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Oposição de Agrestina fecha com Clodoaldo e Marcantonio

Por André Luis

Os deputados Clodoaldo Magalhães e Marcantonio Dourado Filho receberam oficialmente o apoio do grupo de oposição da cidade de Agrestina. O grupo abraçou esse projeto político para 2022 por acreditar no trabalho competente que ambos tem realizado nas cidades pernambucanas.

Segundo nota divulgada: “Clodoaldo e Marcantonio chegam para ajudar o município e defender ações de melhorias para essa população, seja através de emendas parlamentares ou com articulações, junto a órgãos estaduais”. 

“Nos últimos anos, destinamos emendas importantes que muito ajudaram a região do Agreste. E Agrestina também foi contemplada. A cidade recebeu do nosso mandato 70 mil em emendas para realização de serviços de pavimentação, em 2019”, pontuou Clodoaldo.

Os políticos desejam desenvolver um trabalho em favor da cidade e fincar raizes. “Ao lado de Clodoaldo, vamos implantar parceria importante para o desenvolvimento de Agrestina. Um na esfera federal e outro na estadual, juntando forças para representar da melhor forma possível o município. Vamos fazer história”, confirmou Marcantonio.

Fazem parte da oposição de Agrestina os vereadores João Leite e Aparecido, Valéria (ex-vereadora e agora suplente), Pivole (suplente de vereador), Janailson (filho do ex-vereador Sinval Monteiro), além das lideranças Carlos de Tião, Marcelo de Santa Tereza, Leleu, Irmão Carlinhos, Tonho de Rosa e Alfredo.

Outras Notícias

“Conversando com todos”: Após encontro com Raquel Lyra, Miguel Coelho diz que segue em oposição à governadora

O ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho (União Brasil), compartilhou, no início da noite deste domingo (09), através do seu perfil no Instagram – @miguelcoelhope – um vídeo onde afirma que o seu partido segue fazendo oposição à governadora Raquel Lyra. O líder do União Brasil em Pernambuco explica no vídeo que recebeu um convite da governadora […]

O ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho (União Brasil), compartilhou, no início da noite deste domingo (09), através do seu perfil no Instagram – @miguelcoelhope – um vídeo onde afirma que o seu partido segue fazendo oposição à governadora Raquel Lyra.

O líder do União Brasil em Pernambuco explica no vídeo que recebeu um convite da governadora para o encontro onde houve a conversa. Miguel esclarece sobre a posição política da família Coelho, que permanece na oposição à governadora e aliada ao prefeito do Recife, João Campos (PSB).

“Tive sim uma conversa com a governadora Raquel, a convite dela. Fui ao seu encontro, até por uma questão de educação, de respeito e de cortesia. E nesse encontro, onde a gente conversou muito sobre o estado de Pernambuco, sobre o nosso partido, entre outros assuntos, deixei claro que o nosso posicionamento político era muito transparente, até porque o posicionamento que o nosso grupo político tem, ele vem se construindo desde o final de 2022, depois, ao longo de 2023, muito forte em 2024, onde tivemos reciprocidade de apoio”, detalhou Miguel no vídeo.

O ex-prefeito fez críticas a algumas informações publicadas pela imprensa, colocando o encontro como uma possível aproximação política e apoio a Raquel Lyra. Miguel afirmou que o União Brasil vai continua com o mesmo posicionamento político e respeitando as divergências internas. Segundo Miguel, o objetivo do partido é fortalecer a bancada de deputados – estaduais e federais – além de continuar trabalhando o seu nome para ser candidato ao senado.

“Todos sabem, não escondo de ninguém, a nossa pretensão. Vamos trabalhar sim para estar na chapa majoritária, disputando a vaga do Senado Federal no ano de 2026”, afirmou o político.

Miguel Coelho também disse que nenhuma porta deve ser fechada. “O ano de 2025 é ano de trabalho, ano de articulação, ano de conversas, de diálogos, para que a gente não feche nenhuma porta, mas, acima de tudo, para que a gente possa construir um União Brasil mais fortalecido, mais homogêneo, mais unido”, finalizou.

No vídeo de quase 3 minutos, apenas a legenda “Sobre o que muita gente especulou, bom domingo! Essa semana falamos mais!”.

Ex-secretária de Turismo de Garanhuns morre aos 32 anos de Covid-19

Morreu na manhã deste sábado (1º), Neila Barros, de 32 anos, ex-secretária de Turismo de Garanhuns, em decorrência da Covid-19. Neile foi secretária de turismo do município na gestão do prefeito Isaías Régis entre 2016 até o fim de 2020. De acordo com a assessoria de imprensa do município, a ex-secretária estava em casa quando […]

Morreu na manhã deste sábado (1º), Neila Barros, de 32 anos, ex-secretária de Turismo de Garanhuns, em decorrência da Covid-19.

Neile foi secretária de turismo do município na gestão do prefeito Isaías Régis entre 2016 até o fim de 2020.

De acordo com a assessoria de imprensa do município, a ex-secretária estava em casa quando passou mal e foi levada ao Hospital Regional Dom Moura. Ela foi transferida para a Unidade de Tratamento de Covid-19, mas não resistiu.

Neile esteve a frente de grandes eventos realizados no município, incluindo a “Magia do Natal”. A prefeitura de Garanhuns lamentou o ocorrido e emitiu uma nota de pesar através do Instagram, decretando luto oficial de 3 dias.

“É com grande tristeza e profundo pesar que recebemos a notícia do falecimento de nossa amiga Neile Barros, ex-secretária de Turismo do município. Jovem, inteligente, competente, Neile contribuiu significativamente para o desenvolvimento de Garanhuns, principalmente quando esteve à frente do evento A Magia do Natal. A tristeza é ainda maior pois conhecíamos seus projetos e o futuro promissor em sua carreira profissional. Tantos sonhos que ficam destruídos por um vírus cruel que tem ceifado vidas e abalado famílias. Estamos todos muito tristes. Decretamos luto oficial por três dias em sua memória e reconhecimento. Aos familiares e amigos, nossos mais sinceros sentimentos e que o conforto venha com a Fé em Deus.”

Governo Bolsonaro ameaça de novo tomar medidas contra ações de governadores e prefeitos na pandemia

Em mais um movimento do governo Jair Bolsonaro contra as medidas de isolamento social, a AGU (Advocacia-Geral da União) afirmou, no último sábado (11), que recorrerá à Justiça se governos estaduais ou municipais impuserem “medidas restritivas de direitos fundamentais”. A nota do órgão não cita nenhum caso específico, mas mira o governador de São Paulo, […]

A nota é assinada pelo advogado-geral da União, ministro André Mendonça

Em mais um movimento do governo Jair Bolsonaro contra as medidas de isolamento social, a AGU (Advocacia-Geral da União) afirmou, no último sábado (11), que recorrerá à Justiça se governos estaduais ou municipais impuserem “medidas restritivas de direitos fundamentais”.

A nota do órgão não cita nenhum caso específico, mas mira o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), que vem protagonizando embates com Bolsonaro e afirmou que o estado poderá prender quem descumprir as regras de isolamento.

Segundo a AGU, “diante da adoção ou ameaça de adoção” de medidas nesse sentido, o órgão prepara as ações judiciais cabíveis e aguarda apenas informações do Ministério da Saúde e da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para entrar com o processo.

A nota é assinada pelo advogado-geral da União, ministro André Mendonça, que diz que qualquer medida deve ser respaldada na Constituição. “Medidas isoladas, prisões de cidadãos e restrições não fundamentadas em normas técnicas emitidas pelo Ministério da Saúde e pela Anvisa abrem caminho para o abuso e o arbítrio”, afirma.

O texto diz ainda que, para casos como esse, a prisão não é a solução adequada. “Medidas de restrição devem ter fins preventivos e educativos -não repressivos, autoritários ou arbitrários”, diz.

A ameaça de Doria de mandar prender as pessoas que desrespeitarem a quarentena ocorreu na última quinta-feira (9), quando o governador comentava a redução dos índices de pessoas em isolamento social em São Paulo e disse não querer endurecer as regras da quarentena no estado.

“Eu queria evitar isso, porque medidas mais rígidas significam que as pessoas poderão receber não só advertência, multa mas também voz de prisão”, disse o governador.

Este é mais um movimento do governo federal para tentar limitar os poderes de estados e municípios em impor regras da quarentena. E ocorre dois três depois de o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), decidir que os governos locais têm competência em matérias de saúde pública e, portanto, também podem impor medidas restritivas.

PMPE proíbe radinho nos estados alegando segurança

Medida repercute negativamente no Brasil. ASSERPE promete medida jurídica para buscar reverter a decisão Sob a alegação do “risco à segurança”, a Polícia Militar vetou o uso dos rádios de pilha nos estádios de Pernambuco, em nota divulgada à imprensa na tarde desta quinta-feira. Também entram no veto do órgão as baterias de torcida, instrumentos musicais, […]

Medida repercute negativamente no Brasil. ASSERPE promete medida jurídica para buscar reverter a decisão

Sob a alegação do “risco à segurança”, a Polícia Militar vetou o uso dos rádios de pilha nos estádios de Pernambuco, em nota divulgada à imprensa na tarde desta quinta-feira. Também entram no veto do órgão as baterias de torcida, instrumentos musicais, apitos e porta-bandeiras, igualmente enquadrados como objetos que representam “ameaça à integridade dos torcedores”, como assim classificou a entidade.

O uso do rádio, instrumento bastante utilizado pelos torcedores do estado, puxa uma lista extensa de recentes proibições encampadas pela Secretaria de Defesa Social que visam dirimir possíveis casos de violência dentro e nos arredores das praças esportivas.

Um delas foi a determinação, ainda no início do ano, de torcida única em jogos com equipes rivais. Foi assim no clássico entre Sport e Santa Cruz, na Ilha do Retiro, pelo Campeonato Pernambucano, Sport e Náutico, pela Copa do Nordeste e Estadual, e Náutico e Santa Cruz, em mata-mata também pela competição local.

A decisão sobre os rádios de pilha virou assunto nas redes sociais. A maioria dos torcedores desaprovou a medida. A repercussão, inclusive, é nacional. O jornalista Juca Kfouri ironizou a decisão em um artigo. “Agora nem Am nem Fm. Só PM. Com a proibição do radinho. A violência nos estádios estará resolvida”, ironizou. A ASSERPE, Associação das Empresas de Radiodifusão de Pernambuco, emitiu nota repudiando a decisão:

A ASSERPE, Associação das Empresas de Rádio e TV de Pernambuco repudia a decisão da Polícia Militar de Pernambuco de proibir o acesso aos estádios de futebol do estado do tradicional rádio de pilha.

A proibição, sob argumentação de “riscos de segurança” e “ameaça à integridade física dos torcedores”, ao contrário, amplia a desinformação e falta da prestação de serviço que balizam o papel da radiodifusão na cobertura de competições esportivas.

O radinho é presente e faz parte da tradição de boa parte do torcedor pernambucano, sem condições de acesso a smarthfones ou plano de dados no caso de aparelhos sem chip celular.

Ao contrário do que prega a Polícia Militar de Pernambuco, o rádio informa, prestando serviço do pré ao pós jogo, orientando torcedores sobre o trânsito, a logística de saída de mandante e visitante, intercorrências no entorno das praças esportivas, além das informações pertinentes ao espetáculo. O ato representa mais um cerceamento da liberdade de imprensa e acesso à informação. A ASSERPE avalia medidas jurídicas para reverter a decisão.

Daniel Silveira toma posse como membro titular da CCJ

Condenado a oito anos e nove meses de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF), o deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ) tomou posse como membro titular da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara. O parlamentar, aliado do presidente Jair Bolsonaro, já consta como integrante do colegiado no portal da Casa Legislativa e participou da […]

Condenado a oito anos e nove meses de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF), o deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ) tomou posse como membro titular da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara.

O parlamentar, aliado do presidente Jair Bolsonaro, já consta como integrante do colegiado no portal da Casa Legislativa e participou da reunião de instalação do colegiado nesta quarta-feira (27).

A indicação de Silveira à CCJ, uma das comissões mais importantes da Câmara, causou revolta entre opositores de Bolsonaro.

Uma das atribuições da CCJ é analisar a viabilidade da cassação de mandatos parlamentares, e o deputado foi condenado justamente a perder sua cadeira na Casa, se for cumprida a determinação do Judiciário.