Carlos Veras, único deputado federal do PT-PE, toma posse para o 2º mandato
Por André Luis
O deputado federal Carlos Veras (PT-PE) tomou posse nesta quarta-feira (1°), como o único petista eleito pelo Estado para a Câmara Federal. A aposta é que Veras terá maior legitimidade para articular obras e investimentos para a terra natal do presidente Lula.
Desde o início de janeiro deste ano, Veras vem recebendo a visita de dezenas de prefeitos de todas as regiões do Estado em busca dessa aproximação com o Governo Lula.
Quanto ao Governo de Pernambuco, independentemente da posição política da governadora Raquel Lyra (PSDB) em relação ao governo Lula, o parlamentar petista pernambucano reforça seu compromisso com o desenvolvimento do Estado.
Na pauta de requerimentos dos gestores pernambucanos, em sintonia com as pautas do parlamentar, constam importantes obras de infraestrutura como a Transposição do Rio São Francisco e a construção da Ferrovia Nova Transnordestina, além da recuperação e do fortalecimento de empresas e órgãos federais, como a Sudene, Chesf e Codevasf.
As organizações sindicais e sociais também têm em Carlos Veras um legítimo representante na busca por seus direitos, entre elas, a CUT-PE, FETAPE e o MST. Essa parceria está relacionada à origem da militância do petista nesses campos como ativista e sua atuação como parlamentar no primeiro mandato (2018-2023).
Entre as principais ações que marcam sua trajetória, ganham destaque a luta pela revisão das reformas trabalhista e previdenciária, a garantia de investimentos para a agricultura familiar e a defesa dos direitos humanos das ditas minorias, como indígenas, mulheres e LGBTI+, além do combate à fome e defesa da democracia
Trajetória
Eleito para atual legislatura da Câmara Federal como mais de 127 mil votos, entre os dez deputados mais votados e com votos registrados em todos os municípios pernambucanos, Carlos Veras é ex-presidente da CUT-PE (2012) e filiado à Fetape desde os 16 anos de idade.
No ano de 2018, foi eleito o primeiro trabalhador rural deputado federal por Pernambuco, bem como o primeiro pernambucano a presidir a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados (CDHM), durante o ano de 2021.
A prefeita Márcia Conrado iniciou a última semana do ano de 2022 entregando novos fardamentos aos servidores da Secretaria Municipal de Meio Ambiente responsáveis pela manutenção das praças e canteiros da cidade. A entrega foi realizada no Centro Administrativo II, no bairro AABB, contemplando 34 servidores. Os kits de fardamentos são compostos por botas, bonés, […]
A prefeita Márcia Conrado iniciou a última semana do ano de 2022 entregando novos fardamentos aos servidores da Secretaria Municipal de Meio Ambiente responsáveis pela manutenção das praças e canteiros da cidade.
A entrega foi realizada no Centro Administrativo II, no bairro AABB, contemplando 34 servidores. Os kits de fardamentos são compostos por botas, bonés, calças e camisas com proteção UV, contra a radiação ultravioleta.
“Temos a satisfação de concluir o ano entregando novos fardamentos a estes servidores do Meio Ambiente, colaboradores que trabalham diariamente para manter nossas praças e canteiros limpos, bonitos e bem cuidados”, comemorou a gestora.
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil As reclamações foram feitas por governadores para que o presidente deve deixar o ministro da Saúde como porta-voz do combate à pandemia Em reunião com autoridades federais e estaduais nesta quarta-feira (24), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) foi cobrado a promover três mudanças em sua postura, a partir de agora, […]
As reclamações foram feitas por governadores para que o presidente deve deixar o ministro da Saúde como porta-voz do combate à pandemia
Em reunião com autoridades federais e estaduais nesta quarta-feira (24), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) foi cobrado a promover três mudanças em sua postura, a partir de agora, no combate à pandemia do novo coronavírus. A reportagem é da Folhapress.
Os pedidos foram para que o presidente adote uma retórica pacifista, evitando embates com gestões estaduais e municipais, que conceda autonomia para que o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, atue como porta-voz do combate à doença e que leve em consideração a posição da comunidade científica sobre tratamento precoce.
As cobranças foram feitas por governadores presentes, mas receberam o respaldo de autoridades federais. Segundo relatos feitos à reportagem, Bolsonaro, que adotou no encontro uma retórica moderada, não respondeu às demandas dos gestores estaduais, mas sinalizou que Queiroga terá autonomia de atuação.
“Eu disse que cabe ao ministro da Saúde, com a prerrogativa que tem, de ter ao seu lado as pessoas qualificadas, como a sociedade científica e os profissionais de saúde, para definir protocolos que devam ser aplicados”, disse à reportagem o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM).
No encontro, ficou acertado que Queiroga coordenará, junto à comunidade científica, qualquer orientação que venha a ser feita a partir de agora sobre tratamento precoce. Na saída, o presidente fez questão de ressaltar que o tratamento precoce ficará a cargo do ministro.
Bolsonaro ressaltou, no entanto, que Queiroga respeitará o direito e o dever do médico de tratar infectados “off label”, com medicamentos usados para tratamentos não originalmente previstos em sua bula. Apesar da declaração, não há remédios com eficácia comprovada para tratar do coronavírus, mesmo o governo tendo recomendado reiteradas vezes o uso, por exemplo, da hidroxicloroquina.
“Não posso admitir tratamento precoce, porque sou um médico. Eu não posso admitir tratamento precoce. Eu não posso dizer que o tratamento precoce pode fazer parte do protocolo”, afirmou Caiado.
Como já esperavam integrantes do Judiciário e do Legislativo, o presidente não reconheceu em nenhum momento que se equivocou ao ter estimulado aglomerações e criticado a Coronavac, vacina produzida no Brasil pelo Instituto Butantan.
Para governadores presentes, Bolsonaro estava visivelmente constrangido no encontro e não conseguiu convencer as autoridades que participaram da reunião de que, a partir de agora, realmente mudará de postura em relação à pandemia.
“Se a reunião foi para tentar agregar, poucas coisas dividem tanto quanto defender o tratamento precoce, dado que a ciência trabalha em outra direção”, afirmou o governador de Alagoas, Renan Filho (MDB). “No fundo, é assim: a autonomia do Queiroga será até que ponto? Ele não foi tão enfático”, acrescentou.
O governador do Alagoas relatou ainda que defendeu que Queiroga tenha uma autonomia no governo semelhante à do ministro da Economia, Paulo Guedes. “De vez em quando, o Bolsonaro interfere, mas ele tem liberdade para definir os rumos da economia. E os ministros da Saúde não tiveram até agora essa autonomia”, ressaltou.
O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), também foi favorável a que Queiroga seja o porta-voz da gestão federal no combate ao coronavírus e defendeu o isolamento social como “uma das opções que existem no momento em que a pandemia está tomando uma proporção desenfreada”.
“Foi solicitado ao ministro da Saúde que sejam criadas algumas regras aplicadas nacionalmente, inclusive para poder facilitar este combate, a comunicação. Foi dito, insistido muito na questão da comunicação. Quando há vários emissores, a comunicação acaba mais confundindo que orientando”, afirmou.
O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PSC), disse que a medida que saiu da reunião é a centralização das ações no Ministério da Saúde. Ele ressaltou que foi ideia de Bolsonaro que a coordenação de um comitê contra a pandemia ficasse a cargo do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG).
“A questão técnica ficará com o Ministério da Saúde, para a gente começar a ter uma padronização, ao menos em linhas gerais, de todo o combate à pandemia: remédio que serve, que não serve, tratamento que é isso, tratamento que é aquilo”, afirmou.
O governador minimizou o fato de governadores que fazem oposição a Bolsonaro não terem sido chamados para a reunião e disse que, em relação ao isolamento social, é um “consenso que medidas têm que ser tomadas”. Ele ponderou que o dissenso atual é quais são essas medidas e qual a intensidade delas.
“Quando ele abre mão da coordenação, ainda que ele não tenha chamado um ou outro, ele demonstra que a vontade é de funcionar”, afirmou Castro. “Acho que tem que fazer o isolamento sim, mas negociado com as cadeias produtivas e sabendo onde dá para escalonar. Eu sou contrário ao isolamento? Não. Eu sou contrário a fechar tudo”, acrescentou.
Já o governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC), foi na linha de equilibrar saúde e economia. “O que nós estamos defendendo é um equilíbrio. Precisamos proteger a vida, mas também entender que há necessidade de uma atividade econômica mínima em funcionamento”, disse.
A Secretaria de Saúde de Serra Talhada informou em nota que foram confirmados mais vinte e oito casos positivos de Covid-19 nesta quinta-feira (25), sendo quinze pacientes do sexo masculino e treze do sexo feminino, totalizando 429 casos. O número de casos suspeitos aguardando resultados subiu para 36 e o número de casos descartados subiu […]
A Secretaria de Saúde de Serra Talhada informou em nota que foram confirmados mais vinte e oito casos positivos de Covid-19 nesta quinta-feira (25), sendo quinze pacientes do sexo masculino e treze do sexo feminino, totalizando 429 casos.
O número de casos suspeitos aguardando resultados subiu para 36 e o número de casos descartados subiu para 1.955.
O município tem duzentos e sessenta e quatro pacientes recuperados, cento e cinquenta e dois em isolamento domiciliar monitorado e quatro em leitos de internamento.
Em relação aos profissionais de saúde contagiados, 27 estão recuperados e seus estão em isolamento domiciliar monitorado.
O boletim diário, portanto, fica com quatrocentos e vinte e nove (429) casos confirmados, trinta e seis (36) casos suspeitos, duzentos e sessenta e quatro (264) recuperados, mil novecentos e cinquenta e cinco (1.955) descartados e nove (09) óbitos.
Apesar de atingido com cinco disparos, assaltante ferido foi operado e quadro é estável O blog buscou mais informações do episódio essa manhã em São José do Egito, onde três homens armados invadiram a Casa do Arame, estabelecimento comercial do empresário Carlito Filho. Os nomes não foram revelados. Segundo o blog apurou junto ao Delegado […]
Apesar de atingido com cinco disparos, assaltante ferido foi operado e quadro é estável
O blog buscou mais informações do episódio essa manhã em São José do Egito, onde três homens armados invadiram a Casa do Arame, estabelecimento comercial do empresário Carlito Filho.
Os nomes não foram revelados. Segundo o blog apurou junto ao Delegado Regional Alisson Eulâmpio, foram três autores. Um conseguiu se evadir, um foi ferido e outro foi autuado. O empresário é tido como vítima e reagiu quando ameaçado, diz a polícia.
Os dois autuados não são de São José do Egito. Em troca de tiros com a vítima, um dos autores foi alvejado e se encontra hospitalizado no Hospital Regional Emília Câmara. Ele teve sorte. Apesar de atingido por cinco disparos no torax, ele só teve o intestino delgado perfurado, sem prejuízo a nenhum órgão vital. Seu quadro é estável.
O estabelecimento fica entre o Pátio da Feira Livre e a Igreja Matriz de São Judas Tadeu. Pessoas que passavam pelo local escutaram vários tiros.
O suspeito ferido foi levado para o Hospital Maria Rafael de Siqueira pelo Corpo de Bombeiros. De lá, encaminhado para o Hospital Regional Emília Câmara. Em vídeos feitos por populares é possível ver um homem de camisa azul sendo preso. O terceiro envolvido na ação criminosa já está sendo procurado pela Polícia.
O prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira, descartou qualquer possibilidade se mudança no seu secretariado em 2023. Ontem, o programa Manhã Total usou de base as mudanças anunciadas por Márcia Conrado na equipe para perguntar se o gestor deveria seguir o mesmo caminho. Mais de 95% dos ouvintes disseram que ser. Dentre as alegações, […]
O prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira, descartou qualquer possibilidade se mudança no seu secretariado em 2023.
Ontem, o programa Manhã Total usou de base as mudanças anunciadas por Márcia Conrado na equipe para perguntar se o gestor deveria seguir o mesmo caminho. Mais de 95% dos ouvintes disseram que ser. Dentre as alegações, a de que “tem secretário a muito tempo na gestão”, citando os que vem do ciclo Totonho, por desgaste de material , ou por simples necessidade de oportunizar outros quadros.
Em entrevista ao blogueiro Júnior Finfa, entretanto, Sandrinho disse estar satisfeito com seu time.
“Quando a gente confia nas pessoas, quando fiz essa aposta, fiz entendendo as dificuldades que alguns secretários e secretárias têm passado. Se eu também passo, consequentemente sei que elas ecoam e reverberam nos companheiros e companheiras. São muitos desafios que temos que enfrentar”.
E seguiu: “Eu estou bastante contente com o desempenho dos secretários. Não quero dizer com isso que não precisamos melhorar. Precisamos sempre estar em busca da melhora. São pessoas da minha confiança. Não quer dizer que nenhum tenha seu cargo garantido até o final da gestão. Mas, no momento atual, de verdade, não vejo motivos para fazermos alterações”, disse.
Ele acrescentou ver motivos para algumas alterações na estratégia, em ações das secretarias, como também mudanças no seu próprio gabinete. “Precisamos fazer ampliações das ações em outros setores. Tenho tido, de certa forma, uma dificuldade quanto a isso”, admitiu.
E fez um mea culpa: “Afogados é uma cidade muito dinâmica, complexa, pujante de mais. Às vezes um determinado tema sufoca, tira você do caminho, aí você precisa fazer um outro atendimento e aquela ação já sofreu três ou quatro dias de paralisação. Precisamos dar uma fluidez melhor a isso. Mas acredito que podemos fazer”.
Ao fim, disse que são secretários e secretárias que têm a sua confiança. “Acredito que estaremos vivendo, em 2023, um ano diferenciado em nosso município”.
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