante a inspeção, discutiram-se os próximos passos do processo, incluindo o agendamento dos serviços de levantamento topográfico, previstos para a próxima semana.
Esse marco representa um avanço significativo para a comunidade de Iguaracy, uma vez que as novas habitações visam atender às demandas por moradia digna na região.
Com a conclusão do levantamento topográfico, espera-se que as obras tenham início em breve, promovendo não apenas a construção de moradias, mas também a geração de empregos e o aquecimento da economia local.
Para combater as práticas de nepotismo nas cidades de Tabira e Solidão (Sertão do Pajeú), o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) recomendou aos atuais prefeitos e presidentes das Câmaras de Vereadores das duas cidades, bem como aos eleitos nas Eleições 2016, medidas para evitar a nomeação ou contratação de parentes dos gestores públicos para compor […]
Para combater as práticas de nepotismo nas cidades de Tabira e Solidão (Sertão do Pajeú), o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) recomendou aos atuais prefeitos e presidentes das Câmaras de Vereadores das duas cidades, bem como aos eleitos nas Eleições 2016, medidas para evitar a nomeação ou contratação de parentes dos gestores públicos para compor as gestões municipais.
O MPPE recomendou aos prefeitos Maria Aparecida Oliveira (Solidão) e Sebastião Dias (Tabira) e aos presidentes das respectivas Câmaras Municipais, Antônio Bujão (Solidão) e Marcos da Silva (Tabira), exonerar, no prazo de 15 dias, todos os ocupantes de cargos comissionados que tenham relação de parentesco em linha reta, colateral ou por afinidade até o terceiro grau com pessoas investidas nos cargos de direção, chefia ou assessoramento do município.
Eles deverão ainda rescindir, no mesmo prazo, todos os contratos de serviço temporário e destituir os servidores efetivos com funções gratificadas que se enquadrem nas referidas situações de parentesco. No prazo de cinco dias, após o fim do período concedido para o atendimento às medidas recomendadas, os prefeitos e presidentes das Câmaras deverão encaminhar ao MPPE as listas de todos os servidores exonerados dos cargos comissionados, destituídos de funções gratificadas e dos temporários que tiveram o contrato rescindido como combate à prática do nepotismo.
A promotora de Justiça Manoela Eleutério recomendou ao futuro prefeito de Solidão, Djalma da Padaria, assim como ao reeleito Sebastião Dias e aos possíveis futuros presidentes das respectivas Câmaras Municipais que observem e façam cumprir, durante todo o mandato, as mesmas medidas relativas ao nepotismo.
Tais prescrições deverão ser observadas no momento em que os gestores constituírem o secretariado municipal ou ao preencher os demais cargos de chefia, direção ou assessoramento do quadro.
A não observância da recomendação implicará na adoção das medidas extrajudiciais cabíveis, inclusive com a propositura de ação de improbidade administrativa. Caso algum dos gestores julgue a recomendação impossível de ser atendida, deverá justificar o fato ao MPPE, de forma detalhada.
De acordo com Manoela Eleutério, o princípio da moralidade administrativa impõe que não seja utilizada a máquina pública em prol de interesses pessoais escusos do agente público ou de terceiros. Da mesma forma, o princípio da eficiência tem como desdobramento natural o dever da administração pública de contratar funcionários mediante concurso público, com o objetivo de selecionar profissionais gabaritados para atender satisfatoriamente às necessidades da população. A recomendação foi publicada no Diário Oficial desta sexta-feira (14).
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