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Carlos Véras defende mobilização por povos indígenas

Por Nill Júnior

Em texto publicado hojeh o Deputado Federal Carlos Véras (PT-PE) afirmou que o Brasil  já é o país mais perigoso do mundo para ativistas e defensores da terra e do meio ambiente. Ele tratou da ameaça aos povos indígenas.

Só em Pernambuco, são sete grupos indígenas: os Fulni-ô, em Águas Belas; os Pankararu, nos municípios de Petrolândia e Tacaratu; os Xucuru, em Pesqueira; os Kambiwá, em Ibimirim, Inajá e Floresta; os Kapinawá, em Buíque os Atikum, em Carnaubeira da Penha e os Truká, em Cabrobó.

Conforme Relatório Violência Contra os Povos Indígenas no Brasil (2017), publicado pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi), foram registrados 128 casos de suicídio, 110 assassinatos e 702 ocorrências de mortalidade infantil.

“O genocídio indígena no país se agrava com os ataques sistemáticos e criminosos do desgoverno Bolsonaro aos direitos dos povos indígenas, a exemplo do desmonte dos organismos governamentais de proteção das populações originárias, com destaque para a Funai e para o Serviço Florestal Brasileiro”.

Segue: “Tais medidas visam pagar as dívidas contraídas com os setores do agronegócio, madeireiras e mineradoras que apoiaram seu plano presidencial, assim como objetivam cooptar a bancada do boi para avalizar seus projetos antipovo. Tudo isso indica que a estratégia do atual governo brasileiro não será orientada para o ordenamento do território e para a solução de conflitos, mas para a concentração fundiária e a submissão do interesse nacional a interesses corporativos de ruralistas, madeireiras e mineradoras, legitimando assim a invasão das terras indígenas e o extermínio dessas nações”.

Para Véras, ao tomar tais medidas que promovem o genocídio dos povos indígenas, “o capitão e seu exército” mancham de sangue a Constituição Brasileira de 1988, que assegura o respeito à organização social, aos costumes, às línguas, crenças e tradições e o direito à terra definido como “originário”, isto é, anterior à própria criação do Estado. “Portanto, seu cumprimento não é uma opção de governo, mas um dever do Estado, ao passo que seu descumprimento é a expressão máxima da barbárie”.

“Contudo, não passarão diante da brava resistência de mais de 800 mil indígenas de 305 etnias que bravejam em mais de 270 línguas: O sangue indígena é o sangue do Brasil, e nenhuma gota a mais de sangue será derramada!. Esses povos originários brasileiros são forjados na luta, pois já enfrentaram durante séculos os colonizadores europeus para defender a natureza, suas culturas e terras ancestrais e prosseguem resistindo bravamente contra a invasão neocolonizadora intentada atualmente por essas poderosas corporações do capital nacional e internacional com a total cumplicidade do atual desgoverno”.

E conclui: “em nome dos Direitos Humanos e da importância histórica e cultural dos povos indígenas, a nação brasileira não pode ignorar as atrocidades que vêm sendo cometidas por esse desgoverno infame que de todas as maneiras ameaça a dignidade e a integridade de nossas irmãs e irmãos indígenas e, portanto, atenta contra a vida de todas e de todos nós. Por isso, devemos nos mobilizar para o grande ato no dia 31 de janeiro em todo o Brasil, convocado pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB)”.

Outras Notícias

Só um em cada três profissionais de saúde diz ter sido testado para Covid-19

Medida importante para conter a disseminação do novo coronavírus, a testagem não tem sido aplicada nem mesmo em profissionais na linha de frente na pandemia. Apenas 35,2% dos profissionais de saúde dizem ter sido testados para Covid-19. Até junho, metade destes profissionais continua sem receber Equipamentos de Proteção Individual (EPI), essenciais para sua proteção durante […]

Medida importante para conter a disseminação do novo coronavírus, a testagem não tem sido aplicada nem mesmo em profissionais na linha de frente na pandemia. Apenas 35,2% dos profissionais de saúde dizem ter sido testados para Covid-19. Até junho, metade destes profissionais continua sem receber Equipamentos de Proteção Individual (EPI), essenciais para sua proteção durante o trabalho. Os dados são de pesquisa realizada pelo Núcleo de Estudos da Burocracia (NEB), da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Em sua segunda fase, a pesquisa “A pandemia de COVID-19 e os profissionais de saúde pública no Brasil” realizou um survey  com 2.138 profissionais da saúde pública, de todos os níveis de atenção e regiões do país entre os dias 15 de junho e 1º de julho. Na amostra, 40% eram agentes comunitários e agentes de controle de endemia, 20,8% profissionais de enfermagem, 14,7% médicos e 23,8%, outros profissionais da saúde. 

Os pesquisadores queriam avaliar o impacto do avanço da pandemia entre esses profissionais diante de um cenário de reabertura precipitada das atividades não essenciais em várias cidades. 

A primeira fase, realizada em abril de 2020, conseguiu capturar o cenário de impacto inicial da pandemia coletando informações de 1.456 profissionais de saúde de todo o Brasil. Além de ampliar a amostra, nesta segunda etapa os pesquisadores adicionaram ao questionário perguntas relacionadas à saúde mental, assédio moral e testagem destes profissionais.

Em média, 30% dos profissionais de saúde alegaram sofrer práticas de assédio moral durante a pandemia. Para 78,2%, sua saúde mental foi afetada durante o período, sendo que apenas 20% afirmaram receber algum tipo de apoio do Estado para lidar com estes problemas. Segundo a Gabriela Lotta, coordenadora da pesquisa, as condições de saúde destes profissionais podem estar relacionadas à falta de suporte e recursos por parte do Estado. “

A falta de suporte cria uma situação muito tensa de trabalho, na qual prevalecem o medo e o sentimento de despreparo. Uma das consequências é o aumento dos problemas de saúde mental destes profissionais, além do adoecimento, afastamento do trabalho e morte”, comenta a pesquisadora.

Fonte: Agência Bori

Dinca ainda tem esperanças de disputar prefeitura de Tabira

Na política de Tabira o que não dá pra rir, dá pra chorar. Mesmo adversários, o prefeito Sebastião Dias (PTB) e o seu adversário o ex-prefeito Dinca Brandino (PMDB) tem algo em comum, o lado contraditório e até folclórico. Ontem foi a vez do Programa Cidade Alerta ouvir o ex-gestor que escalou a esposa Nicinha […]

Dinca-e-AnchietaNa política de Tabira o que não dá pra rir, dá pra chorar. Mesmo adversários, o prefeito Sebastião Dias (PTB) e o seu adversário o ex-prefeito Dinca Brandino (PMDB) tem algo em comum, o lado contraditório e até folclórico.

Ontem foi a vez do Programa Cidade Alerta ouvir o ex-gestor que escalou a esposa Nicinha como sua candidata, uma vez que por enquanto continua como ficha suja.

Provocado a falar sobre o nome que ocupará a vaga de vice de Dona Nicinha, Dinca admitiu que a atual vice-prefeita Genedy Brito tem 90% e continuou “os vereadores Djalma das Almofadas, Gil da Borborema e Aldo Santana, tem 90% cada um, o empresário Zé da Sulanca e o médico Alan Xavier tem 90%”.

Alertado pelo comunicador que depois de atribuir 90% a Genedy, sobraria somente 10% para os demais e questionado se perdeu as aulas de matemática quando foi à escola, Brandino desconversou.

Ele respondeu críticas do Presidente da Câmara Marcos Crente sobre a cessão do prédio da Escola Esmar, compra do Ônibus do TFD e canal da granja.

Ao Prefeito Sebastião Dias as respostas foram sobre construção da creche, postos de saúde do Bairro de Fátima e Brejinho e outras polemicas. Durante toda entrevista Dinca fez questão de afirmar que o Prefeito Sebastião Dias falta com a verdade.

Dinca acusou Dias de mau pagador. Perguntado se seria ele então o bom pagador, Dinca veio com essa: “quando tenho dinheiro, pago”.

Ele demonstrou esperanças de ainda se tornar ficha limpa e disputar o pleito. Garantiu que não será Secretário de um provável futuro governo Nicinha.

Servidores do IFPE fazem protesto nesta sexta contra PEC 241

Servidores do Campus Afogados da Ingazeira do IFPE estão em greve por tempo indeterminado desde o último dia 04 de novembro. Eles questionam o que classificam como uma “avalanche de propostas de alteração na esfera pública municipal, estadual e federal”, materializadas em projetos que vem sendo alvo de críticas de servidores e movimentos sociais. Dentre […]

ifpeServidores do Campus Afogados da Ingazeira do IFPE estão em greve por tempo indeterminado desde o último dia 04 de novembro.

Eles questionam o que classificam como uma “avalanche de propostas de alteração na esfera pública municipal, estadual e federal”, materializadas em projetos que vem sendo alvo de críticas de servidores e movimentos sociais.

Dentre eles a PEC 241 (atual PEC 55) – limitação do orçamento nas várias esferas da União; PLS 193 – “Escola sem partido” e Medida Provisória  746, da  reforma do ensino Médio.

Os servidores do Campus Afogados, que se encontram em greve, vão realizar um protesto público nesta sexta (11)  à partir das 09h, com concentração na Praça Arruda Câmara. O ato acompanha a paralização nacional contra as propostas. A informação é de que a greve atinge percentual importante do corpo da instituição.

Ministério da Saúde volta atrás e passa a não recomendar vacinação de adolescentes sem comorbidades

G1 O Ministério da Saúde publicou uma nota informativa nesta quarta-feira (15) em que volta atrás sobre a vacinação de adolescentes de 12 a 17 anos sem comorbidades. Agora, a orientação do ministério é que não seja feita a vacinação deste grupo. A vacinação deve ficar restrita a três perfis específicos: adolescentes com deficiência permanente; […]

G1

O Ministério da Saúde publicou uma nota informativa nesta quarta-feira (15) em que volta atrás sobre a vacinação de adolescentes de 12 a 17 anos sem comorbidades. Agora, a orientação do ministério é que não seja feita a vacinação deste grupo.

A vacinação deve ficar restrita a três perfis específicos: adolescentes com deficiência permanente; adolescentes com comorbidades; e adolescentes que estejam privados de liberdade.

A nota informativa desta quarta contraria uma outra publicada pela pasta em 2 de setembro, que recomendava a vacinação para esses adolescentes a partir do dia 15.

A decisão do Ministério da Saúde foi tomada dentro de um contexto de aumento dos relatos de falta de vacinas no país, sobretudo para a segunda dose.

Além disso, o recuo é o segundo na semana: na quarta-feira, após o ministro Marcelo Queiroga dizer que há “excesso de vacinas”, o governo voltou atrás e manteve o intervalo de 12 semanas para a segunda dose da vacina AstraZeneca. A previsão era reduzir para 8 semanas neste mês.

Além disso, em seu recente posicionamento, o Ministério da Saúde destaca ainda que a “maioria dos adolescentes sem comorbidades” não sofrem de casos graves da doença, que há “somente um imunizante” avaliado em ensaios clínicos, e que “os benefícios da vacinação em adolescentes sem comorbidades ainda não estão claramente definidos”.

Por fim, o governo ressalta a “redução na média móvel de casos e óbitos (queda de 60% no número de casos e queda de mais de 58% no número de óbitos por covid-19 nos últimos 60 dias) com melhora do cenário epidemiológico”.

Bloco na rua: Márcia Conrado é destaque em peças publicitárias por Dia da Mulher

A Secretária de Saúde de Serra Talhada, Márcia Conrado, aparece com destaque em uma campanha publicitária por ocasião do Dia Internacional da Mulher. São pelo menos dez outdoors espalhados pela cidade, mais uma campanha lançada esta manhã na Capital do Xaxado, pelo que o blog apurou. Márcia aparece ao centro dos outdoors com a mensagem: […]

Flagrante das peças publicitárias que acordam Serra Talhada nesse Dia Internacional da Mulher tendo Márcia Conrado como destaque: não precisa traduzir…

A Secretária de Saúde de Serra Talhada, Márcia Conrado, aparece com destaque em uma campanha publicitária por ocasião do Dia Internacional da Mulher.

São pelo menos dez outdoors espalhados pela cidade, mais uma campanha lançada esta manhã na Capital do Xaxado, pelo que o blog apurou.

Márcia aparece ao centro dos outdoors com a mensagem: “Somos Guerreiras por natureza, mãe por instinto e profissional por competência”.

A Secretária de Saúde aparece bem ao centro da peça publicitária, ao lado de nomes como a Primeira Dama Karina Duque e outras integrantes da equipe de governo, como Cibely Almeida e Marta Cristina.

No material a campanha é assinada como “uma homenagem das mulheres que fazem a gestão Luciano Duque a todas as mulheres de Serra Talhada”.

A campanha só reforça o sentimento de que a candidata será a “ungida” pelo prefeito Luciano Duque e grupo para disputar a eleição em 2020. O bloco está na rua…