O ex-prefeito de Serra Talhada, Carlos Evandro, é o convidado da Revista da Cultura deste sábado, 11h.
Carlos dá a primeira entrevista após o processo eleitoral de 2020. Nele, sua esposa, Socorrido Brito, disputou como principal nome da oposição, mas perdeu para a atual prefeita, Márcia Conrado, apoiada por Luciano Duque.
O ex-prefeito responderá perguntas da equipe da Cultura FM. Carlos foi prefeito de Serra Talhada entre 2005 e 2012 , quando passou o bastão para o então aliado Luciano Duque. Os dois romperam pouco tempo depois.
Apesar de não disputar mandatos desde então, Carlos ainda tem um capital eleitoral. Uma pesquisa feita em 2020 no próprio programa colocou Carlos como uma das importantes figuras da história de Serra, atrás apenas do próprio Luciano Duque.
O programa vai ao ar neste sábado, 11h. Participe, pelo (87) 3831-1314 ou (87) 9-8874-1314. Acompanhe também pelas redes sociais da Cultura FM.
Uma nova pesquisa Exame/Ideia, divulgada nesta quinta-feira (21) mostra o ex-presidente Lula com 44% das intenções de voto. Bolsonaro marca 33%, de acordo com o levantamento. Ambos candidatos oscilaram dentro da margem de erro que é de três pontos percentuais para mais ou para menos. Bolsonaro teve queda maior em comparação com a última sondagem […]
Uma nova pesquisa Exame/Ideia, divulgada nesta quinta-feira (21) mostra o ex-presidente Lula com 44% das intenções de voto.
Bolsonaro marca 33%, de acordo com o levantamento.
Ambos candidatos oscilaram dentro da margem de erro que é de três pontos percentuais para mais ou para menos.
Bolsonaro teve queda maior em comparação com a última sondagem Exame/ideia.
Ciro Gomes, do PDT, aparece com 8%, e Simone Tebet (MDB), 4%. André Janones (Avante) marcou 2%.
Os demais nomes testados pontuaram 1% ou ficaram abaixo disso.
“Percebemos um número estável das intenções de voto. Ainda não há nenhum reflexo de impacto resultante das medidas do governo de pagamento de auxílio ou de redução de preço dos combustíveis. Ou seja, é algo que precisamos monitorar na opinião pública nos próximos meses. Vale lembrar que o auxílio emergencial demorou aproximadamente dois meses para ter um reflexo na popularidade do presidente”, explica Maurício Moura, fundador do Ideia, em referência a Pec dos Auxílios aprovada na última semana.
Segundo turno e pesquisa espontânea: no segundo turno, em uma disputa entre Lula e Bolsonaro, o petista tem 47% das intenções de voto e Bolsonaro aparece com 37%.
Na série histórica, essa distância entre os dois ficou maior, se comparado com a pesquisa feita há um mês.
A pesquisa sondou outros quatro cenários de segundo turno e Lula venceria todas as disputas.
Bolsonaro está em primeiro nas simulações com Tebet e Ciro, mas a com pedetista está dentro da margem de erro e, por isso, é considerada um empate técnico.
Na pergunta espontânea, em que o entrevistado precisa dizer o primeiro nome que está na mente, Lula tem 36% das intenções de voto, e Bolsonaro, 30%.
Ciro aparece com 3%, e e os demais pontuaram 1% ou ficaram abaixo disso.
Foram consultadas 1.500 pessoas entre os dias 15 e 20 de julho.
As entrevistas foram feitas por telefone, com ligações tanto para fixos residenciais quanto para celulares.
A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR-09608/2022.
O governador eleito Paulo Câmara (PSB) não deve encontrar na Assembleia Legislativa a mesma tranquilidade para governar que teve o ex-governador Eduardo Campos (PSB) em seus dois mandatos. Apesar de ter o apoio de 21 partidos, Câmara pode enfrentar uma oposição barulhenta. Entre os 22 deputados novatos, alguns já prometem um perfil combativo na Casa, […]
O governador eleito Paulo Câmara (PSB) não deve encontrar na Assembleia Legislativa a mesma tranquilidade para governar que teve o ex-governador Eduardo Campos (PSB) em seus dois mandatos. Apesar de ter o apoio de 21 partidos, Câmara pode enfrentar uma oposição barulhenta. Entre os 22 deputados novatos, alguns já prometem um perfil combativo na Casa, como Edilson Silva (PSol), Priscila Krause (DEM) e Romário Dias (PTB). Além disso, há também parlamentares reeleitos que já mostraram perfil semelhante, como Teresa Leitão (PT).
Dos quatro citados, dois integram a Coligação Pernambuco Vai Mais Longe: Romário Dias e Teresa Leitão. O grupo apoiou a candidatura de Armando Monteiro Neto (PTB) ao governo do estado e é formado por PTB, PDT, PT, PSC, PRB e PTdoB. A aliança elegeu 12 parlamentares, sendo que um deles é o deputado Guilherme Uchoa (PDT), da base governista.
Ou seja, contando somente com a aliança de Armando, são 11 parlamentares oposicionistas. Há ainda outros três que não farão parte da bancada do governo. São eles Socorro Pimentel (PSL), esposa do atual deputado Raimundo Pimentel (PSB), que apesar de ser do PSB marchou ao lado de Armando na campanha; Edilson Silva (PSol) e Priscila Krause (mesmo essa tendo sido eleita pela Frente Popular, de Paulo Câmara).
Priscila abriu mão de entrar no guia eleitoral da coligação para se manter na oposição, já que seu partido, o Democratas, integra o grupo. Ela afirmou que vai montar o Monitora Pernambuco nos mesmos moldes do Monitora Recife, plataforma colaborativa na web criada para fiscalizar a Prefeitura do Recife. “Meu mandato é consequência da minha atuação no Legislativo municipal. Vai ser fiscalizador e de cobrança”, asseverou.
O total de oposicionistas para a próxima Legislatura é de 14. Nos últimos quatro anos, o governo Eduardo Campos contava apenas com 9 opositores no Parlamento. “Eles (a Frente Popular) cansaram de dizer que iriam eleger 39 estaduais. Mas conseguimos uma marca importante e vamos ter força de coesão. Fizemos oposição na campanha e nosso mandato pretende expressar isso”, prometeu Teresa Leitão.
Edilson Silva prometeu: “Vamos fiscalizar as ações do governo, os projetos e a execução orçamentária com rigor. Além disso, vamos fazer oposição a partir dos movimentos sociais, porque a pressão tem que vir da opinião pública”. Já Romário Dias, ex-presidente da Assembleia por três vezes, disse que “Câmara vai ter muita tranquilidade para governar, desde que cumpra o que prometeu”.
A governadora Raquel Lyra transmitiu o cargo para a vice-governadora Priscila Krause, que assume interinamente a administração do estado a partir desta sexta-feira (14). A cerimônia de passagem do cargo foi realizada no Palácio do Campo das Princesas, sede do governo estadual. Priscila Krause permanecerá no comando do Executivo pernambucano até o dia 30 de […]
A governadora Raquel Lyra transmitiu o cargo para a vice-governadora Priscila Krause, que assume interinamente a administração do estado a partir desta sexta-feira (14). A cerimônia de passagem do cargo foi realizada no Palácio do Campo das Princesas, sede do governo estadual.
Priscila Krause permanecerá no comando do Executivo pernambucano até o dia 30 de março, período em que Raquel Lyra estará em recesso, acompanhada de seus filhos.
A governadora em exercício já inicia sua agenda oficial nesta sexta-feira com a assinatura de contratos para a construção de 144 moradias do programa Morar Bem PE, em Belo Jardim. O evento será realizado às 11h30, no auditório da Prefeitura Municipal.
O que Donald Trump e Bolsonaro tem em comum? O mundo assistiu a mas um ataque sob a tutela e determinação de Donald Trump, em parceria com o Primeiro Miistro Israelense, Benjamin Netanyahu, agora para atacar instalações iranianas, mais uma etapa de sua guerra declarada contra o regime dos aiatolás. Registre-se, o regime iraniano não […]
O mundo assistiu a mas um ataque sob a tutela e determinação de Donald Trump, em parceria com o Primeiro Miistro Israelense, Benjamin Netanyahu, agora para atacar instalações iranianas, mais uma etapa de sua guerra declarada contra o regime dos aiatolás. Registre-se, o regime iraniano não era perfeito. Ao contrário, sofria questionamentos da comunidade internacional, pelo caráter teocrático ditatorial, que persegue seu próprio povo.
A questão é: quem deu autoridade a Trump para apertar o botão? Como pode um líder que não cosegue legitimidade interna, com queda nos índices de popularidade, invocar o manto de Rei do Mundo e declarar mais uma guerra? É aí que reside a resposta: uma coisa está ligada a outra. Trump está cada vez mais atolado no escândalo que ajudou a construir, como principal aliado do maníaco sexual Jefrey Epstein. Há zero dúvida de que ele participava do esquema de exploração sexual de meninas, com tons sombrios a serem desvendados, apontando para crimes ainda mais graves. No ambiente interno, a inflação, a crise pela perseguição do ICE e a derrota jurídica na tentativa de impor tarifas ao mundo, tendo efeitos econômicos adversos carcomem sua popularidade. Trump buscou um bode espiatório para desviar as atenções. E atacou o Irã.
Como destacou João Paulo Charleaux, jornalista e autor do livro “As Regras da Guerra”, trata-se de mais uma afronta ao tratado internacional: o direito internacional prevê apenas duas possibilidades, muito estritas, para ações militares como essa. Primeiro, elas devem corresponder a um ato de autodefesa imediata contra uma agressão sofrida. Essa agressão é normalmente caracterizada pela intrusão militar do território de um país, seja com tropas, embarcações, aeronaves ou mísseis e foguetes. Como os territórios de Israel e dos EUA não foram invadidos pelo Irã, esse critério não está satisfeito.
A segunda hipótese é ainda mais remota: o Conselho de Segurança das Nações Unidas teria de aprovar o uso da força contra o Irã, depois de ter concluído que o regime dos aiatolás representa uma ameaça à paz e à segurança internacionais. Esse tampouco foi o caso, porque o Conselho de Segurança está, desde pelo menos a guerra na Líbia, em 2011, paralisado por um impasse insolúvel entre seus membros permanentes, que têm poder de veto: EUA, França, Reino Unido, Rússia e China.
Ainda no campo da análise da legalidade das ações dos Estados Unidos e de Israel, cabe verificar como se dará, entre os próprios americanos, o debate acerca da exigência constitucional de que o presidente busque a aprovação do Congresso para realizar uma guerra contra um Estado estrangeiro. Trump não fez isso nas ações de Palestina e Venezuela. Não faria diferente agora.
Bolsonaro tinha a mesma estratégia. Sempre que emparedado em algum dos seus escândalos, recorria a um fato para desviar a atenção da mídia. Fez isso várias vezes. A diferença é que Trump tem o botão do caos nas mãos.
Zero novidade
Na sua rede social, o jornalista Carlos Britto, que deve disputar mandato estadual, rechaçou a declaração de Miguel Coelho, que taxou de perseguição a operação da Polícia Federal autorizada pelo STF acusando ele, o irmão Fernando Filho e o pai, Fernando Bezerra Coelho, de um esquema de desvio de recursos públicos com emendas, dinheiro da CODEVASF e outra gama de acusações, envolvendo também a prefeitura de Petrolina. Carlos conhece bem os Bezerra Coelho, de quem já foi aliado no passado. “Tudo que foi colocado na denúncia não tem nada de perseguição. O que se tem é uma investigação robusta com fatos narrados inclusive com provas”, disse. Ele acusou cargos comissionados de Simão Durando, o prefeito que escapou por pouco de ser afastado pelo esquema, de espalhar panfletos alegando que “Petrolina vai parar”.
Aumentaram novamente rumores de que o ex-superintendente da SUDENE, Danilo Cabral, pode abrir mão da disputa federal. Isso porque o “terreno estaria loteado”, com poucos espaços após Danilo abrir mão de reeleição em 2022 para disputar o governo do Estado. Se Danilo realmente não disputar, o ex-prefeito de Carnaíba, Anchieta Patriota, já mandou avisar à Coluna: será candidatíssimo a Deputado Federal. “Se Danilo não for, vou para cumprir uma missão política”, afirmou.
Inflado
Não procede a informação de que a gestão Pollyana Abreu tem 75% de aprovação. Segundo uma fonte governista, no que se pode chamar de “fogo amigo versão 2.0”, aliados recorreram à estratégia de somar que acha o governo bom, ótimo e regular, inflando o dado. A pesquisa aparentemente foi para consumo interno. O Múltipla, procurado pela Coluna, não se manifestou sobre a informação. Registre-se, a aprovação dela, diz a fonte, não é de todo ruim, mas não chega sequer a 70% dentre os que realmente aprovam o governo.
Todo mundo quer
A informação de que Raquel Lyra estará em Tabira no mês de março aguçou a vontade de seus demais aliados no Pajeú e Moxotó. Aliados como Diógenes Patriota (Tuparetama), Fredson Britto (São José do Egito), Pedro Alves (Iguaracy), dentre outros, também estão dispostos e estender tapete para Raquel na região, além do anfitrião já confirmado, Flávio Marques.
É ou não é?
Governistas em Tabira atacaram em contato com a Coluna uma suposta manobra para beneficiar Dinca e Nicineh Brandino. O TCE iniciou o julgamento do Processo nº 241000531, que trata de uma Auditoria Especial de Conformidade para investigar o contrato para transporte e destinação do lixo que somou mais de R$ 3 milhões, com suspeita de superfaturamento. Os resíduos iam de Tabira até Piancó, na Paraíba. O relator é o conselheiro Dirceu Rodolfo de Melo Júnior, mas a análise foi interrompida após pedido de vista do conselheiro Ranilson Ramos, adiando a conclusão do julgamento. Aí reside o questionamento: Dinca e Nicinha apoiam o filho de Ranilson, Lucas Ramos. O TCE costuma negar que haja interferência política em pedidos de vistas.
Mais policiais
O Governo de Pernambuco nomeou todos os policiais penais aprovados no último concurso público. A governadora Raquel Lyra oficializou 315 novos profissionais da área. Com os convocados deste sábado, o sistema prisional totaliza 1.307 novos policiais penais, aprovados do último concurso, que foram sendo nomeados desde 2023. “Essa é uma medida concreta para garantir melhores condições de trabalho aos profissionais e mais eficiência na gestão, contribuindo também para a ressocialização das pessoas privadas de liberdade e para a tranquilidade da população pernambucana”, destacou a governadora Raquel Lyra. Segurança é uma das plataformas que Raquel quer usar na sua tentativa de reeleição.
“Morando num carro”
Em entrevista à CBN Caruaru, o presidente estadual do PSB, Sileno Guedes, confirmou a informação publicada pelo jornalista Elielson Lima e afirmou que o prefeito do Recife, João Campos, vai intensificar as agendas pelo interior de Pernambuco após a deixar a Prefeitura do Recife. Durante os Bastidores da Política, Sileno foi direto ao comentar a estratégia para os próximos meses. “João vai morar dentro do carro para percorrer todo estado – como ele mesmo já disse para percorrer todo estado”, disse, ao destacar que o prefeito pretende ampliar o diálogo com lideranças e fortalecer a presença fora da Região Metropolitana.
Prioridades
Muitas cidades de Pernambuco sofrem com o excesso de chuvas no Agreste. Nas últimas horas, o Sertão também entrou na rota de alerta. Calçado, Jupi, Lajedo, Jucati, Pesqueira, dentre outras recebem volumes acima da média. A pergunta é: qual deve ser a prioridade? Investir em ações que minimizem efeitos negativos desse impacto para a população ou no velho pão e circo, com mega cachês para artistas em períodos festivos? Essa é a questão.
Nome aos bois
Agentes de trânsito e até a Secretária Flaviana Rosa têm sido intimidados no processo complexo de municipalização do trânsito de Afogados da Ingazeira. Em um dos casos, uma pessoa chegou a dizer que buscaria uma arma em casa se o agente insistisse em pedir para que retirasse o veículo do local. É preciso expor e identificar esses “Lampiões”.
Atrás de votos
A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado (PT), e o marido, Breno Araújo, pré-candidato a deputado estadual, estiveram com aliados em São José do Belmonte, buscando fortalecer o projeto estadual do socialista. De calculadora na mão, sabem que precisam correr trecho para terem chances de consolidar o projeto.
Frase da semana
“O Bolsonaro demonstrou várias vezes que não é uma pessoa normal como nós”.
De Valdemar Costa Neto, presidente do PL, ao comparar seu líder com o pré-candidato Flávio Bolsonaro.
Do NE10 O governo federal selecionou 22 cidades onde serão criados 22 novos cursos de medicina no Brasil. Em Pernambuco, os municípios de Araripina, Arcoverde e Salgueiro (todos no Sertão do Estado) receberão as novas unidades de ensino do curso. As prefeituras terão o prazo entre os dias 13 e 24 de abril para confirmar […]
O governo federal selecionou 22 cidades onde serão criados 22 novos cursos de medicina no Brasil. Em Pernambuco, os municípios de Araripina, Arcoverde e Salgueiro (todos no Sertão do Estado) receberão as novas unidades de ensino do curso.
As prefeituras terão o prazo entre os dias 13 e 24 de abril para confirmar a participação no site do ministério da Educação.
A ampliação do número de cursos de medicina ofertados pelo governo federal faz parte de uma estratégia do Programa Mais Médicos. A abertura de novos centros de formação acontecerá nas localidades onde há defasagem no número de profissionais da área de saúde.
Esta é a segunda seleção de municípios que ofertarão o curso de medicina desde que o Mais Médicos foi criado.
As regras estabelecidas neste edital selecionaram apenas municípios que apresentam uma relação de vagas em curso de medicina por 10 mil habitantes menor que 1,4, além do índice de médicos a cada mil habitantes menor que 2,7.
Os municípios selecionados também devem estar a uma distância de pelo menos 75 Km de outro curso de medicina já existente.
De acordo com o ministro da Saúde, Arthur Chioro, a meta do governo é que se chegue ao número de 600 mil médicos no Brasil até ano de 2026. Atualmente o país conta com cerca de 400 mil médicos.
Ainda de segundo o ministro, os municípios serão chamados a aderir e se comprometer com as condições estabelecidas para a abertura desses cursos.
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